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	<title>Voltemos Ao Evangelho</title>
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	<description>um site cristão por Cristo e pelo Evangelho</description>
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		<title>O que seria um ótimo ministério para mães donas de casa?</title>
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				<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 14:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Brian Croft]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Esposa de Pastor]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança da Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério de mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Practical Shepherding]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Aqui estão cinco maneiras práticas pelas quais um pastor pode treinar jovens mães, em sua igreja, a juntar suas crianças e ir visitar viúvas idosas.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-que-seria-um-ótimo-ministério-de-verão-para-mães-donas-de-casa-.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>Um dos bens mais úteis para um pastor da igreja local, em relação a cuidar de viúvas idosas, é uma mãe “dona de casa”. Aqui estão cinco maneiras práticas pelas quais um pastor pode treinar jovens mães, em sua igreja, a juntar suas crianças e ir visitar viúvas idosas. Uma vez que essa lista de viúvas já tenha sido criada pelos pastores:</p>
<h2>1) Orar e entrar em contato</h2>
<p>Um ótimo ponto para começar é pegar a lista de viúvas que os pastores prepararam e estabelecer a meta de, dentro de um mês, orar e enviar um cartão manuscrito para cada viúva da lista. Isso permite a uma mãe jovem, que esteja um pouco apreensiva, fazer uma visita para um primeiro contato e permitir que Deus desperte afeição por essas viúvas através da oração por elas.</p>
<h2>2) Planeje uma visita</h2>
<p>Pegue a lista e comece sistematicamente a percorrer a lista, estabelecendo uma meta de visitar, talvez, uma ou duas viúvas por semana. Depois de concluir a lista, será hora de começar a lista novamente.</p>
<h2>3) Cozinhe ou faça alguma coisa para levar de presente</h2>
<p>As viúvas adoram receber qualquer tipo de presente que você possa trazer. Quer você asse biscoitos, faça alguma coisa ou mande seus filhos pintarem uma figura, nunca subestime o valor de levar algo para essa mulher que ela possa olhar, comer ou admirar dias depois de sua visita.</p>
<h2>4) Faça uma lista de pedidos de oração</h2>
<p>Em algum momento da visita, pegue um bloco e uma caneta e pergunte: “Quais são algumas coisas que você gostaria que os pastores e toda a igreja orassem por você”? Isso é útil para os pastores e uma maneira maravilhosa de comunicar um desejo de cuidar das necessidades delas.</p>
<h2>5) Escreva um breve relatório da visita para os pastores</h2>
<p>Depois de sair, escreva, até o final da semana, um breve e-mail a um dos pastores, contando sobre como foi a visita e os pedidos de oração que você conseguiu com ela. Isso permite que os pastores orem mais especificamente por essa viúva e informem com mais precisão à congregação as necessidades delas.</p>
<h2>Perguntas frequentes:</h2>
<p>Por fim, deixe-me abordar duas das perguntas mais comuns que são feitas. “Quanto tempo devemos ficar e sobre o que devemos conversar”? De 15 a 45 minutos é um bom tempo (exceto se afetar o nível de conforto, uma confusão das crianças etc.). Perguntar como ela está se sentindo, sobre como os membros da família cuidam dela, um dia especial que ela se lembre, histórias sobre sua vida, testemunho de conversão, conselhos sobre casamento e criação de filhos e maneiras de orar por ela são ótimas maneiras de manter uma conversa.</p>
<p>Pastores, treinem jovens mães em sua congregação. As jovens mães são capazes de ter um ministério muito significativo nessa área, se você as incentivar a sair com fé, acreditando que Deus dará as palavras e a compaixão necessárias para cuidar dessas senhoras.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Brian Croft. © Practical Shepherding, Inc. Website: <a href="http://practicalshepherding.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">practicalshepherding.com</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="http://practicalshepherding.com/2016/05/31/what-is-a-great-summer-ministry-for-stay-at-home-moms/">What is a great summer ministry for stay-at-home moms?</a></p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2020/01/o-que-seria-um-otimo-ministerio-para-maes-donas-de-casa/">O que seria um ótimo ministério de verão para mães donas de casa?</a> © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>Ano novo e novidade de vida</title>
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				<pubDate>Wed, 01 Jan 2020 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Vinicius Musselman Pimentel]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Encorajamento]]></category>
		<category><![CDATA[TeoBrasil]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Em vez de buscarmos uma novidade de vida com nossas próprias forças, precisamos considerar o Senhor e ver o que Deus já fez em Cristo para que vivêssemos em novidade de vida.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Ano-novo-e-novidade-de-vida.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>Conforme se inicia um novo ano, muitos dizem: “Novo ano, novo você!”. Para isso, planejamos novos projetos, alvos e metas. Queremos alcançar novos objetivos e vivermos novas realidades. E não há nada fundamentalmente errado com fazer planos (Lc 14.28–32).</p>
<p>O problema é quando não consideramos a brevidade e fragilidade de nossa vida e não levamos o Senhor em conta; quando a postura de nosso coração não diz “se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tg 4.13–17); quando não confiamos as nossas obras ao Senhor, crendo que ele guiará nossos passos (Pv 16.3, 9; 19.21).</p>
<p>O problema é que mergulhado nesse clima esperançoso está disfarçada a enganadora fala motivacional da serpente do Éden: “Você merece! Você consegue!”. Em vez de sermos encorajados a considerar o Senhor e olhar para o que Deus fez em Cristo Jesus, somos incentivados a olhar para nós mesmos e crermos na força do nosso braço — e ano após ano nos decepcionamos e ainda nos perguntamos o motivo!</p>
<p>Então, em vez de buscarmos uma novidade de vida com nossas próprias forças, precisamos considerar o Senhor e ver o que Deus já fez em Cristo para que vivêssemos em novidade de vida.</p>
<p>Em Cristo, somos uma nova criação (2Co 5.17) e uma nova humanidade (Ef 2.15; Cl 3.10); nascemos de novo do Espírito (Jo 3.3) e estamos em uma nova aliança (Hb 8); temos uma nova vida (Rm 6.4) e um novo mandamento para seguirmos (Jo 13.34).</p>
<p>Tudo que precisávamos para viver uma nova vida, Deus já nos deu. Então, precisamos nos perguntar:</p>
<ul>
<li>Será que nossas definições de “nova vida” estão considerando a obra do Pai em Cristo por meio do Espírito?</li>
<li>Será que nossos planos para 2020, estão considerando o Senhor?</li>
<li>Como viveremos em 2020, considerando tudo o que Deus fez novo em Cristo por nós?</li>
</ul>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Vinicius Musselman Pimentel. © Voltemos ao Evangelho. Website: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/">voltemosaoevangelho.com</a>. Todos os direitos reservados. Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2020/01/ano-novo-e-novidade-de-vida/">Ano novo e novidade de vida</a>.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>Resoluções não são suficientes</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/resolucoes-nao-sao-suficientes/</link>
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				<pubDate>Tue, 31 Dec 2019 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[David Mathis]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Cristão]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Desiring God]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>As resoluções de ano novo podem ser um primeiro passo importante, mas estão muito longe das mudanças reais e duradouras.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Resoluções-não-são-suficientes.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>As resoluções de ano novo podem ser um primeiro passo importante, mas estão muito longe das mudanças reais e duradouras.</p>
<p>O despertar de um novo ano traz consigo a possibilidade de um novo começo, ou pelo menos a renovação de um lembrete para virar a página de algumas (ou muitas) maneiras pelas quais gostaríamos de crescer e amadurecer nesse novo temos de nossas vidas. Mas todos nós já tentamos isso várias vezes e sabemos o quão inúteis são as resoluções, se não forem acompanhadas por algumas coisas mais?</p>
<p>Seja comer e se exercitar, seja para ler a Bíblia e orar , o mecanismo criado por Deus que chamamos de “hábito” é vital para enxergarmos nossas sinceras resoluções através de realidades agradáveis. Se realmente estivermos decididos a ver nossas esperanças se tornarem, em 2020, hábitos enriquecedores da vida, faremos bem em manter algumas verdades básicas em mente no início do novo ano.</p>
<h2>1. Concentre-se em poucos, não muitos</h2>
<p>Melhor do que grandes emoções, as resoluções particulares sobre as muitas coisas que você deseja “consertar” em sua vida estão sintonizadas com apenas uma ou duas resoluções realistas e realmente importantes, com um plano concreto e uma responsabilidade específica. A empolgação de um novo ano e a facilidade com que podemos desejar mudar, geralmente nos levam a abocanhar muito mais do que podemos mastigar em um novo ano.</p>
<p>É muito melhor manter o foco em apenas alguns novos hábitos – melhor ainda, em apenas um. E se você quiser reduzi-lo a apenas um (ou talvez dois ou três), é melhor fazer valer a pena. Identifique algo importante que dará um foco particular à formação de novos hábitos, mesmo que essa resolução traga benefícios em outras áreas da sua vida. Os “hábitos da graça” para fortalecer as almas são precisamente isso. Aprofundar-se na palavra de Deus, na oração ou na igreja local, produzirá uma colheita inestimável.</p>
<p>Considere um foco específico para o novo ano, ou apenas para os três primeiros meses de 2020, ou mesmo apenas para janeiro. Um ano é um longo período de tempo em termos de formação de hábitos; normalmente, faríamos muito melhor em resolver uma situação de cada vez e fazê-lo a cada poucos meses, do que tentar muitas coisas por um período de até doze meses.</p>
<h2>2. Torne as cosias mais específicas</h2>
<p>A leitura da Bíblia, a oração e a comunhão cristã provavelmente sejam muito amplas em si mesmas. Dê a elas um foco mais específico, como ler a Bíblia inteira este ano, ou não apenas ler, mas diariamente meditar sobre uma pequena passagem ou verso, ou mesmo apenas uma palavra ou frase (no contexto). Não mantenha um foco geral na “oração”, mas torne-a mais particular: oração particular todas as manhãs ou oração com seu cônjuge ou com a família antes de dormir, pontilhando seu dia com “oração constante” ou alguma nova iniciativa de oração como um grupo comunitário ou igreja.</p>
<p>Talvez, com o fim do ano se aproximando do fim, você esteja percebendo o quão irregular o seu compromisso com a igreja tem sido e como seus relacionamentos são fracos. Você pode decidir aprofundar seu compromisso de não negligenciar sua reunião “como é o ‘hábito’ de alguns” (Hb 10.25), seja tornando a manhã de domingo menos negociável ou priorizando seu investimento na vida juntos, em grupos de comunhão no meio da semana. Resolva que em 2020 não deixará desculpas tolas de última hora impedi-lo de se reunir fielmente com o corpo de Cristo, que você será um meio inestimável e de longo prazo da graça de Deus para você e através de você, para os outros.</p>
<h2>3. Crie um plano realista</h2>
<p>Por mais séria que seja a sua resolução, você precisa de uma quantidade correspondente de planejamento realista. Sejamos honestos, você realmente não quer enriquecer sua vida de oração se não estiver disposto a pensar por alguns minutos sobre onde, quando e como orará em 2020. Mapeie de forma clara e concreta o que seria necessário para cultivar, por um mês inteiro, o hábito. Pense a longo prazo e verifique se é realista.</p>
<p>Parte de ser realista é aceitar uma certa modéstia em relação aos seus objetivos. Não tente passar de devoções esporádicas para uma hora todas as manhãs. Comece com um foco de quinze minutos por dia, talvez até dez, mas torne-o genuinamente inegociável e veja o que Deus faz. Aumente sua duração e profundidade, à medida que o absorver das escrituras se tornar um elemento importante em sua programação e você aprender a acordar todos os dias com mais fome da Bíblia do que do café da manhã.</p>
<h2>4. Encontre a recompensa</h2>
<p>Os atletas corredores lhe dirão que ter o coração saudável na velhice não é sua motivação principal. É um benefício adicional agradável, é claro, mas não é essa recompensa indescritível e muito distante que os tira da cama de manhã e os faz calçar seus tênis de maratona. Em vez disso, o que motiva a maioria dos corredores de longas corridas é se sentir ótimo hoje, seja pela endorfina, pelo sentimento de realização ou lucidez, ou todos os itens acima.</p>
<p>Tentar usar a mesma motivação de longo prazo todas as manhãs para sair da cama e ouvir a voz de Deus nas Escrituras logo nos esgotará. E Deus não sugere que devamos ser motivados apenas por recompensas distantes e futuras, por mais importantes que sejam. Deus nos dá motivações abundantes para hoje. Suas misericórdias se renovam todas as manhãs (Lm 3. 22-23). Ele quer que provemos e vejamos sua bondade agora mesmo (Sl 34.8). Ele pode satisfazer significativamente nossas almas inquietas por uma ação real e transformadora de vidas agora.</p>
<p>Ao longo dos anos, encontrei a recompensa mais transformadora em cultivar hábitos de graça, não me tornando mais forte e mais santo como cristão a longo prazo, mas conhecendo e desfrutando de Jesus hoje. Tendo minha alma satisfeita com ele hoje. Fazendo meu coração se alegrar com ele nessa manhã.</p>
<p>O objetivo da disciplina espiritual diária não é, antes de tudo, ser santo ou obter crescimento, mas conhecer e desfrutar de Jesus e ter nossas almas satisfeitas, imperfeitamente mas poderosamente, nele. A alegria última, de qualquer hábito, prática ou ritmo de vida verdadeiramente cristão é, nas palavras do apóstolo, “por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor”; (Fp 3.8). “Esta é a vida eterna” &#8211; e esse é o objetivo dos meios da graça &#8211; “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. (Jo 17.3). Faça de Oséias 6.3 uma bandeira das suas resoluções espirituais para 2020: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao SENHOR”.</p>
<h2>5. Preste contas regularmente</h2>
<p>Uma das falhas de tantas resoluções é que elas permanecem privadas. Quando as compartilhamos, assumimos uma responsabilidade real de prestar contas. Nós somos pecadores. Nossas cabeças nem sempre estão presas ao pescoço. Precisamos que outras pessoas perguntem sobre nossas vidas e nos cobrem a respeito de quem dissemos que queremos ser e pelo que dissemos que queremos fazer.</p>
<p>Talvez conversar com alguém sobre alguns desses princípios de formar bons hábitos e considerar um lembrete mensal do calendário para conversarem a respeito. É um grande meio da graça de Deus que ele não nos deixe em paz na formação de hábitos espirituais.</p>
<h2>6. Cubra seus esforços com oração</h2>
<p>No final do dia, e no final de todos os outros, o Espírito Santo, e não nossos hábitos, é decisivo para produzir qualquer fruto espiritual duradouro. Cultivar hábitos sábios não é nossa tentativa de trabalhar pela aceitação de Deus, mas de desenvolver a nossa salvação (Fp 2.12–13).</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: David Mathis. © Desiring God Foundation. Website: <a href="http://www.desiringgod.org/languages/portuguese" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desiringGod.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: Resolutions Are Not Enough.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/resolucoes-nao-sao-suficientes/">Resoluções não são suficientes</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>Sobre o último dia de um ano</title>
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				<pubDate>Tue, 31 Dec 2019 12:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[James Meikle]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[...]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Esse é o último dia do ano; e como avaliarei cada momento dele? Considerarei como o último dia da minha vida?</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sobre-o-último-dia-de-um-ano.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  bs-vc-block" >
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			<p><em>Este artigo foi escrito originalmente no dia 31 de dezembro de 1758.</em></p>
<p>O tempo é medido, e ele é semelhante em ambas extremidades; começa com um dia, e terminará com um dia. Por isso “tarde e manhã” foram usadas para expressar o primeiro dia, assim como o julgamento universal é chamado de o último dia. A Eternidade é a fonte de água da qual ele surge, e a enchente para qual ele deságua. A mais longa duração do tempo é curta, e seu maior prolongamento chega ao final. Um dado momento mal é conhecido, e já se torna passado.</p>
<p>Alguns momentos, que duram um minuto, quando começamos a desfrutar, também já acabaram; deste modo, uma hora voa, um dia se apressa em chegar ao fim e, um ano (assim como este ano) chega ao seu último dia. Assim, portanto, no final do ano, comerciantes fazem seus balanços financeiros, ajustam seus livros contábeis, e então pergunto a mim mesmo: Que benefício meus dons trouxeram nesses doze meses? Porque, qualquer que seja minha opinião, o <strong>tempo</strong> não é dos menores dons, e mais um ano foi adicionado à minha conta.</p>
<p>Milhares que vieram ao mundo depois de mim foram chamados à eternidade antes de mim; não é isso uma voz clamando para que eu viva melhor cada momento de minha vida? Aqueles que pouco refletem sobre o tempo são os mesmos que pensam ainda menos na eternidade. Mas se olho para o mundo vindouro, verei a grande importância de cada momento do meu tempo, o qual juntamente com o tempo a mim dado deve preparar-me para o imutável estado eterno.</p>
<p>Ó precioso tempo desperdiçado, que nunca mais terei de volta! Agora esse ano se foi, e nunca retornará; o que, então, fiz para a glória de Deus nesse ano que passou? Ah! Ele se foi de mim como o vazio, apesar de ele brilhar nesse momento com muitas misericórdias, como um céu estrelado. Ah! Eu disse vazio? Não, pior! Pois enquanto Seu amor e misericórdias brilharam ao meu redor como o Sol do meio-dia, meus pecados cresceram em grande número, como os átomos do Sol!</p>
<p>Esse é o último dia do ano; e como avaliarei cada momento dele? Considerarei como o último dia da minha vida? Nada, a não ser a presunção, me bajula dizendo que viverei mais um dia. Devo considerar cada dia como meu último, pois alguns tiveram seu último dia em dias que pouco temeram que o fosse, como eu pouco temo que esse seja; no melhor dos casos, algum dia logo será meu último, quando talvez essa mesma expectativa perniciosa não terá sido dissipada de minha alma. Portanto, é sábio estar preparado para a morte. Pensar que a morte está longe e que não será surpreendido quando ela vier repentinamente? Sempre a espere, e você não ficará aterrorizado quando ela se aproximar. Assim, devo olhar para cada dia como meu último, de forma que quando meu último dia vier, não seja inesperado, nem me surpreenda despreparado.</p>
<p>Mas, que pesar! Esse ano me concedeu mais espetáculos lamentáveis de pecado que a minha vida inteira. Ouvi o nome divino blasfemado, vi pecados em locais de honra e todas as formas de perversidade cometidas. <strong>Ó, por migalhas os homens jogam suas almas fora!</strong> E como posso, indiferente, ver o pecado em todos os seus aspectos horrendos e o estrago terrível que causa nas almas imortais!</p>
<p>Mas que a divina providência preserve-me desses objetos de prazer, e que eu, pela graça, não me esqueça do que ouvi e vi! Também a paciência, pertencente a Deus, é notável. Porque quando pensamos em quanta impiedade é cometida em todo o mundo – em público e na vida privada, por grandes e pequenos, em terra e no mar – e ainda, que essa rebelião contra o Céu não começou ontem, mas vem desde a queda de Adão por mais de cinco mil anos, é difícil entender como o mundo ainda não foi entregue às chamas! Mas essa <strong>paciência</strong> cuja duração é surpreendente, deve afinal dar lugar a <strong>justiça</strong>, cuja execução será terrível.</p>
<p>Mas enquanto estou meditando em meu tempo fugaz, a meia-noite chega, e já estou em outro ano. Então, adeus para sempre 2019¹! E hei de lembrar-me que, por esse “adeus”, olho minha vida caminhando para seu fim, e que estou avançando para outro estágio, mais perto da eternidade – sem saber se um dia, ou um mês, ou um ano, ou dois, ou mais – serão outorgados a mim.</p>
<div>
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<hr />
<p>¹ Adaptação para nossos dias. Para James Meikle (autor) era 1758.</p>
</div>
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<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: James Meikle. © Grace Gems. Website: <a href="https://www.gracegems.org/">gracegems.org</a>. Fonte: <a href="https://www.gracegems.org/Meikle/solitude_sweetened60.htm">On the last day of a year</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/sobre-o-ultimo-dia-de-um-ano/">Sobre o último dia de um ano</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Alex Daher. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>As 17 melhores postagens de 2019</title>
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				<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 14:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Castelo Branco]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Diversos artigos, vídeos, palestras, entre outros conteúdos online, são divulgados em nosso blog ano após ano. Confira as 17 postagens mais lidas de 2019!</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-17-melhores-postagens-de-2019.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  bs-vc-block" >
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			<p>Diversos artigos, vídeos, palestras, entre outros conteúdos online, são divulgados em nosso blog ano após ano para a edificação da igreja de fala portuguesa, e nós do <a href="https://ministeriofiel.com.br/">Ministério Fiel</a> nos alegramos em ver a grande quantidade de pessoas que foram alcançadas através do que publicamos por aqui. Somos muito gratos a vocês pelos acessos, curtidas e compartilhamentos dos nossos conteúdos nas redes sociais, pois assim, mesmo que indiretamente, nós trabalhamos juntos para alcançar mais pessoas com a mensagem do evangelho e para a edificação de igrejas saudáveis.</p>
<h4>Confira abaixo as 17 postagens mais lidas em 2019:</h4>
<p><strong>1.</strong> Como ler a Bíblia e fazer seu devocional em 2019 (<strong><a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2017/12/as-17-melhores-postagens-de-2017/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia aqui</a></strong>)</p>
<p><strong>2.</strong> 10 homens com quem uma mulher cristã não deve casar-se (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/03/10-homens-com-quem-uma-mulher-crista-nao-deve-casar-se/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>3.</strong> Nove maneiras de proteger seus filhos do abuso sexual (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/06/nove-maneiras-de-proteger-seus-filhos-do-abuso-sexual/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>4.</strong> Dando Adeus à Netflix (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/dando-adeus-a-netflix/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>5.</strong> Decifrando a Desconstrução de Tiago Iorc (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/05/decifrando-a-desconstrucao-de-tiago-iorc/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>6.</strong> Sexo oral é pecado? (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/01/sexo-oral-e-pecado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>7.</strong> 3 razões para deixar as luzes acesas no momento das músicas no culto (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/03/3-razoes-para-deixar-as-luzes-acesas-no-momento-das-musicas-no-culto/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>8.</strong> 8 mulheres com quem um homem cristão não deve casar-se (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/03/8-mulheres-com-quem-um-homem-cristao-nao-deve-casar-se/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>9.</strong> Coringa, um filme genial e perturbador (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/10/coringa-um-filme-genial-e-perturbador/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>10.</strong> Coringa e o Salmo 46 (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/10/coringa-e-o-salmo-46/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>11.</strong> Uma enfermidade na igreja evangélica brasileira (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/09/uma-enfermidade-na-igreja-evangelica-brasileira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>12.</strong> Pela última vez (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/03/pela-ultima-vez/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>13.</strong> Tomar bebidas alcoólicas é pecado? (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/01/tomar-bebidas-alcoolicas-e-pecado/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>14.</strong> O pecado nunca fará você feliz (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/01/o-pecado-nunca-fara-voce-feliz/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>15.</strong> A Maldade do Homem e a Tragédia em Suzano (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/03/a-maldade-do-homem-e-a-tragedia-em-suzano/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>16.</strong> Sete coisas para orar pelos seus filhos (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/11/sete-coisas-para-orar-pelos-seus-filhos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>
<p><strong>17.</strong> 7 ensinos que pastores podem aprender com a demissão de Jonathan Edwards (<a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/06/7-ensinos-que-pastores-podem-aprender-com-a-demissao-de-jonathan-edwards/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Leia aqui</strong></a>)</p>

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<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Filipe Castelo Branco. © Voltemos ao Evangelho. Website: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/">voltemosaoevangelho.com</a>. Todos os direitos reservados. Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-17-melhores-postagens-de-2019/">As 17 melhores postagens de 2019</a>.</p>
</div></div></div></div></div>
</div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-17-melhores-postagens-de-2019/">As 17 melhores postagens de 2019</a> apareceu em <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog">Voltemos Ao Evangelho</a>.</p>
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		<item>
		<title>Trocando uma resolução radical por 10.000 pequenas decisões</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/trocando-uma-resolucao-radical-por-10-000-pequenas-decisoes/</link>
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				<pubDate>Mon, 30 Dec 2019 12:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Paul Tripp]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Desiring God]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Trocando-uma-resolução-radical-por-10000-pequenas-decisões.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Trocando-uma-resolução-radical-por-10000-pequenas-decisões.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Trocando-uma-resolução-radical-por-10000-pequenas-decisões.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Trocando-uma-resolução-radical-por-10000-pequenas-decisões.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Trocando-uma-resolução-radical-por-10000-pequenas-decisões.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>A vida não é definida em dois ou três momentos dramáticos, mas em 10.000 pequenos momentos. O caráter que foi formado nesses pequenos momentos é o que molda a forma como você responde aos grandes momentos da vida.</p>
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			<p>Já contei várias vezes a história do dia em que estava conversando impacientemente com a minha esposa em uma manhã de Domingo, quando meu filho de 9 anos se manifestou:</p>
<p>“Papai, é assim que um homem cristão deveria estar falando com a sua esposa?”</p>
<p>Sarcasticamente, rebati:</p>
<p>“O que você pensa?”</p>
<p>Ele respondeu:</p>
<p>“Não faz diferença o que eu penso. O que Deus pensaria?”</p>
<p>Fui para o meu quarto, e dois pensamentos surgiram imediatamente. Primeiro, meu orgulho foi ferido. Eu quero ser um herói para o meu filho, e estava envergonhado por ter afetado ele dessa forma com minha atitude e minhas palavras. Mas isso não durou muito. Logo em seguida, pensei “como pode Deus me amar tanto a ponto de me dar uma dose simples de cuidado em meio a esse pequeno e mundano momento no banheiro da família Tripp?”.</p>
<p>Isso é amor em um nível tão magnífico que sou incapaz de capturá-lo em palavras. Não passou de um momento em um cômodo, em uma casa de uma família, em um bloco de uma rua, em uma vizinhança de uma cidade em um estado, em um país de um continente, em um hemisfério de um planeta no universo. Ainda assim, Deus estava presente nesse momento, trabalhando na continuidade da transformação, momento a momento, do meu coração.</p>
<h2>Repensando o ritual anual</h2>
<p>Por que estou contando essa história? Bem, chegou aquela época de novo. É o assunto dos blogs, artigos de jornal, programas de TV e muitos posts no Twitter. É a época dos ritos anuais de resoluções dramáticas de Ano Novo, impulsionadas pela esperança de mudanças de vida pessoal imediatas e significativas.</p>
<p>Mas a realidade é que poucos fumantes realmente deixaram de fumar por causa de um momento singular de decisão, poucos obesos se tornaram magros e saudáveis por conta de um momento dramático de compromisso, poucas pessoas que estavam com muitas dívidas mudaram seu estilo de vida financeiro porque decidiram assim ao verem o ano velho dar lugar ao novo e poucos casamentos foram transformados através de uma única resolução dramática.</p>
<p>Mudanças são importantes? Sim, de certa forma são. O compromisso é essencial? É claro! Há formas em que nossas vidas são moldadas pelos compromissos que fazemos. Mas o cristianismo bíblico, cujo centro é o evangelho de Jesus Cristo, não deposita suas esperanças em grande momentos dramáticos de mudança.</p>
<h2>Vivendo no mais ordinário</h2>
<p>O fato é que o poder transformador da graça é mais um processo ordinário do que uma série de eventos dramáticos. Mudanças pessoais, de vida e de coração, são sempre um processo. E onde esse processo acontece? Ele ocorre onde eu e você vivemos diariamente. E onde nós vivemos? Bem, cada um de nós tem um endereço. Nossas vidas não caminham de momentos grandiosos em momentos grandiosos. Não, nós vivemos na mais ordinária rotina.</p>
<p>Muitos de nós não figuraremos os livros de história. A maioria de nós terá três ou quatro momentos de decisão em nossas vidas, e décadas após nossa morte, as pessoas mal se recordarão de como foram nossas vidas. Eu e você vivemos nos pequenos momentos, e se Deus não for o Senhor dos nossos pequenos momentos e não trabalha para nos moldar em meio a eles, então não há esperança para nós, pois é nesses momentos que nós vivemos.</p>
<p>Os pequenos momentos da vida são profundamente importantes precisamente porque são neles que vivemos e por eles que somos formados. É aqui que eu penso que o “Cristianismo Dramático” nos deixa em apuros. Ele pode nos levar a minimizar o significado dos pequenos momentos da vida e a graça das pequenas mudanças que encontramos lá. E porque minimizamos os pequenos momentos em que vivemos, tendemos a ignorar o pecado que é exposto neles. E então falhamos em buscar a graça que nos é oferecida.</p>
<h2>10.000 pequenos momentos</h2>
<p>Veja bem, a vida não é definida em dois ou três momentos dramáticos, mas em 10.000 pequenos momentos. O caráter que foi formado nesses pequenos momentos é o que molda a forma como você responde aos grandes momentos da vida.</p>
<p>O que leva a mudanças pessoais significativas?</p>
<ul>
<li>10.000 momentos de reflexão pessoal e convicção</li>
<li>10.000 momentos de submissão humilde</li>
<li>10.000 momentos de tolice exposta e sabedoria adquirida</li>
<li>10.000 momentos de pecados confessados e pecados abandonados</li>
<li>10.000 momentos de fé corajosa</li>
<li>10.000 momentos de escolha por obediência</li>
<li>10.000 momentos de abandono do reino do ego e corrida em direção ao reino de Deus</li>
<li>10.000 momentos em que abandonamos a adoração à criação e nos entregamos à adoração ao Criador.</li>
</ul>
<p>E o que faz isso possível? A graça incansável, transformadora e ordinária. Jesus é “Emanuel” não porque ele veio à Terra, mas porque ele fez de você um lugar de habitação para si. Isso significa que ele está presente e ativo em todos os momentos ordinários da sua vida diária.</p>
<h2>A obra de resgate e transformação</h2>
<p>E o que ele está fazendo? Nesses pequenos momentos, ele está cumprindo todas as promessas de redenção que fez. Nesses momentos esquecíveis, ele está trabalhando para te resgatar de si mesmo e transformá-lo à semelhança dele. Pela graça soberana, ele te coloca nesses pequenos momentos diários, criados para te levar além do seu caráter, sabedoria e graça, para que você possa buscar ajuda e esperança que só podem ser encontradas nele. Em um processo vitalício de mudança, ele está te desconstruindo e reconstruindo novamente – e é exatamente disso que todos nós precisamos!</p>
<p>Sim, eu e você precisamos nos comprometer com a mudança, mas não de uma forma que anseia por grandiosos momentos de transformação, mas de uma forma que encontra alegria no, e é fiel, ao processo diário, e passo a passo, de reconhecer o pecado, confessá-lo, se arrepender, e crer no perdão. E nesses pequenos momentos, nos comprometemos a lembrar das palavras de Paulo em Romanos 8.32:</p>
<p><em>Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?</em></p>
<p>Assim, acordamos todos os dias comprometidos a viver nos pequenos momentos das nossas vidas com nossos olhos abertos e nossos corações humildes.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Paul Tripp. © Desiring God Foundation. Website: <a href="http://www.desiringgod.org/languages/portuguese" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desiringGod.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.desiringgod.org/articles/trading-one-dramatic-resolution-for-10000-little-ones">Trading One Dramatic Resolution for 10,000 Little Ones</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/trocando-uma-resolucao-radical-por-10-000-pequenas-decisoes/">Trocando uma resolução radical por 10.000 pequenas decisões</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Filipe Schulz. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<item>
		<title>No mundo, mas não do mundo</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/no-mundo-mas-nao-do-mundo/</link>
				<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 14:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mez McConnell]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrina]]></category>
		<category><![CDATA[Sã Doutrina]]></category>
		<category><![CDATA[Santificação e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ligonier]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Queremos viver claramente vidas cristãs diante do mundo que nos observa.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/No-mundo-mas-não-do-mundo.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper"><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center" ><a class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-sm vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-modern vc_btn3-block vc_btn3-color-grey" href="https://fiel.in/2NzN0l6" title="" target="_blank">Série "Discipulado" | Clique e veja os outros artigos</a></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  bs-vc-block" >
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			<p>Provavelmente somos uma das gerações mais conectadas de todos os tempos. Podemos falar com pessoas de todo o mundo em nossos telefones. Podemos enviar e-mail, Face Time e mensagens de texto. Vivemos em um mundo que busca conexão, quer comunhão, prega paz e tolerância e ama a diversidade. Um mundo unido em amor &#8211; esse é o sonho político de nossos dias.</p>
<p>E muitas igrejas e cristãos acabam engolindo isso. Vamos reunir todas as religiões sob o mesmo teto. Vamos esquecer nossas diferenças. No fundo somos todos iguais, certo? Não vamos evidenciar nossas diferenças. Vamos nos concentrar no que nos une. No entanto, isso vai contra palavras de Paulo para a igreja em 2 Coríntios 6.14: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos”.</p>
<p>Isso não é muito amoroso, é? Na primeira metade do versículo 17, ele é mais enfático “Saia do meio deles. Separe-se deles”. Isso soa um pouco intolerante, certo? Não parece amoroso. No entanto, esse tipo de linguagem está em toda a Bíblia. Tiago 4.4 é igualmente forte: “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus”. Então, o que está acontecendo aqui? Por que a Bíblia é tão dura? Como podemos viver como cristãos e estar separados do mundo? Eu deveria estar pensando em comprar um terreno no deserto e iniciar uma comunidade cristã?</p>
<p>Quando Paulo escreveu essas palavras, a igreja em Corinto estava uma bagunça. Os chamados cristãos estavam envolvidos em pecados evidentes e qualquer tipo de compromisso moral e teológico. Paulo quis lembrá-los de que um relacionamento com Jesus deveria ser exclusivo. Assim, por exemplo, os cristãos não podiam reivindicar adorar a Jesus e visitar as prostitutas do templo que eram comuns em Corinto no primeiro século.</p>
<p>Para mostrar seu ponto de vista, Paulo faz cinco perguntas seguidas: “que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos”? (2Co 6.14–16).</p>
<p>A resposta esperada para essas perguntas é “nenhuma” ou “nada”. Os cristãos vivem para agradar a Deus. Os incrédulos vivem para agradar a si mesmos.</p>
<p>Os cristãos são chamados a andar na luz. Os incrédulos andam na escuridão. Colossenses 1.13 coloca desta maneira: Ele [Deus] nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor”,  Jesus é a luz do mundo, e os crentes são atraídos por ele como mariposas para uma vela, mas, não para o resto da humanidade, eles “amam mais as trevas do que a luz, porque suas ações são más” (Jo 3.19).</p>
<p>Mas é realmente verdade que um crente e um incrédulo não têm nada em comum? Alguns cristãos sentem que têm mais em comum com os incrédulos do que com outros membros da igreja. Eles apoiam o mesmo time esportivo. Eles têm a mesma política. Eles gostam dos mesmos programas de TV. Mas Paulo não está falando sobre o que temos em comum como pessoas em geral. Ele está falando espiritualmente. Se Jesus não tem nada em comum com Satanás, então os filhos de Deus não têm nada em comum com os filhos de Satanás. Um não cristão não vê o mundo como nós. Valorizamos as verdades espirituais e as coisas espirituais, e eles se preocupam com o material e com este mundo. Eles não vivem com a vida após a morte em mente.</p>
<p>Paulo nos lembra em Efésios 4.17–19:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;"><em>“Isto, portanto, digo e no Senhor testifico que não mais andeis como também andam os gentios, na vaidade dos seus próprios pensamentos, obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração, os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução para, com avidez, cometerem toda sorte de impureza.”</em></p>
</blockquote>
<p>Então, o que isso tudo significa? A Bíblia está dizendo que, para evitar ser corrompido pelo mundo, não devemos sair com não cristãos? Não. Como realizaríamos a Grande Comissão sem um relacionamento profundo com os incrédulos? Pense em Jesus. Ele se metia em todo tipo de problemas por sair e comer com os pecadores. Em 1 Coríntios 5, o mandamento é para não nos associarmos a alguém que se chama cristão, mas vive como um incrédulo. Precisamos de mais cristãos verdadeiros dispostos a ter amizades com incrédulos, e não menos. O problema é que, se não nos separarmos dos “cristãos” verdadeiros, nosso testemunho será prejudicado.</p>
<p>Alguns cristãos pensam que a resposta para o mundanismo é fazer compras em lojas cristãs, ir a barbeiros cristãos e sair em feriados cristãos. Eles então se perguntam por que acham difícil evangelizar os incrédulos. Outros acham que sair para beber ou ir às baladas com os incrédulos para mostrar a eles como somos legais é o caminho a seguir. Não conheço uma pessoa que tenha sido convertida por esse tipo de “ministério”, mas conheço incontáveis cristãos que mancharam seu testemunho por embriaguez e imoralidade.</p>
<p>Então, como sei se estou em uma situação que significa que devo me separar completamente de alguém que não é crente? Aqui estão algumas coisas para pensar.</p>
<p>Quando estou com esses incrédulos, me sinto tentado e acabo caindo em comportamento pecaminoso?</p>
<p>Quando estou com não cristãos, estou defendendo a Bíblia e o modo de vida cristão ou estou mantendo minha cabeça baixa e seguindo o fluxo para não ofender?</p>
<p>As amizades e os relacionamentos que eu tenho me aproximam de Jesus ou me desviam dele ainda mais?</p>
<p>É claro que podemos ser amigos de não cristãos, mas nunca compartilharemos uma intimidade espiritual com alguém que não reconhece Jesus como Rei e Senhor. Queremos viver claramente vidas cristãs diante do mundo que nos observa.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Mez McConnell. © Ligonier Ministries. Website: <a href="http://www.ligonier.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ligonier.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://tabletalkmagazine.com/article/2018/06/in-but-not-of-the-world/">In but Not of the World</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/no-mundo-mas-nao-do-mundo/">No mundo, mas não do mundo</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="https://ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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										</item>
		<item>
		<title>Sua identidade em Cristo significa guerra</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/sua-identidade-em-cristo-significa-guerra/</link>
				<comments>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/sua-identidade-em-cristo-significa-guerra/#respond</comments>
				<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 12:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Rachel Jankovic]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Cristã]]></category>
		<category><![CDATA[Desiring God]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://voltemosaoevangelho.com/blog/?p=51723</guid>
				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Sua identidade em Cristo é uma arma que matará o “velho homem” que vive dentro de você.</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Sua-identidade-em-Cristo-significa-guerra.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>As mulheres cristãs são um grupo carente. Nós sofremos, lutamos, somos quebradas, sobrecarregadas e desencorajadas. Como isso é tão comum entre nós (e todas sabemos de alguma forma que não deveria ser), há muito o que fazer para tentar incentivar, levantar, acompanhar e mostrar que nossa fraqueza é o palco perfeito para a sua força.</p>
<p>Temos problemas reais e, no meio da tentativa de lidar com eles, encontramos perguntas que não podemos responder. <strong>Quem é Você?</strong> Como você sabe disso? Você se importa? Sua situação está sufocando você? Essas são perguntas reais, problemas reais que muitas mulheres estão enfrentando. E assim, nessas conversas sobre nossas necessidades complexas e nossos problemas, frequentemente ouvimos sobre o grande conforto cristão da identidade em Cristo.</p>
<p>Por que, então, com tanta conversa sobre a identidade cristã &#8211; sobre como somos amadas e aceitas, sobre como pertencemos a Deus &#8211; as mulheres que compartilham de nossa fé não parecem mais fortes? Nem menos carentes? Ainda conjugamos as nossas lutas no <em>tempo presente</em>. Trocamos fracassos como se fossem boas notícias e nos confortamos com ainda mais fracassos. Queremos declarar umas às outras “o suficiente”. Tratamos a identidade cristã como se fosse uma grande e aconchegante coberta sob a qual toda a humanidade deveria estar se acomodando para uma longa soneca.</p>
<p>Mas e se a nossa identidade em Cristo não for um cobertor?</p>
<h2>Na guerra com os cobertores</h2>
<p>E se, em vez de um lugar aconchegante para hibernar, nosso envolvimento com Cristo for na realidade como uma baioneta de aço frio, destinada a um propósito completamente diferente? Sua identidade em Cristo é uma arma que matará o “velho homem” que vive dentro de você (Rm 8.13). Fomos sepultadas na morte, pelo batismo, a fim de andarmos em novidade de vida (Rm 6. 4).</p>
<p><strong>Se não estamos equipadas por meio de Cristo para combater a natureza pecaminosa em todos nós</strong>, não importa quão espesso ou aconchegante seja o confortável cobertor. Por baixo, as mãos frias do pecado ainda estão em volta de nossos pescoços. Essa luta não pode ser confortável. Não podemos nos acalmar nos livrando de nossos problemas.</p>
<p>Nossos problemas precisam da morte de Cristo, e eles precisam da nossa morte nele (Gl 2.20). <strong>Nós devemos crer no amor de Deus, completamente.</strong> Nós devemos crer em Jesus, absolutamente. Mas a primeira coisa que precisamos nessa crença é o arrependimento. Arrependa-se e creia (Mc 1.15). Volte-se contra o seu antigo “eu” e creia em Cristo (2Co 5.17). Como John Owen diz: “Mate o pecado, ou o pecado matará você”.</p>
<p>O que nós desesperadamente precisamos não é do conforto em si, mas da fonte real de conforto – “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação”! (2Co 1.3). Precisamos de ferramentas eficazes para combater a própria carne. Eu acredito que é exatamente isso que seja nossa identidade em Cristo. É a esperança da vitória sobre o pecado, a confiança de que Cristo fez o que não podemos fazer. <strong>É um irmão mais velho que nos salva.</strong> Esse é o ponto mais difícil da morte para si mesmo e o conforto glorioso da vida nova e santificada nele.</p>
<h2>Inimigos do pecado interior</h2>
<p>O pecado é o inimigo (Gn 4. 7). O pecado está em nós. Cristo é o vencedor. Cristo está em nós. Quando você é fiel à sua identidade em Cristo, você deve ser o inimigo do pecado em você. Você deve odiar aquelas mãos frias no pescoço o suficiente para torná-las cativas à Cristo, o suficiente para clamar ao seu Salvador na confiança de que ele as verá mortas. É por isso que todas essas simples banalidades fizeram tão pouco para nos fazer sentir melhor.</p>
<p>Jesus ama você, e é por isso que ele mataria aquela parte de você que ama o pecado. Se queremos viver bem, precisamos aprender a morrer nele<strong>. Sua identidade em Cristo é o que lhe dá coragem, capacidade e desejo de fazer isso.</strong> Em Cristo, seu pecado não pode governar você. Em Cristo, você não quer isso. Em Cristo, temos a força para combater isso. E em Cristo, finalmente teremos a vitória.</p>
<p>Não há palavras para expressar quão profundo, real e libertador é esse conforto e esse amor. Isso é descanso. Isso é alegria. Isso é vitória. Esta é a vida real. Mas não é o conforto de pequenas mentiras sobre o quanto somos bonitos ou o quanto merecemos felicidade; é o conforto de ver a verdadeira natureza de nosso Salvador e seu amor por nós.</p>
<p>Não é pela nossa beleza, mas a dele, que devemos ser cativadas. Nele, nossa carne é pregada na cruz. Nele, ela morre. Nele, podemos verdadeiramente viver sem culpa e sem vergonha alguma. Saber quem somos em Cristo nos prepara para suportar nossas cargas diárias e administrar nossas provações de maneira a refletir a glória de nossa salvação &#8211; <strong>de maneira a refletir nosso Cristo!</strong></p>
<h2>O Maior Conforto</h2>
<p>Este é o momento da vitória. Mas não podemos esperar a vitória quando temos grande medo de lutar. As mulheres cristãs não têm sido tão necessitadas quanto temos sido covardes. Não devemos mais ter receio ou medo da natureza de nossa identidade em Cristo. Nossa parte em Cristo é realmente linda &#8211; como um claro nascer do sol em um novo dia cheio de nova esperança e vida &#8211; mas é o mesmo sol que nasce em um dia de execução.</p>
<p>Lá se vão nossos pecados, nossos grandes inimigos &#8211; egoísmo, luxúria, preguiça, inveja. Lá se vai a nossa carne para morrer em Cristo. Esse é o dia glorioso em que podemos viver, pertencendo totalmente a ele, forte em nossa identidade e sob os Eternos Braços de Conforto de Cristo. Senhoras, empunhem alegremente suas armas, pois vocês pertencem a Deus.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Rachel Jankovic. © Desiring God Foundation. Website: <a href="http://www.desiringgod.org/languages/portuguese" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desiringGod.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.desiringgod.org/articles/your-identity-in-christ-means-war">Your Identity in Christ Means War</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/sua-identidade-em-cristo-significa-guerra/">Sua identidade em Cristo significa guerra</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Renata Gandolfo.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>O Natal acabou. E agora?</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-natal-acabou-e-agora/</link>
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				<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 18:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Trey Graham]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[...]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Os presentes estão desembrulhados, os pisca-piscas foram tirados, o clima mudou e a Páscoa está longe. Nós acabamos de celebrar o Natal, o nascimento do Filho de Deus.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-acabou.-E-agora-.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>Os presentes estão desembrulhados, os pisca-piscas foram tirados, o clima mudou e a Páscoa está longe. Nós acabamos de celebrar o Natal, o nascimento do Filho de Deus. Visco e azevinho, paz na Terra, boa vontade para com os homens; o Natal acabou. E agora?</p>
<p>Durante a época do Natal, celebramos a vinda de Deus à Terra na forma de homem. Nós sabemos como Jesus veio… como um bebê envolto em panos. Nós sabemos a quem Jesus veio… a Maria e José, aos pastores. A questão é…. Por que Ele veio?</p>
<p>O próprio Jesus explicou em João 10.10 que Ele veio para que possamos ter vida e tê-la em abundância. Jesus veio naquela manjedoura em seu manto para que possamos ter vida abundante, tanto agora quanto na eternidade. Eu acredito que a vida abundante equivale a uma vida  espiritualmente crescente.</p>
<p>O Natal foi projetado por Deus para ser o ponto de partida da nossa vida cristã abundante, o princípio do nosso crescimento espiritual. Jesus veio para que possamos conhecer a Deus e, uma vez que o conhecemos, Ele nos chamou a crescer. Maturidade espiritual não é um privilégio especial dado aos poucos mais piedosos dentre nós. Em vez disso, o crescimento espiritual é o processo projetado por Deus para cada um de Seus filhos. Em 2 Pe 3.18, lemos: “Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém ”.</p>
<p>As igrejas secam se não crescem. Nossa vida espiritual estagna se não estamos crescendo na nossa fé. Na vida cristã, nós nunca chegamos ao fim. Sempre há mais para aprender, mais para experimentar conforme estudamos a Palavra de Deus e ministramos ao povo de Deus. Nós deveríamos empenhar-nos constantemente para ser mais semelhantes a Cristo.</p>
<p>Conforme prosseguimos nossa jornada spiritual, crescemos com um objetivo em mente: sermos conformados à imagem de Cristo. O crescimento espiritual tem como seu propósito a glória de Deus, não a minha glória. Conforme me torno mais semelhante a Cristo, as pessoas verão Jesus como Ele verdadeiramente é. Eu devo ser um espelho de Cristo, não uma réplica exata, mas o mais exato possível.</p>
<p>Nós crescemos pela graça e direção de Deus. Felizmente, nós não somos dependentes da nossa própria força e sabedoria para alcançar esse crescimento, mas da Sua força e Seu caráter. Eu tentei crescer com minha própria força, de acordo com meu próprio plano, e eu falhei. Eu também estive quebrantado diante de Deus e completamente dependente dEle. Durante esses tempos de quebrantamento e entrega, eu realmente vi Deus trabalhar.</p>
<p>Só faria sentido se os cristãos que desejam crescer buscassem orientação do soberano Criador do universo. Quando alguém busca por direções, busca a referência mais exata e confiável. O Deus que sabe e controla o futuro há de ter compaixão conforme buscarmos honrá-lo através da nossa vida diária.</p>
<p>A jornada em direção à maturidade spiritual é longa e difícil. Esse esforço, essa jornada em direção à maturidade espiritual, não será fácil. É uma maratona, não uma corrida. O presidente Calvin Coolidge disse: “Todo crescimento depende de atividade. Não há desenvolvimento físico ou intelectual sem esforço, e esforço significa trabalho”. Deus nos chamou para trabalhar e nos empenhar para ser mais semelhantes a Cristo a cada dia.</p>
<p>Nós devemos orar e ajudar uns aos outros conforme amadurecemos juntos em Cristo. A vida cristã é como uma equipe esportiva, com os crentes ajudando, orientando e suportando uns aos outros conforme cada um de nós buscamos tornar-nos mais semelhantes a Cristo em nossas circunstâncias específicas. Deus tem um plano para mim e outro plano para você. Esses planos diferenciados não são competitivos, mas maravilhosamente complementares.</p>
<p>Pablo Casals, o famoso violoncelista espanhol que viveu 97 anos, quando alcançou 95 anos foi questionado por um jovem repórter: “Senhor Casals, você tem 95 anos e é o melhor violoncelista que já existiu. Por que você ainda pratica seis horas por dia?” e o senhor Casals respondeu: “Porque eu penso que estou progredindo”.</p>
<p>Jesus veio naquele primeiro Natal para nos dar vida abundante, agora e na eternidade. Se você não O conhece como Salvador, eu o convido a começar sua jornada com Ele hoje. Se você conhece Jesus Cristo como seu Senhor, eu te convido a crescer, a tornar-se mais semelhante a Ele a cada dia.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Trey Graham. © Baptist Press. Website: <a href="http://www.bpnews.net/">bpnews.net</a>. Fonte: <a href="http://www.bpnews.net/17389">Christmas is over, now what?</a></p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-natal-acabou-e-agora/">O Natal acabou. E agora?</a> © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Natália Moreira. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>As Doutrinas da Graça em versículos (Graça Irresistível)</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-doutrinas-da-graca-em-versiculos-graca-irresistivel/</link>
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				<pubDate>Thu, 26 Dec 2019 17:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renata Gandolfo]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doutrinas da Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Salvação]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia Geral]]></category>
		<category><![CDATA[As Doutrinas da Graça em versículos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Ovelha]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>O Espírito abre os olhos espiritualmente cegos para que vejam a verdade. Abre os ouvidos surdos para que ouçam a verdade. Abre os corações fechados para que aceitem a verdade.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-doutrinas-da-graca-em-versiculos-graca-irresistivel/">As Doutrinas da Graça em versículos (Graça Irresistível)</a> apareceu em <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog">Voltemos Ao Evangelho</a>.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/As-Doutrinas-da-Graça-em-versículos-Graça-Irresistível.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>Recentemente fizemos a duas publicações das principais Doutrinas da Graça, hoje realizamos a quarta publicação: Graça Irresistível.</p>
<p>Apresentamos algumas passagens bíblicas que apontam para essa doutrina, mas não esgotamos os trechos que ensinam essa doutrina.</p>
<p>As cinco doutrinas bíblicas da graça são:</p>
<ol>
<li><a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-doutrinas-da-graca-em-versiculos-depravacao-total/">Depravação Total</a></li>
<li><a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-doutrinas-da-graca-em-versiculos-eleicao-incondicional/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Eleição Incondicional</a></li>
<li><a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-doutrinas-da-graca-em-versiculos-expiacao-limitada/">Expiação Limitada</a></li>
<li>Graça Irresistível</li>
<li>Perseverança dos Santos</li>
</ol>
<p>A quarta verdade é a <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2015/10/graca-irresistivel-curso-cinco-pontos-do-calvinismo/">Graça Irresistível</a> ou Chamado Eficaz. O Pai e o Filho enviaram o Espírito Santo ao mundo para convencer do pecado, chamar e regenerar todos os eleitos. À medida que o Evangelho é proclamado no mundo, o Espírito faz um chamado interior especial aos que foram escolhidos pelo Pai. O Espírito gera de novo as almas espiritualmente mortas. Ele ressuscita o pecador morto do túmulo espiritual. Ele outorga arrependimento e fé. O Espírito abre os olhos espiritualmente cegos para que vejam a verdade. Abre os ouvidos surdos para que ouçam a verdade. Abre os corações fechados para que aceitem a verdade. Ativa as verdades mortas para que creiam na verdade. Aplica a morte salvadora de Cristo aos corações dos eleitos. Essa é a graça salvadora de Deus o Espírito Santo dentro do tempo.<a href="#_edn1" name="_ednref1">[i]</a></p>
<h2>A Graça Irresistível em 25 citações bíblicas</h2>
<p><strong>1.</strong> “Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará? A sua mão está estendida; quem, pois, a fará voltar atrás?” Isaías 14.27</p>
<p><strong>2.</strong> “Dar-lhes-ei um só coração, espírito novo porei dentro deles; tirarei da sua carne o coração de pedra e lhes darei coração de carne.” Ezequiel 11.19</p>
<p><strong>3.</strong> “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne.” Ezequiel 36.26</p>
<p><strong>4.</strong> “Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar.” Mateus 11.27</p>
<p><strong>5.</strong> “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; 13os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.” João 1.12-13</p>
<p><strong>6.</strong> “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão.” João 5.25</p>
<p><strong>7.</strong> “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia. Está escrito nos profetas:</p>
<p>E serão todos ensinados por Deus.</p>
<p>Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim.” João 6.44-45</p>
<p><strong>8.</strong> “Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador. Aquele, porém, que entra pela porta, esse é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz; mas de modo nenhum seguirão o estranho; antes, fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos.” João 10.1-5</p>
<p><strong>9.</strong> “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor.</p>
<p>Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.” João 10.16, 26-27</p>
<p><strong>10.</strong> “Ele, porém, respondeu: Certo homem deu uma grande ceia e convidou muitos. À hora da ceia, enviou o seu servo para avisar aos convidados: Vinde, porque tudo já está preparado. Não obstante, todos, à uma, começaram a escusar-se. Disse o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me tenhas por escusado. Outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las; rogo-te que me tenhas por escusado. E outro disse: Casei-me e, por isso, não posso ir. Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa. Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.” Lucas 14.16-24</p>
<p><strong>11.</strong> “Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar.” Atos 2.39</p>
<p><strong>12.</strong> “Certa mulher, chamada Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de púrpura, temente a Deus, nos escutava; o Senhor lhe abriu o coração para atender às coisas que Paulo dizia.” Atos 16.14</p>
<p><strong>13.</strong> “Para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim.” Atos 26.18</p>
<p><strong>14.</strong> “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.” Romanos 8.29-30</p>
<p><strong>15.</strong> “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela:</p>
<p>O mais velho será servo do mais moço.” Romanos 9.11-12</p>
<p><strong>16.</strong> “mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios; 24mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.” 1 Coríntios 1.23-24</p>
<p><strong>17.</strong> “Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus. Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.” 2 Coríntios 4.4-6</p>
<p><strong>18.</strong> “Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue.” Gálatas 1.15-16</p>
<p><strong>19.</strong> “Iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder; o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar à sua direita nos lugares celestiais.” Efésios 1.18-20</p>
<p><strong>20.</strong> “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade, para o que também vos chamou mediante o nosso evangelho, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.” 2 Tessalonicenses 2.13-14</p>
<p><strong>21.</strong> “Que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos.” 2 Timóteo 1.9</p>
<p><strong>22.</strong> “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo.” Tito 3.4-5</p>
<p><strong>23.</strong> “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.” 1 Pedro 2.9</p>
<p><strong>24.</strong> “Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar.” 1 Pedro 5.10</p>
<p><strong>25.</strong> “Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude.” 2 Pedro 1.3</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[i]</a> Citação adaptada do livro Fundamentos da Graça, de Steven Lawson, Editora Fiel</p>
<hr />
<p>Você também poderá ler mais sobre o tema em alguns livros da Editora Fiel:</p>
<p><a href="https://fiel.in/2LNQG12" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Fundamentos da Graça</a>, de Steven Lawson.</p>
<p><a href="https://fiel.in/2PiWVfz" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cinco Pontos</a>, de John Piper.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Renata Gandolfo. © Voltemos ao Evangelho. Website: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/">voltemosaoevangelho.com</a>. Todos os direitos reservados. Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/as-doutrinas-da-graca-em-versiculos-graca-irresistivel/">As Doutrinas da Graça em versículos (Graça Irresistível)</a>.</p>
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		<title>Cristãos deveriam ter árvores de Natal?</title>
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				<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 19:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[John MacArthur]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Advento]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas da Igreja]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Nós não devíamos ficar ansiosos a respeito de argumentos vazios contra as decorações de Natal. Em vez disso, deveríamos focar no Cristo do Natal, esforçando-nos com toda a diligência a lembrar a verdadeira razão de comemorarmos esta data.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Cristãos-deveriam-ter-árvores-de-Natal-.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>À medida que o Natal vai chegando, questões como esta começam a aparecer. Como tudo na vida, é importante olharmos para estas questões com discernimento bíblico.</p>
<p>Neste caso, não vemos nada de errado com a tradicional árvore de Natal. Porém, alguns têm ensinado que é errado para qualquer cristão ter uma árvore de Natal em suas casas. Será que as razões para isso são válidas? Achamos que não. Vamos dar uma olhada nas duas objeções mais comuns que as pessoas fazem contra as árvores de Natal.</p>
<p>Primeiro, alguns são contrários às árvores de Natal por elas terem origens pagãs.</p>
<p>Acredita-se que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Bonif%C3%A1cio">Bonifácio</a>, missionário inglês na Alemanha do século oitavo, instituiu a primeira árvore de Natal. Ele supostamente substituiu os sacrifícios feitos ao carvalho sagrado do deus Odin, por um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Abeto">abeto</a> enfeitado em tributo a Cristo. Alguns outros afirmam que Martinho Lutero foi quem introduziu a idéia da árvore de Natal iluminada com velas. Baseado nestas informações podemos dizer que a árvore de natal tem um excelente pedigree cristão.</p>
<p>Porém, mesmo se um histórico pagão fosse claramente estabelecido, isso não necessariamente significaria que nós não poderíamos usar árvores de Natal. Talvez a analogia a seguir ajude.</p>
<p>Durante a II Guerra Mundial, os militares americanos usaram temporariamente algumas ilhas remotas do Pacífico Sul como pistas de aterrissagem e como depósitos de suprimentos. Antes daquela época, os povos indígenas tribais nunca tinham visto tecnologia moderna de perto. Grandes aviões cargueiros chegavam cheios de materiais, e pela primeira vez os nativos viram isqueiros (que eles achavam ser mágicos), jipes, geladeiras, rádios, ferramentas elétricas e uma enorme variedade de alimentos.</p>
<p>Quando a guerra terminou, os nativos concluíram que os homens que trouxeram a carga eram deuses, então eles começaram a construir templos para os deuses da carga. Eles tinham a esperança de que os deuses da carga voltariam com mais bens.</p>
<p>Outra reclamação comum é que as árvores de Natal são proibidas na Bíblia. Jeremias 10 é muito usado para dar apoio a este ponto de vista. Mas uma olhada mais de perto nesta passagem vai mostrar que o texto não tem nada a ver com árvores de Natal e tudo a ver com adoração a ídolos. O verso oito diz “querem ser ensinados por ídolos inúteis; Os deuses deles não passam de madeira.”A maioria das pessoas sequer sabe sobre esta superstição religiosa. Da mesma forma, poucos sabem qualquer coisa sobre a adoração de árvores. Quando uma criança puxa um grande presente de debaixo da árvore de Natal e desembrulha um modelo de avião cargueiro, ninguém olha pra aquele objeto como um ídolo. Nem nós vemos a árvore de Natal como uma espécie de deus dos presentes. Nós entendemos a diferença entre um brinquedo e um ídolo tão claramente quanto entendemos a diferença entre um ídolo e uma árvore de Natal. Não vemos uma razão válida para fazer qualquer conexão entre árvores de Natal e ídolos de madeira ou adoração de árvores. Aqueles que insistem em fazer essas associações deviam prestar atenção nos avisos nas Escrituras contra julgar os outros em coisas duvidosas (vejam Romanos 14 e I Coríntios 10:23-33).</p>
<p>Adoração a ídolos era uma clara violação dos Dez Mandamentos. Êxodo 20:3-6 diz: <em>“Não terás outros deuses além de mim. Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o SENHOR, o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.”</em></p>
<p>Não há conexão entre a adoração aos ídolos e o uso de árvores de Natal. Nós não devíamos ficar ansiosos a respeito de argumentos vazios contra as decorações de Natal. Em vez disso, deveríamos focar no Cristo do Natal, esforçando-nos com toda a diligência a lembrar a verdadeira razão de comemorarmos esta data.</p>

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	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: John MacArthur. © Grace to You. Website: <a href="https://www.gty.org/">gty.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: Should Christians have Christmas trees?</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/cristaos-deveriam-ter-arvores-de-natal/">Cristãos deveriam ter árvores de Natal?</a> © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Daniel TC. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>Hospedando solteiros nos feriados</title>
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				<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 19:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Andy Johnson]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja e Ministério]]></category>
		<category><![CDATA[Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Solteirice]]></category>
		<category><![CDATA[9Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Pastoreando Solteiros]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Aqui estão alguns comentários destinados a incentivá-lo a incluir amigos adultos solteiros em seus eventos familiares especiais.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Hospedando-solteiros-nos-feriados-1.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper"><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center" ><a class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-sm vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-modern vc_btn3-block vc_btn3-color-grey" href="https://fiel.in/2VbbMNt" title="Série &quot;Pastoreando Solteiros&quot; | Clique e veja o sumário" target="_blank">Série "Pastoreando Solteiros" | Clique e veja os outros artigos</a></div>
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			<p>Amo o barulho alegre e caótico de meus três filhos encenando um “ataque do despertar” em uma manhã, quando saltam sobre um adulto adormecido para despertá-los com travesseiros, risadinhas e cócegas. Eu adoro o som, especialmente no início de uma manhã de férias, vindo do corredor do lado de fora do nosso quarto, enquanto minha esposa e eu puxamos as cobertas até nossos queixos, trancados em nosso próprio quarto.</p>
<p>Ah. . . as alegrias de convidar um confiável amigo adulto solitário, para passar um feriado com nossa família.</p>
<p>Ao longo dos anos, nos convencemos do valor e da alegria de incorporar amigos solteiros nos momentos especiais da família, especialmente durante feriados. E algumas de nossas motivações nem são egoístas. Então, aqui estão alguns comentários destinados a incentivá-lo a incluir amigos adultos solteiros em seus eventos familiares especiais.</p>
<h2>1. Um pouco pode significar muito</h2>
<p>Não sei ao certo quando começamos a convidar amigos solteiros para se juntarem a nós em eventos familiares. Provavelmente tenha sido na festa de aniversário de um filho ou no jantar de férias. Mas, ao longo dos anos, um número surpreendente de tradições cresceu em nossa família, concentrando-se regularmente em convidar pessoas específicas para se juntarem a nós. Mas seja um amigo de longa data da família ou um novo amigo que venha para uma reunião de férias pela primeira vez, isso pode significar muito para eles e para nossa família. Todos nós nos beneficiamos em fazer parte de famílias e você não precisa formar uma nova família para aproveitar e se beneficiar com relacionamentos familiares.</p>
<h2>2. Mais é realmente mais</h2>
<p>E, francamente, ter um conjunto extra de mãos para as festas de aniversário, que não tenha que se distrair com os próprios filhos, pode ser uma grande ajuda. É por isso que às vezes nos sentimos um pouco culpados por grande parte do nosso “serviço” para adultos solteiros em nossa igreja acabar parecendo uma grande ajuda para nós. Mas eles não parecem se importar. É uma coisa simbiótica. Gostamos da ajuda extra de adultos e eles desfrutam de nossa casa maluca e divertida. E, esperançosamente, ao longo do caminho, também pairam alguns bons encorajamentos do evangelho.</p>
<p>Eu sei disso por experiência própria. Lembro-me de estar solteiro aos vinte e cinco, aos trinta e aos trinta e cinco, e mesmo quando os quarenta já estavam surgindo no horizonte da minha vida. Eventualmente (e felizmente) me casei quase que repentinamente, aos trinta e sete anos. Mas em quase duas décadas de vida adulta de solteiro, uma das minhas melhores lembranças são algumas famílias da igreja que intencionalmente me convidavam para suas vidas &#8211; não apenas como o único convidado em uma refeição de férias, mas em aniversários, celebrações escolares, passeios especiais e até mesmo em férias em família. Penso que os pais me valorizavam como um exemplo de jovem cristão para os filhos, e eu era mais abençoado do que eles podiam imaginar.</p>
<h2>3. Tradições não são apenas coisa de família</h2>
<p>Isso também não será uma dificuldade para seus filhos. As crianças amam tradições, pelo menos as nossas. E algumas das tradições que eles mantêm de maneira mais amorosa (ou ansiosa) envolvem amigos que não são nossos parentes. Seja uma tia adotiva de longa data na festa de aniversário, os amigos que convidamos há anos para nos ajudar a decorar nossa árvore de Natal ou a jovem com sua mãe viúva, que são nossas convidadas regulares do Dia de Ação de Graças. Se fizermos algo mais do que uma vez, isso se tornará “uma tradição” na mente de nossos filhos. E estamos muito felizes com isso.</p>
<p>Achamos ótimo que em nossa família, atualmente, as “tradições” tendam a ser principalmente sobre quem está se juntando a nós, e não especificamente o que fazemos. E as notícias de que uma pessoa solteira vai se juntar a nós para um evento quase sempre resultam em danças felizes dos pequenos. Estou encantado por nossos filhos crescerem pensando mais em relacionamentos do que em comida &#8211; ou até em presentes. Ok, eles ainda gostam mais dos presentes, mas estamos progredindo.</p>
<h2>4. Não apenas amigos cristãos</h2>
<p>Isso não é somente sobre passar um tempo com amigos cristãos. Quase todo Dia de Ação de Graças, minha incrível esposa prepara alegremente uma refeição para mais pessoas do que a nossa ampla casa pode realmente suportar. Além de nossos amados “frequentadores”, também tentamos preencher uma série de vagas com estudantes internacionais. Ao conversarmos com nossos filhos com antecedência, eles ficam empolgados em aprender um pouco sobre a cultura ou o idioma das pessoas que estão por vir. “Como se diz Olá em turco”? Pergunta, nossa criança de cinco anos, pela vigésima vez.</p>
<p>Essa abertura de nossa casa para estranhos tornou-se para nossos filhos uma parte normal do que se faz no Dia de Ação de Graças, na Páscoa ou no Natal. E o benefício de ver uma família organizada em torno do amor evidente e da submissão a Cristo tem causado profundas impressões em vários jovens adultos de nações onde esses testemunhos são raros.</p>
<h2>5. A festa do pijama também não é só para as crianças</h2>
<p>Mas você não precisa se despedir depois que os pratos forem retirados da mesa. Algumas semanas atrás, minha esposa esteve fora por algumas noites. Então, naturalmente, reservei um tempo para planejar uma festa do pijama &#8230; convidando um amigo da família, de vinte e poucos anos, para vir ficar conosco. As crianças estavam animadas, ele parecia se divertir e eu tinha um adulto para ajudar a dar forma à conversa durante o jantar e o café da manhã. E, é claro, ele obteve o benefício do mencionado “ataque do despertar” . . . enquanto eu dormia por mais quinze minutos.</p>
<h2>6. As coisas boas geralmente não “simplesmente acontecem”</h2>
<p>Ter esse tipo de relacionamento requer um planejamento cuidadoso e uma pequena medida de comprometimento. Na correria da vida, temos que decidir que é assim que vamos viver.</p>
<p>Abrir sua casa para amigos solteiros pode parecer assustador. Mas tente imaginar sua casa como um refúgio do mundo exterior, que às vezes é bastante estéril. Considere o que pode significar convidar um ou até dois amigos solteiros para sua família. Dê uma chance. Você pode se surpreender com o quanto de diversão, ajuda e frutos isso pode resultar.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Andy Johnson. © 9Marks. Website: <a href="https://pt.9marks.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">9marks.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.9marks.org/article/using-the-holidays-to-host-singles/">Using the Holidays to Host Singles</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/hospedando-solteiros-nos-feriados/">Hospedando solteiros nos feriados</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="https://ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ministeriofiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>Natal e o Calvinismo</title>
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				<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 18:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Jonathan Master]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Advento]]></category>
		<category><![CDATA[Calvinismo]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Teologia]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>O Natal dificilmente parece ser a época apropriada para discutir as doutrinas da graça. Afinal de contas, somos levados a crer que o Natal é gloriosamente abrangente e o Calvinismo é desafortunadamente restrito.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Natal-e-o-Calvinismo.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>O que poderia ser mais evangelical e abrangente que o Natal? É uma época quando todos aqueles que celebram o Natal concordam sobre o significado da festividade, e mesmo muitos não cristãos fingem acreditar – ou pelo menos afirmar que algo bom aconteceu na noite em que Cristo nasceu. O Natal dificilmente parece ser a época apropriada para discutir as doutrinas da graça. Afinal de contas, somos levados a crer que o Natal é gloriosamente abrangente e o Calvinismo é desafortunadamente restrito.</p>
<p>Então por que inserir tais severas doutrinas na abrangente e bela alegria que compartilhamos no Natal? Bem, em primeiro lugar, essas doutrinas não são severas de forma alguma, ou restritas. Elas são atraentes e gloriosas, e o entendimento delas leva imediatamente ao tipo de alegria abundante que associamos ao Natal.</p>
<p>Mas há mais do que isso. A razão pela qual devemos associar o Natal e o Calvinismo é que o próprio Jesus o faz. Em João 6, Jesus dá uma razão muito clara para a encarnação. E a encarnação é o que celebramos quando celebramos o Natal corretamente. Ele diz isso: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade daquele que me enviou” (João 6.38). Essa afirmação abrangente de Jesus toma uma forma mais definida nos versos que se seguem: “E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia. De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (6.39-40). Mais à frente nessa mesma discussão, Jesus fala mais sobre a vontade do Pai, a qual ele veio à terra para cumprir: “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer;” (6.44). E, novamente, “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita” (6.63). Por fim, ao responder algumas questões dos discípulos sobre aqueles que não creem, Jesus diz “Por causa disto, é que vos tenho dito: ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido” (6.65).</p>
<p>Como a razão apontada por Jesus para a encarnação é fazer a vontade do Pai, vale a pena olhar para esses ensinamentos de uma forma sistemática. Primeiro, aprendemos que ninguém pode vir a Jesus, a não ser que o Pai o atraia ou lhe permita isso (João 6.44, 65). Isso é assim porque somente o Espírito Santo vivifica, e o homem em seu estado natural não é capaz de encontrar vida; na carne, seres humanos não possuem qualquer coisa aproveitável para alcançar a salvação (João 6.63). Aprendemos que o Filho veio para salvar aqueles que foram entregues a ele (João 6.39). Nos é dito que aqueles que foram atraídos, entregues e trazidos à vida pelo Pai de fato vêm: ninguém pode resistir à Sua graça transformadora (João 6.37). E então, talvez o mais notável, aprendemos que Cristo garante que todos os que vêm a ele em fé, aqueles que lhe foram dados pelo Pai e transformados pelo Espírito, certamente serão ressuscitados no último dia (João 6.40).</p>
<p>Em outras palavras, quando Jesus reflete sobre sua vinda à terra, ele explica nos termos da vontade do Pai na salvação, uma vontade que é demonstrada em no contexto da depravação total do homem, a eleição incondicional de Deus, a obra definitiva de Cristo na salvação, a graça irresistível de Deus em atrair e entregar os homens a Cristo, e a promessa gloriosa de que Cristo um dia irá ressuscitar aqueles que olham para ele em fé genuína. É disso que falamos quando falamos sobre Calvinismo. E, como vimos, também é o que Jesus ensina quando fala sobre o Natal.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Jonathan Master. © <a href="https://www.placefortruth.org/">Place for Truth</a>. Website: <a href="https://www.placefortruth.org/">placefortruth.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.placefortruth.org/blog/christmas-and-calvinism">Christmas and Calvinism</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/natal-e-o-calvinismo/">Natal e o Calvinismo</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Filipe Schulz. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>A violência do Natal</title>
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				<pubDate>Wed, 25 Dec 2019 12:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mike Cosper]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Advento]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas da Igreja]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>O Natal não é simplesmente uma história doce e poética, anunciada por estrelas e anjos. É uma violenta história de guerra. A história de uma guerra cósmica. Um conflito entre forças do bem e do mal.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i2.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/A-violência-do-Natal.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>Faça um a favor a si mesmo antes do Natal. Leia os relatos dos Evangelhos sobre nascimento de Jesus. Depois, leia Gênesis de 1 a 3. Após isso, leia Apocalipse 12. Depois, abra em Romanos 16.20.</p>
<p>Essa é toda a história do Natal.</p>
<p>Não é simplesmente uma história doce e poética, anunciada por estrelas e anjos. É uma violenta história de guerra. A história de uma guerra cósmica. Um conflito entre forças do bem e do mal. Enquanto Maria entrava em trabalho de parto longe de casa, céu e inferno pegaram em armas.</p>
<p>Eu penso em Leeloo, do filme <em>Quinto Elemento</em>, que desceu à Terra no começo do filme perseguida por forças malignas que querem destruir o planeta. Ela é perfeita e inocente, mas também está aqui para lutar. Para gastar sua vida redimindo o planeta. Leia as passagens citadas e assista ao filme de novo. É a história do natal.</p>
<p>Eu penso nos romances de espionagem de Alan Furst, em que sussurros atrás das linhas inimigas invocam fúria e perigo. Quando o pequeno e insuspeito pavimenta o caminho para as forças do bem corroerem e, por fim, invadirem a terra capturada por forças malignas.</p>
<p>E, claro, penso em <em>Duro de Matar</em>, o qual nós já sabíamos que era um filme de Natal. Mas pense um pouco mais fundo: um herói viaja para uma terra longínqua (McClane é um policial de Nova Iorque em Los Angeles) para se reconciliar com a sua noiva (ela mudou seu nome) e resgatá-la das forças do mal que a capturaram. <em>Yippee-ki-yay.</em></p>
<h2><strong>Condenada por um bebê</strong></h2>
<p>Em Gênesis, a serpente rasteja para um mundo perfeito e começa a mentir, corroendo sua fundação. Em Apocalipse, esse ser maligno cresceu e se tornou um furioso dragão: o seu poder e domínio é muito mais ameaçador. Ele solta fumaça, se enfurece, derruba estrelas do céu. Mas, ainda assim, ele está condenado.</p>
<p>E o primeiro ataque contra ele não é marcado por gritos de soldados, por espadas reluzentes ou estrondos de canhão. É marcado pelo choro de um bebê.</p>
<p>O mundo não deu as boas-vindas a ele. Nós só oferecemos a sua mãe, que estava em trabalho de parto, um estábulo para protegê-la do tempo. O Cristo criança nasceu e foi colocado em uma manjedoura, lugar onde os animais se alimentam. Depois, ao dar seu último suspiro na cruz, ele cita um salmo para descrever sua morte da seguinte maneira:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge […] Cães me cercam, uma súcia de malfeitores me rodeia; transpassaram-me as mãos e os pés. (Salmo 22.13,16)</p>
</blockquote>
<p>O bebê cochilou pela primeira vez em uma manjedoura e, 33 anos depois, sua morte seria como se tivesse sido despedaçado por animais selvagens. Ele também diria a seus seguidores que deveriam se banquetear com sua carne e sangue, uma forma de simbolizar e experimentar a união com ele; de experimentar e ver que ele é bom, que ele é vitorioso sobre satanás, sobre o pecado e sobre a morte. Pense nesse simbolismo: apenas se o despedaçarmos e o devorarmos é que poderemos participar de sua redenção.</p>
<p>Não deveria haver dúvidas de que o Natal é a maior causa de alegria que o mundo já conheceu. Imagine se Cristo não tivesse vindo. Imagine uma vida em que não houvesse esperança eterna e em que nós fôssemos deixados para que tentássemos nos auto-redimir.</p>
<h2><strong>Pare e pense</strong></h2>
<p>O Natal também é tempo de pararmos e pensarmos. Lembre-se de toda a história do Natal; não o lado bonitinho e fofo do mercado. Lembre-se de que tudo isso – a condescendência de Jesus como um bebê, o seu nascimento em um estábulo imundo, seu sono em uma manjedoura – nos remete à sujeira onde ele nos encontrou. A natividade, muitas vezes descrita de forma fofa e piegas, é, na verdade, uma dolorosa representação de nosso pecado e de nossa queda. Assim como Jerônimo colocou, Jesus nasceu em uma pilha de esterco porque sabia que era lá que iria nos achar. Lembre-se, também, que o nascimento do Cristo criança causou a erupção da fúria do inferno.</p>
<p>Lembre-se que a resistência deles foi inútil.</p>
<p>E, acima de tudo, lembre-se que a violência e a humilhação do Natal aconteceram porque Deus nos amou o suficiente para sofrer tudo isso por nós e em nosso lugar. Em Cristo, nunca somos deixados a sós em nossos sofrimentos, dores e humilhação. Aquele que fez o mundo entrou nele como uma criança e experimentou todas as suas dificuldades e injustiças para que, pela graça de Deus, pudesse ser nosso conforto nos anos vindouros.</p>
<p>Por isso no advento nós proclamamos:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: left;">Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe que já é findo o tempo de sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada e que já recebeu em dobro das mãos do SENHOR por todos os seus pecados. Voz que clama no deserto: preparai o caminho do SENHOR; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo vale será aterrado, e nivelados todos os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares escabrosos, aplanados. A glória do SENHOR se manifestará, e toda a carne a verá, pois a boca do SENHOR o disse. (Isaías 40.1-5)</p>
</blockquote>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Mike Cosper. © The Gospel Coalition. Website: <a href="https://www.thegospelcoalition.org/">thegospelcoalition.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.thegospelcoalition.org/article/the-violence-of-christmas/">The Violence of Christmas</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/a-violencia-do-natal/">A violência do Natal</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Victor Bimbato. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
</div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/a-violencia-do-natal/">A violência do Natal</a> apareceu em <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog">Voltemos Ao Evangelho</a>.</p>
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		<title>Uma reflexão de Natal</title>
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				<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 21:48:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Pierce T. Hibbs]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Advento]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Práticas da Igreja]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>No Natal, somos sempre lembrados de que o Filho de Deus encarnou e habitou entre nós.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Uma-reflexão-de-Natal.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  bs-vc-block" >
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			<p>Se a terra úmida formando carne e medula não lhe causa admiração, então nem a Encarnação o fará.</p>
<p>Nessa época de Natal, eu tenho pensado sobre quão integralmente ligados estão Adão e Cristo na história da redenção, como fica claro em Romanos 5.12-18 e 1 Coríntios 15.42-49. O Deus Trinitariano falou e Adão veio a existir, e Ele o formou do pó da terra (Gn 2.7). O Pai proferiu, o Filho manifestou, o Espírito deu vida (cf. Jó 33.4). Do solo veio um filho.</p>
<p>Na Encarnação, o mesmo Deus Trinitariano falou, desta vez na língua da redenção. O Pai enviou (Gl 4.4; 1 Jo 4.10), o Filho obedeceu (cf. Jo 5.19-20), e Maria concebeu pelo Espírito (Mt 1.18; Lc 1.35). De um ventre veio a Palavra (Jo 1.1).</p>
<p>No Natal, somos sempre lembrados de que o Filho de Deus encarnou e habitou entre nós.</p>
<p>Nós aprendemos que isso deveria nos encher de alegria – uma gloriosa alegria, apropriada para a proclamação de um exército celestial (Lc 2.13-14). E realmente deveria! Porém, lembrar-nos de que Adão encontra-se sob a sombra de Cristo pode servir para aprofundar essa alegria. Aqui vão alguns pensamos para nos lembrar de como a beleza e o assombro da Encarnação repousam sobre a beleza e o assombro da criação.</p>
<p>Assim como Deus não era obrigado a redimir, Deus não era obrigado a criar. “A criação não era algo exigido, nem obrigatório, nem arrancado de Deus, nem por alguma necessidade imposta exteriormente, nem por algum defeito se infiltrando na vida de Deus” (Fred Sanders). A criação é o resultado de uma decisão voluntária, graciosa e amorosa. Tudo que vemos ao nosso redor “é uma obra da graça de Deus, fluindo do amor de Deus” (Michael Reeves).</p>
<p>A criação de Adão, vista sob essa luz, não é ordinária ou esperada no sentido de ser o produto de alguma lei mecânica da evolução. Adão simplesmente não estava destinado a existir. Adão existiu somente porque Deus escolheu falá-lo, e nada pode frustrar a escolha soberana e o discurso santo de um Deus todo-poderoso. A criação foi voluntária, não compulsória.</p>
<p>Nesse sentido, a vida de Adão pode ser vista como um dom do Doador Trinitariano. A criação, não o Natal, é a origem da troca de presentes. Isso, talvez, seja parte do milagre da gênese da humanidade. Nosso começo foi embalado e etiquetado pela Trindade: Adão e sua descendência são dons que Deus deu a si mesmo – não por ganância divina, mas em graça divina.</p>
<p>Agora, justaponha isso com a história de Natal no Novo Testamento. Se o maravilhoso em Gênesis é que Deus deu à humanidade o dom da vida, então a alegria do Natal é que Deus nos deu nova vida. E os pacotes dos dois presentes parecem-se um com o outro. O filho temporal assumiu carne e osso, como o Filho eterno. O “homem da terra” (1 Co 15.47) não tinha pai biológico, assim como o “homem do céu”.</p>
<p>Mas há também diferenças gritantes: o filho temporal falhou aonde o Filho eterno venceu; o homem da terra não pôde oferecer salvação, mas o homem do céu tinha salvação em sua corrente sanguínea. O primeiro Adão trocou as palavras de Deus pelas palavras de uma criatura; o último Adão (1 Co 14.45) esmagou as palavras de uma criatura com as palavras do Deus triúno (Mt 4).</p>
<p>Considerando esse relacionamento histórico-redentivo entre Adão e Cristo, nós faríamos bem em lembrar dos dois no Natal, com maior ênfase, claro, na Encarnação. Adão, como dissemos no princípio, está à sombra de Cristo, e não o contrário. Ainda assim, nossa apreciação da completa singularidade da Encarnação se aprofunda quando a contrastamos com aquela encarnação antiga da filiação em Adão. Que maravilha é Deus soprar vida ao pó e formar uma pessoa! Essa maravilha só é superada quando refletimos sobre o milagre de Deus soprando a segunda pessoa da Trindade em carne e sangue! Deveríamos ficar admirados com Adão, mas estupefatos por Cristo. O primeiro trouxe morte pela vida; o segundo, vida pela morte.</p>
<p>Neste Natal, enquanto você enfatiza a glória da Encarnação e o dom do Filho de Deus, lembre-se de que esse Filho lança uma longa sombra na qual um filho menor nasceu. O mundo começou com um dom; talvez não deveríamos nos surpreender, portanto, em vê-lo restaurado por meio de outro – um dom maior e mais custoso. O próprio Deus. Tal dom é digno não só de gratidão. É digno de nossa adoração.</p>

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	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Pierce T. Hibbs. © Reformation21. Website: <a href="https://www.reformation21.org/">reformation21.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.reformation21.org/blogs/a-christmas-reflection.php">A Christmas Reflection</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/uma-reflexao-de-natal/">Uma reflexão de Natal</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Josaías Jr. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>O Natal e o Pacto</title>
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				<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 21:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Alan Rennê]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[TeoBrasil]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>O Natal é uma mensagem de salvação para aqueles abatidos e contritos de espírito. Mas o Natal também precisa ser uma mensagem de juízo para os soberbos, para aqueles que confiam em si mesmos, na força do seu próprio braço, que não se importam com Deus.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-Natal-e-o-Pacto.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper">
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			<p>Lucas 1.46-55 registra aquele que ficou conhecido como Magnificat, o louvor que Maria dirigiu ao Senhor por ocasião da sua visita a Isabel, sua prima, que também havia concebido de forma miraculosa, estando já no sexto mês de gravidez.</p>
<p>É interessante que a visitação (como é conhecido esse encontro) não se deu apenas entre Maria e Isabel. Ela também se deu entre os seus respectivos filhos. João, filho de Isabel, foi o maior profeta da antiga aliança – aquele que foi chamado para anunciar a vinda de Cristo. Jesus era o Cristo, o Senhor da nova aliança. Assim, quando Isabel e Maria se encontraram a antiga e a nova aliança se conectaram.</p>
<p>O cântico de Maria pode ser dividido em quatro estrofes: 1. vv. 46-48, onde Maria enaltece a Deus pelo que ele fez por ela, uma moça de nascimento humilde; 2. vv. 49-50, sua ação de graças alcança um clímax, a bondade de Deus é vista agora em relação não apenas a ela, mas “de geração em geração sobre os que o temem”; 3. vv. 51-53, a misericórdia é contrastada com a severidade de Deus sobre aqueles que não o temem; e 4. vv. 54-55, a conclusão.</p>
<p>De maneira especial, a conclusão do cântico apresenta um pensamento negligenciado quase que por completo nesta época do ano, a saber, que a manifestação da misericórdia de Deus é o cumprimento da promessa pactual de Deus feita aos pais, promessa essa de valor supremo, ainda hoje, aos crentes e sua descendência: &#8220;Amparou a Israel, seu servo, a fim de lembrar-se da sua misericórdia a favor de Abraão e de sua descendência, para sempre, como prometera aos nossos pais. (vv. 54-55).</p>
<p>Chama a atenção o fato de que desde o versículo 51 Maria discorre sobre como a sua gravidez era o cumprimento das promessas pactuais de Deus. Certamente ela estava pensando na história da redenção, em como Deus, ao longo da história havia conduzido o seu povo. No livro dos Salmos encontramos, por exemplo, vários salmos que recontam essa história. Por exemplo, o Salmo 136 diz: &#8220;àquele que feriu o Egito nos seus primogênitos [&#8230;] e tirou a Israel do meio deles [&#8230;] com mão poderosa e braço estendido [&#8230;] àquele que separou em duas partes o mar Vermelho [&#8230;] e por entre elas fez passar a Israel [&#8230;] mas precipitou no mar Vermelho a Faraó e ao seu exército&#8221; (vv. 10-15).</p>
<p>Da mesma forma, Maria está lembrando a maneira como o Senhor Deus agiu ao longo da história, a fim de que aquele momento, o momento em que virgem concebera, finalmente chegasse. Tudo o que Deus fez no Antigo Testamento, em proteção e auxílio ao seu povo, foi para garantir que o Messias, o Redentor viria ao mundo. Podemos pensar em como ele suscitou outro descendente a Eva, após Caim ter matado Abel (Gênesis 4.25). Podemos pensar em como o Senhor fez com que por meio do pecado de Judá e Tamar a descendência da mulher fosse preservada (Gênesis 38). Lembre de como Deus fez com que o pequeno exército de Gideão, um exército de apenas trezentos homens, vencesse os seus inimigos (Juízes 6). Pense em como Deus, de forma espantosa, destruiu exércitos e concedeu a vitória a Israel. Por que Deus fez todas essas coisas? Para garantir que o Redentor, o Mediador do pacto da graça, nasceria na plenitude do tempo!</p>
<p>O Pr. Daniel Doriani afirma algo muito interessante: &#8220;Deus mostrou o poder do seu braço ao afogar o exército de Faraó no mar. Ele dispersou os soberbos filisteus ao abater Golias. Ele derribou do seu trono o poderoso Nabucodonosor e retirou Belsazar do seu banquete. Deus fez todas estas coisas para salvar o seu povo. Deus humilhou o soberbo para mostrar misericórdia a Israel, como ele havia prometido a Abraão em sua aliança eterna&#8221; (The Incarnation in the Gospels. P&amp;R Publishing, p. 78-79).</p>
<p>É preciso notar também que, de acordo com o versículo 55, tudo isso foi feito pelo Senhor para que a descendência de Abraão recebesse misericórdia e favor “para todo o sempre”. O que isso nos ensina? Que Maria também tinha os seus olhos naquilo que o Senhor Deus faria através do Redentor, o Senhor Jesus Cristo. Jesus veio ao mundo para estabelecer o seu governo com justiça e o seu reino com poder. Isso também significa que cada nação orgulhosa seria derribada e cada coração orgulhoso seria humilhado. Jesus veio ao mundo para receber toda a honra e toda a glória. O Natal ocorreu na plenitude do tempo para o Filho bendito de Deus sujeitar todas as coisas aos seus pés e subjugar todo aquele que se opõe à sua vontade. Para ser específico, por que Jesus nasceu? Nós respondemos prontamente: Para trazer salvação! Sim, é verdade! Aleluia! Mas lembremos do cântico de Simeão: “Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição [&#8230;], para que se manifestem os pensamentos de muitos corações” (2.34-35). Eu pergunto novamente: Por que Jesus nasceu? Para trazer salvação ao seu povo, mas também para humilhar aqueles com pensamentos soberbos (v. 51), para abater os orgulhosos quanto à sua posição social (v. 52), e para destronar os orgulhosos por suas riquezas (v. 53).</p>
<p>Maria entendeu que o Natal, a vinda de Cristo, a encarnação do bendito Verbo, iria transtornar o mundo, iria virar o mundo de cabeça para baixo. Ele seria o exato oposto daquilo que era aguardado pelo mundo. E é aqui, meus irmãos, que nós podemos observar o quanto o Natal em nossa sociedade é deturpado e corrompido. E isso nos diz que a igreja não tem pregado a mensagem do Natal com fidelidade. O Natal é uma mensagem de salvação para aqueles abatidos e contritos de espírito. Mas o Natal também precisa ser uma mensagem de juízo para os soberbos, para aqueles que confiam em si mesmos, na força do seu próprio braço, que não se importam com Deus. Cristo veio para abatê-los com o seu poderoso braço. O Natal é a mensagem da subversão dos tradicionais valores de grandeza da sociedade sem Deus.</p>
<p>Cristo, o Filho de Deus que encarnou e nasceu na plenitude do tempo, é terror para os soberbos! Cristo é terror para os altivos! Cristo é terror para aqueles que o ignoram ao longo de suas vidas, mas agora, nesta época do ano, bebem, comem regaladamente e festejam sem que seus corações estejam rendidos a ele. Que alegria podem ter no Natal os que serão arruinados e destruídos por aquele que nasceu num estábulo, em Belém da Judéia? Eles podem ter toda a alegria possível, desde que se humilhem debaixo da poderosa mão do Senhor.</p>
<p>E longe de nos horrorizarmos com isso, nossa atitude deve ser a mesma de Maria. Nossa alma, nosso coração, todo o nosso ser deve magnificar ao Senhor. Nosso espírito deve se alegrar em Deus, nosso Salvador, pela vinda de seu Filho amado.</p>
<p>Louvado seja o Senhor pelo cumprimento do seu pacto!</p>
<p>Um Feliz Natal! Que o Senhor nos abençoe hoje e sempre!</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Alan Rennê. © Voltemos ao Evangelho. Website: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/">voltemosaoevangelho.com</a>. Todos os direitos reservados. Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-natal-e-o-pacto/">O Natal e o Pacto</a>.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>O custo do discipulado</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-custo-do-discipulado/</link>
				<pubDate>Tue, 24 Dec 2019 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adriel Sanchez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[Doutrina]]></category>
		<category><![CDATA[Sã Doutrina]]></category>
		<category><![CDATA[Santificação e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ligonier]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Tão grande é o custo de seguir Jesus que ele nos exorta a considerar cuidadosamente a decisão antes de “clicarmos” no “seguir”.</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-custo-do-discipulado.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div><div class="pf-content"><div class="row vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="bs-vc-wrapper"><div class="wpb_column bs-vc-column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="bs-vc-wrapper wpb_wrapper"><div class="vc_btn3-container vc_btn3-center" ><a class="vc_general vc_btn3 vc_btn3-size-sm vc_btn3-shape-rounded vc_btn3-style-modern vc_btn3-block vc_btn3-color-grey" href="https://fiel.in/2NzN0l6" title="" target="_blank">Série "Discipulado" | Clique e veja os outros artigos</a></div>
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  bs-vc-block" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p>Seguir as pessoas hoje é fácil. Nós começamos a seguir alguém com um clique de um botão nas mídias sociais. O custo é minúsculo. No máximo, perdemos um pouco de dignidade (dependendo de quem seguimos). Normalmente, queremos seguir amigos e familiares ou pessoas cujas vidas cobiçamos. As celebridades têm milhões de seguidores e não pedem muito em troca, talvez o ocasional “curtir”. Atualmente, seguir alguém é fácil, tão fácil que podemos acompanhar centenas, até milhares, de pessoas. Eu me pergunto se esse fenômeno não ajudou a nos confundir com as palavras de Jesus: “Siga-me”.</p>
<p>A vida que Jesus nos chama para imitar não foi cobiçada por ninguém. Se o Instagram existisse no primeiro século, não tenho certeza se Jesus teria muitos seguidores. Ele era um pária religioso, então os piedosos não seriam pegos seguindo-o. Em nossos dias, os “espirituais, mas não religiosos” acham igualmente difícil seguir a Jesus por duas razões.</p>
<p>Primeiro, Jesus exige que o sigamos de uma maneira que não sigamos mais ninguém. “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo”. (Lc 14.26). Família e celebridades ficam felizes em compartilhar seus seguidores, mas Jesus não. Você não pode seguir a Jesus e ser dedicado aos outros da mesma maneira que é dedicado a ele. Esse tipo de exclusividade é especialmente difícil em sociedades como a nossa, onde os não cristãos ficam felizes em incluir Jesus entre os grandes mestres religiosos, mas não acima deles. No entanto, Jesus não dividirá o palco com mais ninguém e exige que nosso amor por Ele seja único.</p>
<p>Segundo, Jesus exige que o sigamos precisamente quando não é excitante ou confortável. “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo” (v. 27). O conforto e a glória que muitas vezes queremos para nós mesmos são contrários à cruz. Portanto, seguir Jesus é abraçar uma vida cruciforme. João Calvino escreveu que os seguidores de Cristo “deveriam se preparar para uma vida difícil, penosa e inquieta, repleta de muitos e vários tipos de mal”. Tão grande é o custo de seguir Jesus que ele nos exorta a considerar cuidadosamente a decisão antes de “clicarmos” no “seguir” (vv. 28–32).</p>
<p>Jesus concluiu seu chamado ao discipulado em Lucas 14, dizendo: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (v. 33). Simplificando, seguir a Jesus custará tudo, mas o que você ganha é maior do que o que você perde. Através da cruz, recebemos o Cristo, que para nossa salvação a suportou antes de nós.</p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Adriel Sanchez. © Ligonier Ministries. Website: <a href="http://www.ligonier.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ligonier.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://tabletalkmagazine.com/article/2018/06/the-cost-of-discipleship/">The Cost of Discipleship</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-custo-do-discipulado/">O custo do discipulado</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="https://ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
</div><p>O post <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-custo-do-discipulado/">O custo do discipulado</a> apareceu em <a rel="nofollow" href="https://voltemosaoevangelho.com/blog">Voltemos Ao Evangelho</a>.</p>
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		<title>Estrelas na Estrada: Um Conto de Natal</title>
		<link>https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/estrelas-na-estrada-um-conto-de-natal/</link>
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				<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 20:02:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mauricio Andrade]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[TeoBrasil]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/256B7DCE-2BCD-4485-973E-78F2B21FB3B6.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/256B7DCE-2BCD-4485-973E-78F2B21FB3B6.png?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/256B7DCE-2BCD-4485-973E-78F2B21FB3B6.png?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/256B7DCE-2BCD-4485-973E-78F2B21FB3B6.png?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/256B7DCE-2BCD-4485-973E-78F2B21FB3B6.png?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Aquela atitude de misericórdia e amor insistente do Eterno para com seres tão estranhamente apáticos como os humanos, arrancavam de dentro de cada anjo o mais sublime louvor.</p>
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	<div class="wpb_text_column wpb_content_element  bs-vc-block" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<h2 class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Parte 1</span></span></h2>
<h4 class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Uns dois mil anos atrás…</span></span></h4>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">À medida que caminhavam, aproximando-se da pequena vila, seus olhares manifestavam certa surpresa – e, ainda assim, certa compreensão.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Então será aqui?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– A menos que Davi tenha nascido em outro lugar…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não… Eu sei… É que… bem…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu disse que nos atrasamos. Atrasamos a saída e fomos atrasados na estrada.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas… Não era </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> nós cuidarmos disso? Do tempo de viagem e de…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E cuidamos, Dara. Mas, mesmo nós, não controlamos tudo. Só Ele faz!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Dara concordou, mas ainda tentava compreender os detalhes…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">No O</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">este</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">,</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> o sol baixava e eles podiam ver as sombras alongadas do casal e da montaria. Maria – a “Menin</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">a”, como </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> costumava chamá-la</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> – tinha apeado e andava ao lado do marido. O céu limpo alertava para mais uma noite fria. Dara reparou em dois pastores que tocavam umas poucas ovelhas colina acima, ao sul da vila. Certamente reunindo algumas desgarradas. O entardecer seria curto e aqueles homens não estavam muito ligados na paisagem.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você conhece as Letras, Dara. Por que está com essa cara?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu sei, eu sei. É que… há uma sombra sobre tudo isso…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sempre houve… mais que um</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">a</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> sombra…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. Esse é o problema. Isso é que me intriga.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Como assim?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara respondeu, desviando os olhos do casal para o sol que começava a desaparecer atrás de um monte.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É que… para haver sombra… tem que haver luz…</span></span></p>
<h2 class="s3"><span class="s5">Parte 2</span></h2>
<h4 class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Cerca de 9 meses antes…</span></span></h4>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> – Essa Menina anda rápido – disse </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. Na verdade</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">,</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">não fazia a menor diferença p</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">a</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ra ele e Dara: anjos não se cansam como os humanos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Nem parece que está grávida.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ela nem tem duas semanas, Dara. E nem tem tido enjoos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Enjoos? Isso dá enjoo nelas?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Onde você esteve nos últimos oito mil anos?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Achei que você soubesse que eu…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Deixa </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> lá. Veja aquele grupo montado a cavalo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Salteadores?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu não vou esperar </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> ver. Essa caravana a que ela se uniu não é grande. Não conseguiria se defender muito bem. Vamos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">As formas invisíveis se elevaram em direção ao grupo de homens. Eram uns cinco, mas estavam excepcionalmente bem montados e armados. E estavam mesmo de olho na pequena caravana.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os anjos se colocaram entre os dois grupos. Dara, sempre mais afoito, se adiantou. Expandiu sua presença e logo os cavalos foram agitados. O incômodo aumentou e passou aos homens que, olhando-se confusamente, saíram dali na direção do poente. Não iam devagar…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você gosta disso, não? – Disse </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ué?! É divertido, não?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> virou os olhos </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> cima, desistindo. Depois fez um sinal e eles voltaram para perto da caravana.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">No dia seguinte, ainda pela manhã, uma pequena cidade apareceu logo após uma colina. Ao chegarem a ela, Maria se separou da caravana e foi em direção ao sul da vila. Não demorou muito a chegar à casa de Isabel e Zacarias. Dara e </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> seguiam próximos, ainda invisíveis, mas agora caminhando logo atrás de Maria. Ela, saindo da estrada atrás de um grupo de pequenas árvores, viu Isabel, de costas para ela, parada a meio caminho da entrada de sua casa e parecendo esticar as costas com as mãos apoiadas nos quadris. O coração de Maria se encheu de uma alegria peculiar, lembrando o que Gabriel lhe havia dito sobre a prima. Isabel ouviu os passos de Maria sobre algumas folhas secas e se virou. Maria se adiantou:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Paz, minha prima!! Paz sobre você e sua casa! Que o Senhor </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">mantenha Seu</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> rosto levantado sobre você e sobre a criança com que Ele abençoou você e seu marido!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você sentiu? O que foi isso? – Dara olhava em todas as direções. Parecia procurar qualquer outra coisa – ou alguém – que também estivesse invisível. Pássaros saíram em revoada e um vento inesperado curvou um trigal existente numa encosta próxima.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu não sei, respondeu </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. – Nunca vi isso acontecer. Pelo menos não desse jeito!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Passado o momento, os dois ficaram atentos à conversa das duas mulheres. À medida que ouviam ficavam cada vez mais extasiados.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, você tem mais experiência nisso do que eu. Mas eu acho que não nos deram uma missão comum, como as outras que tivemos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não. Nada disso é comum. Tem alguma coisa nova acontecendo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você conversou com Gabriel?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Impossível! Ninguém consegue um tempo com ele, atualmente. Tem sido chamado ao Trono várias vezes; e sai numa velocidade…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara pensou um pouco. Parecia receoso de perguntar o que lhe vinha à mente.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">,…</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Você ouviu usarem a expressão “filho do Altíssimo”?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> olhou seu companheiro diretamente nos olhos… Uma sombra de espanto e temor se projetava sobre seus rostos. Ele tornou a olhar na direção das duas humanas, ambas grávidas, ambas tocadas por Ele… E ambas mortais.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">As mulheres cantavam, agora. A Menina tinha acabado de entoar uma magnífica expressão de exultação. Isabel havia esperado que ela terminasse e, quando isso aconteceu, abraçou longamente a prima. As duas, ainda cantando, dirigiram-se para a casa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Quando a porta se fechou o mundo pareceu estranhamente quieto aos dois anjos. Parecia que nenhum som se fazia ouvir. Era como se eles acabassem de ouvir a mais maravilhosa das melodias. Dara quebrou o silêncio:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É como se eu nunca tivesse ouvido nada assim, antes.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sabe o que mais? – Atalhou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, que agora olhava o sol relativamente novo, daquele dia. – Eu acho que é só o começo.</span></span></p>
<h2 class="s3" style="text-align: left;"><span class="s5">Parte 3</span></h2>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O sol já havia desaparecido atrás dos montes e apenas a insegura claridade do anoitecer teimava em permanecer. O lusco-fusco tornava mais difícil a caminhada para o casal, mas eles já estavam quase entrando no vilarejo. Porém, não foi difícil para </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> perceber imediatamente o vulto que saía do pequeno aglomerado de casas e vinha em direção a eles. Um sorriso se formou em seu rosto.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Quem diria? Eu quase havia me esquecido…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara seguiu o olhar do companheiro, em direção à aldeia.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Quê? </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ahn</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">… </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Quem?…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ariel!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Aquele é Ariel? </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">O</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Ariel? – Perguntou Dara olhando para o estranho que se aproximava e que, sem ser visto ou percebido, cruzava agora com José e Maria.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Exatamente! Ele tem atuado nessa região muitas vezes, mas não achei que estaria aqui agora.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ariel tinha o aspecto de um guerreiro fabuloso. Era mais alto que qualquer dos outros dois e tinha volumosos cabelos cor de mel. Seu olhar era penetrante, como de todos os anjos, mas com um certo ar felino. Ainda assim, toda a expressão de seu rosto transmitia cordialidade e grande alegria. Um enorme sorriso estampava seu rosto.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Salve, Luzes do Amanhecer!! Chegam nos limites da noite, mas trazem o brilho d’Ele com vocês!! </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!! Quanto tempo!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os dois se abraçaram fortemente. Irradiavam alegria – e alguma surpresa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– O que você faz aqui… de novo? – Perguntou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você sabe que eu sempre tive predileção por essas montanhas. As terras altas de Judá são como minha casa. Então, quando soube que o tempo tinha chegado, pedi permissão para vir. Consegui imediatamente!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Fácil assim? Geralmente não é tão simples. – Interrompeu Dara que começava a se sentir parte da paisagem.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Desculpe, Ariel. Não apresentei meu companheiro. Este é Dara. Fomos designados para acompanhar o casal.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Salve Dara!! Quem anda com </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> deve estar entre os mais experientes, com certeza. Seja bem-vindo!! E, sim, também achei estranho uma liberação tão rápida. Mas tive a impressão de que querem muitos de nós aqui, esses dias. É sua primeira vez em Belém?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os três já estavam novamente junto do casal, que se apressava para chegar à vila com alguma luz.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim, primeira vez. Essa região é um lugar especial, não?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Um brilho – se é possível – passou pelos olhos de Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim, é. Desde os tempos antigos. Eu me lembro como se tivesse sido na madrugada passada… – Os olhos do anjo olhavam </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pro</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> norte, mas ele não parecia estar vendo a campina que se estendia naquela direção – parecia estar vendo além.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Um pouco mais</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> de 20km, depois de Jerusalém.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– O quê? – Perguntou, ansioso, Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Jacó sonhou. Lembra? Uma escada? Eu estava na escada. O sonho foi uma projeção das escadarias do Trono. Eu estava lá…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Tempos </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">depois,-</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> continuou – ele enterrou Raquel nessa estrada. Aquele foi um dia triste: nasce um filho, morre uma esposa… Foi bem ali, perto daquela elevação em forma de rampa – que, na época, não existia ainda.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Os peregrinos vêm orar naquela construção, mais adiante. – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">interpelou</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Então são dois erros, não meu amigo? Um, o de buscar a intercessão dos mortos; o outro, fazer isso no lugar errado… Os humanos…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">José e Maria haviam entrado na vila e se dirigiam para a principal estalagem do lugar. Um décimo de segundo e os anjos estavam com eles.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Bem… Finalmente chegamos. – Disse Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim, apesar da demora.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você sabe que nunca há demora nos planos </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">dEle.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É, eu sei. – Finalizou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você dizia que esse é um lugar especial, Dara! – Ariel falava com a voz ligeiramente alta, como que entusiasmado.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E não é mesmo?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É. Faltou mencionar o evento que nos fez vir </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> cá, acontecido bem depois da era dos patriarcas… Davi.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. Essa criança vai nascer na cidade natal do Grande Rei. – Falou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Então… Um príncipe. Um príncipe nascido de pais sem reino… – Dara observou.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E, ainda assim, o Reino Lhe será dado! – Ariel tinha o rosto mais brilhante ainda.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara se virou para ele e perguntou, intrigado:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você sabe de alguma coisa que nós não sabemos?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ariel olhou para os dois. Um leve sorriso se formou no canto dos lábios.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só desconfio… Vamos. O lugar está cheio. Acho que podemos nos materializar aqui sem problemas. Vejamos o que eles estão fazendo na estalagem.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dizendo isso saiu na frente em direção à porta por onde o casal tinha entrado.</span></span></p>
<h2 class="s3"><span class="s5">Parte 4</span></h2>
<h4 class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Pouco mais de dez mil anos atrás</span></span></h4>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Um clarão, um raio, um som prateado…  </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">e</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> lá estava Dara, surgindo de repente, afoito e com os olhos arregalados!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Onde será? Onde? Acabei de chegar…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ainda não nos foi dito – disse um anjo cujo brilho cintilava ligeiramente âmbar. Seu nome era </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zarius</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não? – Dara parecia aliviado, se isso é possível. Ele olhou em volta com mais atenção, pela primeira vez. – Parece que estão reunindo todo mundo. – Ele pensou alto enquanto mais jatos brilhantes de luz surgiam e se transformavam numa espécie de refração resplandecente, cada brilho diferente em cor e intensidade dos outros. Cada um que chegava logo se envolvia em animada conversa com os demais. Dara ouviu atento, por um tempo. Algumas palavras se destacavam do burburinho das vozes – ou do que seria voz se a luz falasse: “matéria”, “físico”, “corpo”, “água”, entre outras. Dara tentava compreender o sentido do que ouvia e percebeu que, aparentemente, todos – ou talvez a maioria – estavam fazendo a mesma coisa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Matéria? Sério?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">respondeu</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zarius</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. – Você sabe o que é?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Claro. Eu ouvi uma palestra de Miguel, uma era dessas. </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Mas,…</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> então… Ele…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não sabemos ao certo. Só Ele faz.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Uma voz, que só muito tempo depois seria descrita como “de muitas águas”, foi ouvida:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ajuntem-se!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">E, num momento, todos estavam num certo ponto, distante da origem uma era inteira. Vale dizer que “um momento”, naquela realidade, escapa totalmente à nossa compreensão.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Então&#8230; A Presença!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O próprio fulgor e resplandecência de todo aquele ajuntamento de seres celestiais pareceram escurecer, embora não tivesse havido nenhuma mudança neles mesmos. Eram milhões de milhões e, ainda assim, estavam agora como uma sombra.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Com </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">A Presença</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> veio </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">A Canção</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">! E com a Canção e a Presença, </span></span><span class="s7"><span class="bumpedFont15">O Vigor</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O efeito foi explosivo: toda aquela massa luminosa se desfez em música líquida, pois não era produzida por nenhum aparato, orgânico ou não, e nem se sujeitava a nenhuma lei física. Era a luz cantando – como seria se as estrelas, ainda não existentes, resolvessem fazer um musical.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O que se seguiu com os Filhos de Deus não pode ser descrito em palavras. Pois a canção entoada vibrava de acordo com a compreensão e os sentimentos, à medida que eles, atordoados, percebiam o que estava sendo feito. Começou com a luz – e era uma luz diferente, física, possuindo uma glória diferente daquilo que, neles mesmos poderia ser chamado de luz. A admiração crescia – e a música também.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Fundamentos foram lançados, medidas foram tomadas, cordéis foram estendidos, sempre pela palavra da Presença, a voz da Canção, e o pairar do Vigor, que a tudo energizava, moldava. O fulgor das cores angelicais se misturava pela primeira vez com esse novo ambiente e a refração causada explodia como um feixe de múltiplas direções, parecendo iluminar os recônditos mais afastados do novo ambiente criado – mais tarde chamado de Universo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Era como se o regozijo fosse o ambiente dentro do qual os céus, a terra e o mar surgiram.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">E agora, juntamente com os outros, Dara se aproximava daquela nova e estranha expressão da Glória. Sua atenção foi imediatamente atraída pelo mar. Pairou acima dele um tempo e, após alguns instantes, tocou-lhe a superfície. Outros anjos faziam o mesmo e eles se entreolhavam, fascinados. Dara mergulhou, sua forma luminosa mesclando-se com a água. Não sabia descrever a sensação e, tão rápido quanto entrou, saiu. Ainda não sabia como calibrar a refração celeste de sua presença naquele meio físico específico. Enquanto pensava sobre isso, reparou que vários companheiros se dirigiam para um ponto às suas costas. Foi </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> lá e reparou que o mar terminava e começava uma massa de matéria diferente, sólida. Mas não era isso que chamara a atenção de seus amigos e sim dois seres que ali estavam. </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zarius</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> se colocou novamente a seu lado:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– São eles, Dara. Um homem. Uma mulher. Notou que eles…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– …têm a forma do Filho…  Eles… Uau!!…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ninguém soube dizer exatamente quanto tempo durou a canção, exceto Ele – A Presença, a Canção e o Vigor. Mas nenhum dos anjos jamais se esqueceu do momento.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Quando acabou, Dara achou que nunca mais veria algo tão fascinante, inesperado e maravilhoso como o que acabara de presenciar.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Mas, muito tempo depois, próximos a uma pequena vila, perdida num canto do mundo, ele e seus amigos seriam lembrados, mais uma vez, que só Ele sabe o que alguém verá, ouvirá ou… cantará.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Só Ele faz.</span></span></p>
<h2 class="s3"><span class="s5">Parte 5</span></h2>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Acho que devíamos fazer alguma coisa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Nós estamos fazendo, Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Estamos parados, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Estamos fazendo o que nos foi dito…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas eles… Ela… Você a viu… Ela está extenuada, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">? Ele chama você de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">? – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">perguntou</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Ariel, interferindo pela primeira vez na conversa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só quando quer me convencer de alguma coisa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eles já bateram em várias portas. Ela vai dar à luz a qualquer momento.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu sei, Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os três andavam alguns metros atrás do casal. A intensa movimentação de pessoas, na vila superpovoada em função do censo, começava a diminuir à medida que todos se dirigiam para suas casas. O frio da noite começava a chegar com intensidade.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Melhor desmaterializar. Daqui a pouco eles vão notar a gente… – observou Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Claro, pois só haverá nós e eles na rua…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara!…</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> – Censurou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, desaparecendo em seguida – no que foi imitado pelos outros dois.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Aquela terceira casa poderia tê-los abrigado. – Dara continuou num tom bem mais humilde. – E nós estaríamos lá, também. Eles teriam hospedado anjos, sem saber…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Algum dia alguém ainda vai escrever sobre isso. – Disse Ariel, rindo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Será que é para eles passarem a noite na rua? – Perguntou Dara,</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Se for </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> ser assim… Ele sabe o que faz!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ajuntou</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só ele faz! – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">repetiu</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Caminhavam em silêncio, agora. O céu ia ficando de uma nitidez intensa, à medida que a noite chegava. E a temperatura caia um pouco mais. Os três pararam, observando enquanto José tentava, mais uma vez, achar um lugar onde pudessem ficar – e, ao que tudo indicava, esperarem a chegada de seu bebê.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Enquanto aguardavam, Dara observou em volta. Um incômodo crescia dentro dele causado, justamente, por aquilo de que necessitavam. Havia um ar de aconchego, de fogo acesso e comida quente no interior das casas próximas. Podiam perceber, com seus sentidos apurados, as vozes que se achegavam umas às outras, junto às panelas e terrinas de comida. Dara pensava em como seria fácil forçar e arranjar um lugar para o casal – e também como isso seria um ato de desonra sem preço. Os outros dois, embora um pouco mais acostumados ao comportamento humano, compartilhavam com ele do incômodo percebido. José voltara para junto de Maria e balançava a cabeça negativamente. Ela juntou mais o manto que a cobria, olhando o final da vila logo à frente. Os três anjos perceberam quando o rosto cansado da Menina retornou um sorriso encorajador </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pro</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> marido, enquanto ela dizia algo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Se feixes de luz podem se emocionar, então foi o que aconteceu.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– “Vamos continuar… Algo vai surgir…” – falou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">repetindo as palavras que acabara de ouvir. Olhou para Dara e Ariel, um leve sorriso estampado no rosto, e inclinou a cabeça indicando que o casal já se movimentava.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Um barulho atrás deles chamou a atenção. Ao voltarem-se em direção ao som, viram um rapaz que acabara de sair da última porta visitada pelo casal. Olharam enquanto o jovem passava por eles, apressadamente, e se dirigia a José e Maria:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Peregrinos, peregrinos!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">José voltou-se imediatamente. O jovem parou diante dele, curvou-se e, um pouco ofegante, continuou:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Meu Senhor pede que o perdoem, mais uma vez, pois realmente não temos nenhuma vaga na estalagem. Ele fica constrangido de oferecer o único lugar possível e o faz para que vocês tenham onde se abrigar. Mas, de antemão, pede que o desculpem.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E que lugar seria esse? – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">perguntou</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> José enquanto os anjos prestavam toda a atenção à conversa. O servo, visivelmente envergonhado, tinha os olhos voltados para o chão quando respondeu.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dando a volta por trás da vila, há uma, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ahn</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">… pequena gruta que tem servido… – ele falava tão baixo, agora, que se não fosse a privilegiada audição dos anjos, não teriam conseguido ouvir o que dizia.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim? – Incentivou Maria, agora olhando com atenção o rapaz.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Tem… servido de estrebaria para a estalagem…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os anjos se olharam, estupefatos. Por um momento, se alguém olhasse na direção deles, veria uma leve ondulação na noite, um reflexo de refração.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Estrebaria?! – José elevara um pouco a voz. O servo continuou com alguma dificuldade.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas, meu senhor, é pelo menos um local abrigado. A palha é nova e seca; eu mesmo fui quem a recolheu hoje, mais cedo. E meu mestre está separando um ou dois braseiros que poderão aquecer o lugar com segurança…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu poderia mostrar </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> esse sujeito como se aquece mesmo um lugar. E com as pessoas dentro! – Disparou Dara, que não conseguia mais esconder a indignação.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara! – A voz de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> era quase dura, agora. – Nem pense nisso. Se houvesse alguma intervenção a mais a ser feita teríamos sido informados. Controle-se. Vejamos o que vai acontecer.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas… – Tentou Dara, ainda.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara!! – O tom de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> foi definitivo. Dara calou-se. A conversa havia prosseguido entre os outros três caminhantes que, agora, se dirigiam para o fim do vilarejo com o objetivo de dar a volta para os fundos da rua. Aparentemente Maria havia interferido na crescente indignação de José e argumentado que uma estrebaria seria melhor que nenhum lugar. O jovem servo os deixara por um instante, indo atrás de uma tocha. A noite caíra rapidamente nos últimos minutos e o frio aumentava. O rapaz reapareceu com a tocha, seguido por outro, mais novo, que trazia uma grande caixa aparentemente bem pesada. Num instante, todos haviam dado a volta e se viram parados diante de uma pequena e escura entrada existente na encosta que abrigava parte da vila dos ventos vindos do </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">oeste</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. Os dois rapazes entraram rapidamente e começaram a mover coisas de um lado para outro. Um deles saiu com uma vaca e um jumento que, de alguma forma, cabiam juntos, lá dentro.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Vou pô-los aqui ao lado, sob esta cobertura. Eles ficarão bem. – Dizia o mais velho, ansioso. – A encosta protege dois lados; o tapume, ali, protege mais um. E nós vamos… …</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os cinco ficaram olhando enquanto os dois jovens trabalhavam. Rapidamente uma forração foi feita, de modo que, com um pano grosso e limpo, um monte de palha passou a se parecer com um colchão. Um pano mais fino foi posto por cima. Dois </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">fogareiros foram colocados, um de cada lado da “cama”. Uma lamparina, que ali já estava, foi acesa e recolocada em seu lugar, no alto. Enquanto o rapaz mais novo desapareceu, apressado, em direção à estalagem, o mais velho continuava a trabalhar: a grande caixa, deitada de lado, virou uma espécie de mesa e armário; uma bilha considerável foi colocada sobre ela, cheia de água; mais lençóis e panos limpos surgiram, de dentro da caixa, e foram cuidadosamente colocados sobre o colchão. O servo mais jovem retornou trazendo uma espécie de bandeja de borda alta na qual havia uma terrina fumegante, com sopa. Duas cumbucas e uns talheres, além de um pedaço de pão, estavam junto à terrina. Ela foi colocada sobre a mesa improvisada e os dois jovens ficaram parados em pé, meio de lado, olhares ansiosos como que a esperar a aprovação do casal. Maria e José se adiantaram um pouco, parando na entrada da gruta-estrebaria. </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> olhou para Dara com uma expressão de “Não </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">falei?”</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">estampada</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> no rosto. Dara assentiu, com a cabeça. E assim ficaram os sete, parados por uns segundos. De repente, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> pareceu ter um estalo:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Êpa</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">! Agora eu tenho que intervir!! – Dizendo isso, ele se deslocou aproximando-se do servo mais jovem. A atitude do anjo, invisível e radiante, se tivesse que ser descrita em termos físicos, seria algo como uma cotovelada discreta…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O mais jovem dos serviçais, tendo uma espécie de sobressalto, pareceu notar, de repente, a barriga de Maria. Saltou para os fundos da estrebaria e trouxe de lá uma manjedoura de tamanho pequeno. Rapidamente colocou-a ao lado da “cama”, forrou com palha nova e limpa, e recobriu com um pano também limpo. Voltou a se colocar ao lado do companheiro com o olhar meio ansioso, meio satisfeito, aguardando.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Maria olhou, e sorriu.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">José sorriu.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os dois servos sorriram, aliviados e recompensados.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os três anjos sorriram também.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Por que a manjedoura? – Perguntou Dara, intrigado.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu não sei. Mas fui ordenado a proceder assim. – Respondeu </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">E os três ficaram olhando o quadro, como que a memorizar cada detalhe de toda a cena.</span></span></p>
<h2 class="s3"><span class="s5">Parte 6</span></h2>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Essa foi mais forte.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Deve ser a qualquer momento, agora.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– O garoto não terá encontrado a parteira, ainda?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara, você poderia… Dara? Cadê ele?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Onde você acha? A esta altura deve estar arrebatando o rapaz e fazendo-o voar – literalmente – até à mulher. – Respondeu Ariel contendo o riso.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Nem ele nem </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> perceberam o momento em que Dara saiu. Estavam completamente atentos ao que ocorria na gruta-estrebaria: Maria tinha provado uma colher </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">da</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> sopa trazida quando, repentinamente, curvou-se, deixando cair o resto no chão. José a ajudara a se deitar e pediu a Simão – o servo mais velho – para trazer uma parteira. O rapaz saiu e as contrações continuaram, cada vez mais próximas umas das outras.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– A Menina está incrivelmente calma para quem está dando à luz pela primeira vez. – Comentou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Estou vendo. Há graça sobre ela, você sabe.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. E até por isso, embora seja a primeira vez com ela mesma, a Menina já auxiliou parteiras antes. O parto mais recente foi o de João, filho de Zacarias e Isabel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só não entendi porque ela pediu ao marido para ficar na porta, quase fora da gruta! – Os dois anjos se voltaram ao ouvir esse comentário vindo de trás deles. Era Dara que acabara de chegar, sozinho, e com um semblante intrigado.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Salve, Dara! Estávamos imaginando o que você estaria fazendo. – Disse Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu tentei auxiliar o rapaz. Encontramos a parteira. Mas, aí, parece que toda sorte d</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">e coisas acontece</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">u</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> para atrasá</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">-la. Acabei percebendo que há algo mais acontecendo. De qualquer modo, vão se atrasar, pelo que estou vendo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não há atrasos aqui, Dara; e você sabe disso. Ele faz tudo no tempo perfeito.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Dara repetiu. Um momento de silêncio se seguiu enquanto Maria experimentava outra contração.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Então? – Insistiu Dara. – Por que ela pediu que o marido ficasse à porta?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Foi </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Aziel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> quem respondeu.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– As mulheres são mais fortes que os homens </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> esse tipo de coisa. José não sabe o que fazer e o nervosismo dele pode acabar afetando Maria. Assim, ela – como a maior parte das mulheres – prefere enfrentar isso sozinha, embora mantendo-o por perto. – E, depois, olhando diretamente para Dara. – Você não conhece muito os humanos, não?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Achei que </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> havia lhe falado que eu…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– O rapaz está </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">voltanto</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. – Interrompeu </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. – E vem </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">sozinho!…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os três observaram enquanto Simão se dirigia a José e falava com ele. Quando o rapaz foi embora, José se voltou e disse a Maria o resultado da busca.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– “Está vindo, mas ainda está </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">longe.”</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">? – Dara repetiu as palavras de José, tentando entender.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Está tudo no controle Dele, Dara. Só Ele faz!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz. – Repetiram Dara e Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz!! – Disseram três vozes atrás deles. Os três se voltaram. Quem olhasse com atenção, se soubesse o que procurar, teria a impressão de ver o ar frio da noite parecendo refratar-se, ligeiramente.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Uriel! </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Sorath</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!! Vocês aqui? – Exclamou Ariel com surpresa, esquecendo-se de saudá-los. – Quase não os vejo desde… desde Sodoma!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Hemã</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!! – Falou Dara. – Você também?! Que surpresa! Mas… Você… Então… Vai haver música?!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Enquanto os seis anjos se olhavam, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> se recuperou da surpresa:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Salve! Estrelas da Alva! Chegam à noite, mas trazem a luz do Trono com vocês! Sejam bem-vindos!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Enquanto falava, muitos outros foram surgindo ao redor. De fato, se não fossem capazes de se moverem em dimensões diferentes da física, seria impossível o ajuntamento.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Uma resplandecência ligeiramente âmbar se colocou ao lado de Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zarius</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!! – Dara exclamou com alegria, e abraçou o amigo. A quem conseguisse ver, a pequena vila de Belém pareceria ter desaparecido em meio a uma enorme constelação </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">de brilho celestial. O jumento e a vaca, postados à esquerda da entrada da gruta, pareciam ter os olhos arregalados. Mas nunca se soube se viram ou perceberam alguma coisa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Apesar da surpresa inicial, não houve tempo para cumprimentos e conversas – Maria acabava de ter mais uma contração.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– José! – Apesar do que pudesse preferir, ela chamou o marido. Se pudesse ver, José perceberia uma multidão de mãos luminosas a conduzi-lo na direção da esposa. Mas foram as mãos de José que seguraram as de Maria. A contração passou. O silêncio angelical, desnecessário já que os humanos não os ouviam, parecia afetar o ambiente, de alguma forma.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Há algo estranho aqui, não? – Observou José.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Acho,…</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> – falou Maria, rosto suado, entrecortando as palavras – …acho que… ainda vamos ver… muitas coisas estranhas, José.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você acha?! – Exclamou Dara, repentinamente. Sentiu milhares de pares de olhos em sua direção, expressando surpresa com a quebra do silêncio.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Mas isso não durou muito, pois, naquele exato momento, duas auras se apresentaram e, diante delas, todos inclinaram ligeiramente a cabeça: Miguel e Gabriel entraram na gruta andando, como se tivessem vindo pela estrada até à vila e à estrebaria. Dara olhou para </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e, se anjos podem arregalar os olhos, era isso que estava estampado em sua face, como a perguntar “Miguel? Miguel aqui?!” O momento, já solene, se revestiu de uma intensidade maior. A maioria não sabia exatamente o que tudo aquilo significava; todos estavam prontos para qualquer missão à voz de qualquer palavra de ordem que fosse dada, mas não estavam a par de todos os detalhes. Esperavam e se admiravam quase com a mesma disposição. Enquanto os dois recém-chegados se dirigiam para o casal, Dara e os demais, considerando tudo até ali, sentiam crescer dentro deles o espanto, a expectativa – e uma mistura de intensa alegria com uma conclusão que, se traduzida para nossa linguagem, teríamos de usar a palavra apavorante…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Em poucos minutos as contrações aumentaram. Finalmente, com um grito mais de esforço que de desespero, Maria curvou-se uma última vez enquanto José, nervoso e desajeitado, procurava ajudá-la.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Um choro se ouviu na noite em Belém.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Todos os anjos se puseram sobre um dos joelhos, a começar por Miguel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A Canção, depois de milênios, estava sendo entoada outra vez…</span></span></p>
<h2 class="s3"><span class="s5">Parte 7</span></h2>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Três horas depois</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Isaías?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É. Isaías.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Posso imaginar várias razões, Dara. Por que, especificamente?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, Dara e Ariel estavam sobre a elevação, acima da gruta-estrebaria. Estavam em forma humana, sentados e conversando sobre tudo o que tinha acontecido.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Bom… Acho que entendi mais coisas esta noite do que nos últimos anos. – Disse Dara com um olhar voltado para a luminosidade fraca que se via na frente da gruta.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Todos nós, meu amigo, todos nós. – Observou Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas, – insistiu </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> – O que, especificamente, sobre o profeta?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara pensou um pouco e respondeu.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Há duas coisas em minha mente. A visão no templo, no chamado para a missão. Os serafins… como todos nós… não ousamos olhar para o Trono diretamente. Quem se atreveria? Quem poderia?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. Eu sei. Eu estava lá. – Disse Ariel. – Ficamos em segundo plano enquanto os serafins cumpriam sua missão. Nenhum de nós seria tolo de olhar. Mesmo sendo uma visão dada ao profeta, era uma projeção de nossas atividades próximas ao trono.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E? – Insistiu mais uma vez </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E agora… o Filho… Ele está ali… Como? Você sabe: Ele é infinito! Temos visto e nos alegrado </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">com Sua</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">majestade por eras e eras. É… É como…. Sabe? É como se naquela estrebaria… Uma estrebaria…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Entendi – Disse </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. – É como se aquela estrebaria fosse maior por dentro…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Como se todo o universo criado coubesse ali… – Completou Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mais que o universo… Muito mais…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Disse </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Repetiu Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E não é só isso… Qualquer um pode olhar para ele, tocar nele. Ele tem que ser cuidado…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É mesmo… – Ariel tinha um sorriso nos lábios enquanto falava. – Vocês viram a surpresa no rosto da parteira? Quando ela chegou e viu que o Senhor já havia… </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ehr</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">… nascido…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ainda assim ela acabou ajudando bastante o casal. Maria estava exausta e José… bem… até que </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> um macho humano ele não se saiu tão mal… – Falou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– De qualquer forma… A parteira </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">cuidou Dele</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">… Ele… precisou de</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">&#8230;</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> cuidados…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e Ariel, entendendo o significado disso, olharam para Dara alguns instantes. Depois os três desviaram os olhos para o horizonte ainda escuro e frio daquela madrugada. Faltavam várias horas ainda, para o amanhecer.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Cada segundo de tudo que aconteceu nas últimas horas está gravado na minha mente. É assim com vocês também?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ah, claro, Dara. – Disse Ariel, espirituoso. – Até porque você mesmo se encarregou de ajudar nisso, não é “</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">” ?</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E riu gostosamente.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Com certeza, meu nobre Ariel. Com toda a certeza…</span></span></p>
<h3 class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Pouco mais de duas horas antes</span></span></h3>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A resplandecência agora era tão forte, dentro e em volta da estrebaria, que devia equivaler à potência de vários sóis reunidos. Os anjos acompanharam o trabalho final da parteira – que, tendo perdido o parto, pelo menos auxiliou na limpeza, lavagem e arrumação do bebê. Ela o tinha nos braços, já limpo, quando perguntou a Maria sobre roupas ou panos. Maria pediu que lhe entregasse o filho enquanto tirava de uma sacola alguns panos, tiras trazidas para emergências nas viagens (algumas vezes tais panos eram usados para enrolar os mortos, no caso de alguém vir a falecer durante uma jornada).</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Maria mesma envolveu seu bebê nos panos e o pôs na manjedoura, ao lado de sua “cama”. Os anjos não perdiam nada do que acontecia.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara estava maravilhado, intrigado, alegre, assim como seus amigos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Então Miguel se levantou, juntamente com Gabriel e andaram na direção dos três anjos. As atenções de todos estavam como que divididas e eles se colocaram de pé, cada anjo pronto para o que fosse ordenado. Miguel parou diante de Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Nobre e valente Leão do Trono, eu vos saúdo! – Disse o arcanjo e todos se admiraram, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pois</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> uma saudação, vinda de qualquer anjo, sempre significa uma missão importante.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Meu senhor, estou à sua disposição para a glória do Eterno. – Respondeu Ariel, cada molécula de seu corpo – ou o que fosse equivalente a isso – pronta para atuar.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Seu trabalho nessa região – continuou Miguel –, que sabemos ser amada por você, tem comprazido a todos os seus companheiros e trazido glória ao Trono. Você foi escolhido!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– O </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">que meu senhor</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> disser, Arcanjo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– A uns dois quilômetros a noroeste está um grupo de pastores com seus rebanhos. Sei que você os conhece bem. É a eles que deve ser dada a notícia do que aconteceu aqui, hoje. E é você quem vai fazê-lo!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Um frêmito percorreu todo o imenso grupo. Cada anjo se regozijava com a tarefa. Gabriel, normalmente enviado para anúncios de tal magnitude, tinha um imenso sorriso no rosto, pois os anjos – assim como os eleitos de Deus – parecem ter mais alegria quando veem outros sendo honrados do que quando eles mesmos recebem a honra.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Este humilde servo do Trono se regozija em poder cumprir a vontade do Soberano. – Respondeu Ariel, os olhos voltados para baixo e, se a luz pode chorar de alegria, faíscas piscavam de seus olhos – ou é assim que deveria ser descrito o que ocorria.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> estava quase explodindo de alegria e olhou para Dara, a fim de compartilhar o momento. Para sua surpresa, Dara não estava a seu lado! Sem entender o que qualquer anjo poderia estar fazendo num momento daqueles além de prestar atenção às palavras do Arcanjo, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> olhou em volta procurando o amigo. Encontrou-o! E seu queixo caiu, seus olhos aumentaram e seus movimentos paralisaram com o que viu! As alterações em sua luminescência celestial foram tais que chamaram a atenção de Miguel. Este, vendo a atitude de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, procurou a causa da mesma, olhando para onde </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">olhava. Não pode deixar de sorrir.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara?! – Soou a voz do Arcanjo. Todos olharam na mesma direção.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara, em toda sua resplandecência, estava flutuando exatamente em cima do casal e da manjedoura, completamente absorto com a visão do Filho encarnado, uma criança humana, num berço improvisado e pobre. Ali ele pairava, como pronto a servir ou proteger a família. Despertado pela voz de Miguel, olhou alarmado, percebendo que todos tinham os olhos nele. Muito tempo depois alguns anjos podiam afirmar que a luminescência de Dara tinha ficado ligeiramente avermelhada…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara, – prosseguiu Miguel – sua intenção é nobre, mas desnecessária. – E completou de um jeito mais descontraído: – E saia logo daí, por favor. Se algum humano pudesse ver isso acharia que há auréolas sobre as cabeças dos pais e do bebê…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os anjos riram, descontraidamente, mas logo voltaram ao assunto pendente:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Vá Ariel! Cumpra sua missão. Informe os pastores do grande e alegre evento ocorrido esta noite. Diga-lhes também como encontrar este lugar: a manjedoura pode ser um excelente referencial, não?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Certamente, senhor! Estou a caminho!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E, Ariel?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim, Arcanjo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Será impossível não </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">assustá-los</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> com a glória de sua presença. Lembre-se disso.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Pode deixar, senhor. – Dizendo isso, todos viram quando o brilho de sua presença começou a aumentar para logo desaparecer num jato ascendente de luz celestial.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Hemã</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">! Lira Divina! – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">continuou</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Miguel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Aqui estou, Arcanjo!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sei que o coro celestial está pronto. Foi </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> essa ocasião que vocês se prepararam. – E, falando para todos em redor, continuou – Vão. Sigam após Ariel. E logo que a mensagem for dada, que os homens saibam de nossa alegria pela salvação que vem do Trono. Vão! Podem ir!! Eu e Gabriel aqui ficaremos, vigiando. Depois, sigam de volta, cada um para sua missão. Mas vocês, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e Dara, juntamente com Ariel, devem retornar para este lugar, acompanhando os pastores. Ao chegarem aqui, receberão suas instruções. Agora, vão!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">À ordem dada, cada um expandiu sua presença e glória. E subiram todos, desaparecendo em seguida. Miguel e Gabriel retornaram para junto da manjedoura e ali se ajoelharam, em adoração e prontidão.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ariel não economizou ao cumprir a ordem!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Surgiu gloriosamente, como se um redemoinho de luz se formasse a cerca de dez metros de altura. Os pastores, cerca de quinze homens e rapazes, imediatamente ficaram paralisados de medo. Ariel resolveu agir com rapidez. Expandiu sua glória de modo que algo como uma parede de luz se desprendeu dele, cercando o grupo de homens e seus rebanhos. As ovelhas pareciam estar completamente tranquilas.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A voz angelical ressoou nos montes:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não tenham medo! Eis que eu trago para vocês boas notícias de grande alegria que será para todo o povo!!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os pastores começaram a experimentar uma sensação difícil de explicar. A presença angelical, a luz celestial, ouvir uma boa notícia, tudo começava a produzir um efeito que ficava entre a total paralisia e vontade de voar. O anjo prosseguiu:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Porque a vocês nasceu hoje, na cidade de Davi, – E, aqui, a voz de Ariel, bem como todo o seu ser, pareceu se transformar em luz vibrante, celestialmente ressonante, como algo que pudesse ser ouvido com a alma, mais do que com os </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">ouvidos  –</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> o Salvador, que é Cristo, o Senhor!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Não é possível descrever o espanto e a alegria dos pastores. Ariel continuou:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E isto será como um sinal </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> vocês: encontrarão um bebê, envolto em panos e deitado numa manjedoura!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A sincronia de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Hemã</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, líder do coro celestial, não poderia ser mais exata. Foi Ariel terminar sua mensagem e, repentinamente, a parede de luz que cercava homens e animais, elevou-se com rapidez, subindo como um chafariz imenso e luminoso. E agora não era mais a luz impessoal que os cercava, mas havia se transformado – ou isso pareceu aos olhos dos pastores – num imenso exército de anjos. As cores, o brilho, as formas, a dança… nenhuma aurora boreal jamais chegou nem perto de imitar. Tendo a luz subido, a escuridão no solo acentuou o brilho glorioso no céu!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Mas isso é o que se via – e que exigiu dos anjos todo o esforço para que retinas humanas pudessem perceber o máximo possível.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O que se ouviu, porém, era um tipo de música com escalas impossíveis, intervalos desconcertantes, ritmo capaz de desconjuntar ou dissociar moléculas. Anos mais tarde, o próprio Dara ouviu um dos pastores mais jovens contar ao neto: “Se eu tivesse que descrever, meu filho, eu só poderia dizer que, por alguns minutos meu corpo e minha alma foram desmanchados e reorganizados várias vezes, não sei nem como nem por quanto tempo. Sei que nunca vou esquecer o som que ouvi… está sempre em minha mente. E, ao mesmo tempo, sou totalmente incapaz de reproduzi-</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">lo.”</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Por falar em Dara, ele e </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, bem atrás de Ariel, cantavam com todos os outros, sentindo o peso enriquecedor e doce de eras e eras do amor, da bondade e da perfeição do Trono. Aquela atitude de misericórdia e amor insistente do Eterno para com seres tão estranhamente apáticos como os humanos, arrancavam de dentro de cada anjo o mais sublime louvor. No que foi entendido pelos humanos presentes, a letra dizia:</span></span></p>
<p class="s6"><em><span class="s4"><span class="bumpedFont15">“Glória a Deus nas mais altas alturas,</span></span></em></p>
<p class="s6"><em>E sobre a terra paz</em></p>
<p class="s6"><em><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Entre os homens a quem Ele quer </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">bem!”</span></span></em></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Então, repentinamente, o silêncio. A noite e as estrelas estavam de volta. Os pastores ficaram ainda paralisados, olhando para o alto. Alguns imaginavam se não teria sido as estrelas que cantaram…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Agora, apenas </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, Dara e Ariel pairavam, invisíveis, sobre a colina e os rebanhos. Eles mesmos experimentavam uma certa dormência – se você conseguir imaginar feixes de luz flutuando lentamente no ar. </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">despertou:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ainda temos trabalho a fazer. Dara, é melhor ajuda-los, lá em baixo.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– É </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pra</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> já!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Basta uma leve… leve… eu ia dizer… expansão de sua presença…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ariel ria abertamente. Dara não estava mais ali e </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">falava sozinho. Olhando para baixo os dois viram quando um novo “pastor” se juntou aos outros.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não se preocupe, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">! – Ariel ainda ria. – Os homens provavelmente estão muito atordoados para notar um a mais ou a menos no grupo…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara, materializado, despertou o grupo de pastores:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E então, irmãos?!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Todos piscaram algumas vezes, olharam em volta e, parecendo ignorar o estranho, começaram a dizer ao mesmo tempo “Vamos, vamos ver </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">isso!”</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">; “Sim, vamos até Belém!”; “O anjo falou em manjedoura. Procuremos um estábulo, uma </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">estrebaria!”</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. E logo, tomando rapidamente providências quanto aos rebanhos, foram apressadamente na direção de Belém.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Ele não vai subir?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Acho que não, Ariel. Parece estar aproveitando cada momento.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Bom, tecnicamente, ele está cumprindo a ordem de acompanhar os pastores.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os dois se olharam. Logo, mais dois estranhos se juntaram ao alegre grupo que descia uma encosta na direção de Belém.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s7"><span class="bumpedFont15">Uma hora e meia mais tarde, de volta à elevação, acima da gruta-estrebaria</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu também achava que a visita dos pastores cansaria ainda mais Maria.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Pois não parecia, Dara. – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> falava num tom alegre e amistoso. – Tive que </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">imped</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">i</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">-lo</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> duas vezes de bater na porta das casas para contar o que havia acontecido na colina.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas os pastores pareciam tão alegres em fazer aquilo. Eu só me empolguei um pouco </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">mais</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">..</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– “Um pouco </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">de mais</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">”? – Ariel ria.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu sei que você sabe que anunciar qualquer coisa a mais, sobre o Senhor, além do que foi estritamente ordenado, é tarefa dos homens. – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> refletia. – Também sei que essa noite… Essa noite! Que </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">noite!…</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> Mas, enfim. Mesmo sendo uma noite especial, é preciso cumprir nossa missão à risca.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. Sei que é assim e, na verdade, isso me enche de alegria… De qualquer forma, foi muito proveitoso estar junto com eles…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara, você não teve nada a ver com aquele pastor que deu duas ovelhas para José, não é?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara olhou constrangido para o chão. Tinha um olhar travesso, se isso é possível aos anjos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Eu suponho que ele iria dar as ovelhas de qualquer jeito, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zan</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">!!! – Ariel ria alto, agora. </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> jogou as mãos </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">pro</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">alto, como se desistisse de alguma coisa.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Além disso, identifiquei um parente de José entre os pastores. Coloquei os dois em contato e, amanhã, verão um local melhor para o casal.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Isso foi bom, muito bom, Dara! – Exclamou com sinceridade </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara voltou a olhar pensativamente o horizonte.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Mas, e então, Dara? Qual a segunda coisa que fazia você pensar em Isaías?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">O rosto de Dara mudou. Uma sombra passou por seus olhos. </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> e Ariel perceberam quando, mesmo encoberta pela materialização, sua resplandecência variou, como que diminuindo um pouco.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– O Servo Sofredor…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os dois anjos, ouvindo isso, também se encolheram um pouco. Dara continuou após um incômodo momento de silêncio.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">, eu disse que para haver sombra… é necessário haver luz.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. Estávamos chegando em Belém. – </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span> <span class="s4"><span class="bumpedFont15">também </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">tinha o olhar fixo no horizonte.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– A sombra sempre nos incomodou. Ainda não sei ao certo o que pensar disso. Não é algo agradável, certamente.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Você sabe que o desvio ocorrido no início do mundo traz isso consigo. Muitas vezes.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. Mas, agora… – Ele olhou para a gruta, abaixo deles. – Ele se fez tocável… Pode ser atingido. Essa sombra… Ela vem dele mesmo. Ele é a Luz. Ele vai causar a sombra… Ele vai trazê-la… sobre Si mesmo. Até porque…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– …Só Ele faz! – Completou </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Repetiu Ariel.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Sombra e Luz</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">; Justiça e Amor!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">E, de repente, os três estavam invisíveis, dentro da gruta, ajoelhados e solenes. Novamente, alegria imensa. Adoração!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Maria dormia com uma das mãos pousadas sobre a borda da manjedoura. José havia sentado à entrada da gruta e cochilava um pouco. Não se sabe quanto tempo passou. Os três haviam expandido sua presença o suficiente para fazer José ficar tranquilo e dormir.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Ao final, foi Ariel quem quebrou o silêncio:</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Tenho que ir.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">A essa palavra os três se levantaram e caminharam para o lado de fora da gruta-estrebaria. José dormia profundamente.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sei que Miguel quer que vocês permaneçam aqui, com o casal e o Filho. Então devemos nos encontrar daqui a um ano, mais ou menos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Um ano? Achei que você continuaria a servir por esses lados. – Disse </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E vou. – Ariel confirmou. – Mas daqui a um ano mais ou menos. Parece que uma das formas que a sombra pode assumir tentará algo contra o bebê.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dara chegou a flutuar.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Pois que tente…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Dara! – A voz de </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> era profunda e compreensiva. Ele se voltou para Ariel. – Mas como sua ausência nos ajudará a prevenir isso?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Vou trabalhar os próximos meses com </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Dubbiel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Vai para a Pérsia, então?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. Aparentemente, alguns sábios estão muito entusiasmados com as Letras de Daniel. Miguel quer garantir que eles compreendam corretamente o que estudam. – Ele ficou em silêncio por uns segundos enquanto os outros dois digeriam a informação. – Devemos ajudá-los e estimulá-los a vir conhecer o Rei. Vamos guia-los até aqui.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– E já pensou como vai fazer isso? – A pergunta veio de Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Acho que um sinal nos céus, talvez.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Nada como desviar uma rocha celestial…</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Bem, com certeza será fácil eles seguirem um sinal assim… – Completou Ariel amistosamente.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os três se olharam por um momento. Finalmente, despediram-se com palavras de bênção e de louvor ao Eterno. Ariel, então, simplesmente saiu de vista, deixando os outros dois sozinhos.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Bem, Dara, o céu já está ficando alaranjado no </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">leste</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">. Mais um dia de trabalho para a glória do Eterno!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sim. E que sejam eras. Mas o trabalho que nos espera é novo. Isso – e aqui ele apontou para a família adormecida, dentro da gruta-estrebaria. – Isso nunca aconteceu antes.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Sabe o que os humanos dizem sobre coisas assim?</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Não, </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– “Há sempre uma primeira vez”.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Gostei disso. – Disse Dara, pensativo. E acrescentou: – Então, venha meu nobre servidor do Trono. Vamos começar esse novo dia de uma era inédita com </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">adoração Àquele</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15"> que faz!</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Assentiu </span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Zaniel</span></span><span class="s4"><span class="bumpedFont15">.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Só Ele faz! – Repetiu Dara.</span></span></p>
<p class="s6"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">Os dois voltaram a entrar na gruta silenciosa e ainda iluminada pela fraca luz de um braseiro (o outro havia se apagado). Ajoelharam sobre um joelho e entoaram canções de louvor. Muitos anos depois Maria diria que, embora estivesse cansada demais para ninar seu bebê, tinha a impressão de que ela mesma foi embalada por um acalanto. Quando perguntavam de onde poderia vir tal música, ela respondia simplesmente:</span></span></p>
<p class="s8"><span class="s4"><span class="bumpedFont15">– Parecia vir dos céus&#8230;</span></span></p>

		</div>
	</div>
<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Maurício Andrade. © Voltemos ao Evangelho. Website: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/">voltemosaoevangelho.com</a>. Todos os direitos reservados. Original: Estrelas na Estrada: Um Conto de Natal.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>Nenhum homem no seu corner</title>
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				<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 12:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Greg Morse]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[Paternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desiring God]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Nenhum-homem-no-seu-corner.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Nenhum-homem-no-seu-corner.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Nenhum-homem-no-seu-corner.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Nenhum-homem-no-seu-corner.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/Nenhum-homem-no-seu-corner.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>Os homens precisam de um homem no seu corner. Quer sejam biológicos ou não, eles precisam de homens mais velhos, mais sábios e mais experientes para se tornarem o tipo de guerreiro que Deus os chama a ser.</p>
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			<p>Tenho repetido aquela cena em minha mente mais vezes do que posso contar. As luzes fluorescentes enchiam o porão com um tom dourado. Os móveis estavam desgastados e a mesa inclinada. Eu não sabia onde estávamos ou quem era aquele homem. Lembro de observar o rosto da minha mãe. Ela parecia gostar dele. Ele devia ser de confiança.</p>
<p>Ele era alto. Moreno. Se parecia mais comigo do que minha mãe. Lembro-me que ele parecia gostar de mim, e eu apreciava isso. Ele se inclinava, me fazia perguntas e me dava doces. Mas quando eu perguntava se ele queria sair para jogar bola, ele dizia que não podia. Alguém não o deixaria sair. A casa de recuperação tinha regras que um garoto não conseguia entender.</p>
<p>E, aparentemente, não conseguia entender a vida também. Os anos se desenrolaram com promessas quebradas, aniversários esquecidos e natais passados olhando para a porta. Com o passar do tempo, o molde se acomodou e o concreto endureceu. Sentimentos de “passei pela sua casa outro dia para ver meu irmão” &#8211; sem pensar em parar e ver seu filho – passaram a ser recebidos com um fingido encolher de ombros. Isso não me afetaria. Não poderia me afetar. Eu havia amadurecido muito cedo e adultos não precisam da ajuda de seu pai.</p>
<p>E essa mesma dor, frustração e desespero pelo pai, que eu (e tantos como eu) odiava, se apresentou novamente diante dos meus olhos nesse fim de semana.</p>
<h2>Um homem no Corner</h2>
<p>De várias maneiras, a história de Adonis Creed é a história de muitos meninos negros. Apesar da linguagem obscena e de uma cena insinuante, a história é uma imagem pungente de uma ausência predominante. Embora seu pai, o famoso boxeador Apollo Creed, tenha morrido no ringue &#8211; uma ausência mais desculpável que a maioria &#8211; ele ainda havia crescido sem um pai. Por um tempo, ele lutou passando por diversos lares adotivos, até a esposa de Apollo (que não era a mãe biológica de Adonis) o acolher. Mesmo com Apollo morto, Adonis ainda clamava por ele.</p>
<p>Com raiva, endurecido, perdido, ele entra no ringue sozinho para encontrar seu pai, bem como, tentar também encontrar a si mesmo. Mas não há nenhum homem no corner dele. Ninguém para ensiná-lo a jogar um gancho de direita ou um “uppercut” de esquerda, nem como pedir uma garota em namoro ou como lidar com as dificuldades em sua família. O que torna o filme impactante é que Adonis encontra um pai em Rocky Balboa.</p>
<p>Lutando para ser pai de seu próprio filho, após a morte de sua esposa, Rocky se torna um mentor improvável e uma figura paterna para o jovem. Ele o treina, apoia e dá conselhos paternais. Eles têm um relacionamento cativante. Eles lutam verbalmente um com o outro. Ficam bravos e magoados um com o outro. Perdoam. Vão para a luta juntos. Em essência, eles são pai e filho.</p>
<p>O vínculo entre eles é contrastado brilhantemente com o imponente oponente de Creed: Viktor Drago. Nascido no ódio, treinado pelo pai desde criança, ele come, dorme e respira lutando. Viktor é o filho do homem que matou o pai de Creed. Ele foi treinado na esperança de se vingar de Rocky, que derrotou Drago, que custou tudo para a família. Ele é mais arma do que filho. O pai de Drago está presente, mas é cegado pela vingança. O filme é sobre duas famílias, dois relacionamentos de pai e filho e o poder desses relacionamentos para formar ou destruir homens.</p>
<h2>O Credo do Apóstolo</h2>
<p>Crescendo no centro da cidade, minha história não foi uma exceção. Os outros <em>Garotos Perdidos</em> e eu não nos sentávamos em uma roda e conversávamos sobre como nossos pais biológicos não faziam parte de nossas vidas. Isso não fazia parte da nossa cultura. Não ficaríamos incomodados por causa de uns desconhecidos que não queriam problemas estando por perto. Nós éramos mais duros que isso. Não adianta chorar sobre os cacos na calçada.</p>
<p>“Quem é o seu Rocky”? Perguntei a um irmão cristão negro depois que o filme terminou. Ele se demorou um pouco pensando, mas não me deu uma resposta. Com dois filhos, ele não conseguia pensar em uma figura paterna que o guiasse espiritual, emocional e paternalmente. Eu só pude dizer para ele que se tornasse no Rocky que ele nunca teve.</p>
<p>Os homens precisam de um homem no seu corner. Quer sejam biológicos ou não, eles precisam de homens mais velhos, mais sábios e mais experientes para se tornarem o tipo de guerreiro que Deus os chama a ser. E por mais que a falta de um pai biológico seja uma epidemia na comunidade negra, pergunto-me se a igreja pode se orgulhar de muito mais saúde em relação aos nossos rapazes. Estamos treinando os filhos entre nós para se tornarem maridos fortes, fiéis e piedosos, pais, soldados?</p>
<h2>Onde estão os Paulos?</h2>
<p>Onde estão os Paulos que passaram algum tempo orientando os Lucas, os Timóteos, os Titos? Onde os órfãos podem encontrar o pai que nunca tiveram? Quantos homens podem chamar um homem mais jovem de “verdadeiro filho na fé”? (1Tm 1.2; Tt 1.4). As ruas e o mundo estão se alinhando para recrutar nossos homens para outros exércitos. Onde estão nossos generais, comandantes e capitães maduros que Deus preparou para treinar outros para nossa guerra? Muitos de nós estamos contra as cordas, machucados, sangrando, cambaleando, tentando sobreviver neste Round. Nós precisamos de vocês.</p>
<p>Deus certamente é o “Pai dos órfãos” (Sl 68.5), mas ele cuida de seus filhos através de santos atuais e maduros nas igrejas locais. Deus promete dar a todos os filhos adotivos muitos pais quando se tornarem membros do corpo de Cristo (Mc 10.29–30). O apóstolo deu exemplo disso. O credo de Paulo foi escrito na vida de seus filhos. Os jovens de nossas igrejas são nossa coroa diante de Deus (1Ts 2.19). Eles precisam de nós.</p>
<p>Se você não tem um pai espiritual, ore por um. Peça aos homens que se encontrem com você. Peça que eles o orientem na palavra. Peça para passar um tempo com a família deles. Pergunte como administrar um talão de cheques, trocar um pneu, amar sua esposa como Cristo amou a igreja. Se você não tem um filho espiritual, não é tarde demais. Mesmo agora você pode mudar a vida de um jovem e a vida de muitos outros através dele. Confie o que você sabe aos homens fiéis que também ensinarão outros (2Tm 2.2). Encontre um Adonis e seja seu pai.</p>

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	</div>
<section class="vc_cta3-container"><div class="vc_general vc_cta3 vc_cta3-style-classic vc_cta3-shape-rounded vc_cta3-align-left vc_cta3-color-classic vc_cta3-icon-size-md vc_custom_1576870478106"><div class="vc_cta3_content-container"><div class="vc_cta3-content"><header class="vc_cta3-content-header"><h2>Homens de verdade</h2><h4>O chamado de Deus para masculinidade</h4></header><p><img class="size-medium wp-image-50892 alignleft" src="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/10/35-HOMENS-DE-VERDADE-FRENTE.jpg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/10/35-HOMENS-DE-VERDADE-FRENTE.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/10/35-HOMENS-DE-VERDADE-FRENTE.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/10/35-HOMENS-DE-VERDADE-FRENTE.jpg?resize=1000%2C1500&amp;ssl=1 1000w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/10/35-HOMENS-DE-VERDADE-FRENTE.jpg?resize=610%2C915&amp;ssl=1 610w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/10/35-HOMENS-DE-VERDADE-FRENTE.jpg?w=1653&amp;ssl=1 1653w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" data-recalc-dims="1" />Neste livro, Richard D. Phillips corta a cortina de fumaça da confusão cultural e destaca o mandato de Deus para os homens. Começando no Jardim do Éden, o autor traz ensinos fundamentais que abrangem todas as áreas da vida e incentiva os homens a trilharem uma jornada de arrependimento e renovação em direção à masculinidade bíblica.</p>
<p><a class="btn btn-default btn-md" href="https://fiel.in/2ZbAD2D">Confira</a></p>
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</div></div></div></section><div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: Greg Morse. © Desiring God Foundation. Website: <a href="http://www.desiringgod.org/languages/portuguese" target="_blank" rel="noopener noreferrer">desiringGod.org</a>. Traduzido com permissão. Fonte: <a href="https://www.desiringgod.org/articles/no-man-in-their-corner">No Man in Their Corner</a>.</p>
<p>Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/nenhum-homem-no-seu-corner/">Nenhum homem no seu corner</a>. © Ministério Fiel. Website: <a href="http://www.ministeriofiel.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">MinisterioFiel.com.br</a>. Todos os direitos reservados. Tradução: Paulo Reiss Junior. Revisão: Filipe Castelo Branco.</p>
</div></div></div></div></div>
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		<title>O princípio da dignidade da pessoa humana é fruto do cristianismo</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 19:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Thiago Rafael Vieira]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bioética e Dignidade Humana]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Religioso]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="856" height="394" src="https://voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-princípio-da-dignidade-da-pessoa-humana-é-fruto-do-cristianismo.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-princípio-da-dignidade-da-pessoa-humana-é-fruto-do-cristianismo.jpg?w=856&amp;ssl=1 856w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-princípio-da-dignidade-da-pessoa-humana-é-fruto-do-cristianismo.jpg?resize=300%2C138&amp;ssl=1 300w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-princípio-da-dignidade-da-pessoa-humana-é-fruto-do-cristianismo.jpg?resize=768%2C353&amp;ssl=1 768w, https://i1.wp.com/voltemosaoevangelho.com/blog/wp-content/uploads/2019/12/O-princípio-da-dignidade-da-pessoa-humana-é-fruto-do-cristianismo.jpg?resize=610%2C281&amp;ssl=1 610w" sizes="(max-width: 856px) 100vw, 856px" /></div>
<p>A consciência sobre a imagem de Deus na humanidade é a noção primária de dignidade da pessoa humana.</p>
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			<p>Você sabe quais sãos as principais funções de uma Constituição? Uma das principais atribuições de qualquer texto constitucional é organizar o funcionamento do Estado, estabelecendo seus elementos primários. Nas palavras de José Afonso da Silva, Direito Constitucional é: “[&#8230;] <em>o ramo do Direito Público que expõe, interpreta e sistematiza os princípios e normas fundamentais do Estado. Como esses princípios e normas fundamentais do Estado compõem o conteúdo das constituições (Direito Constitucional Objetivo)</em> [&#8230;]”<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>.</p>
<p>Na Constituição encontramos direitos e garantias fundamentais que demonstram as ambições de um povo. Geralmente, são princípios essenciais e universais, também consolidados em documentos internacionais<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>, a exemplo do sentimento religioso, que é uma expressão contida no inciso III do art. 1º da CRFB/88, a saber, a dignidade da pessoa humana. Interessante notar que as premissas da dignidade humana, estão na confessionalidade cristã – justificativa importante do teísmo de qualquer Estado Constitucional que tem a dignidade da pessoa humana como um de seus principais fundamentos.</p>
<p>A influência cristã na construção da civilização ocidental também informou a constituinte brasileira, resultando na promulgação de nosso atual texto magno, basta ver seu preâmbulo e toda sua formulação, como, por exemplo, o espírito por detrás da ordem econômica e financeira prevista no artigo 170 e seguintes. É, a partir da ética cristã, que possui o fim em si mesma, que entenderemos o elemento moral de Deus para os homens, fato este que influencia também a legislação civil e criminal. Conforme preleciona o professor Franklin Ferreira: “<em>Na Escritura aprende-se que não se pode confiar na natureza humana. Esta é a razão pela qual a autoridade civil deve respeitar tanto a liberdade (por causa da imagem de Deus na humanidade) quanto a justiça (por causa da degradação da humanidade)</em>.”<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a></p>
<p>A consciência sobre a imagem de Deus na humanidade é a noção primária de dignidade da pessoa humana. Reconhecer essa verdade equivale à honestidade filosófica, ou seja, mesmo os não crentes vão perceber que a confessionalidade cristã tem um poder de influência estarrecedor.</p>
<p>A religião cristã, por exemplo, tem um peso importante na formação do nosso sistema filosófico e jurídico [&#8230;]. Noções como as de pessoa e estado laico, tão importantes para essa discussão, entraram no vocabulário filosófico e jurídico inspiradas pela tradição teológica cristã. Goste ou não do cristianismo, trata-se de um patrimônio filosófico e jurídico impossível de se contornar.<a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a></p>
<p>Antes de tratar sobre a obediência às autoridades, o apóstolo Paulo recomenda virtudes que demonstram a natureza do Cristianismo, e sua busca pela boa convivência entre as pessoas de uma comunidade: “O amor seja sem hipocrisia, detestai o mal, apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. [&#8230;]” (Romanos 12: 9-10). Os intelectuais da tradição cristã, que mantiveram suas vidas à dedicação exclusiva aos estudos das Sagradas Escrituras, ensinavam sobre a preocupação cristã em um governo que cumprisse sua missão corretamente, e, a promoção governamental da vida com dignidade, reflete a vontade de Deus para os homens.</p>
<p>Não há liberdade que, ao colidir com a dignidade humana, resista, porque é a dignidade da pessoa humana que possui o condão de tornar um axioma em liberdade. Não se trata de pesar qual a liberdade é mais importante ou maior, se a de expressão ou religiosa. As duas liberdades, como todas as demais, existem para SERVIR. Servir o preceito fundamental da Dignidade da Pessoa Humana. Aquela que não a serve, ou pior, a ofende, não esta cumprindo seu propósito, em claro desvirtuamento. A dignidade da pessoa humana é base de todos os direitos, funda-se no próprio direito natural.<a href="#_ftn5" name="_ftnref5">[5]</a></p>
<p>Gênesis 1:27 – “E criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou, homem e mulher os criou”, eis o versículo chave da dignidade da pessoa humana!  Já que somos a criação que espelha Deus neste mundo, devemos seguir as determinações que Cristo nos deixa por meio do conjunto chamado ética cristã! Não somos um indivíduo “solto” no mundo, para uma pessoa humana com um propósito a cumprir. O micro (pessoa humana) com função no macro (mundo), conforme a piedade cósmica (no dizer da filosofia grega) ou, melhor, conforme a Divina Providência.</p>
<p>Perceba: a lei moral de Deus, representa sua vontade para os homens nos dias de hoje, e tal conjunto de normas morais inspiram nosso Estado Constitucional e o texto de 1988, assim, concluímos, aonde está a origem de boas leis. Cristianismo,  simplesmente.</p>
<hr />
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> DA SILVA, José Afonso. Curso de Direito Constitucional Positivo. 25º Edição. São Paulo: Malheiros Editores LTDA, 2005. p. 34.</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> A reflexão jurídica do não embaraço ao sentimento religioso que permeou o pensamento republicano brasileiro do século XIX, na verdade, advém da Declaração de Direitos da Virginia, proclamada em Williamsburg no dia 12 de junho de 1776, que já bradava este princípio como fundamental para a constituição de uma sociedade democrática, justa e igualitária, com exercício pleno [&#8230;] Veja mais em: VIEIRA, Thiago Rafael e REGINA, Jean Marques. Direito Religioso – questões práticas e teóricas. 2ª Edição. Porto Alegre: Concórdia, 2019. p. 181</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> FERREIRA, Franklin. Teologia Sistemática: uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. São Paulo: Vida Nova, 2007. p. 465.</p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> RAZZO, Francisco. Contra o aborto. 1 ed. Rio de Janeiro: Record, 2017. p. 46.</p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> VIEIRA, Thiago Rafael e REGINA, Jean Marques. Direito Religioso – questões práticas e teóricas. 2ª Edição. Porto Alegre: Concórdia, 2019. p. 107.</p>

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<div class="vc_message_box vc_message_box-outline vc_message_box-square vc_color-alert-danger creditos_box" ><div class="vc_message_box-icon"><i class="vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation"></i></div><p>Por: TR Vieira &amp; Jean Regina. © Voltemos ao Evangelho. Website: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/">voltemosaoevangelho.com</a>. Todos os direitos reservados. Original: <a href="https://voltemosaoevangelho.com/blog/2019/12/o-principio-da-dignidade-da-pessoa-humana-e-fruto-do-cristianismo/">O princípio da dignidade da pessoa humana é fruto do cristianismo</a>.</p>
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