{"id":40256,"date":"2017-09-25T10:45:00","date_gmt":"2017-09-25T13:45:00","guid":{"rendered":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?page_id=40256"},"modified":"2017-09-25T11:21:44","modified_gmt":"2017-09-25T14:21:44","slug":"justificacao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/justificacao\/","title":{"rendered":"Justifica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/rom3_pelafe-full.png?resize=1500%2C989\" alt=\"\" \/><\/h2>\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>\n<hr class=\"bs-divider full large dashed-line\" \/>\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Exposi\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 10px; height: 10px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>[\/vc_column_text][vc_video link=&#8221;https:\/\/vimeo.com\/23717004&#8243;][vc_column_text]<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>\n<hr class=\"bs-divider full large dashed-line\" \/>\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Justifica\u00e7\u00e3o pela F\u00e9 Somente &#8211; por R. C. Sproul<\/h2>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #808080;\"><em>Extra\u00eddo do livro Todos Somos Te\u00f3logos (Editora Fiel, 2017). Usado com permiss\u00e3o.<\/em><\/span><\/p>\n<p>A doutrina da justifica\u00e7\u00e3o tem causado grande controv\u00e9rsia na hist\u00f3ria do cristianismo. Provocou a Reforma Protestante, quando os reformadores tomaram sua posi\u00e7\u00e3o em favor de <em>sola fide <\/em>ou a justifica\u00e7\u00e3o somente pela f\u00e9. Martinho Lutero afirmava que a doutrina da justifica\u00e7\u00e3o somente pela f\u00e9 \u00e9 o artigo do qual dependem a prosperidade ou a ru\u00edna da igreja, e Jo\u00e3o Calvino concordava com ele. Eles tinham opini\u00f5es firmes sobre esta doutrina porque entendiam, com base na Escritura, que nada menos do que o pr\u00f3prio evangelho est\u00e1 em jogo quando a justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 debatida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A doutrina da justifica\u00e7\u00e3o diz respeito \u00e0 situa\u00e7\u00e3o mais grave de seres humanos ca\u00eddos \u2013 sua exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 justi\u00e7a de Deus. Deus \u00e9 justo, mas n\u00f3s n\u00e3o somos. Como Davi orou: \u201cSe observares, Senhor, iniquidades, quem, Senhor, subsistir\u00e1?\u201d (Sl 130.3). \u00c9 \u00f3bvio que esta \u00e9 uma pergunta ret\u00f3rica; ningu\u00e9m pode resistir ao escrut\u00ednio divino. Se Deus tomasse a sua r\u00e9gua de justi\u00e7a e a usasse para avaliar a nossa vida, perecer\u00edamos, porque n\u00e3o somos justos. A maioria de n\u00f3s pensamos que, se nos empenharmos para ser pessoas boas, isso ser\u00e1 suficiente quando comparecermos diante do julgamento de Deus. O grande mito da cultura popular, que entrou na igreja, \u00e9 que pessoas podem <em>ganhar por m\u00e9rito <\/em>o favor de Deus, embora a Escritura afirme claramente que, por obras da lei, ningu\u00e9m ser\u00e1 justificado (Gl 2.16). Somos devedores que n\u00e3o podem pagar sua d\u00edvida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 por essa raz\u00e3o que o evangelho \u00e9 chamado \u201cboas novas\u201d. Como Paulo escreveu sobre o evangelho: \u201cN\u00e3o me envergonho do evangelho, porque \u00e9 o poder de Deus para a salva\u00e7\u00e3o de todo aquele que cr\u00ea, primeiro do judeu e tamb\u00e9m do grego; visto que a justi\u00e7a de Deus se revela no evangelho, de f\u00e9 em f\u00e9, como est\u00e1 escrito: O justo viver\u00e1 por f\u00e9\u201d (Rm 1.16-17). Em \u00faltima an\u00e1lise, a justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um pronunciamento legal feito por Deus. Em outras palavras, a justifica\u00e7\u00e3o s\u00f3 pode ocorrer quando Deus, que \u00e9 ele mesmo justo, se torna o justificador por decretar que algu\u00e9m \u00e9 justo aos olhos dele.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">SIMUL IUSTIS ET PECCATOR<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">O debate no s\u00e9culo XVI se focalizou em se Deus espera que pessoas se tornem justas antes de declar\u00e1-las justas, ou se ele as declara justas aos seus olhos enquanto ainda s\u00e3o pecadores. Lutero prop\u00f4s uma f\u00f3rmula que tem sobrevivido desde o tempo do debate. Ele disse que somos <em>simul iustus et peccator<\/em>, que significa \u201cao mesmo tempo justo e pecador\u201d. Lutero estava dizendo que uma pessoa justificada \u00e9 simultaneamente justa e pecadora. Somos justos por virtude da obra de Cristo, mas ainda n\u00e3o fomos aperfei\u00e7oados, por isso, ainda pecamos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja Cat\u00f3lica Romana argumenta que o ensino de Lutero era uma fic\u00e7\u00e3o legal. Os te\u00f3logos cat\u00f3licos romanos perguntam: como Deus pode declarar pessoas justas quando ainda s\u00e3o pecadoras? Isso seria indigno de Deus. Em lugar disso, Roma argumenta em favor do que \u00e9 chamado \u201cjustifica\u00e7\u00e3o anal\u00edtica\u201d. Eles concordam em que a justifica\u00e7\u00e3o acontece quando Deus declara algu\u00e9m justo. No entanto, para Roma, Deus n\u00e3o declarar\u00e1 uma pessoa justa enquanto essa pessoa n\u00e3o for, de fato, justa. Os protestantes respondem dizendo que n\u00e3o h\u00e1 nada de ficcional quando Deus declara uma pessoa justa. Essa pessoa \u00e9 justa aos olhos de Deus por virtude da obra real de Jesus Cristo, que n\u00e3o \u00e9 ficcional.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">A CAUSA INSTRUMENTAL<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dizemos que a justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 somente pela f\u00e9, e a palavra <em>pela <\/em>nesta senten\u00e7a era parte da controv\u00e9rsia do s\u00e9culo XVI. <em>Pela <\/em>se refere ao meio pelo qual algo chega a acontecer. Portanto, a controv\u00e9rsia dizia respeito \u00e0 causa instrumental da justifica\u00e7\u00e3o. Hoje n\u00e3o falamos muito sobre causas instrumentais. De fato, essa linguagem remonta \u00e0 Gr\u00e9cia antiga, ao tempo em que o fil\u00f3sofo Arist\u00f3teles fez distin\u00e7\u00e3o entre v\u00e1rios tipos de causas: material, formal, final, eficiente e instrumental. Como ilustra\u00e7\u00e3o, Arist\u00f3teles usava a cria\u00e7\u00e3o de uma est\u00e1tua por um escultor. O escultor molda o seu bloco de pedra. A causa material para a est\u00e1tua \u00e9 a mat\u00e9ria da qual a escultura \u00e9 produzida, a pr\u00f3pria pedra. A causa instrumental, o meio pelo qual o r\u00fastico bloco de pedra \u00e9 transformado numa est\u00e1tua magn\u00edfica, \u00e9 o martelo e o cinzel. Esta foi a linguagem usada no debate do s\u00e9culo XVI.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">INFUS\u00c3O OU IMPUTA\u00c7\u00c3O<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja Cat\u00f3lica Romana dizia que a causa instrumental da justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 o sacramento do batismo. O batismo confere sacramentalmente ao recipiente a gra\u00e7a da justifica\u00e7\u00e3o; em outras palavras, a justi\u00e7a de Cristo \u00e9 derramada na alma daquele que recebe o batismo. Esse derramamento de gra\u00e7a na alma \u00e9 chamado \u201cinfus\u00e3o\u201d. Portanto, Roma n\u00e3o cr\u00ea que pessoas s\u00e3o justificadas sem a gra\u00e7a ou a f\u00e9, mas que a justifica\u00e7\u00e3o vem como resultado de uma infus\u00e3o de gra\u00e7a pela qual a justi\u00e7a humana se torna poss\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, disse Roma, para que as pessoas se tornem justas, elas t\u00eam de cooperar com a gra\u00e7a infundida. T\u00eam de concordar com essa gra\u00e7a em tal grau que a justi\u00e7a seja alcan\u00e7ada. Enquanto as pessoas se guardarem de cometer pecados mortais, permanecem num estado de justificadas. Entretanto, de acordo com Roma, o pecado mortal \u00e9 t\u00e3o mau que destr\u00f3i a gra\u00e7a justificadora que a alma possui. Portanto, aqueles que cometem um pecado mortal perdem a gra\u00e7a da justifica\u00e7\u00e3o. Mas nem tudo est\u00e1 perdido. Um pecador pode ser restaurado ao estado de justifica\u00e7\u00e3o por meio do sacramento de penit\u00eancia, que a Igreja de Roma define como a segunda t\u00e1bua de justifica\u00e7\u00e3o para aqueles que fizeram um \u201cnaufr\u00e1gio\u201d de sua f\u00e9. Essa \u00e9 a raz\u00e3o por que pessoas v\u00e3o \u00e0 confiss\u00e3o, que \u00e9 parte do sacramento de penit\u00eancia. Quando uma pessoa confessa seus pecados, ela recebe absolvi\u00e7\u00e3o, depois da qual tem de realizar obras de satisfa\u00e7\u00e3o que ganham o que Roma chama de \u201cm\u00e9rito congruente\u201d. Obras de m\u00e9rito congruente s\u00e3o integrais ao sacramento de penit\u00eancia, porque estas obras de satisfa\u00e7\u00e3o tornam apropriado, ou congruente, que Deus restaure o pecador ao estado de gra\u00e7a. Assim, Roma tem realmente duas causas instrumentais de justifica\u00e7\u00e3o: o batismo e a penit\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em oposi\u00e7\u00e3o a este ponto de vista, os reformadores protestantes argumentaram que a \u00fanica causa instrumental da justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 a f\u00e9. Logo que pessoas abra\u00e7am a Cristo pela f\u00e9, o m\u00e9rito de Cristo \u00e9 transferido para elas. Enquanto Roma sustenta a justifica\u00e7\u00e3o por infus\u00e3o, os protestantes sustentam a justifica\u00e7\u00e3o por imputa\u00e7\u00e3o. A Igreja Cat\u00f3lica Romana diz que Deus declara algu\u00e9m justo somente por virtude de sua coopera\u00e7\u00e3o com a gra\u00e7a infundida de Cristo. Para os protestantes, a base da justifica\u00e7\u00e3o permanece exclusivamente na justi\u00e7a de Cristo \u2013 n\u00e3o a justi\u00e7a de Cristo <em>em <\/em>n\u00f3s, mas a justi\u00e7a de Cristo <em>por <\/em>n\u00f3s, a justi\u00e7a que Cristo realizou em sua obedi\u00eancia perfeita \u00e0 lei de Deus. Esta justi\u00e7a, a primeira parte da base da justifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 aplicada a todos os que colocam sua confian\u00e7a em Cristo. A outra parte da base da justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 a perfeita satisfa\u00e7\u00e3o de Cristo \u00e0s san\u00e7\u00f5es negativas da lei em sua morte sacrificial, na cruz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto significa que somos salvos n\u00e3o somente pela morte de Jesus, mas tamb\u00e9m por sua vida. Uma dupla transfer\u00eancia acontece, uma dupla imputa\u00e7\u00e3o. Como o Cordeiro de Deus, Cristo foi \u00e0 cruz e sofreu a ira de Deus, mas n\u00e3o por qualquer pecado que Deus achou nele. Cristo tomou voluntariamente sobre si mesmo os nossos pecados. Ele se tornou o carregador de pecados quando Deus, o Pai, transferiu ou atribuiu nossos pecados a ele. Isso \u00e9 imputa\u00e7\u00e3o \u2013 uma transfer\u00eancia legal. Cristo assumiu nossa culpa em sua pr\u00f3pria pessoa. Nossa culpa foi imputada a Cristo. A outra transfer\u00eancia acontece quando Deus imputa a n\u00f3s a justi\u00e7a de Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando Lutero dizia que a justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 somente pela f\u00e9, queria dizer que a justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 somente <em>por meio de Cristo<\/em>, por meio do que ele realizou para satisfazer as exig\u00eancias da justi\u00e7a de Deus. A imputa\u00e7\u00e3o envolve a transfer\u00eancia da justi\u00e7a de outra pessoa. A infus\u00e3o envolve uma implanta\u00e7\u00e3o de justi\u00e7a que \u00e9 inerente ou existe em n\u00f3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Portanto, a causa instrumental da justifica\u00e7\u00e3o, de acordo com Roma, s\u00e3o os sacramentos de batismo e de penit\u00eancia. E, para os protestantes, a causa instrumental da justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 a f\u00e9 sozinha. Al\u00e9m disso, o ponto de vista cat\u00f3lico romano sobre a justifica\u00e7\u00e3o se fundamenta em infus\u00e3o, mas o ponto de vista protestante se fundamenta em imputa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">ANAL\u00cdTICO OU SINT\u00c9TICO<\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra diferen\u00e7a \u00e9 que o ponto de vista cat\u00f3lico romano quanto \u00e0 justifica\u00e7\u00e3o \u00e9 anal\u00edtico, enquanto o ponto de vista da Reforma \u00e9 sint\u00e9tico. Uma afirma\u00e7\u00e3o anal\u00edtica \u00e9 uma afirma\u00e7\u00e3o que \u00e9 verdadeira por defini\u00e7\u00e3o. Por exemplo, \u201cum solteiro \u00e9 um homem n\u00e3o casado\u201d. O predicado \u201chomem n\u00e3o casado\u201d n\u00e3o acrescenta nenhuma informa\u00e7\u00e3o nova sobre o sujeito da frase, \u201cum solteiro\u201d, por isso a afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 verdadeira por defini\u00e7\u00e3o. No entanto, se dizemos: \u201cO solteiro \u00e9 um homem rico\u201d, dissemos ou predicamos algo sobre o solteiro que n\u00e3o se acha no sujeito, porque nem todos os solteiros s\u00e3o ricos. Nesse caso, temos uma afirma\u00e7\u00e3o sint\u00e9tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja Cat\u00f3lica Romana diz que Deus n\u00e3o declara pessoas justas, enquanto elas n\u00e3o <em>s\u00e3o <\/em>justas. Os protestantes dizem que pessoas s\u00e3o justas sinteticamente, porque algo \u00e9 acrescentado a elas, a justi\u00e7a de Cristo. Portanto, para os cat\u00f3licos, a justi\u00e7a tem de ser <em>inerente<\/em>, enquanto para os protestantes a justi\u00e7a \u00e9 <em>extra nos<\/em>, ou seja, \u201cfora de n\u00f3s\u201d. Falando corretamente, a justi\u00e7a n\u00e3o \u00e9 nossa pr\u00f3pria. \u00c9 contada como nossa apenas quando abra\u00e7amos a Cristo pela f\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As maravilhosas boas novas do evangelho \u00e9 que n\u00e3o temos de esperar at\u00e9 que tenhamos sido purificados de todas as impurezas no purgat\u00f3rio. No momento em que colocamos nossa confian\u00e7a em Jesus Cristo, tudo que ele \u00e9 e tudo que ele possui se tornam nosso; e somos transportados imediatamente para um estado de reconcilia\u00e7\u00e3o com Deus<\/p>\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><hr class=\"bs-divider full large dashed-line\" \/><\/p>\n<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Material Complementar<\/h2>\n<ul>\n<li class=\"entry-title\" style=\"text-align: justify;\">Artigo: <a title=\"Se eu morrer sem confessar um pecado vou para o inferno?\" href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/08\/se-eu-morrer-sem-confessar-um-pecado-vou-para-o-inferno\/\" target=\"_blank\" rel=\"bookmark noopener\">Se eu morrer sem confessar um pecado vou para o inferno?<\/a><\/li>\n<li class=\"entry-title\" style=\"text-align: justify;\">Artigo: <a title=\"Crist\u00e3os t\u00eam que continuar confessando seus pecados?\" href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/08\/cristaos-tem-que-continuar-confessando-seus-pecados\/\" target=\"_blank\" rel=\"bookmark noopener\">Crist\u00e3os t\u00eam que continuar confessando seus pecados?<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Artigo: <a href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2014\/11\/os-crentes-devem-sentir-se-culpados-o-tempo-todo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Os Crentes Devem Sentir-se Culpados o Tempo Todo?<\/a><\/li>\n<li class=\"entry-title\" style=\"text-align: justify;\">V\u00eddeo: <a title=\"Justifica\u00e7\u00e3o: a diferen\u00e7a entre o conceito Protestante do Cat\u00f3lico Romano (R. C. Sproul) [O que \u00e9 Teologia Reformada?]\" href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2013\/04\/justificacao-a-diferenca-entre-o-conceito-protestante-do-catolico-romano-r-c-sproul-o-que-e-teologia-reformada\/\" target=\"_blank\" rel=\"bookmark noopener\">Justifica\u00e7\u00e3o: a diferen\u00e7a entre o conceito Protestante do Cat\u00f3lico Romano<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Prega\u00e7\u00e3o:\u00a0<a title=\"Paul Washer \u2013 As Maiores Palavras das Escrituras (prega\u00e7\u00e3o completa)\" href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2012\/04\/paul-washer-as-maiores-palavras-das-escrituras-pregacao-completa\/\" target=\"_blank\" rel=\"bookmark noopener\">Paul Washer \u2013 As Maiores Palavras das Escrituras (prega\u00e7\u00e3o completa)<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Prega\u00e7\u00f5es: <a href=\"http:\/\/ministeriofiel.com.br\/conferencias\/detalhes\/47\/25a_Conferencia_Fiel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">25\u00aa Confer\u00eancia Fiel &#8211; Justifica\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">Mais: <a href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/assunto\/a-justificacao\/\">Outros materiais sobre justifica\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] Exposi\u00e7\u00e3o [\/vc_column_text][vc_video link=&#8221;https:\/\/vimeo.com\/23717004&#8243;][vc_column_text] Justifica\u00e7\u00e3o pela F\u00e9 Somente &#8211; por R. 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