{"id":38825,"date":"2017-06-05T00:05:58","date_gmt":"2017-06-05T03:05:58","guid":{"rendered":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=38825"},"modified":"2017-06-02T15:27:51","modified_gmt":"2017-06-02T18:27:51","slug":"vida-morte-e-teologia-de-john-huss","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/06\/vida-morte-e-teologia-de-john-huss\/","title":{"rendered":"A vida, a morte e a teologia de John Huss"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_cta h2=&#8221;500 anos de Reforma Protestante&#8221;]<a href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/serie\/reforma500\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-36726 size-full alignleft\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/reforma500-fiel502.png?resize=150%2C150\" width=\"150\" height=\"150\" \/><\/a>Em comemora\u00e7\u00e3o aos 500 anos de Reforma Protestante, o Voltemos ao Evangelho trar\u00e1 artigos semanais e biografias de diferentes reformadores:\u00a0Girolamo Zachi (jan), Theodoro Beza (fev), Thomas Cranmer (mar), Guilherme Farrel (abr), William Tyndale (mai), Martin Bucer (jun), John Knox (jul), Ulrico Zu\u00ednglio (ago), Jo\u00e3o Calvino (set) e Martinho Lutero (out).[\/vc_cta][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSe ele fosse prof\u00e9tico, deve ter se referido a Martinho Lutero, que surgiu cerca de cem anos depois\u201d. Assim escreveu John Foxe em seu <em>Livro dos M\u00e1rtires<\/em> do s\u00e9culo XVI, referindo-se a uma declara\u00e7\u00e3o atribu\u00edda ao reformador bo\u00eamio Jo\u00e3o Huss por ocasi\u00e3o de sua morte. Condenado por heresia em 1415 pelo Conc\u00edlio de Constan\u00e7a, Huss \u2014 de acordo com uma hist\u00f3ria que se originou alguns anos ap\u00f3s o fato \u2014 voltou-se para seus executores pouco antes da sua senten\u00e7a ser realizada e afirmou: \u201cHoje voc\u00eas queimam um ganso, mas daqui a cem anos um cisne surgir\u00e1 que voc\u00eas ser\u00e3o incapazes de cozer ou assar\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por que Huss se identificou como \u201cum ganso\u201d? E por que os comentaristas posteriores \u2014 nada menos que o pr\u00f3prio Lutero \u2014 acreditavam que a lend\u00e1ria profecia de Huss se referia ao monge alem\u00e3o cujo protesto contra as indulg\u00eancias iniciou a Reforma um s\u00e9culo depois?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira pergunta \u00e9 mais f\u00e1cil de responder do que a segunda. Huss, nascido por volta de 1372, era proveniente da cidade do sul da Bo\u00eamia, Husinec (literalmente, \u201c<em>Goosetown<\/em>\u201d [Cidade do ganso]), onde agora \u00e9 a Rep\u00fablica Checa. Seu sobrenome, derivado do seu lugar de nascimento, significa \u201cganso\u201d em tcheco. Compreender por que Lutero e os Protestantes mais tarde criam que Huss tinha antecipado, se n\u00e3o previsto, a Reforma \u00e9 mais dif\u00edcil e requer alguma considera\u00e7\u00e3o sobre a vida, doutrina e morte de Huss.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>A vida de Huss<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1390, Huss, cujos primeiros anos permanecem desconhecidos, matriculou-se na Universidade de Praga com a inten\u00e7\u00e3o de treinar para o sacerd\u00f3cio. Posteriormente, ele confessou que o minist\u00e9rio ordenado o atraiu por sua promessa de proporcionar uma vida confort\u00e1vel e estima mundana. Apesar de dedicar, por sua pr\u00f3pria confiss\u00e3o, muito tempo para jogar xadrez, Huss se destacou em seus estudos e ap\u00f3s receber o seu mestrado em 1396, vinculou-se \u00e0 faculdade de filosofia da universidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pouco depois de come\u00e7ar a ensinar, Huss experimentou, nas palavras de um bi\u00f3grafo, uma \u201cmudan\u00e7a radical e fundamental\u201d, resultando em um compromisso mais profundo com Cristo. Essa \u201cmudan\u00e7a\u201d pode ter se originado da exposi\u00e7\u00e3o ao pensamento de John Wycliffe, cujas ideias estavam come\u00e7ando a criar uma como\u00e7\u00e3o em Praga. O programa de reforma de Wycliffe \u2014 que inclu\u00eda cr\u00edticas estridentes \u00e0 imoralidade clerical, rejei\u00e7\u00e3o da doutrina medieval da transubstancia\u00e7\u00e3o e insist\u00eancia sobre o acesso leigo \u00e0 Escritura na l\u00edngua vern\u00e1cula \u2014 chegou \u00e0 Bo\u00eamia gra\u00e7as, em grande parte, aos estudantes tchecos que estudaram na pr\u00f3pria Universidade de Oxford de Wycliffe e voltaram para casa com as mentes repletas das ideias de Wycliffe e as mochilas cheias de livros de Wycliffe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1403, o conflito sobre as ideias de Wycliffe chegou ao ponto alto na Universidade de Praga. Embora Huss se opusesse \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o da transubstancia\u00e7\u00e3o de Wycliffe, concordou com muito do que o reformador ingl\u00eas havia dito, e passou a defender o partido reformista pr\u00f3-Wycliffe. Apenas um ano antes, Huss fora nomeado pregador da Capela de Bel\u00e9m, no centro de Praga. Seus serm\u00f5es no p\u00falpito de Bel\u00e9m refletiam cada vez mais a preocupa\u00e7\u00e3o de Wycliffe com a corrup\u00e7\u00e3o no interior da igreja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prega\u00e7\u00e3o do \u201cpequeno ganso de Deus\u201d, como Huss veio a ser chamado, era imensamente popular, atraindo multid\u00f5es de v\u00e1rios milhares. Huss estava desejoso de tornar as Escrituras e sua mensagem reformadora acess\u00edveis ao povo. Ele n\u00e3o s\u00f3 pregou em tcheco, mas traduziu partes da liturgia, assim como v\u00e1rios hinos latinos para a l\u00edngua vern\u00e1cula. Ele mesmo aproveitou o espa\u00e7o vazio na capela para promover a sua mensagem, colocando murais que contrastavam a humildade e simplicidade de Cristo com a vaidade e a gan\u00e2ncia dos sacerdotes contempor\u00e2neos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1409, o papado, perturbado pela crescente fama de Huss, ordenou ao arcebispo de Praga que proibisse qualquer outra prega\u00e7\u00e3o na Capela de Bel\u00e9m. Huss se recusou a abandonar seu p\u00falpito. No ano seguinte, o arcebispo excomungou Huss com base em heresia e logo depois fugiu da cidade por medo de repres\u00e1lias populares. Huss continuou pregando. Em 1411, o papado, que tinha ent\u00e3o emitido uma segunda excomunh\u00e3o de Huss (sem efeito), colocou toda a cidade de Praga sob interdito, proibindo, assim, o clero de Praga de oferecer serm\u00f5es, casamentos, a eucaristia, ou outros servi\u00e7os religiosos ao povo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inicialmente, o interdito do papa teve pouca for\u00e7a gra\u00e7as ao rei Wenceslaus IV, da Bo\u00eamia. Wenceslau (cujo nome desde o s\u00e9culo d\u00e9cimo se tornaria depois o tema de um hino de Natal) apoiou Huss e ordenou ao clero de Praga que ignorasse o interdito. Em 1412, no entanto, as circunst\u00e2ncias colocaram Huss e Wenceslau um contra o outro. O papado come\u00e7ou a vender indulg\u00eancias na Bo\u00eamia para arrecadar dinheiro para uma campanha militar. Wenceslau n\u00e3o fez nenhuma obje\u00e7\u00e3o a isso, em grande medida porque recebeu uma parte dos ganhos. Mas Huss, que via a venda das indulg\u00eancias como sinal da corrup\u00e7\u00e3o da igreja, protestou tanto do p\u00falpito quanto da tribuna. O rei, ansioso para manter a sua renda rec\u00e9m-descoberta, proibiu a cr\u00edtica das indulg\u00eancias. Ele refor\u00e7ou essa proibi\u00e7\u00e3o ao decapitar v\u00e1rios homens que falaram contra as indulg\u00eancias. A fim de enfraquecer ainda mais Huss, o rei agora mandou ao clero de Praga que cumprissem o interdito do papa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Huss, relutante em ver as pessoas privadas da Palavra e do sacramento, saiu de Praga em 1412. Passou os dois anos seguintes em ex\u00edlio auto-imposto no sul da Bo\u00eamia, escrevendo obras que aprofundaram seus ideais reformadores. Em 1414, foi citado para comparecer perante o Conc\u00edlio de Constan\u00e7a, para responder \u00e0s acusa\u00e7\u00f5es de heresia, e lhe foi prometido um retorno seguro do conc\u00edlio pelo imperador Sigismundo, irm\u00e3o do rei Wenceslaus. Huss concordou em participar do conc\u00edlio, consciente de que ele n\u00e3o retornaria, mas esperan\u00e7oso de que poderia ter oportunidade de promover sua vis\u00e3o para a reforma da igreja. Ao chegar em Constan\u00e7a, em novembro de 1414, ele foi aprisionado e permaneceu preso at\u00e9 o seu julgamento e execu\u00e7\u00e3o no ver\u00e3o seguinte.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>A teologia de Huss<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Huss n\u00e3o era mero imitador de Wycliffe, como alguns estudiosos t\u00eam sugerido. Nem, como outros t\u00eam indicado, ele antecipou o protestantismo em todos os aspectos. Contra ambos, Wycliffe e os reformadores, ele defendeu a doutrina da transubstancia\u00e7\u00e3o, embora negasse que os sacerdotes por si mesmos t\u00eam o poder de realizar a transforma\u00e7\u00e3o do p\u00e3o no corpo de Cristo. Contra a doutrina protestante de <em>sola fide<\/em>, ele cria que a caridade desempenha um papel instrumental na justifica\u00e7\u00e3o dos pecadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, Huss antecipou uma s\u00e9rie de convic\u00e7\u00f5es-chave do protestantismo. Ele criticou a venera\u00e7\u00e3o id\u00f3latra dos seus contempor\u00e2neos de Maria e dos santos. Ele tamb\u00e9m criticou a pr\u00e1tica medieval de reter o c\u00e1lice do povo comum (por temor, ostensivamente, para que n\u00e3o lidassem de modo indevido com o sangue de Cristo) e oferecer-lhes apenas o p\u00e3o na eucaristia. A insist\u00eancia de Huss de que os leigos recebessem p\u00e3o e vinho veio a marcar os seus seguidores de modo que, quando for\u00e7ados a se defenderem militarmente ap\u00f3s a morte de Huss, incorporaram um c\u00e1lice no bras\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele tamb\u00e9m antecipou os reformadores \u2014 e revelou a extens\u00e3o de sua d\u00edvida com Wycliffe \u2014 em sua doutrina da igreja. Huss identificou a verdadeira igreja com aquele corpo invis\u00edvel de crentes no passado, presente e futuro que foram eternamente eleitos por Deus para a salva\u00e7\u00e3o e incorporados em Cristo como a sua cabe\u00e7a. Nem todos os membros da igreja vis\u00edvel, argumentou ele, pertencem \u00e0 igreja invis\u00edvel, e quando o clero em particular prova ser reprovado por suas a\u00e7\u00f5es, sua autoridade \u00e9 suspeita. Essa doutrina baseou as severas cr\u00edticas de Huss a sacerdotes e papas como \u201canticristo\u201d e sua disposi\u00e7\u00e3o em desconsiderar as bulas papais quando claramente contradiziam as Escrituras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Intimamente relacionada com sua doutrina da igreja, estava a doutrina de Huss sobre as Escrituras. Huss rejeitou qualquer alega\u00e7\u00e3o de que a igreja vis\u00edvel, que em qualquer momento poderia ser mais povoada pelos r\u00e9probos do que pelos eleitos, exercia a infalibilidade em suas decis\u00f5es ou interpreta\u00e7\u00f5es da Escritura. Ele mantinha as vozes tradicionais na igreja, especialmente os pais da igreja, em alta considera\u00e7\u00e3o; na verdade, ele privilegiava a interpreta\u00e7\u00e3o das Escrituras por parte dos pais da igreja sobre a interpreta\u00e7\u00e3o de qualquer indiv\u00edduo, incluindo a sua pr\u00f3pria. Mas Huss admitiu que at\u00e9 os pais poderiam errar. Assim, ele reconheceu a Sagrada Escritura como a \u00fanica regra infal\u00edvel da f\u00e9 e pr\u00e1tica crist\u00e3, uma vis\u00e3o que os reformadores expressariam com o slogan <em>sola Scriptura.<\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>A morte de Huss<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Huss teve oportunidade limitada de defender sua doutrina no Conc\u00edlio de Constan\u00e7a, e ele acabou sendo condenado por uma mistura de afirma\u00e7\u00f5es leg\u00edtimas e esp\u00farias sobre suas cren\u00e7as. Ele foi chamado a negar os ensinamentos falsamente atribu\u00eddos a ele. Huss recusou-se a faz\u00ea-lo, embora selasse seu destino, porque n\u00e3o queria perjurar-se admitindo cren\u00e7as que n\u00e3o possu\u00eda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 6 de julho de 1415, Huss foi despojado das suas vestes clericais, enfeitado com um chap\u00e9u de burro com desenhos de dem\u00f4nios, amarrado a uma estaca, e queimado at\u00e9 a morte. De acordo com um relato de testemunhas oculares, ele confiou a sua alma a Deus e cantou um hino a Cristo enquanto as chamas o envolviam. Uma vez morto, as autoridades trituraram seus restos mortais e os jogaram no rio Reno para impedir que fossem venerados por seus seguidores. Ironicamente, Huss provavelmente teria apreciado esse gesto final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Huss nunca pronunciou realmente a famosa profecia atribu\u00edda a ele na ocasi\u00e3o de sua morte. Ele expressou, numa carta que escreveu durante a sua pris\u00e3o, a esperan\u00e7a de que \u201cp\u00e1ssaros\u201d mais fortes do que ele surgiriam para continuar seu trabalho. De fato, foi Lutero, em escritos da d\u00e9cada de 1530, que transformou as palavras de Huss em um or\u00e1culo que encontrou sua realiza\u00e7\u00e3o nele. Seja como for, acredita-se que Huss se alegraria ao ver o dia de Lutero e ficaria feliz em reconhecer a obra de Lutero e os subsequentes esfor\u00e7os para reformar a igreja de acordo com a Palavra de Deus como uma continua\u00e7\u00e3o digna dos seus pr\u00f3prios labores.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_message color=&#8221;alert-danger&#8221; message_box_style=&#8221;outline&#8221; style=&#8221;square&#8221; message_box_color=&#8221;alert-danger&#8221; icon_type=&#8221;pixelicons&#8221; el_class=&#8221;creditos_box&#8221; icon_pixelicons=&#8221;vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation&#8221;]Por: Aaron Denlinger.\u00a0\u00a9 Ligonier Ministries.Website: <a href=\"http:\/\/www.desiringgod.org\/languages\/portuguese\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">desiringGod.org<\/a>. Traduzido\u00a0com permiss\u00e3o. Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/fiel.in\/2qjdBEG\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">The Goose<\/a><\/p>\n<p>Original: A vida, a morte e a teologia de John Huss.\u00a0\u00a9 Minist\u00e9rio Fiel. Website:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ministeriofiel.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">MinisterioFiel.com.br<\/a>. Todos os direitos reservados. Tradu\u00e7\u00e3o: Camila Rebeca Teixeira . Revis\u00e3o: Andr\u00e9 Alo\u00edsio Oliveira da Silva.[\/vc_message][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aaron Denlinger fala sobre a vida, a morte e a teologia do pr\u00e9-Reformador John Huss.<\/p>\n","protected":false},"author":176,"featured_media":38827,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[507,611],"tags":[401],"class_list":["post-38825","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-da-igreja","category-teologia-reformada","tag-reforma500","tema-cisne","tema-ganso","tema-historia-e-biografia","tema-john-huss","tema-john-wycliffe","tema-martinho-lutero","tema-pre-reformador","tema-reforma-protestante","tema-teologia-reformada"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A vida, a morte e a teologia de John Huss<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/06\/vida-morte-e-teologia-de-john-huss\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A vida, a morte e a teologia de John Huss\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Aaron Denlinger fala sobre a vida, a morte e a teologia do pr\u00e9-Reformador John Huss.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/06\/vida-morte-e-teologia-de-john-huss\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Voltemos Ao Evangelho\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/facebook.com\/voltemosaoevangelho\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-06-05T03:05:58+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/vida-morte-teologia-john-huss.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"890\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"381\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"John A. 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