{"id":40177,"date":"2017-09-15T11:14:50","date_gmt":"2017-09-15T14:14:50","guid":{"rendered":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=40177"},"modified":"2018-10-30T10:03:17","modified_gmt":"2018-10-30T13:03:17","slug":"joao-calvino-e-reforma-reforma500","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/09\/joao-calvino-e-reforma-reforma500\/","title":{"rendered":"Jo\u00e3o Calvino e a Reforma (reforma500)"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jo\u00e3o Calvino n\u00e3o pertenceu \u00e0 primeira gera\u00e7\u00e3o de Reformadores. Quando Lutero pregou as suas noventa e cinco teses na porta da igreja do castelo em Wittenberg, Calvino era uma crian\u00e7a de oito anos. Quando iniciou sua obra como Reformador, a primeira grande batalha da Reforma j\u00e1 havia sido combatida. Ulrico Zw\u00ednglio j\u00e1 havia morrido h\u00e1 cinco anos. Martinho Lutero, embora tivesse apenas cinquenta e dois anos, j\u00e1 era um homem velho, de sa\u00fade debilitada e de esp\u00edrito deprimido. Filipe Mel\u00e2nchton j\u00e1 estava mostrando sinais de vacilar nos primeiros princ\u00edpios da Reforma. Martin Bucer, no auge de sua capacidade, estava trabalhando frutiferamente em Estrasburgo, lutando contra grandes contingentes para unir as for\u00e7as da Reforma em um movimento comum em prol do evangelho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Calvino considerava Lutero com a mais profunda rever\u00eancia, e alegremente chamava a si mesmo de seu disc\u00edpulo. Ele o chamou de \u201caquele ilustre ap\u00f3stolo de Cristo, por cujo trabalho a pureza do evangelho foi restaurada a esta era\u201d. Havia ocorrido rumores da reforma antes da Reforma na Fran\u00e7a, como em outros lugares. Mas n\u00e3o foi a partir do t\u00edmido biblicismo de <em>LeFevre D\u2019Etaples<\/em> que Calvino recebeu o evangelho. Independentemente do meio pelo qual o evangelho o alcan\u00e7ou, a fonte de sua inspira\u00e7\u00e3o estava em Lutero. As influ\u00eancias mais espec\u00edficas que o tornaram precisamente o reformador que ele foi, ele recebeu, na medida em que as recebeu atrav\u00e9s de uma m\u00e3o humana, n\u00e3o de Lutero, mas de Bucer. Martin Bucer n\u00e3o o tornou um reformador. Ele j\u00e1 havia iniciado completamente o seu trabalho de reforma antes de entrar em contato com Bucer. Nem Bucer lhe deu a inclina\u00e7\u00e3o particular que caracterizou o seu trabalho como reformador. Essa inclina\u00e7\u00e3o era completamente evidente desde o in\u00edcio de seu trabalho de reforma. Precisamos reconhecer em Calvino um g\u00eanio individual de primeira grandeza, que chegou a uma compreens\u00e3o mais ampla e profunda do que o pr\u00f3prio Bucer j\u00e1 havia chegado. Ele j\u00e1 havia encontrado suas principais linhas de trabalho e j\u00e1 havia sofrido em nome delas antes de se aproximar de Bucer. Mas ele encontrou em Bucer um esp\u00edrito tamb\u00e9m genial, com muitos dos pontos de vista em comum, e de quem ele obteve muito benef\u00edcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele obteve de Bucer, por exemplo, o seu modo de declarar a grande doutrina da predestina\u00e7\u00e3o. Todos os grandes reformadores criam na doutrina da predestina\u00e7\u00e3o. A Reforma, do ponto de vista teol\u00f3gico, foi um avivamento agostiniano. Seu pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o se revoltava contra a ideia de salva\u00e7\u00e3o que dominou e amaldi\u00e7oou a Idade M\u00e9dia, uma concep\u00e7\u00e3o que estabelece no pr\u00f3prio homem o ponto decisivo de sua salva\u00e7\u00e3o. Como um dito atual o expressa: Fa\u00e7a o melhor que puder, e Deus atentar\u00e1 para voc\u00ea. O que voc\u00ea tinha que fazer era, sem d\u00favida, reduzido ao m\u00ednimo poss\u00edvel, ainda que as consci\u00eancias perturbadas soubessem que n\u00e3o podiam fazer nada para esse prop\u00f3sito. Isso chegou a ser expresso da seguinte maneira: voc\u00ea pressiona o bot\u00e3o e Deus far\u00e1 o restante. Mas voc\u00ea sempre tinha que pressionar o bot\u00e3o. E esse era um bot\u00e3o que os pecadores n\u00e3o conseguiam pressionar! Portanto, a Idade M\u00e9dia [isto \u00e9, Igreja de Roma] minimizava o pecado. Eles ensinavam que o homem, sem d\u00favida, era um pecador; mas que ele n\u00e3o era grande pecador. Ele n\u00e3o era t\u00e3o pecador que n\u00e3o poderia cooperar ativamente com todos os aux\u00edlios que Deus poderia lhe dar; que ele n\u00e3o poderia obter a sua pr\u00f3pria salva\u00e7\u00e3o, caso Deus apenas lhe concedesse um pouco de ajuda oportuna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi contra toda essa doutrina mortal da capacidade e do m\u00e9rito humanos que a Reforma se posicionou com paix\u00e3o. Ela lan\u00e7ou o seu dardo, como Robert Browning o expressa, diretamente sobre a cabe\u00e7a dessa mentira: ensinou sobre o pecado original e a corrup\u00e7\u00e3o do cora\u00e7\u00e3o do homem. Ensinou \u2014 e essa \u00e9 a ess\u00eancia de toda a quest\u00e3o \u2014 a salva\u00e7\u00e3o pela livre gra\u00e7a somente; livre gra\u00e7a, ou seja, a miseric\u00f3rdia absolutamente gratuita da parte de Deus, dada n\u00e3o \u00e0queles que a conquistaram, mas \u00e0queles que n\u00e3o a mereciam. Assim, toda a gl\u00f3ria da salva\u00e7\u00e3o do homem pecador pertence a Deus, e o homem n\u00e3o tem nada pelo que possa se vangloriar, exceto o pr\u00f3prio Deus salvador. E quando voc\u00ea ensina a gra\u00e7a livre, gra\u00e7a absolutamente gratuita, e o faz de forma coerente, voc\u00ea \u00e9 a favor da predestina\u00e7\u00e3o. Uma gra\u00e7a que \u00e9 dada gratuitamente, absolutamente livre, para al\u00e9m de todos os m\u00e9ritos, de qualquer tipo, depende, \u00e9 claro, totalmente da vontade do doador. Assim, todos os reformadores eram ardentes em favor da predestina\u00e7\u00e3o: Lutero e Zw\u00ednglio, e at\u00e9 Mel\u00e2nchton, antes de come\u00e7ar a se afastar da pureza do evangelho que ele, a princ\u00edpio, ensinou com tanto vigor. Calvino pensava que o modo de ensinar de Lutero e de Zw\u00ednglio sobre a predestina\u00e7\u00e3o era um pouco \u2014 n\u00e3o decidido ou assertivo, n\u00e3o poderia ser isso \u2014 especulativo na forma e talvez irrefletida na express\u00e3o. Ele apreciava o modo de Bucer de express\u00e1-la melhor; um modo de comunic\u00e1-la que diz tudo e diz tudo com clareza e for\u00e7a (pois, esta n\u00e3o \u00e9 a verdade salv\u00edfica de Deus?), mas que mant\u00e9m a mente e o cora\u00e7\u00e3o estabelecidos o tempo todo no glorioso fato de que o que est\u00e1 sendo falado \u00e9 sobre a pura vontade do Pai todo-misericordioso, que por sua livre gra\u00e7a salva pecadores. Ent\u00e3o, como Bucer, Calvino pregou o agostinianismo comum da Reforma de uma maneira superlativamente pr\u00e1tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E aqui tocamos em uma de suas principais caracter\u00edsticas como reformador. Calvino foi, de modo eminente, um reformador pr\u00e1tico. Ele foi o maior exegeta do tempo da Reforma: ele foi o maior te\u00f3logo da Reforma. E ele foi o g\u00eanio pr\u00e1tico da Reforma. N\u00e3o dizemos que ele foi o g\u00eanio pr\u00e1tico da Reforma, apesar de seus coment\u00e1rios eruditos e de sua teologia profunda e profundamente fundamentada. \u00c9 melhor dizer que ele o foi em grande parte por causa destes. Calvino provavelmente nunca fez algo mais pr\u00e1tico do que expor as Escrituras a cada dia com compreens\u00e3o penetrante e honestidade clara e cuidadosa dos coment\u00e1rios nos quais ele \u00e9 insuper\u00e1vel. E ele certamente nunca fez algo mais pr\u00e1tico do que escrever os Institutas da Religi\u00e3o Crist\u00e3. A publica\u00e7\u00e3o desse livro foi como arvorar o estandarte do Rei na Europa Medieval, para que todos os seus s\u00faditos pudessem se reunir em torno dele. Essa obra estava elevando a bandeira no alto a fim de que todos os homens pudessem v\u00ea-la e se aproximar. Ela forneceu, por fim, uma plataforma para os Protestantes que em todos os lugares eram atacados, e muito facilmente confundidos com os radicais daquele tempo \u2014 os radicais que minaram os pr\u00f3prios fundamentos da f\u00e9 crist\u00e3, derrubaram todo o tecido da ordem social e ultrajaram os ditames mais comuns da dec\u00eancia ordin\u00e1ria. Sua publica\u00e7\u00e3o encontrou uma crise e criou uma \u00e9poca; deu uma nova estabilidade ao Protestantismo e o expressou ao mundo como um sistema coerente de verdade fundamentada pela qual os homens possam viver e pela qual possam morrer com alegria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Contudo, n\u00e3o foi apenas em realiza\u00e7\u00f5es como essas que o g\u00eanio pr\u00e1tico de Calvino se evidenciou. Ele condicionou todo o seu trabalho como reformador, e lhe deu a sua qualidade espec\u00edfica. O que desde o in\u00edcio se prop\u00f4s a fazer foi organizar o Protestantismo e disciplin\u00e1-lo. Organiza\u00e7\u00e3o e disciplina s\u00e3o as coisas que distinguem um ex\u00e9rcito de uma multid\u00e3o. De fato, Calvino encontrou o Protestantismo como uma multid\u00e3o e o transformou em um ex\u00e9rcito. Essa foi a sua grande realiza\u00e7\u00e3o, a tarefa espec\u00edfica que lhe coube entre os Reformadores. Lutero n\u00e3o tentou, nem desejou organizar os Protestantes. Ele dizia que pregar o evangelho era o suficiente, e todo o restante cuidaria de si mesmo. Contudo, n\u00e3o era suficiente, e todo o restante n\u00e3o cuidaria de si mesmo. Calvino, entrando no movimento da Reforma posteriormente, quando havia confus\u00e3o, percebeu que n\u00e3o era suficiente. Isso pode ter estado em seu sangue franc\u00eas; pode ter vindo de sua educa\u00e7\u00e3o no direito; pode ter pertencido ao seu g\u00eanio individual. Mas quando ele chegou a Genebra como um jovem de vinte e sete anos, j\u00e1 veio com o seu programa de organiza\u00e7\u00e3o e disciplina, e com uma vontade indom\u00e1vel de coloc\u00e1-lo em pr\u00e1tica. Os genevenses n\u00e3o o quiseram. Eles o expulsaram. Ele viveu e trabalhou tr\u00eas bons anos em Estrasburgo. Ent\u00e3o, os genevenses o trouxeram de volta. E ele voltou com o mesmo programa de organiza\u00e7\u00e3o e disciplina, e com a mesma vontade inflex\u00edvel de coloc\u00e1-lo em pr\u00e1tica. Demorou quatorze anos para realiz\u00e1-lo, mas ele conseguiu. E o resultado foi que Genebra tornou-se n\u00e3o s\u00f3 a maravilha do mundo, mas felizmente o modelo de mundo Reformado; e por causa de seu modelo, tamb\u00e9m no verdadeiro sentido \u00e9 o seu salvador e, com ele, o salvador, como diz Mark Pattison, da Europa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devemos ter em mente que a organiza\u00e7\u00e3o e a disciplina que Calvino introduziu em Genebra foram a organiza\u00e7\u00e3o e a disciplina da igreja, n\u00e3o da cidade. As chamadas \u201cLeis Azuis\u201d das quais ouvimos tanto, Calvino n\u00e3o as apresentou em Genebra. Ele as encontrou l\u00e1. Elas eram uma heran\u00e7a da Idade M\u00e9dia e eram comuns a Genebra e a todas as cidades semelhantes. Elas eram ordenan\u00e7as civis, e Calvino, como reformador, n\u00e3o tinha nada a ver com elas, exceto como um bom cidad\u00e3o faz a parte do cidad\u00e3o de modo a reduzi-las \u00e0 consist\u00eancia racional e \u00e9tica. O que ele introduziu em Genebra foi distintamente a organiza\u00e7\u00e3o e a disciplina da igreja. Era a vis\u00e3o predominante entre os Protestantes que a fun\u00e7\u00e3o da igreja era pregar o evangelho e administrar os sacramentos, deixando completamente \u00e0s autoridades civis o lidar com as ofensas. Calvino n\u00e3o conseguia entender essa vis\u00e3o. A igreja n\u00e3o deveria apenas pregar o evangelho, disse ele, mas cuidar para que o evangelho seja vivido entre aqueles que a constituem. O \u00fanico instrumento pelo qual esse dever pode ser executado \u00e9 a disciplina. Disciplina espiritual, \u00e9 claro; pois a igreja \u00e9 um corpo espiritual. Somente as penalidades espirituais poderiam ser infligidas, culminando com a exclus\u00e3o das ordenan\u00e7as da igreja ou com a excomunh\u00e3o. O conflito real em Genebra girou em torno da prote\u00e7\u00e3o da Ceia do Senhor dos participantes indignos. Ao estabelecer essa disciplina da igreja em Genebra, Calvino indicou uma ruptura entre a Igreja e o Estado, cujo efeito final o tornou o pai do princ\u00edpio de uma igreja livre em um estado livre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A purifica\u00e7\u00e3o da Igreja, \u00e9 claro, teve o seu efeito sobre o estado. O fermento fermentar\u00e1 a massa na qual ele \u00e9 colocado. Uma igreja santa tende a promover uma comunidade moral, e Calvino n\u00e3o foi escasso na prega\u00e7\u00e3o de que entre os deveres crist\u00e3os est\u00e1 o dever da boa cidadania. E, como subproduto dos trabalhos de Calvino, Genebra se tornou uma comunidade moral not\u00e1vel: as leis sumptu\u00e1rias se tornaram, ao contr\u00e1rio daquelas de muitos ao redor, saud\u00e1veis e s\u00e3s, e sua execu\u00e7\u00e3o se tornou justa e honesta. John Knox d\u00e1 o seu testemunho do resultado: \u201cEm outros lugares eu confesso que Cristo \u00e9 pregado, mas os costumes e a religi\u00e3o sendo t\u00e3o sinceramente reformados eu n\u00e3o vi em nenhum outro lugar\u201d. E, a partir de Genebra, o fermento se espalhou e, ao se espalhar, p\u00f4s sa\u00fade moral e vigor no sangue do mundo Reformado. N\u00e3o \u00e9 por acaso que o Luteranismo n\u00e3o se espalhou al\u00e9m das fronteiras da Alemanha, exceto no norte escandinavo. O vigor do Protestantismo que sabia como viver, que se lutava por seus pr\u00f3prios ideais at\u00e9 a pr\u00f3pria morte, encontrou a sua express\u00e3o nas igrejas Reformadas. Foram elas que suportaram o peso da batalha. E assim, ao olhar para o mapa, voc\u00ea v\u00ea as igrejas Reformadas envolvendo as Igrejas Luteranas com um baluarte protetor. \u201cApenas perguntem a si mesmos\u201d, diz o Dr. A. Kuyper, \u201co que a Europa e a Am\u00e9rica teriam se tornado, se no s\u00e9culo XVI a estrela do Calvinismo n\u00e3o tivesse surgido de repente no horizonte da Europa Ocidental&#8230; O grande desenvolvimento das na\u00e7\u00f5es, como se viu na Europa e na Am\u00e9rica, simplesmente teria sido evitado&#8230; Para sempre permanece a quest\u00e3o de saber se o esp\u00edrito do Interim de Leipzig n\u00e3o teria conseguido, por meio de um Protestantismo romanizado, reduzir a Europa do Norte novamente \u00e0 influ\u00eancia da antiga hierarquia&#8230; O professor Fruin observa com raz\u00e3o: \u2018Na Su\u00ed\u00e7a, na Fran\u00e7a, na Holanda, na Esc\u00f3cia e na Inglaterra, e onde o protestantismo precisou se proteger atrav\u00e9s da espada, foi o Calvinismo que obteve a vit\u00f3ria por meio dela\u2019\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lutero liderou o ataque \u00e0s trincheiras; Calvino consolidou as vit\u00f3rias. Na medida em que podemos ver (falamos quanto ao aspecto humano), na aus\u00eancia de ambos, n\u00e3o haveria Protestantismo algum hoje.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_message color=&#8221;alert-danger&#8221; message_box_style=&#8221;outline&#8221; style=&#8221;square&#8221; message_box_color=&#8221;alert-danger&#8221; icon_type=&#8221;pixelicons&#8221; el_class=&#8221;creditos_box&#8221; icon_pixelicons=&#8221;vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation&#8221;]Por: B.B. Warfield.\u00a0\u00a9 Monergism. Website: monergism.com . Traduzido com permiss\u00e3o. Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/fiel.in\/2wupHwS\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Calvin and the Reformation<\/a><\/p>\n<p>Original: <a href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/09\/joao-calvino-e-reforma-reforma500\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Jo\u00e3o Calvino e a Reforma (reforma500)<\/a>. \u00a9 Minist\u00e9rio Fiel. Website:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ministeriofiel.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MinisterioFiel.com.br<\/a>. Todos os direitos reservados. Tradu\u00e7\u00e3o: Camila Rebeca Teixeira . Revis\u00e3o: William Teixeira.[\/vc_message][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>B.B. Warfield fala sobre o reformador Calvino e sua import\u00e2ncia para a Reforma Protestante.<\/p>\n","protected":false},"author":558,"featured_media":45766,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[507,611],"tags":[401],"class_list":["post-40177","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historia-da-igreja","category-teologia-reformada","tag-reforma500","tema-agostinho-de-hipona","tema-anselmo-de-cantuaria","tema-biografia-crista","tema-conhecimento-de-deus","tema-espirito-santo","tema-historia-e-biografia","tema-joao-calvino","tema-martin-bucer","tema-martinho-lutero","tema-predestinacao","tema-reforma-protestante","tema-reformadores","tema-reformadores-dup","tema-sola-gratia","tema-teologia-de-calvino","tema-teologia-reformada","tema-triplo-oficio-de-cristo"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.9 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Jo\u00e3o Calvino e a Reforma (reforma500)<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2017\/09\/joao-calvino-e-reforma-reforma500\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Jo\u00e3o Calvino e a Reforma (reforma500)\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"B.B. 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