{"id":49418,"date":"2019-06-21T09:00:52","date_gmt":"2019-06-21T12:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=49418"},"modified":"2019-08-01T16:46:10","modified_gmt":"2019-08-01T19:46:10","slug":"uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/","title":{"rendered":"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]Eu recebi um tweet de um amigo americano h\u00e1 um tempo. \u201cD\u00ea uma chance a este livro\u201d, escreveu ele. \u201c\u00c9 um best-seller do New York Times e todo mundo est\u00e1 falando sobre isso. Eu estou curioso em ouvir voc\u00ea comparar e contrastar a experi\u00eancia do autor na pobre Am\u00e9rica branca com a realidade nas comunidades carentes da Esc\u00f3cia\u201d. Ele \u00e9 um bom irm\u00e3o, ent\u00e3o eu comprei o livro.<\/p>\n<p>&#8216;Hillbilly Elegy&#8217; (Era uma vez um sonho), por JD Vance, chegou \u00e1 minha porta algumas semanas depois. Eu tive que buscar no Google a palavra elegia. Aparentemente, \u00e9 derivada da obra grega \u201celegus\u201d, que significa uma can\u00e7\u00e3o de luto. Pode ser acompanhado por uma flauta tamb\u00e9m (se voc\u00ea se importa com esse tipo de coisa).<\/p>\n<p>Eu nunca tinha ouvido falar disso. E por que eu iria? Eu moro em Niddrie, uma pequena comunidade habitacional para pessoas carentes \u00e0 leste de Edimburgo, na Esc\u00f3cia. A um milh\u00e3o de quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia de Nova York e ainda mais distante, social e culturalmente, dos antecedentes apalaches da heran\u00e7a do autor. Um livro com pelo menos uma palavra no t\u00edtulo que eu precisei buscar no Google e uma pessoa com quem n\u00e3o tenho conex\u00e3o verdadeira n\u00e3o parecia muito uma boa leitura. Al\u00e9m disso, um amigo visitante, ele pr\u00f3prio um produtivo leitor e revisor, viu o livro e disse que se sentia indiferente a respeito. Ent\u00e3o, ficou na mesa da cozinha, e resolvi que continuaria a leitura se eu conseguisse um par de horas livres.<\/p>\n<p>Depois de ler o livro, n\u00e3o sei se esta \u00e9 uma resenha de livro ou uma sess\u00e3o de aconselhamento on-line de autoconhecimento. Voc\u00ea v\u00ea, pelo menos para mim, que isso n\u00e3o \u00e9 apenas um livro. N\u00e3o \u00e9 nem mesmo um poema de luto. \u00c9 muito mais do que isso. \u00c9 um lamento sombrio. Um lamento de tamanha profundidade (e, \u00e0s vezes, palavr\u00f5es) que muitas vezes me deixou viajando de volta atrav\u00e9s das n\u00e9voas do tempo para cavar em torno de mem\u00f3rias que eu achava que haviam morrido com o menino que eu costumava ser.<\/p>\n<p>&#8216;Era uma vez um sonho&#8217; \u00e9 a hist\u00f3ria de JD Vance, um confesso caipira escoc\u00eas-irland\u00eas que, ele pr\u00f3prio nos lembra, \u00e9 aben\u00e7oado com<\/p>\n<blockquote><p>\u201cMuitas boas caracter\u00edsticas &#8211; um intenso senso de lealdade, uma feroz dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia e ao pa\u00eds &#8211; mas tamb\u00e9m muitas m\u00e1s. N\u00e3o gostamos de pessoas de fora ou pessoas que s\u00e3o diferentes de n\u00f3s, seja a diferen\u00e7a em como elas se parecem, como agem ou, o mais importante, como elas falam\u201d. (p. 3).<\/p><\/blockquote>\n<p>Desde o in\u00edcio, senti uma conex\u00e3o profunda com o livro, que se intensificou \u00e0 medida que sua hist\u00f3ria progredia. Uma e outra vez eu lia linhas ocasionais que ressoavam em todos os n\u00edveis. Ele fala de seus primeiros dias de trabalho:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cMuitos jovens resistentes ao trabalho duro\u201d. Juntamente com, \u201cUm sentimento de que voc\u00ea tem pouco controle sobre sua vida e uma disposi\u00e7\u00e3o para culpar a todos, menos a voc\u00ea mesmo.\u201d (p. 7)<\/p><\/blockquote>\n<p>Isso poderia ser escrito sobre a maioria dos esquemas habitacionais e resid\u00eancias sociais do conselho no Reino Unido. A quest\u00e3o em nossa terra n\u00e3o \u00e9 que n\u00e3o haja empregos suficientes. h\u00e1 muitos. Mas muitos (n\u00e3o todos) os jovens ao nosso redor simplesmente n\u00e3o os querem. Preferem assinar o contrato e cobrar o cheque da previd\u00eancia social do que se sujeitar a qualquer trabalho que considerem indigno deles. Muitos que encontram trabalho tendem a durar n\u00e3o mais do que algumas semanas (talvez meses) e saem, fartos de serem \u201cmandados\u201d (suas palavras) e dizendo a si mesmos que n\u00e3o \u00e9 culpa deles e o chefe \u201cs\u00f3 tem isso para eles\u201d . A mentalidade de v\u00edtima nessas comunidades \u00e9 t\u00e3o densa que voc\u00ea poderia cravar uma colher nela. Tudo isso e ainda nem entramos no cap\u00edtulo 1!<\/p>\n<p>Grande parte do livro gira em torno do relacionamento do autor com seus av\u00f3s (Mamaw e Papaw), sua m\u00e3e, sua irm\u00e3 e algumas tias e tios. Em grande parte, por\u00e9m, \u00e9 a Mamaw que ocupa o centro do palco neste livro. Mamaw era a matriarca da fam\u00edlia, a Liga, o ponto central. A \u00e2ncora. H\u00e1 uma Mamaw em quase todos os lares nas comunidades e moradias sociais do conselho do Reino Unido. Ou pelo menos havia uma gera\u00e7\u00e3o atr\u00e1s. Mamaw, como muitas outras escocesas das comunidades, &#8220;detestava deslealdade e n\u00e3o havia deslealdade maior do que trai\u00e7\u00e3o da classe&#8221; (p. 15). Em quase todas as p\u00e1ginas dos primeiros cap\u00edtulos me vi estremecendo ao refletir a cultura de nossas comunidades mais pobres aqui no Reino Unido. Ouvi-lo descrever como as drogas entraram em sua comunidade, rapidamente seguido por uma epidemia de depend\u00eancia de drogas prescritas me fez suspirar em empatia. Eu s\u00f3 tenho que andar algumas centenas de metros da minha casa at\u00e9 a farm\u00e1cia local todas as manh\u00e3s para ver as filas de, literalmente, centenas de fantasmas p\u00e1lidos, an\u00eamicos e desdentados, todos indo para suas prescri\u00e7\u00f5es matinais de Metadona, Valium, antipsic\u00f3ticos e todos os outros tipos de tranquilizantes que eles usam para se anestesiarem enquanto v\u00e3o pela sua lenta caminhada at\u00e9 o t\u00famulo. Os \u201cverdadeiros mortos-vivos\u201d, s\u00e3o como os chamamos por aqui.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que o livro passava a discutir a pol\u00edtica dos membros mais velhos da fam\u00edlia (em grande parte democrata), minha mente novamente voltou \u00e0 minha inf\u00e2ncia em uma comunidade de moradia social carente ao norte da Inglaterra. \u201cO Papwa\u2019 era democrata porque aquele partido protegia os trabalhadores\u201d (p. 35). Leia &#8220;Trabalho&#8221; nessa senten\u00e7a e voc\u00ea teria a esmagadora maioria dos eleitores pobres na \u00e9poca eu estava crescendo. Na verdade, lembro-me de votar no Partido Trabalhista quando fiz dezoito anos e meu pai ficou muito orgulhoso de mim. Trabalhista era em quem voc\u00ea votava em nosso contexto. Eles lutam pela classe trabalhadora e pelos pobres. Ningu\u00e9m votou no partido conservador (Tory). Margaret Thatcher era uma figura odiada no norte da Inglaterra e em toda a Esc\u00f3cia. N\u00f3s a cham\u00e1vamos de &#8220;ladra de leite&#8221; por acabar com o leite gr\u00e1tis nas escolas (muitas vezes minha \u00fanica nutri\u00e7\u00e3o quando menino). N\u00f3s a desprezamos por fechar todas as minas e dizimar comunidades por todo o norte da Inglaterra e Esc\u00f3cia. Ent\u00e3o, para votar no Tory, voc\u00ea teria que ser um sulista ou um vira-casaca. Pessoas ricas votavam no Tory e ningu\u00e9m votaria contra o seu pr\u00f3prio povo quando eu estava crescendo. Eu n\u00e3o poderia lhe dizer uma \u00fanica coisa sobre o Partido Trabalhista quando votei pela primeira vez. Essa n\u00e3o era a quest\u00e3o. \u201cN\u00f3s\u201d (gente da moradia social) vot\u00e1vamos nos Trabalhistas e pronto.<\/p>\n<p>Uma das grandes press\u00f5es que JD enfrentou ao crescer foi da pr\u00f3pria comunidade ao seu redor. Voltar \u00e0 escola dos dias de seu av\u00f4 n\u00e3o era t\u00e3o importante quando trabalhar na \u201cArmco\u201d (uma f\u00e1brica local que empregava milhares de pessoas) era a oportunidade que havia para muitos jovens da comunidade. A escola era algo fora do caminho at\u00e9 que voc\u00ea conseguisse um emprego com o restante da sua fam\u00edlia. Lembro-me de algo semelhante no Reino Unido no in\u00edcio dos anos 90. Naquela \u00e9poca, a Rover ainda era uma empresa brit\u00e2nica de autom\u00f3veis e um dos slogans da f\u00e1brica local era &#8220;um emprego para a vida\u201d. Ningu\u00e9m era demitido na Rover. E se seu pai ou tio ou primo tinha um emprego l\u00e1 e estivessem dispostos a indicar voc\u00ea, ent\u00e3o voc\u00ea estava quase garantido em um trabalho no ch\u00e3o de f\u00e1brica. Cerca de uma d\u00e9cada depois, esse slogan acabou sendo um conceito impratic\u00e1vel. Milhares ficaram desempregados e os alem\u00e3es assumiram a empresa, for\u00e7ando muitas pessoas a sa\u00edrem. Isso significava que milhares de jovens que tinham uma forma\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica no ch\u00e3o de f\u00e1brica, mas que na verdade n\u00e3o haviam terminado o ensino m\u00e9dio, estavam descartados em seus primeiros 20 anos e precisavam de alguma forma de voltar a treinar ou voltar e obter uma boa educa\u00e7\u00e3o. Muitos nunca se incomodaram e optaram por uma vida de subs\u00eddios do governo, ganhando algum dinheiro em trabalhos bra\u00e7ais ou, como os anos 90 se desenrolaram, tr\u00e1fico de drogas para ganhar dinheiro f\u00e1cil.<\/p>\n<p>JD considera que o que o salvou foi o incentivo para ler em casa. Ele foi advertido para levar a educa\u00e7\u00e3o a s\u00e9rio. E \u00e9 a isso que ele credita sua salva\u00e7\u00e3o do in\u00edcio da vida. O oposto era verdadeiro para mim. Fui espancado por tirar boas notas. Era obrigado a ficar nu diante de estranhos se um livro fosse encontrado em minha posse (eu costumava escond\u00ea-los pela casa ou no jardim). Minha madrasta dizia que era para me ensinar a n\u00e3o \u201ccolocar id\u00e9ias acima do meu limite\u201d. Talvez ela pensasse que estava me salvando de uma vida de decep\u00e7\u00e3o. Eu n\u00e3o sei. Eu nunca perguntei a ela. Tudo o que eu vi foi o rosto de desprezo e \u00f3dio enquanto ela me batia com meus pr\u00f3prios livros escolares e me dizia que eu nunca chegaria a ser nada em toda a minha vida.<\/p>\n<p>O Cap\u00edtulo 6 se inicia com este par\u00e1grafo:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cUma das perguntas que eu detestava e que os adultos sempre faziam era se eu tinha irm\u00e3os ou irm\u00e3s. Quando voc\u00ea \u00e9 crian\u00e7a, n\u00e3o pode acenar com a m\u00e3o e dizer: \u201cisso \u00e9 complicado\u201d e seguir em frente. Ent\u00e3o eu tinha que gastar algum tempo conduzindo as pessoas atrav\u00e9s da emaranhada teia de relacionamentos familiares que em eram comuns. Eu tinha um meio-irm\u00e3o biol\u00f3gico e meia-irm\u00e3 que nunca vi porque meu pai biol\u00f3gico os havia dado para ado\u00e7\u00e3o \u201d (p. 81).<\/p><\/blockquote>\n<p>Mais uma vez, minha pr\u00f3pria experi\u00eancia e a de muitos familiares, amigos e vizinhos \u00e9 estranhamente parecida. Meu pai teve filhos com outras mulheres. Alguns que eu conhe\u00e7o e alguns sobre os quais somente ouvi rumores. Eu n\u00e3o tenho ideia da verdade real, mas conheci pelo menos quatro meio-irm\u00e3os em algum momento de minha exist\u00eancia. N\u00f3s n\u00e3o somos uma fam\u00edlia que tenha conversas profundas e significativas sobre essas quest\u00f5es. Mesmo se o fiz\u00e9ssemos, n\u00e3o tenho certeza se a verdade completa seria revelada. Eu sei disso, no entanto. Quando meu pai morava com a mulher que me criou nos primeiros onze ou doze anos da minha vida, eu, junto com minha irm\u00e3 (real), \u00e9ramos bagagens que ela evidentemente n\u00e3o queria. N\u00f3s fomos mal tolerados. Quando eles tiveram seus pr\u00f3prios filhos, eles se tornaram os favoritos e n\u00f3s fomos descartados e tratados como cidad\u00e3os de segunda classe em todas as oportunidades. Eles ganhavam as roupas novas. Eles conseguiam a melhor comida. Eles pegavam os doces e o carinho. Eles podiam ficar acordados at\u00e9 tarde. Fomos agredidos, espancados, abusados, ridicularizados e humilhados. T\u00ednhamos que lutar para ela e seus amigos b\u00eabados onde o vencedor era poupado de uma surra por um adulto. E enquanto eu crescia, eu odiava os meus meio-irm\u00e3os com uma paix\u00e3o e sede de vingan\u00e7a assassina. Eles eram apenas uma extens\u00e3o de minha madrasta e de sua brutalidade maligna. Eles se divertiam muito mentindo para a m\u00e3e sobre coisas que supostamente faz\u00edamos de errado apenas para que pud\u00e9ssemos ser torturados um pouco mais. Foi apenas anos mais tarde, quando adulto, que refleti que aquelas crian\u00e7as pobres eram t\u00e3o abusadas quanto n\u00f3s. Mas durante anos, quando perguntado se eu tinha irm\u00e3os, simplesmente dizia n\u00e3o. Eu sou filho \u00fanico. Isso era apenas mais f\u00e1cil do que ter que explicar a bagun\u00e7a que era a minha vida familiar.<\/p>\n<p>Somente na p\u00e1gina 87 que JD faz sua primeira men\u00e7\u00e3o sobre religi\u00e3o. Ele perguntou a Mamaw se Deus existia e ela assegurou-lhe que ele o fez e o amava. Ou\u00e7a como JD eloquentemente coloca isso.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEu precisava da garantia de alguma justi\u00e7a mais profunda, alguma cad\u00eancia ou ritmo que se escondesse sob a m\u00e1goa e o caos\u201d. (P\u00e1g. 87)<\/p><\/blockquote>\n<p>Ele continua a falar sobre sua breve, mas man\u00edaca, dan\u00e7a com uma corrente particularmente carism\u00e1tica do cristianismo evang\u00e9lico. A linha mais dolorosa vem na p\u00e1gina 96: \u201cMinha nova f\u00e9 me colocou \u00e0 vista de hereges. Bons amigos que interpretavam partes da B\u00edblia de maneira diferente foram m\u00e1s influ\u00eancias \u201d. Senti-me desesperado por ele neste momento, pois ele parecia preso em uma institui\u00e7\u00e3o religiosa que pregava a moralidade e dividia o mundo entre o que era sat\u00e2nico e o que era santo. Se isso me lembrou de uma coisaa, foi da necessidade de pregar e ensinar a B\u00edblia em nossas igrejas e n\u00e3o nossas pr\u00f3prias prefer\u00eancias culturais e posi\u00e7\u00f5es teol\u00f3gicas favoritas.<\/p>\n<p>No cap\u00edtulo 7, somos apresentados \u00e0 personalidade d\u00fabia da cultura caipira quando surge outra quest\u00e3o sobre as mulheres. Seu Papaw lembra que \u201ca medida de um homem \u00e9 como ele trata as mulheres de sua fam\u00edlia\u201d (p. 108). No entanto, esse homem abusou das mulheres de sua fam\u00edlia durante muitos anos. Ele ecoou a cultura de muitos homens da classe trabalhadora do Reino Unido nesta parte do livro. N\u00f3s podemos dar um tapa em nossa pr\u00f3pria mulher, mas se algu\u00e9m olhar para ela com \u201cgracinhas\u201d, ser\u00e1 levado para fora e enterrado no estacionamento. Meu pai \u00e0 parte, nunca vi uma mulher ser tratada com muito respeito durante toda a minha inf\u00e2ncia. Elas eram espancadas, tra\u00eddas, cuspidas, abusadas sexualmente e at\u00e9, em alguns casos, assassinadas. O bairro em que eu cresci ressoava com os gritos e berros de casais quebrando a casa, e a eles mesmos em peda\u00e7os, em uma noite de sexta-feira depois de alguns drinques. Mas, veja se a pol\u00edcia chegava aos arredores da casa, n\u00e3o importava se o rosto da mulher estivesse deformado, ela estava ao lado do homem. Tente dizer a ela que ela foi v\u00edtima de abuso conjugal e ela teria rido na sua cara (e provavelmente lhe dado um belo soco).<\/p>\n<p>Suas batalhas com sua m\u00e3e e seus v\u00e1rios v\u00edcios s\u00e3o nada menos que dolorosas. Ser movido repetidamente de um lugar a outro o deixou, em suas pr\u00f3prias palavras, \u201ccom um senso alerta.\u201d (p.123) O que ele quer dizer \u00e9 que, onde quer que ele estivesse, ele estava sempre apreensivo. Por mais que ele encontrasse alguma estabilidade em Mamaw ou, mais tarde na vida com sua futura esposa, ele sempre esperava que tudo acabasse se desmoronando \u00e0 sua volta. Os anos de mudan\u00e7a do orfanato para o lar adotivo me deixaram com o mesmo sentimento. Anos andando pelas ruas resultaram em que quando eu finalmente encontrei uma casa, com um casal mais velho da igreja em que me converti, eu n\u00e3o desfiz minha mala por seis meses e dormi no ch\u00e3o pelo primeiro ano, pois eu n\u00e3o me sentia muito confort\u00e1vel. Aquele sentimento desconfort\u00e1vel de \u201cpor que algu\u00e9m totalmente estranho me ajudaria\u201d me tomou muito tempo at\u00e9 que eu pudesse superar e ainda ver nos olhos dos h\u00f3spedes a pergunta porque n\u00f3s, como fam\u00edlia, permitir\u00edamos que verdadeiros destro\u00e7os chegassem e compartilhassem de nossas vidas.<\/p>\n<p>Foi quando JD&#8217;s fez suas incurs\u00f5es no mundo da pol\u00edtica e da pobreza que os sinos do reconhecimento trans-cultural realmente come\u00e7am a soar alto e claro. Veja como, com o tempo, ele e Mamaw come\u00e7am a ver sua classe trabalhadora com desconfian\u00e7a.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA maioria de n\u00f3s estava lutando para sobreviver, mas n\u00f3s o faz\u00edamos trabalhando duro e esperando por por uma vida melhor. Mas a grande maioria estava contente em viver do seguro desemprego. A cada duas semanas eu recebia um pequeno cheque e observava a linha em que os impostos federais e estaduais eram deduzidos do meu sal\u00e1rio. Com uma certa frequ\u00eancia, nosso vizinho viciado em drogas comprava bifes de Bisteca, que eu mesmo era pobre demais para comprar, mas era for\u00e7ado pelo Tio Sam a comprar (com os impostos) para outra pessoa\u201d. (p. 139)<\/p><\/blockquote>\n<p>Por causa disso, JD continua convencido de que o partido dos Trabalhadores &#8211; os democratas &#8211; perdeu milh\u00f5es de votos, de um povo antes leal, para o Partido Republicano. Algo que teria sido impens\u00e1vel apenas uma gera\u00e7\u00e3o antes! Uma das raz\u00f5es para isso, ele diz, foi a percep\u00e7\u00e3o de que o governo estava,<\/p>\n<blockquote><p>\u201cPagando pessoas que hoje est\u00e3o no bem-estar sem fazer nada. Eles est\u00e3o rindo da \u201cnossa\u201d sociedade! E todos n\u00f3s, os que trabalhamos duro, estamos sendo ridicularizados por trabalhar todos os dias. \u201d (p. 140)<\/p><\/blockquote>\n<p>O mesmo aconteceu com uma gera\u00e7\u00e3o de eleitores trabalhistas. N\u00f3s, que votamos nos Trabalhistas por toda a nossa vida por causa da lealdade cega \u00e0s nossas fam\u00edlias, estamos nos desviando em massa. Porque n\u00e3o podemos tolerar a vota\u00e7\u00e3o no Tory estamos nos voltando para partidos marginais como o UKIP &#8211; ironicamente mais Tory do que os Tories &#8211; porque estamos fartos de sermos tratados como idiotas pelo governo. Temos pessoas em nossa comunidade que t\u00eam mais renda dispon\u00edvel do que eu e ainda assim me veem como &#8220;rico&#8221; porque eu trabalho para viver e tenho minha pr\u00f3pria casa. Essas mesmas pessoas tiram dois feriados no exterior por ano, t\u00eam os mais recentes aparelhos e TVs de tela plana gigantes e, de alguma forma, ainda sentem que o sistema est\u00e1 em d\u00edvida par com eles. Da mesma forma que os trabalhadores pobres na Am\u00e9rica foram deixados em grandes dificuldades quando as f\u00e1bricas e ind\u00fastrias fecharam, deixando cidades-fantasmas, os trabalhadores pobres no Reino Unido ficaram na mesma situa\u00e7\u00e3o quando a ind\u00fastria de minera\u00e7\u00e3o entrou em colapso e a ind\u00fastria manufatureira faliu. Em grande parte, ele afirma, &#8220;nosso governo encorajou a decad\u00eancia social atrav\u00e9s do estado de bem-estar social&#8221;. (p. 144) E, sabe de uma coisa? \u00c9 dif\u00edcil n\u00e3o discordar dele do ponto de vista do Reino Unido. Cinco gera\u00e7\u00f5es dessa pr\u00e1tica nos deixaram em uma verdadeira confus\u00e3o. Mas, question\u00e1-la, at\u00e9 mesmo conversar sobre isso nos rotula como de direita ou indiferentes quando, na verdade, a maioria de n\u00f3s que tem esse problema \u00e9, historicamente, de qualquer forma, um verdadeiro Trabalhista. Mas como o nosso partido n\u00e3o nos ouve mais, n\u00f3s o estamos deixando as centenas de milhares de pessoas, e o tempo todo o Partido Trabalhista fica se perguntando por que est\u00e3o mortos na Esc\u00f3cia e est\u00e3o morrendo em seu n\u00facleo hist\u00f3rico do norte da Inglaterra.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEu n\u00e3o conhecia todas as lutas da classe trabalhadora branca e nem, quando crian\u00e7a, sabia que havia duas pr\u00e1ticas distintas e press\u00f5es sociais diferentes. Meus av\u00f3s incorporaram um tipo: antiquado, silenciosamente fiel, autoconfiante, trabalhador. Minha m\u00e3e e, cada vez mais, toda a vizinhan\u00e7a encarnava outra: consumista, isolada, revoltada, desconfiada\u201d. (p. 148)<\/p><\/blockquote>\n<p>Infelizmente, em nossa comunidade, de qualquer forma, essa gera\u00e7\u00e3o mais velha desapareceu. Tudo o que resta agora s\u00e3o os zangados e desconfiados que culpam a tudo e a todos por todos os seus (supostos) problemas. O Receio que, nos dias atuais, as Mamaw&#8217;s das nossas comunidades s\u00e3o mais propensas a distribuir Valium e Cannabis do que palavras de sabedoria. Todo o problema \u00e9 agravado, na mente de JD, pela desconfian\u00e7a geral da m\u00eddia e do atual status quo pol\u00edtico.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cN\u00e3o podemos confiar no notici\u00e1rio da noite. N\u00e3o podemos confiar em nossos pol\u00edticos. Nossas universidades, a porta de entrada para uma vida melhor, s\u00e3o manipuladas contra n\u00f3s. Voc\u00ea n\u00e3o pode acreditar nessas coisas e participar de forma significativa na sociedade &#8230; se voc\u00ea acredita que o trabalho duro compensa, ent\u00e3o voc\u00ea trabalha duro; se voc\u00ea acha que \u00e9 dif\u00edcil progredir mesmo quando tenta, ent\u00e3o por que tentar de alguma forma? \u201d(p. 193)<\/p><\/blockquote>\n<p>Ele acabou de resumir toda a minha gera\u00e7\u00e3o (e as seguintes) em um par\u00e1grafo. Fica pior. JD admite: \u201cH\u00e1 um movimento cultural na classe trabalhadora de responsabilizar a sociedade ou o governo pelos seus problemas, e esse movimento ganha adeptos a cada dia\u201d (p. 194). Coloque a palavra imigrantes e voc\u00ea ter\u00e1 um quadro da opini\u00e3o m\u00e9dia nas nossas comunidades habitacionais sociais em nossos dias.<\/p>\n<p>O maior problema \u00e9 que a sociedade mais ampla simplesmente n\u00e3o consegue enxergar o problema. Apesar disso, ficou surpreendentemente claro em nossa recente vota\u00e7\u00e3o no Brexit, quando grandes grupos de eleitores trabalhistas hist\u00f3ricos da classe trabalhadora foram contra o partido para dar um voto surpresa a favor de deixar a Uni\u00e3o Europeia. Toda a revolta da m\u00eddia no dia seguinte concentrou-se no Norte da Inglaterra, racistas, homof\u00f3bicos e xen\u00f3fobos (a Esc\u00f3cia votou para ficar, em grande parte porque o voto da comunidade carente permaneceu em casa). Pessoas das comunidades de moradias sociais e de fam\u00edlias da classe trabalhadora eram retratadas como \u201coiks \u201d ignorantes por meio de uma desarticula\u00e7\u00e3o da m\u00eddia elitista e escarnecedora alegando que vot\u00e1vamos contra o status quo. Eles atribuem o voto ao racismo (verdadeiro em certos casos) ao inv\u00e9s de ouvir o fato de que estamos cansados de receber ordens de funcion\u00e1rios corruptos em rela\u00e7\u00e3o a como pensar e como se comportar, muitos dos funcion\u00e1rios nos quais n\u00f3s nunca votamos e sobre os quais n\u00e3o temos controle. A est\u00fapida narrativa a respeito dos habitantes do Norte parece funcionar melhor do que enfrentar as duras verdades de que nos sentimos tra\u00eddos por pol\u00edticos a quem uma vez atribu\u00edmos nossa lealdade inabal\u00e1vel e inquestion\u00e1vel. N\u00e3o \u00e9 de admirar que Donald Trump esteja varrendo o pobre voto branco com o desespero total do atual sistema pol\u00edtico. O que \u00e9 pior \u00e9 que a elite tagarela (incluindo evang\u00e9licos influentes) que est\u00e3o demonizando e depreciando os eleitores de Trump n\u00e3o os est\u00e1 ganhando, apenas marginalizando-os mais. (Isso n\u00e3o quer dizer que suas pr\u00e1ticas de vota\u00e7\u00e3o estejam certas ou n\u00e3o devam ser questionadas, mas oferece um pouco mais de empatia sobre parte da mentalidade por tr\u00e1s dessas oscila\u00e7\u00f5es pol\u00edticas).<\/p>\n<p>O verdadeiro golpe desse livro vem nos cap\u00edtulos finais, enquanto JD avalia sua vida, as influ\u00eancias de sua fam\u00edlia e heran\u00e7a cultural. Sua discuss\u00e3o sobre o ACE (Adverse Childhood Experiences) fez com que eu buscasse o Google novamente, quando fiz o teste ACE on-line para descobrir minha pontua\u00e7\u00e3o e ver se eu me qualificava como algu\u00e9m que havia sofrido um trauma agudo na inf\u00e2ncia. Eu fiz 9 de 10 pontos (o autor marcou seis, sua tia 7). Foi um resultado deprimente, embora n\u00e3o surpreendente. Sua pontua\u00e7\u00e3o e a minha fizeram-me revisitar antigas quest\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cQuanto de nossas vidas, boas ou m\u00e1s, devemos creditar \u00e0s nossas decis\u00f5es pessoais, e quanto \u00e9 apenas a heran\u00e7a de nossa cultura, nossas fam\u00edlias e nossos pais que falharam com seus filhos?\u201d (p. 231)<\/p><\/blockquote>\n<p>Independentemente de onde voc\u00ea descobre sobre isso, eu concordo com JD, que afirma inequivocamente, que,<\/p>\n<blockquote><p>\u201cA inf\u00e2ncia de ningu\u00e9m d\u00e1 a ele um cart\u00e3o moral perp\u00e9tuo para ficar livre da cadeia\u201d. (p.232)<\/p><\/blockquote>\n<p>Temos que assumir alguma responsabilidade pela forma como nos comportamos e agimos como adultos. Isso \u00e9 claro. Neste ponto do livro, encontrei minha mente vagando novamente. De volta ao garoto que eu j\u00e1 fui. Trancado em um arm\u00e1rio. Assustado e sozinho. Faminto, desfigurado e sem um amigo no mundo. Eu n\u00e3o tinha a Mamaw que o JD tinha. Se eu tivesse, talvez n\u00e3o tivesse ido para a pris\u00e3o. Talvez eu n\u00e3o tivesse desperdi\u00e7ado dez anos da minha vida, amargo e seguindo por um caminho autodestrutivo.<\/p>\n<p>Mas eu n\u00e3o tive uma Mamaw. Eu nem tive m\u00e3e. Eu n\u00e3o tinha um \u00fanico adulto na minha vida que me dissesse que eles me amavam. Eu nunca ouvi essas palavras de um pai. Eu nunca ouvirei. Esse livro me fez pensar sobre isso novamente. Isso me fez ansiar por uma vida que nunca terei. Ouvir palavras que nunca ouvirei. O melhor que posso fazer \u00e9 ver minha esposa abra\u00e7ar nossos filhos e dizer o quanto ela os ama. Eu me pego olhando para ela \u00e0s vezes com eles e me perguntando como que \u00e9 ser amado assim. Claro, minha esposa me ama. Minhas meninas me amam. Mas n\u00e3o \u00e9 o mesmo, \u00e9? Sentir que seus pais o amam deve ser algo realmente maravilhoso. A verdadeira dor vem quando vejo as crian\u00e7as do meu bairro passarem pela mesma coisa. Ent\u00e3o penso nisso multiplicado pela na\u00e7\u00e3o, o mundo todo. Isso resulta em muita dor. Isso resulta em muito sil\u00eancio. Isso resulta em muitos vazios em muitos cora\u00e7\u00f5es jovens.<\/p>\n<p>Perto do fim, ele sugere redescobrir a f\u00e9 crist\u00e3 que ele perdeu todos aqueles anos atr\u00e1s. Ele cita tentadoramente, mas nunca volta a isso. \u00c9 apenas uma frase perdida entre as palavras do seu livro. Mas eu percebi. Eu espero que JD encontre a verdadeira paz que conhecer Jesus pode trazer. \u00c9 maior que o amor de uma esposa e filhos. \u00c9 uma paz profunda e comovente que n\u00e3o pode ser adequadamente expressa em palavras. Voc\u00ea v\u00ea, eu estou vivo hoje por causa de Jesus. Minha esposa n\u00e3o foi espancada nem criticada ou maltratada. Meus filhos n\u00e3o foram negligenciados ou maltratados. Eles conhecem seguran\u00e7a e eles conhecem estabilidade. Eles sabem todas essas coisas porque Jesus salvou minha alma quase vinte anos atr\u00e1s. Sem ele eu seria apenas outro vagabundo, vivendo nas ruas, drogado at\u00e9 o pesco\u00e7o, culpando a minha vida em casa, o mundo, o governo e os ricos por todos os meus problemas e desgra\u00e7as. Em vez disso, aceitei as imperfei\u00e7\u00f5es do nosso mundo (e da minha cria\u00e7\u00e3o) e entreguei-me completamente \u00e0quele que diz que me ama. Muitas vezes duvido. Muitas vezes, tenho o meu pr\u00f3prio senso de estar alerta no caso de ele retirar esse amor de algu\u00e9m t\u00e3o indigno. E eu luto com todas as minhas for\u00e7as para acreditar na verdade de que sou dele para sempre.<\/p>\n<p>Este livro vai ficar comigo por muito tempo, mas n\u00e3o pelas raz\u00f5es que muitos amam (ou detestam). Assombrando e hipnotizando. Voc\u00ea pode n\u00e3o concordar com sua pol\u00edtica ou sua aplica\u00e7\u00e3o das ci\u00eancias sociais, mas este \u00e9 um livro colossal.[\/vc_column_text][vc_message color=&#8221;alert-danger&#8221; message_box_style=&#8221;outline&#8221; style=&#8221;square&#8221; message_box_color=&#8221;alert-danger&#8221; icon_type=&#8221;pixelicons&#8221; el_class=&#8221;creditos_box&#8221; icon_pixelicons=&#8221;vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation&#8221;]Por: Mez McConnell. \u00a9 20schemes. Website: <a href=\"https:\/\/20schemes.com\/pt-br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">20schemes.com<\/a>. Traduzido com permiss\u00e3o. Fonte: <a href=\"https:\/\/20schemes.com\/housing-schemes\/a-transatlantic-elegy-for-an-american-hillbilly\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">A Transatlantic Elegy For An American Hillbilly<\/a>.<\/p>\n<p>Original: <a href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano<\/a>. \u00a9 Voltemos ao Evangelho. Website: <a href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">voltemosaoevangelho.com<\/a>. Todos os direitos reservados. Tradu\u00e7\u00e3o: Paulo Reiss Junior. Revis\u00e3o: Filipe Castelo Branco.[\/vc_message][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mez McConnell: Eu espero que JD encontre a verdadeira paz que conhecer Jesus pode trazer. \u00c9 maior que o amor de uma esposa e filhos. \u00c9 uma paz profunda e comovente que n\u00e3o pode ser adequadamente expressa em palavras.<\/p>\n","protected":false},"author":422,"featured_media":49423,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[3063,507],"tags":[897],"class_list":["post-49418","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-cosmovisao-e-cultura","category-historia-da-igreja","tag-igreja-para-a-periferia-20schemes","tema-etica","tema-etica-cosmovisao-cosmovisao-e-cultura","tema-historia","tema-literatura","tema-literatura-dup","tema-pobreza","tema-pobreza-dup","tema-politica","tema-politica-dup"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Mez McConnell: Eu espero que JD encontre a verdadeira paz que conhecer Jesus pode trazer. \u00c9 maior que o amor de uma esposa e filhos. \u00c9 uma paz profunda e comovente que n\u00e3o pode ser adequadamente expressa em palavras.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Voltemos Ao Evangelho\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/facebook.com\/voltemosaoevangelho\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2019-06-21T12:00:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2019-08-01T19:46:10+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla\u0302ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"890\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"381\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Mez McConnell\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@voltemos\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@voltemos\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Mez McConnell\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"23 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"Mez McConnell\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/16ed25e9425ec13faec54df31da35da1\"},\"headline\":\"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano\",\"datePublished\":\"2019-06-21T12:00:52+00:00\",\"dateModified\":\"2019-08-01T19:46:10+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/\"},\"wordCount\":4610,\"commentCount\":1,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/06\\\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\",\"keywords\":[\"Igreja para a Periferia - 20schemes\"],\"articleSection\":[\"Cosmovis\u00e3o e cultura\",\"Hist\u00f3ria da Igreja\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/\",\"name\":\"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/06\\\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\",\"datePublished\":\"2019-06-21T12:00:52+00:00\",\"dateModified\":\"2019-08-01T19:46:10+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/06\\\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2019\\\/06\\\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1\",\"width\":890,\"height\":381},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/2019\\\/06\\\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/\",\"name\":\"Voltemos Ao Evangelho\",\"description\":\"um site crist\u00e3o por Cristo e pelo Evangelho\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#organization\",\"name\":\"Voltemos ao Evangelho\",\"url\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2015\\\/04\\\/ve-cr.png?fit=644%2C805&ssl=1\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/i0.wp.com\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2015\\\/04\\\/ve-cr.png?fit=644%2C805&ssl=1\",\"width\":644,\"height\":805,\"caption\":\"Voltemos ao Evangelho\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/facebook.com\\\/voltemosaoevangelho\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/voltemos\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/vevangelho\\\/\",\"https:\\\/\\\/pinterest.com\\\/voltemos\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/user\\\/VoltemosAoEvangelho\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/16ed25e9425ec13faec54df31da35da1\",\"name\":\"Mez McConnell\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"http:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/04\\\/Mez-McConnell_avatar_1522880470-96x96.jpg\",\"url\":\"http:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/04\\\/Mez-McConnell_avatar_1522880470-96x96.jpg\",\"contentUrl\":\"http:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2018\\\/04\\\/Mez-McConnell_avatar_1522880470-96x96.jpg\",\"caption\":\"Mez McConnell\"},\"description\":\"\u00c9 pastor s\u00eanior da Niddrie Community Church, Edimburgo, Esc\u00f3cia. \u00c9 fundador do 20schemes, um minist\u00e9rio voltado para planta\u00e7\u00e3o de igrejas nos lugares mais dif\u00edceis da Esc\u00f3cia. Desde 1999, McConnell tem se envolvido com o minist\u00e9rio pastoral, tanto em planta\u00e7\u00e3o quanto revitaliza\u00e7\u00e3o.\",\"url\":\"https:\\\/\\\/voltemosaoevangelho.com\\\/blog\\\/autor\\\/mez-mcconnell\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano","og_description":"Mez McConnell: Eu espero que JD encontre a verdadeira paz que conhecer Jesus pode trazer. \u00c9 maior que o amor de uma esposa e filhos. \u00c9 uma paz profunda e comovente que n\u00e3o pode ser adequadamente expressa em palavras.","og_url":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/","og_site_name":"Voltemos Ao Evangelho","article_publisher":"https:\/\/facebook.com\/voltemosaoevangelho","article_published_time":"2019-06-21T12:00:52+00:00","article_modified_time":"2019-08-01T19:46:10+00:00","og_image":[{"width":890,"height":381,"url":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla\u0302ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1","type":"image\/jpeg"}],"author":"Mez McConnell","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@voltemos","twitter_site":"@voltemos","twitter_misc":{"Escrito por":"Mez McConnell","Est. tempo de leitura":"23 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/"},"author":{"name":"Mez McConnell","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#\/schema\/person\/16ed25e9425ec13faec54df31da35da1"},"headline":"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano","datePublished":"2019-06-21T12:00:52+00:00","dateModified":"2019-08-01T19:46:10+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/"},"wordCount":4610,"commentCount":1,"publisher":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1","keywords":["Igreja para a Periferia - 20schemes"],"articleSection":["Cosmovis\u00e3o e cultura","Hist\u00f3ria da Igreja"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/","url":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/","name":"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano","isPartOf":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1","datePublished":"2019-06-21T12:00:52+00:00","dateModified":"2019-08-01T19:46:10+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#primaryimage","url":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1","width":890,"height":381},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2019\/06\/uma-elegia-transatlantica-de-um-caipira-americano\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Uma elegia transatl\u00e2ntica de um caipira americano"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#website","url":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/","name":"Voltemos Ao Evangelho","description":"um site crist\u00e3o por Cristo e pelo Evangelho","publisher":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#organization","name":"Voltemos ao Evangelho","url":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/ve-cr.png?fit=644%2C805&ssl=1","contentUrl":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/ve-cr.png?fit=644%2C805&ssl=1","width":644,"height":805,"caption":"Voltemos ao Evangelho"},"image":{"@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/facebook.com\/voltemosaoevangelho","https:\/\/x.com\/voltemos","https:\/\/www.instagram.com\/vevangelho\/","https:\/\/pinterest.com\/voltemos\/","https:\/\/www.youtube.com\/user\/VoltemosAoEvangelho"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/#\/schema\/person\/16ed25e9425ec13faec54df31da35da1","name":"Mez McConnell","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Mez-McConnell_avatar_1522880470-96x96.jpg","url":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Mez-McConnell_avatar_1522880470-96x96.jpg","contentUrl":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/04\/Mez-McConnell_avatar_1522880470-96x96.jpg","caption":"Mez McConnell"},"description":"\u00c9 pastor s\u00eanior da Niddrie Community Church, Edimburgo, Esc\u00f3cia. \u00c9 fundador do 20schemes, um minist\u00e9rio voltado para planta\u00e7\u00e3o de igrejas nos lugares mais dif\u00edceis da Esc\u00f3cia. Desde 1999, McConnell tem se envolvido com o minist\u00e9rio pastoral, tanto em planta\u00e7\u00e3o quanto revitaliza\u00e7\u00e3o.","url":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/autor\/mez-mcconnell\/"}]}},"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/Uma-elegia-transatla%CC%82ntica-de-um-caipira-americano.jpg?fit=890%2C381&ssl=1","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p4MFiq-cR4","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49418","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/422"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=49418"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49418\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":49890,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/49418\/revisions\/49890"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/49423"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=49418"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=49418"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=49418"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}