{"id":21454,"date":"2015-02-02T00:03:44","date_gmt":"2015-02-02T02:03:44","guid":{"rendered":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=21454"},"modified":"2018-11-13T17:46:57","modified_gmt":"2018-11-13T19:46:57","slug":"o-debate-sobre-o-saba-o-descanso-luterano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2015\/02\/o-debate-sobre-o-saba-o-descanso-luterano\/","title":{"rendered":"O debate sobre o sab\u00e1: o descanso luterano"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De in\u00edcio, eu tenho de reconhecer que as quest\u00f5es de quando e como se deve observar o sab\u00e1 n\u00e3o t\u00eam despertado muita aten\u00e7\u00e3o dos luteranos ao longo dos anos. At\u00e9 o presente, os luteranos s\u00e3o em grande parte guiados pelo modo como Martinho Lutero, o reformador protestante do s\u00e9culo XVI, interpretou o mandamento do sab\u00e1 em seus Catecismos Breve e Maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Breve Catecismo, Lutero traduz o texto b\u00edblico assim: \u201cSantificar\u00e1s o dia do descanso\u201d (para os textos dos catecismos de Lutero, ver o<em>Livro de conc\u00f3rdia: as confiss\u00f5es da igreja evang\u00e9lica luterana<\/em> [N.T.: publicado em portugu\u00eas pela Editora Sinodal em conjunto com a Editora Conc\u00f3rdia e a Editora da Ulbra]). Como voc\u00ea pode ver, ele aparece um pouco diferente de como talvez estejamos acostumados a ler. A fim de melhor compreender a vis\u00e3o luterana do dia do sab\u00e1, precisamos considerar tanto a sua hist\u00f3ria como o seu entendimento atual.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O evangelho e o sab\u00e1<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Toda tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 moldada pela era formativa na qual emergiu. Isso tamb\u00e9m \u00e9 verdade quanto ao luteranismo. Quando Lutero redescobriu o evangelho, ele arrancou, uma por uma, as camadas encrustadas de regula\u00e7\u00f5es legalistas que obrigavam os crist\u00e3os a alcan\u00e7arem a sua justi\u00e7a por seus pr\u00f3prios m\u00e9ritos. Do s\u00e9culo XVI em diante, a preocupa\u00e7\u00e3o central e primordial dos luteranos era, como \u00e9, o evangelho de Jesus Cristo. Este evangelho anuncia que Deus nos considera justos, pela gra\u00e7a, em virtude de Jesus Cristo, pela f\u00e9 somente. Este evangelho d\u00e1 toda a gl\u00f3ria a Cristo e traz pleno conforto aos pecadores aflitos. A fim de preservar a hist\u00f3ria do evangelho enquanto hist\u00f3ria do evangelho, os luteranos foram, e continuam a ser, vigilantes em se opor a qualquer coisa que possa apontar na dire\u00e7\u00e3o do legalismo e de uma justi\u00e7a merit\u00f3ria, na medida que essas coisas solapam o evangelho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, Lutero traduziu o mandamento do sab\u00e1 de modo a rejeitar as interpreta\u00e7\u00f5es legalistas que eram t\u00e3o comuns em seu tempo. Inicialmente, ele teve de lutar com o legalismo, encontrado na igreja medieval, concernente a diversas regula\u00e7\u00f5es que a igreja estabelecera sobre como o dia deveria ser observado. Depois, ele tamb\u00e9m reputou necess\u00e1rio rejeitar as tentativas de restabelecer o sab\u00e1 do s\u00e9timo dia como algo \u201clegalmente\u201d obrigat\u00f3rio aos crist\u00e3os na era do Novo Testamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os paralelos entre o legalismo que Jesus encontrou entre os l\u00edderes religiosos de seu tempo e aquele que Lutero encontrou em seus dias s\u00e3o claros. Em v\u00e1rias ocasi\u00f5es, os evangelhos relatam como Jesus resistiu \u00e0s exig\u00eancias quanto ao sab\u00e1 feitas por seus oponentes. O sab\u00e1 foi feito para o homem, n\u00e3o o homem para o sab\u00e1. \u201cDe sorte que o Filho do Homem \u00e9 senhor tamb\u00e9m do s\u00e1bado\u201d (Marcos 2.23-28). Em outro lugar, Jesus acrescentou que ele e o seu pai continuavam a trabalhar at\u00e9 aquele dia (Jo\u00e3o 5.10-17). Paulo desenvolve esse ponto ao sustentar que Jesus \u00e9 o cumprimento da lei da antiga alian\u00e7a e, assim, o fim dessa lei (Romanos 10.4).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra passagem central para o entendimento luterano acerca da aplicabilidade continuada das exig\u00eancias do Antigo Testamento \u00e9 Colossenses 2.16-23:<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Ningu\u00e9m, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou s\u00e1bados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; por\u00e9m o corpo \u00e9 de Cristo. [&#8230;] Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se viv\u00easseis no mundo, vos sujeitais a ordenan\u00e7as: n\u00e3o manuseies isto, n\u00e3o proves aquilo, n\u00e3o toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito, t\u00eam apar\u00eancia de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de rigor asc\u00e9tico; todavia, n\u00e3o t\u00eam valor algum contra a sensualidade.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso significa que nenhuma das leis da antiga alian\u00e7a dadas distintamente a Israel s\u00e3o obrigat\u00f3rias aos crist\u00e3os. Os luteranos creem que as leis da antiga alian\u00e7a permanecem v\u00e1lidas para os crist\u00e3os na medida que elas concordem com a lei natural, isto \u00e9, estejam entrela\u00e7adas no tecido da cria\u00e7\u00e3o e escritas em nossos cora\u00e7\u00f5es (para uma boa introdu\u00e7\u00e3o a este assunto, ver J. Budziszewski, <em>Written on the heart: the case for natural law<\/em> [Downers Grove, Illinois, EUA: IVP Academic, 1997] [N.T.: <em>Escrita no cora\u00e7\u00e3o: em defesa da lei natural<\/em>, sem tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas]). Todas as outras podem ser apropriadas na medida que sejam \u00fateis e sirvam a um bom prop\u00f3sito, mas n\u00e3o podem ser tidas por obrigat\u00f3rias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A vers\u00e3o de Lutero<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contra esse pano de fundo, podemos considerar as explica\u00e7\u00f5es de Lutero acerca do mandamento do sab\u00e1 tal como encontrado em \u00caxodo 20.9-11. O texto completo diz o seguinte:<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Seis dias trabalhar\u00e1s e far\u00e1s toda a tua obra. Mas o s\u00e9timo dia \u00e9 o s\u00e1bado do SENHOR, teu Deus; n\u00e3o far\u00e1s nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os c\u00e9us e a terra, o mar e tudo o que neles h\u00e1 e, ao s\u00e9timo dia, descansou; por isso, o SENHOR aben\u00e7oou o dia de s\u00e1bado e o santificou.<\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lutero encontrou a sua pista para a interpreta\u00e7\u00e3o no vers\u00edculo 11. Ao faz\u00ea-lo, ele concentrou-se no \u201cdescanso\u201d e na palavra divina de \u201cben\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Primeiro, Lutero traduz a palavra <em>sabbath<\/em> como \u201cdia do descanso\u201d. Deus descansou e \u201ctomou alento\u201d no s\u00e9timo dia (\u00caxodo 31.17). A igreja medieval havia frequentemente interpretado <em>sabbath<\/em> com o significado de \u201cdias de festa\u201d ou \u201cdias santos\u201d. Esses eram os dias designados pela igreja como dias santos ou separados para especial observ\u00e2ncia. Obviamente, isso inclu\u00eda os domingos, mas n\u00e3o exclusivamente. Ent\u00e3o, uma s\u00e9rie de regula\u00e7\u00f5es era imposta, as quais tornavam a observ\u00e2ncia do mandamento mais um fardo do que uma b\u00ean\u00e7\u00e3o. Em um serm\u00e3o pregado em dezembro de 1528, Lutero observou que os homens e os animais necessitam, igualmente, de um tempo para descansarem e tomarem alento. Uma pessoa n\u00e3o pode trabalhar 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, sem parar. O <em>fato<\/em> de se descansar \u00e9 mais importante do que <em>quando<\/em> se descansa. Ent\u00e3o, se n\u00e3o pode ser no domingo, ent\u00e3o descanse em algum outro dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo, como algu\u00e9m santifica (torna santo) o dia do descanso? Aqui Lutero toma o tema de \u00caxodo 20.11, que diz: \u201co SENHOR aben\u00e7oou o dia de s\u00e1bado e o santificou\u201d. Em outras palavras, a palavra de b\u00ean\u00e7\u00e3o proferida por Deus tornou o dia santo. Novamente, isso contrastava com a tend\u00eancia da igreja medieval de considerar santo o espa\u00e7o de uma igreja pelo fato de, abaixo do altar, estarem enterrados os restos mortais de algum santo. Contra esse pano de fundo, Lutero reivindicava que apenas a Palavra de Deus torna todas as coisas santas. A Palavra realiza aquilo que ela diz. Quando Deus diz: \u201chaja luz\u201d, h\u00e1 luz. Quando Deus diz: \u201ceu o perdoo\u201d, voc\u00ea est\u00e1 perdoado. Ent\u00e3o como n\u00f3s tornamos santo o dia de descanso? Atendendo \u00e0 Palavra de Deus. A Palavra tornou o dia santo, assim como nos tornou santos. N\u00e3o se pode fazer nada melhor do que separar algum tempo e ocupar-se com a Palavra de Jesus Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>E hoje?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Toda tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 moldada pela \u00e9poca que deu origem \u00e0 sua hist\u00f3ria e aos seus valores. Isso certamente \u00e9 verdade com respeito \u00e0 minha pr\u00f3pria tradi\u00e7\u00e3o luterana. A redescoberta do evangelho por Lutero e sua desavergonhada rejei\u00e7\u00e3o das amarras do legalismo continua a moldar a abordagem da minha tradi\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 lei e \u00e0s regula\u00e7\u00f5es humanas. H\u00e1 mais a ser dito? Certamente. Em particular, penso que o relato do s\u00e9timo dia da cria\u00e7\u00e3o em G\u00eanesis prov\u00ea algumas proveitosas diretrizes sobre como n\u00f3s pensamos acerca de n\u00f3s mesmos, de nosso lugar na narrativa da cria\u00e7\u00e3o e da renova\u00e7\u00e3o final da cria\u00e7\u00e3o em Jesus Cristo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De v\u00e1rias maneiras, o s\u00e9timo dia marca o t\u00e9rmino e a culmina\u00e7\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o. Todas as coisas conduzem a ele. Deus gostou do que havia feito e se deleitou na cria\u00e7\u00e3o (ver o \u00fatil trabalho de Norman Wirzbs,<em>Living the Sabbath<\/em> [Grand Rapids: Brazos Press, 2006] [N.T.: <em>Vivendo o s\u00e1bado<\/em>, sem tradu\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas]). Ele nos convida, n\u00f3s que fomos feitos \u00e0 sua imagem, a fazermos o mesmo. Como \u00e9 \u00f3bvio, em Ad\u00e3o n\u00f3s bagun\u00e7amos as coisas. Deus prometeu restaurar o seu povo e a sua cria\u00e7\u00e3o. Jesus veio endireitar as coisas. Ele veio reivindicar e restaurar a sua cria\u00e7\u00e3o. Ao morrer, ele suportou a maldi\u00e7\u00e3o. Ao ressuscitar, a nova cria\u00e7\u00e3o irrompeu do meio da primeira cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 de admirar, ent\u00e3o, que a igreja primitiva tenha considerado o domingo \u2013 o dia da ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus \u2013 como o oitavo dia da cria\u00e7\u00e3o. A ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo n\u00e3o deixa para tr\u00e1s a primeira cria\u00e7\u00e3o e, com ela, o s\u00e9timo dia do descanso. Em vez disso, a primeira cria\u00e7\u00e3o e o seu sab\u00e1 s\u00e3o, agora, alcan\u00e7ados na ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo e encontram o seu cumprimento na nova cria\u00e7\u00e3o. Assim como Deus nos convocou a compartilhar do seu deleite sobre a cria\u00e7\u00e3o original, ele agora nos convoca a compartilhar do seu deleite sobre a nova cria\u00e7\u00e3o que se revelar\u00e1, de modo completo e definitivo, quando Cristo retornar em gl\u00f3ria. Naquele dia, n\u00f3s entraremos no eterno descanso sab\u00e1tico (ver Hebreus 4.4-11), no qual haveremos de nos alegrar por tudo o que Deus fez.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse meio tempo, precisamos redescobrir a import\u00e2ncia e o valor do descanso sab\u00e1tico. Temos separado tempo para descansar nosso corpo e nossa mente? Temos separado tempo para nos deleitarmos e satisfazermos na feitura de Deus? Com muita frequ\u00eancia, em nossa sociedade viciada em trabalho, n\u00f3s corremos pela vida cegos para as muitas maravilhas da cria\u00e7\u00e3o divina. Falhamos em observar tudo o que Deus fez. A reden\u00e7\u00e3o nos restaura para Deus, uns para os outros e para a cria\u00e7\u00e3o. O sab\u00e1 nos convida ao deleite em tudo o que Deus fez (a cria\u00e7\u00e3o e a sua renova\u00e7\u00e3o) e, assim, a tomarmos alento.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nota:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] N.E.: Sab\u00e1 \u00e9 a translitera\u00e7\u00e3o em portugu\u00eas do termo em hebraico. Alguns textos usam s\u00e1bado ou sabbath (translitera\u00e7\u00e3o em ingl\u00eas). Optamos por sab\u00e1 por ser um termo em portugu\u00eas e distinto do dia da semana. Contudo, n\u00e3o se deve confundir com a rainha de Sab\u00e1 de 1 Reis 10:4.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text]<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>[dt_vc_list style=&#8221;1&#8243; dividers=&#8221;true&#8221;]Observa\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Este artigo \u00e9 parte da s\u00e9rie &#8220;Sab\u00e1: O Debate Incans\u00e1vel&#8221;, na qual ser\u00e3o publicados artigos defendendo diferentes posi\u00e7\u00f5es para que nosso leitor tenha uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre o assunto. Sendo assim, a postagem de uma posi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica n\u00e3o indica o posicionamento oficial deste minist\u00e9rio. Veja a lista de artigos sobre o assunto:<\/p>\n<ol>\n<li><a href=\"http:\/\/fiel.in\/1y285WP\" target=\"_blank\">O debate sobre o sab\u00e1 (s\u00e1bado ou sabbath)<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/fiel.in\/1u92gaE\" target=\"_blank\">O debate sobre o sab\u00e1: a guarda do s\u00e1bado, o s\u00e9timo dia<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/fiel.in\/1ClFFsw\" target=\"_blank\">O debate sobre o sab\u00e1: o domingo puritano<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/fiel.in\/1CGLVeu\" target=\"_blank\">O debate sobre o sab\u00e1: o descanso luterano<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/fiel.in\/1IgFfsC\" target=\"_blank\">O debate sobre o sab\u00e1: o s\u00e1bado cumprido em Cristo<\/a><\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/fiel.in\/1G72AIr\" target=\"_blank\">O debate sobre o sab\u00e1: descansar em Cristo \u00e9 o principal<\/a><\/li>\n<\/ol>\n<p>[\/dt_vc_list]<div class=\"vc_empty_space\" style=\"line-height: 30px; height: 30px;\"><span class=\"vc_empty_space_inner\"><\/span><\/div>[vc_message color=&#8221;alert-danger&#8221; style=&#8221;square_outlined&#8221; el_class=&#8221;creditos_box&#8221;]<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Por:<\/strong>\u00a0Charles P. Arand.\u00a0\u00a9 2014\u00a0Minsit\u00e9rio Ligonier.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Este artigo faz parte da revista\u00a0Tabletalk.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Tradu\u00e7\u00e3o<\/strong>: Vin\u00edcius Silva Pimentel. <strong>Revis\u00e3o:<\/strong>\u00a0Vin\u00edcius Musselman Pimentel\u00a0\u00a9 2014\u00a0Minist\u00e9rio Fiel. Todos os direitos reservados. Website:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ministeriofiel.com.br\/\" target=\"_blank\">MinisterioFiel.com.br<\/a>. Original: <a href=\"http:\/\/fiel.in\/1HjDV7C\" target=\"_blank\">O Sab\u00e1 Luterano<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a class=\"more-link details\" style=\"color: #fff;\" href=\"http:\/\/fiel.in\/YWG2KH\" target=\"_blank\">Veja mais artigos desta revista<\/a><\/p>\n<p>[\/vc_message][vc_column_text]<\/p>\n<p>I am text block. Click edit button to change this text. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este artigo \u00e9 parte de uma s\u00e9rie de artigos defendendo diferentes posi\u00e7\u00f5es para que nosso leitor tenha uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre o assunto.<\/p>\n","protected":false},"author":371,"featured_media":21458,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[],"tags":[480,224],"class_list":["post-21454","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","tag-ligonier","tag-tabletalk","tema-igreja","tema-ligonier","tema-santificacao-e-crescimento"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O debate sobre o sab\u00e1: o descanso luterano<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Este artigo \u00e9 parte de uma s\u00e9rie de artigos defendendo diferentes posi\u00e7\u00f5es para que nosso leitor tenha uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre o assunto.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2015\/02\/o-debate-sobre-o-saba-o-descanso-luterano\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O debate sobre o sab\u00e1: o descanso luterano\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Este artigo \u00e9 parte de uma s\u00e9rie de artigos defendendo diferentes posi\u00e7\u00f5es para que nosso leitor tenha uma compreens\u00e3o mais abrangente sobre o assunto.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2015\/02\/o-debate-sobre-o-saba-o-descanso-luterano\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Voltemos Ao Evangelho\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/facebook.com\/voltemosaoevangelho\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2015-02-02T02:03:44+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2018-11-13T19:46:57+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/02\/Saba-ODescansoLuterano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"890\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"381\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Charles P. 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