{"id":3023,"date":"2011-03-15T01:09:58","date_gmt":"2011-03-15T04:09:58","guid":{"rendered":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=3023"},"modified":"2015-07-07T16:01:32","modified_gmt":"2015-07-07T19:01:32","slug":"catastrofe-no-japao-teologia-relacional-o-relacionamento-que-nao-ajuda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2011\/03\/catastrofe-no-japao-teologia-relacional-o-relacionamento-que-nao-ajuda\/","title":{"rendered":"[Cat\u00e1strofe no Jap\u00e3o] Teologia Relacional: o relacionamento que n\u00e3o ajuda"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/japao3.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3025\" title=\"japao3\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/japao3.jpg?resize=700%2C200\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/japao3.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/03\/japao3.jpg?resize=300%2C85&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #888888;\">veja <\/span>todas as postagens sobre o assunto<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #888888;\">veja <\/span><a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/tsunami-no-pacifico\/index.html\" target=\"_blank\">not\u00edcias sobre o Jap\u00e3o<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em meio a todo desastre e cat\u00e1strofe surge a pergunta: &#8220;Qual a rela\u00e7\u00e3o de Deus com isso?&#8221; A resposta da chamada &#8220;Teologia Relacional&#8221; \u00e9: &#8220;abolutamente nada, mas ele sofre com voc\u00ea&#8221;. Contudo, eles n\u00e3o falam a segunda parte da resposta: &#8220;ele sofre com voc\u00ea, mas n\u00e3o pode fazer nada de concreto para ajud\u00e1-lo, porque ele escolheu n\u00e3o intervir&#8221;. Ou seja, todo seu consolo deve ser que ele sofre com voc\u00ea.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto, al\u00e9m de antib\u00edblico, n\u00e3o ir\u00e1 satisfazer a alma daquele que sofre, pois voc\u00ea n\u00e3o poder\u00e1 dizer com Habacuque:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Porque ainda que a figueira n\u00e3o flores\u00e7a, nem  haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os  campos n\u00e3o produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam  arrebatadas, e nos currais n\u00e3o haja gado; Todavia eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salva\u00e7\u00e3o. O SENHOR Deus \u00e9 a minha for\u00e7a, e far\u00e1 os meus p\u00e9s como os das cervas, e me far\u00e1 andar sobre as minhas alturas. (Habacuque 3:17-19)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, por fim, a consequ\u00eancia l\u00f3gica \u00e9 que a cruz n\u00e3o \u00e9 uma demonstra\u00e7\u00e3o do&#8221;porque Deus amou o mundo de tal maneira&#8221;, mas um mero acaso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dois artigos abaixo lhe dar\u00e3o uma vis\u00e3o melhor do que representa a Teologia Relacional e porque ela n\u00e3o \u00e9 B\u00edblica, nem ir\u00e1 satisfazer sua alma. Que possuamos declarar as duas verdades que as Escrituras declaram, aceitando os gloriosos mist\u00e9rios como eles s\u00e3o apresentados:<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Sobre toda cat\u00e1strofe, Deus \u00e9 Soberano e Deus se compadece!<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<h1><strong>Teologia Relacional: um novo deus no mercado<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #888888;\">por <a href=\"http:\/\/tempora-mores.blogspot.com\/\" target=\"_blank\">Augustus Nicodemus Lopes<\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As ondas gigantes que provocaram a tremenda cat\u00e1strofe na \u00c1sia no final de dezembro de 2004 afetaram tamb\u00e9m os arraiais evang\u00e9licos, levantando perguntas acerca de Deus, seu car\u00e1ter, seu poder, seu conhecimento, seus sentimentos e seu relacionamento com o mundo e as pessoas diante de trag\u00e9dias como aquela. Dentre as diferentes respostas a essas perguntas, uma chama a aten\u00e7\u00e3o pela ousadia de suas afirma\u00e7\u00f5es: Deus sofreu muito com a trag\u00e9dia e certamente n\u00e3o a havia determinado ou previsto; ele simplesmente n\u00e3o p\u00f4de evit\u00e1-la, pois Deus n\u00e3o conhece o futuro, n\u00e3o controla ou guia a hist\u00f3ria, e n\u00e3o tem poder para fazer aquilo que gostaria. Esta \u00e9 a concep\u00e7\u00e3o de Deus defendida por um movimento teol\u00f3gico conhecido como teologia relacional, ou ainda, te\u00edsmo aberto ou teologia da abertura de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A teologia relacional, como movimento, teve in\u00edcio em d\u00e9cadas recentes, embora seus conceitos sejam bem antigos. Ela ganhou popularidade por meio de escritores norte-americanos como Greg Boyd, John Sanders e Clark Pinnock. No Brasil, estas id\u00e9ias t\u00eam sido assimiladas e difundidas por alguns l\u00edderes evang\u00e9licos, \u00e0s vezes de forma aberta e expl\u00edcita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A teologia relacional considera a concep\u00e7\u00e3o tradicional de Deus como inadequada, ultrapassada e insuficiente para explicar a realidade, especialmente cat\u00e1strofes como o tsunami de dezembro de 2004, e se apresenta como uma nova vis\u00e3o sobre Deus e sua maneira de se relacionar com a cria\u00e7\u00e3o. Seus pontos principais podem ser resumidos desta forma:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">1. O atributo mais importante de Deus \u00e9 o amor. Todos os demais est\u00e3o subordinados a este. Isto significa que Deus \u00e9 sens\u00edvel e se comove com os dramas de suas criaturas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">2. Deus n\u00e3o \u00e9 soberano. S\u00f3 pode haver real relacionamento entre Deus e suas criaturas se estas tiverem, de fato, capacidade e liberdade para cooperarem ou contrariarem os des\u00edgnios \u00faltimos de Deus. Deus abriu m\u00e3o de sua soberania para que isto ocorresse. Portanto, ele \u00e9 incapaz de realizar tudo o que deseja, como impedir trag\u00e9dias e erradicar o mal. Contudo, ele acaba se adequando \u00e0s decis\u00f5es humanas e, ao final, vai obter seus objetivos eternos, pois redesenha a hist\u00f3ria de acordo com estas decis\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">3. Deus ignora o futuro, pois ele vive no tempo, e n\u00e3o fora dele. Ele aprende com o passar do tempo. O futuro \u00e9 determinado pela combina\u00e7\u00e3o do que Deus e suas criaturas decidem fazer. Neste sentido, o futuro inexiste, pois os seres humanos s\u00e3o absolutamente livres para decidir o que quiserem e Deus n\u00e3o sabe antecipadamente que decis\u00e3o uma determinada pessoa haver\u00e1 de tomar num determinado momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">4. Deus se arrisca. Ao criar seres racionais livres, Deus estava se arriscando, pois n\u00e3o sabia qual seria a decis\u00e3o dos anjos e de Ad\u00e3o e Eva. E continua a se arriscar diariamente. Deus corre riscos porque ama suas criaturas, respeita a liberdade delas e deseja relacionar-se com elas de forma significativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">5. Deus \u00e9 vulner\u00e1vel. Ele \u00e9 pass\u00edvel de sofrimento e de erros em seus conselhos e orienta\u00e7\u00f5es. Em seu relacionamento com o homem, seus planos podem ser frustrados. Ele se frustra e expressa esta frustra\u00e7\u00e3o quando os seres humanos n\u00e3o fazem o que ele gostaria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; padding-left: 30px;\">6. Deus muda. Ele \u00e9 imut\u00e1vel apenas em sua ess\u00eancia, mas muda de planos e at\u00e9 mesmo se arrepende de decis\u00f5es tomadas. Ele muda de acordo com as decis\u00f5es de suas criaturas, ao reagir a elas. Os textos b\u00edblicos que falam do arrependimento de Deus n\u00e3o devem ser interpretados de forma figurada. Eles expressam o que realmente acontece com Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estes conceitos sobre Deus decorrem da l\u00f3gica adotada pela teologia relacional quanto ao conceito da liberdade plena do homem, que \u00e9 o ponto doutrin\u00e1rio central da sua estrutura, a sua \u201cmenina dos olhos\u201d. De acordo com a teologia relacional, para que o homem tenha realmente pleno livre arb\u00edtrio suas decis\u00f5es n\u00e3o podem sofrer qualquer tipo de influ\u00eancia externa ou interna. Portanto, Deus n\u00e3o pode ter decretado estas decis\u00f5es e nem mesmo t\u00ea-las conhecido antecipadamente. Desta forma, a teologia relacional rejeita n\u00e3o somente o conceito de que Deus preordenou todas as coisas (calvinismo) como tamb\u00e9m o conceito de que Deus sabe todas as coisas antecipadamente (arminianismo tradicional). Neste sentido, o assunto deve ser entendido, n\u00e3o como uma discuss\u00e3o entre calvinistas e arminianos, mas destes dois contra a teologia relacional. V\u00e1rios l\u00edderes calvinistas e arminianos no \u00e2mbito mundial t\u00eam considerado esta vis\u00e3o da teologia relacional como alheia ao cristianismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A teologia relacional traz um forte apelo a alguns evang\u00e9licos, pois diz que Deus est\u00e1 mais pr\u00f3ximo de n\u00f3s e se relaciona mais significativamente conosco do que tem sido apresentado pela teologia tradicional. Segundo os te\u00f3logos relacionais, o cristianismo hist\u00f3rico tem apresentado um Deus impass\u00edvel, que n\u00e3o se sensibiliza com os dramas de suas criaturas. A teologia relacional, por sua vez, pretende apresentar um Deus mais humano, que constr\u00f3i o futuro mediante o relacionamento com suas criaturas. Os seres humanos s\u00e3o, dessa forma, co-participantes com Deus na constru\u00e7\u00e3o do futuro, podendo, na verdade, determin\u00e1-lo por suas atitudes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, a teologia relacional n\u00e3o \u00e9 novidade. Ela tem ra\u00edzes em conceitos antigos de fil\u00f3sofos gregos, no socinianismo (que negava exatamente que Deus conhecia o futuro, pois atos livres n\u00e3o podem ser preditos) e especialmente em ideologias modernas, como a teologia do processo. O que ela tem de novo \u00e9 que virou um movimento teol\u00f3gico composto de escritores e te\u00f3logos que se uniram em torno dos pontos comuns e est\u00e3o dispostos a persuadir a igreja crist\u00e3 a abandonar seu conceito tradicional de Deus e a convenc\u00ea-la que esta \u201cnova\u201d vis\u00e3o de Deus \u00e9 evang\u00e9lica e b\u00edblica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mesmo tendo surgido como uma rea\u00e7\u00e3o a uma poss\u00edvel \u00eanfase exagerada na impassividade e transcend\u00eancia de Deus, a teologia relacional acaba sendo um problema para a igreja evang\u00e9lica, especialmente em seu conceito sobre Deus. Embora os evang\u00e9licos tenham diverg\u00eancias profundas em algumas quest\u00f5es, reformados, arminianos, wesleyanos, pentecostais, tradicionais, neopentecostais e outros, todos concordam, no m\u00ednimo, que Deus conhece todas as coisas, que \u00e9 onipotente e soberano. Entretanto, o Deus da teologia relacional \u00e9 totalmente diferente daquele da teologia crist\u00e3. N\u00e3o se pode afirmar que os adeptos da teologia relacional n\u00e3o s\u00e3o crist\u00e3os, mas que o conceito que eles t\u00eam de Deus \u00e9, no m\u00ednimo, estranho ao cristianismo hist\u00f3rico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao declarar que o atributo mais importante de Deus \u00e9 o amor, a teologia relacional perde o equil\u00edbrio entre as qualidades de Deus apresentadas na B\u00edblia, dentre as quais o amor \u00e9 apenas uma delas. Ao dizer que Deus ignora o futuro, \u00e9 vulner\u00e1vel e mut\u00e1vel, deixa sem explica\u00e7\u00e3o adequada dezenas de passagens b\u00edblicas que falam da soberania, do senhorio, da onipot\u00eancia e da onisci\u00eancia de Deus (Is 46.10a; J\u00f3 28; J\u00f3 42.2; Sl 90; Sl 139; Rm 8.29; Ef 1; Tg 1.17; Ml 3.6; Gn 17.1 etc). Ao dizer que Deus n\u00e3o sabia qual a decis\u00e3o de Ad\u00e3o e Eva no \u00c9den, e que mesmo assim arriscou-se em cri\u00e1-los com livre arb\u00edtrio, a teologia relacional o transforma num ser irrespons\u00e1vel. Ao falar do homem como co-construtor de Deus de um futuro que inexiste, a teologia relacional esquece tudo o que a B\u00edblia ensina sobre a queda e a corrup\u00e7\u00e3o do homem. Ao fim, parece-nos que na tentativa extrema de resguardar a plena liberdade do arb\u00edtrio humano, a teologia relacional est\u00e1 disposta a sacrificar a divindade de Deus. Ao limitar sua soberania e seu pleno conhecimento, entroniza o homem livre, todo-poderoso, no trono do universo, e desta forma, deixa-nos o desespero como \u00fanica alternativa diante das trag\u00e9dias e cat\u00e1strofes deste mundo e o ceticismo como \u00fanica atitude diante da realidade do mal no universo, roubando-nos o final feliz prometido na B\u00edblia. Pois, afinal, poder\u00e1 este Deus ignorante, fraco, mut\u00e1vel, vulner\u00e1vel e limitado cumprir tudo o que prometeu?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com certeza a vis\u00e3o tradicional de Deus adotada pelo cristianismo hist\u00f3rico por s\u00e9culos n\u00e3o \u00e9 capaz de responder exaustivamente a todos os questionamentos sobre o ser e os planos de Deus. Ela pr\u00f3pria \u00e9 a primeira a admitir este ponto. Contudo, \u00e9 prefer\u00edvel permanecer com perguntas n\u00e3o respondidas a aceitar respostas que contrariem conceitos claros das Escrituras. Como j\u00e1 havia declarado J\u00f3 h\u00e1 mil\u00eanios (42.2,3): \u201cBem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem \u00e9 aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que n\u00e3o entendia; cousas maravilhosas demais para mim, coisas que eu n\u00e3o conhecia.\u201d<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte<\/strong>: Revista Ultimato<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;O Deus que n\u00e3o Interv\u00e9m&#8221;<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"color: #888888;\">por<\/span> <a href=\"http:\/\/tempora-mores.blogspot.com\/2010\/01\/o-deus-que-intervem-nao-existe.html\" target=\"_blank\">Mauro Meister<\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Renato Vargens publicou um post sobre o deus do te\u00edsmo aberto: <a href=\"http:\/\/renatovargens.blogspot.com\/2010\/01\/eu-nao-acredito-no-teismo-aberto.html\">Eu n\u00e3o acredito no Deus do te\u00edsmo aberto<\/a>.  \u00c9 uma cr\u00edtica \u00e0 teologia do ingl\u00eas Tom Honey. Como Vargens, tamb\u00e9m n\u00e3o  acredito nesse deus, mas parece que ele est\u00e1 se tornando popular.  Recentemente foi divulgado no Brasil um texto trazendo a express\u00e3o que  &#8220;o Deus que intervem n\u00e3o existe&#8221;, defendendo um Deus que lamenta, se  solidariza, mas n\u00e3o intervem no curso da hist\u00f3ria. Essa \u00e9 mais uma  investida do te\u00edsmo aberto com ares tupiniquins, trazida por pensadores  brasileiros que t\u00eam recebido fama e acolhida em muitas revistas  evang\u00e9licas e circuitos de palestras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O &#8220;Deus que interv\u00e9m&#8221;  (tradu\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de um livro de Francis Schaeffer para o portugu\u00eas \u2013  &#8220;The God Who Is There&#8221;) \u00e9 o Deus da B\u00edblia e s\u00f3 posso supor que o deus  do te\u00edsmo aberto n\u00e3o \u00e9 o Deus da B\u00edblia. Fico pensando que esse deus \u00e9  um outro deus e n\u00e3o o Deus que ao longo da hist\u00f3ria mostrou-se, ao  intervir, o Senhor dela, apesar da vis\u00edvel dor humana que tanto nos  marca. O problema do deus do te\u00edsmo aberto \u00e9 a sua incapacidade de  intervir.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, segundo a  Escritura, a interven\u00e7\u00e3o de Deus, no que podemos conhecer dela, come\u00e7a  na cria\u00e7\u00e3o, ainda que tenha nos amado antes da pr\u00f3pria funda\u00e7\u00e3o do  mundo. A partir de ent\u00e3o, n\u00e3o parou de intervir, seja falando, agindo,  alterando, mudando, fazendo tudo o que condiz com os seus prop\u00f3sitos  eternos. Se a Escritura \u00e9 de fato a Palavra de Deus, sua revela\u00e7\u00e3o,  ent\u00e3o o Deus que interv\u00e9m existe e foi o Deus de J\u00f3, homem que sofreu  profundamente para aprender quem Deus \u00e9 e que, finalmente, pode ver a  Deus. Mesmo tendo sofrido, viu a gra\u00e7a do Deus que interv\u00e9m  restaurando-lhe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Deus da B\u00edblia \u00e9 o  Deus que \u00e9 todo amor e justi\u00e7a, verdade e miseric\u00f3rdia. \u00c9 o Deus que ama  e que \u00e9 ofendido pelo pecado humano, ao contr\u00e1rio da caricatura criada  pelo te\u00edsmo aberto, e que pode estar impregnada na mente de muitas  pessoas. Ali\u00e1s, o pecado \u00e9 a grande ofensa contra Deus e n\u00e3o h\u00e1 como ler  a Escritura sem perceber isto. \u00c9 interessante notar que os te\u00f3logos do  te\u00edsmo aberto tentam usar a B\u00edblia para provar o improv\u00e1vel por meio  dela: &#8216;o deus que interv\u00e9m n\u00e3o existe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ali\u00e1s, h\u00e1 uma ironia aqui: O livro de Schaeffer que teve o t\u00edtulo traduzido como &#8220;<a href=\"http:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/\">O Deus que interv\u00e9m<\/a>&#8220;,  literalmente chama-se &#8220;O Deus que est\u00e1 l\u00e1&#8221;, o que n\u00e3o faria tanto  sentido na l\u00edngua portuguesa. Schaeffer escreveu o livro com este nome  exatamente para mostrar que na cultura do final do s\u00e9culo XX,  influenciada pelos muitos anos do desenvolvimento cient\u00edfico e cultural  do ocidente, Deus tornou-se uma constru\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica e n\u00e3o o Deus da  B\u00edblia. O Deus que interv\u00e9m e revelou-se em Jesus Cristo foi  transformado pelo racionalismo humanista em um deus impotente,  facilmente substitu\u00eddo pela capacidade humana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na  sequ\u00eancia da famosa trilogia de Schaeffer, ele escreveu &#8220;He is there  and He is not Silent&#8221; (&#8220;Ele est\u00e1 l\u00e1 e n\u00e3o est\u00e1 calado&#8221;), traduzido no  Brasil como &#8220;<a href=\"http:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/\">O Deus que se revela<\/a>&#8220;,  exatamente para mostrar que este Deus todo poderoso, o El-Shaddai,  sempre controlou a hist\u00f3ria e se revela, trazendo esperan\u00e7a ao homem. O  livro de Schaeffer trata a respeito deste Deus fazendo uma defesa da  epistemologia do cristianismo hist\u00f3rico e b\u00edblico, de &#8220;como podemos vir a  saber e como podemos saber que sabemos&#8221;. O deus do te\u00edsmo aberto,  aparentemente se revela s\u00f3 no sofrimento, \u00e9 fraco, incapaz de alterar  qualquer coisa na hist\u00f3ria. Quando esse deus v\u00ea o sofrimento e a  trag\u00e9dia humana, como os acontecimentos recentes das mortes em Ilha  Grande, Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, s\u00f3 pode chorar, sem fazer  nada. A meu ver, \u00e9 a Morte da Raz\u00e3o tentar defender um deus como esse (o  terceiro livro na trilogia de Schaeffer).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Deus da B\u00edblia \u00e9 o  Deus de Abra\u00e3o, Isaque e Jac\u00f3; o Deus de Mois\u00e9s, Davi, Isa\u00edas e  Jeremias; o Deus de milhares que foram levados para o cativeiro,  anonimamente, sofrendo e, ao mesmo tempo, consolados pela sua presen\u00e7a e  certeza de que os traria de volta, sen\u00e3o eles mesmos, os seus filhos,  porque ele disse que os traria; o Deus de Daniel, um cativo &#8216;de elite&#8217;  que, ao perceber que havia chegado a hora que Deus disse que iria  intervir, orou reconhecendo os seus pecados e os de seu povo e rogando  que Deus agisse de acordo com sua eterna alian\u00e7a (Daniel 9). Se o  sofrimento do povo de Israel na ida para o cativeiro n\u00e3o foi para  cumprir os prop\u00f3sitos de Deus, vamos ter que arrancar a metade dos  escritos dos profetas da B\u00edblia (Isa\u00edas, Jeremias, Habacuque, etc.). Mas  o Deus que interv\u00e9m ordena a sua b\u00ean\u00e7\u00e3o para sempre (Salmo 133), b\u00ean\u00e7\u00e3o  esta iniciada na ordem Ed\u00eanica (G\u00eanesis 1.28) e alcan\u00e7ada em Cristo,  sempre para cumprir o seu eterno prop\u00f3sito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O deus do te\u00edsmo  aberto n\u00e3o passa de uma imagem constru\u00edda por homens e, como caricatura,  \u00e9 uma p\u00e9ssima obra de arte. Mas, o Deus da B\u00edblia j\u00e1 enviou a sua  imagem perfeita (Hebreus 1.3) para que conhec\u00eassemos o perd\u00e3o dos  pecados, a sua interven\u00e7\u00e3o na hist\u00f3ria e, finalmente, a reden\u00e7\u00e3o de  todos os seus eleitos. Assim como fez no passado, continua a intervir  hoje, pois ele sempre foi, \u00e9, e ser\u00e1 o mesmo Deus, queiram os homens ou  n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O deus do te\u00edsmo  aberto n\u00e3o \u00e9 o deus da B\u00edblia e n\u00e3o \u00e9 o deus daqueles que de fato creem  nela. O eterno prop\u00f3sito desse deus \u00e9 chorar com os homens. Pobre deus,  pobres homens que acreditam nele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para saber mais sobre o te\u00edsmo aberto, recomendo o livro de John Frame, &#8220;<a href=\"http:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/\">N\u00e3o h\u00e1 outro Deus<\/a>&#8221; (Cultura Crist\u00e3) e tamb\u00e9m o artigo na Fides Reformata, <a href=\"http:\/\/www.mackenzie.br\/teologia_relacional.html\">A TEOLOGIA RELACIONAL: SUAS CONEX\u00d5ES COM O TE\u00cdSMO ABERTO E IMPLICA\u00c7\u00d5ES PARA A IGREJA CONTEMPOR\u00c2NEA.<\/a> (Valdeci Santos)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>veja todas as postagens sobre o assunto veja not\u00edcias sobre o Jap\u00e3o &nbsp; Em meio a todo desastre e cat\u00e1strofe surge a pergunta: &#8220;Qual a rela\u00e7\u00e3o de Deus com isso?&#8221; A resposta da chamada &#8220;Teologia Relacional&#8221; \u00e9: &#8220;abolutamente nada, mas ele sofre com voc\u00ea&#8221;. 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