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Uma Versão mais Branda do Evangelho da Prosperidade

O Coelhinho da Páscoa é um pregador da prosperidade. Você se achega a ele buscando bênçãos – “que trazes para mim” – e ele lhe traz gostosuras terrenas. O Cordeiro de Deus é um pregador do arrependimento. Você se achega a ele quebrantado e ele lhe traz vida eterna. Nesta Páscoa, não siga o Coelhinho da Prosperidade, mas o Cordeiro de Deus. Acompanhe as postagens do Especial de Páscoa:

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Estamos acostumados a pensar no evangelho da prosperidade como algo explicitamente errado, algo que está estampado como sendo apenas um meio para se conseguir dinheiro. Porém, esse não é o único que existe. O evangelho da prosperidade pode vir de uma maneira muito mais singela e quase imperceptível para os olhos desatentos e pode, até mesmo, estar presente em nossas igrejas. No texto a seguir, David Schrock nos mostra o evangelho da prosperidade sobre essa perspectiva:

Enquanto os evangélicos tradicionalmente desacreditaram o evangelho da prosperidade em sua forma “violenta”, há uma forma mais atenuada desse ensino que é comum até demais entre nós.[1] Frequentemente não detectado por cristãos bíblicos, ele minimiza o evangelho e leva seus adeptos a focar em coisas como planejamento financeiro, dieta e exercício, e estratégias de aperfeiçoamento pessoal, que oferecem miraculosas e imediatas saúde e riqueza. Essa variedade mais branda e sutil desafia os crentes a irromperem para uma vida de bênçãos por meio da técnica prescrita pelo pastor mais recente.

Obviamente, questões de mordomia pessoal como dinheiro, saúde e habilidades de liderança deveriam ser entrelaçadas em uma completa teologia bíblica de discipulado cristão. O problema vem quando os cristãos, especialmente os pastores, depositam grande ênfase a essas questões secundárias. O que escolhemos pregar ou ouvir diz muito sobre o que valorizamos; e o que eu vejo entre alguns evangélicos é uma disposição de priorizar essas questões menores da lei, acima das mais importantes misericórdias do evangelho.

Essa não é uma preocupação nova. Outros já descreveram as facetas desse evangelho da prosperidade com nomes como deísmo moralista terapêutico, cristianismo sem Cristo e mercantilização do cristianismo.[2] Na verdade, todos os três concordam em descrever um evangelho da prosperidade que é facilmente ignorado, porque parece razoável para os cristãos que amam tanto a Deus quanto à realização dos sonhos de prosperidade.

Mas qual deve ser nossa posição?

Para os que têm olhos para ver, os sinais da pregação atenuada da prosperidade estão em todo lugar no evangelicalismo. A rádio cristã oferece uma experiência “positiva”, “encorajadora”, com inúmeras canções incentivando os ouvintes a serem vencedores. As editoras cristãs vendem livros que ajudam os cristãos a terem uma melhor aparência, se sentirem mais confiantes e alcançar seu máximo potencial. Semelhantemente, Jeremias 29.11 e Filipenses 4.13 continuam a ser repetidos como mantras por cristãos que querem ter um impacto no mundo.

Mas, é claro, esses exemplos são apenas sintomas, e a solução não é demonizar os comerciantes cristãos. Em vez disso, devemos todos aprender a pensar mais profundamente sobre o conteúdo da nossa fé e refutar os ensinos errôneos do atenuado evangelho da prosperidade (Tito 1.9).

Cinco marcas registradas da pregação atenuada da prosperidade

Veja quais são as cinco marcas registradas do evangelho da prosperidade lendo o artigo completo:  Leia ao artigo completo

Por: David Schrock; Extraído do site www.9marks.org. Copyright © 2013 9Marks. Usado com Permissão. Original: A Softer Prosperity Gospel: More Common Than You Think

Tradução: Alan Cristie – Ministério Fiel © Todos os direitos reservados. Website: www.MinisterioFiel.com.br / www.VoltemosAoEvangelho.com. Original: Uma Versão mais Branda do Evangelho da Prosperidade

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5 Comentários
  1. Jarismar Pedrosa Diz

    Maravilhosa análise de um mal tão sutil, mas de modo algum invisível. É possível ver claramente o quanto a mente de tantos irmãos se encontra entulhada com essas ideias tão contrárias ao evangelho verdadeiro.

  2. Thaísa Farias Diz

    Pois é. Hoje só se ensina que crente é imbatível (pelo fato de ser crente, não pela graça que é derramada pelo Pai ou por se revestir da armadura de Deus) e que os inimigos têm que aplaudir nossa vitória de pé. Acho que não.

  3. Silvano Souza Diz

    Somos vencedor por que Cristo nos fez vencedor com Ele.Nossa vitória não esta em sermos materialmente ricos,poderosos,ou ”Super crente” Como ser humano,Jesus mostrou a todos nós que sofremos derrotas,que perdemos em algum momento na vida.Nada pode ser mais aceito do que Cristo e seu Reino e m primeiro lugar.”Quem é DEUS” poucos sabem responder .mas de bens materiais todos conhecem,é isso que vivemos todos os dias com as pregações nas igrejas.que pena para aqueles que querem o melhor da terra somente.

  4. Thamiris Thiago Moreira Diz

    Muito Bom, Realmente isso está fortemente presente dentro das Igrejas.

  5. Luigi Diz

    Onde eu poderia encontrar algum conteúdo que fala sobre as bençãos que são dirigidas somente ao povo de Israel e as que são dirigidas atualmente para nós?

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