{"id":53149,"date":"2020-04-05T20:23:30","date_gmt":"2020-04-05T23:23:30","guid":{"rendered":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=53149"},"modified":"2020-04-05T20:25:36","modified_gmt":"2020-04-05T23:25:36","slug":"o-pensamento-grego-e-a-igreja-crista-parte-1","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2020\/04\/o-pensamento-grego-e-a-igreja-crista-parte-1\/","title":{"rendered":"O pensamento grego e a igreja crist\u00e3 (Parte 1)"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_btn title=&#8221;S\u00e9rie &#8220; O pensamento grego e a igreja crist\u00e3&#8220; | Clique para ler os outros artigos&#8221; size=&#8221;sm&#8221; align=&#8221;center&#8221; button_block=&#8221;true&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Ffiel.in%2F3aJBHzG|||&#8221;][vc_column_text]<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">O povo grego \u00e9 o povo filos\u00f3fico por excel\u00eancia. &#8211; Werner Jaeger (1888-1961).<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">\u00c9 necess\u00e1rio que se fa\u00e7a novamente da filosofia uma tarefa s\u00e9ria. Para se possuir qualquer ci\u00eancia, arte, habilidade, of\u00edcio, prevalece a convic\u00e7\u00e3o de que seja necess\u00e1rio um multiplicado esfor\u00e7o de aprendizagem e exerc\u00edcio. Se algu\u00e9m que tem olhos e dedos, recebe o couro e o instrumento, nem por isso \u00e9 capaz de fabricar sapatos. Ao contr\u00e1rio, no que diz respeito \u00e0 filosofia, parece dominar presentemente o preconceito de que qualquer um saiba imediatamente filosofar e julgar a filosofia, j\u00e1 que para isso possui a medida na sua raz\u00e3o natural, como se n\u00e3o possu\u00edsse igualmente no seu p\u00e9 a medida de um sapato. Parece que a posse da filosofia reside exatamente na falta de conhecimento e de estudo, e que a filosofia cesse onde come\u00e7am o conhecimento e o estudo. A filosofia \u00e9 tida frequentemente como um saber formal e vazio de conte\u00fado. &#8211; G.W.F. Hegel, (1770-1831).<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">Todo sistema filos\u00f3fico tem lacunas e defeitos. &#8211; Herman Bavinck (1854-1921).<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">A recusa deliberada da filosofia j\u00e1 \u00e9 em si mesma, uma filosofia &#8211; e uma filosofia que pode envolver os seus proponentes em muitas contradi\u00e7\u00f5es. &#8211; L.S. Vygotsky (1896-1934).<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">Jamais deixarei de filosofar. \u2013 S\u00f3crates (469-399 a.C.).<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Uma das tarefas da Filosofia \u00e9 indagar sobre o que se mostra como \u00f3bvio. Isso pode ser cansativo e, se n\u00e3o for uma atitude comedida em sua palavra e ju\u00edzos, pode ser geradora de uma certa avers\u00e3o. Mas, fazer o qu\u00ea, j\u00e1 que a filosofia se recusa \u00e0s f\u00e9rias?<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a><\/p>\n<p>O aparentemente \u00f3bvio nem sempre se esgota em sua obviedade ou, de fato \u00e9 t\u00e3o simples como o marketing do senso comum nos quer fazer crer. Por outro lado, nem sempre os temas s\u00e3o <em>aparentemente<\/em> simples e \u00f3bvios. Se a Filosofia n\u00e3o tira f\u00e9rias, tamb\u00e9m n\u00e3o deve bater em retirada.<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a> A perseveran\u00e7a em pensar \u00e9 aqui uma virtude.<\/p>\n<p>Por isso, o melhor que podemos fazer, \u00e9 investigar. Ou sen\u00e3o, caminhar\u00a0 com a ousadia de um Dom Quixote, pelas pegadas do respeitado fil\u00f3sofo Dino Formaggio (1914-2008), que apresenta\u00a0 uma conceitua\u00e7\u00e3o relativista ao dizer que \u201carte \u00e9 tudo aquilo que os homens chamam de arte\u201d. De forma hil\u00e1ria,\u00a0 Eco\u00a0 (1932-2016) ironiza a afirma\u00e7\u00e3o, declarando que \u201cBelo \u00e9 tudo aquilo que os homens chamam de belo\u201d.<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a> Dessa forma, penso com meus bot\u00f5es, que Filosofia \u00e9&#8230; n\u00e3o me atrevo a concluir a frase.<\/p>\n<p>Retornando \u00e0 Filosofia, sublinhamos que essa <strong>miss\u00e3o<\/strong> e <strong>metodologia<\/strong> podem soar desnecess\u00e1rias ou at\u00e9 mesmo antip\u00e1ticas em alguns contextos e circunst\u00e2ncias. Por\u00e9m, vencido o embara\u00e7o primeiro, resultante, talvez, da demonstra\u00e7\u00e3o de uma vis\u00e3o mais estreita daqueles que foram acordados, n\u00e3o a sem tempo, do \u201csono dogm\u00e1tico\u201d, se revelar\u00e3o, altamente enriquecedoras. \u00c9 preciso que entendamos que o significado da coisa n\u00e3o deve ser separado do que a coisa \u00e9.<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a> A ess\u00eancia sempre \u00e9 mais importante do que a experi\u00eancia. A experi\u00eancia, enquanto viva e significativa, tem possibilidade de ser corrigida \u00e0 luz da ess\u00eancia.<\/p>\n<p>Ainda sigo o princ\u00edpio de que a melhor defini\u00e7\u00e3o \u00e9 a essencial. A indefini\u00e7\u00e3o tende a acarretar uma s\u00e9rie de inseguran\u00e7as por um lado, \u00e9 impropriedades por outro.<\/p>\n<p>Em uma entrevista concedida em 1991, Thomas Kuhn (1922-1996) queixando-se do uso excessivo e inadequado da express\u00e3o \u201cparadigma\u201d, que marca o seu livro <em>A Estrutura das Revolu\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas, <\/em>admite que no livro n\u00e3o definira \u201cparadigma\u201d t\u00e3o rigorosamente como deveria\u201d.<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a><\/p>\n<p>Portanto, sigo aqui a Arist\u00f3teles (384-322 a.C.), ao dizer: &#8220;Uma defini\u00e7\u00e3o \u00e9 uma frase que significa a ess\u00eancia de uma coisa&#8221;.<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a><\/p>\n<p>Dito isso, caminhemos em dire\u00e7\u00e3o da origem da composi\u00e7\u00e3o da palavra filosofia.<\/p>\n<h2>Origem da palavra Filosofia<\/h2>\n<p>A palavra Sofi\/a (Sabedoria) j\u00e1 aparece nos escritos de Homero e Hes\u00edodo \u2013 denotando sempre um atributo, nunca uma atividade<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a> \u2013, todavia, o composto filosofi\/a (Filosofia) s\u00f3 \u00e9 encontrado em Her\u00e1clito (c. 544-484 a.C.), que o emprega de forma adjetiva.<\/p>\n<p>No <em>Fragmento<\/em> 35, diz: &#8220;Homens que <u>amam a sabedoria<\/u> (filoso\/fouj) precisam ter muitos conhecimentos&#8221;.<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a><\/p>\n<p>J\u00e1 o verbo, n\u00f3s o temos documentado pela primeira vez em Her\u00f3doto (c. 484-420 a.C.). Her\u00f3doto \u2013 pai da Hist\u00f3ria \u2013 narra que, quando S\u00f3lon (638 a.C.-558 a.C.), um dos sete s\u00e1bios da Gr\u00e9cia,<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a> foi visitar o riqu\u00edssimo Creso (596-546 a.C.), rei da L\u00eddia (c. 560-546 a.C.), este se dirigiu ao s\u00e1bio dizendo:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">A not\u00edcia de tua <u>sabedoria<\/u> (sofi\/h) e de tuas viagens chegou at\u00e9 n\u00f3s; e n\u00e3o ignoro absolutamente que, percorrendo tantos pa\u00edses, n\u00e3o tens outro fim sen\u00e3o o de <u>instruir-te<\/u> (filosofe\/wn) sobre as suas leis, seus costumes e aperfei\u00e7oar teus conhecimentos&#8230;.<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Tuc\u00eddides (c. 465-395 a.C.), tamb\u00e9m faz semelhante emprego. Narrando a <em>Ora\u00e7\u00e3o<\/em> <em>f\u00fanebre<\/em> de P\u00e9ricles (c. 495-429 a.C.) em 431 a.C. \u2013 per\u00edodo em que este era chefe de Estado \u2013, por ocasi\u00e3o dos funerais feitos anualmente em Atenas em homenagem aos mortos de guerra,<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a> P\u00e9ricles, em determinado momento, disse:<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">Somos <u>amantes da beleza<\/u> (filokalou+\/men) sem extravag\u00e2ncias e <u>amantes da\u00a0 sabedoria<\/u>\u00a0 (filosofou+\/men) sem indol\u00eancia. Usamos a riqueza mais como uma oportunidade para agir que como um motivo de vangl\u00f3ria; entre n\u00f3s n\u00e3o h\u00e1 vergonha na pobreza, mas a maior vergonha \u00e9 n\u00e3o fazer o poss\u00edvel para evit\u00e1-la.<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Segundo C\u00edcero (106-43 a.C.) e Di\u00f3genes La\u00e9rcio (3\u00ba s\u00e9c. d.C.),<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\">[18]<\/a> foi Pit\u00e1goras (c. 570\u2013c. 495 a.C.) quem atribuiu o <em>t\u00edtulo<\/em> de <em>fil\u00f3sofo<\/em> a si mesmo. Quando o pr\u00edncipe Leonte perguntou a Pit\u00e1goras em que arte era versado, respondeu-lhe que em nenhuma. Era fil\u00f3sofo.<\/p>\n<p>Ainda segundo C\u00edcero, Pit\u00e1goras achava por demais pretensiosa a denomina\u00e7\u00e3o de Sofo\/j, preferindo substitu\u00ed-la por Filo\/sofoj, passando ent\u00e3o, a us\u00e1-la para si.<a href=\"#_ftn19\" name=\"_ftnref19\">[19]<\/a><\/p>\n<p>Este sentido \u00e9tico e religioso tamb\u00e9m \u00e9 encontrado em S\u00f3crates (469-399 a.C.).<a href=\"#_ftn20\" name=\"_ftnref20\">[20]<\/a> Plat\u00e3o (427-347 a.C.) e S\u00f3crates (469-399 a.C.) contrastam a Filosofi\/a com a Sofi\/a:<a href=\"#_ftn21\" name=\"_ftnref21\">[21]<\/a> Esta que \u00e9 a sabedoria perfeita, pertence somente a Deus. Os homens s\u00e3o apenas filo\/sofoj, amantes da sabedoria.<a href=\"#_ftn22\" name=\"_ftnref22\">[22]<\/a><\/p>\n<p>Os Sofistas, em seu subjetivismo, plenamente justific\u00e1vel, diga-se de passagem, desejam reduzir a sabedoria \u00e0 arte discursiva, ret\u00f3rica, arte que pode ser ensinada com o fim de persuadir, sem maiores compromissos com a verdade.<\/p>\n<p>Enquanto para Plat\u00e3o a sabedoria \u00e9 uma virtude pr\u00e1tica, para Arist\u00f3teles (384-322 a.C.), ela \u00e9 te\u00f3rica, nos permitindo chegar \u00e0 verdade das primeiras causas.<a href=\"#_ftn23\" name=\"_ftnref23\">[23]<\/a><\/p>\n<p>No tempo dos Sofistas e de S\u00f3crates (469-399 a.C.), o termo <em>Filosofia<\/em> era usado para se referir ao cultivo sistem\u00e1tico de qualquer conhecimento te\u00f3rico, adquirindo em Arist\u00f3teles (384-322 a.C.), o sentido de (e)pisth\/mh), \u201cuma disciplina intelectual que procura as causas\u201d.<a href=\"#_ftn24\" name=\"_ftnref24\">[24]<\/a><\/p>\n<h2>Problema metodol\u00f3gico<\/h2>\n<p>Dito isso, devemos destacar que o nosso texto padece de uma dificuldade metodol\u00f3gica que pretendo explicitar de in\u00edcio: o pensamento grego, mesmo no per\u00edodo cl\u00e1ssico, n\u00e3o foi uma forma monol\u00edtica de interpretar e pensar a realidade. H\u00e1 \u00e9pocas diferentes, quest\u00f5es e \u00eanfases distintas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 Escolas filos\u00f3ficas com pressuposi\u00e7\u00f5es distintas e preocupa\u00e7\u00f5es d\u00edspares. Assim sendo, aqui temos que ter cautela para n\u00e3o incorrermos no equ\u00edvoco generalizante e, por isso, reducionista, de tomar um pensamento aqui e outro ali e presumir, apressadamente, termos a amostragem caracter\u00edstica do pensamento grego.<\/p>\n<p>Como sabemos, nem sempre, por exemplo, o pensamento individual de Xen\u00f3fanes (c. 570-c.460 a.C.), Her\u00e1clito (c. 540-480 a.C.), S\u00f3crates (469-399 a.C.), Plat\u00e3o (427-347 a.C.) e Arist\u00f3teles (384-322 a.C.) representa o modo habitual ou mesmo majorit\u00e1rio dos gregos verem a realidade.<a href=\"#_ftn25\" name=\"_ftnref25\">[25]<\/a><\/p>\n<p>Tendo isso em vista, sabendo dos perigos, analisemos com cautela o que temos pela frente. Contudo, antes de mergulharmos nesse rio no qual nadarei apenas at\u00e9 onde meu p\u00e9 pode tocar, deixando o pesco\u00e7o para fora, trataremos sobre o desejo de conhecer.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>Werner Jaeger, <em>Paid\u00e9ia: A Forma\u00e7\u00e3o do Homem Grego,<\/em> 2. ed. S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1989, p. 9.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a>G.W.F. Hegel,<em> A Fenomenologia do Esp\u00edrito, <\/em>S\u00e3o Paulo: Abril Cultural (Os Pensadores, v. 30), 1974, p. 42.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Proleg\u00f4mena, <\/em>S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2012, v. 1, p. 313.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Pref\u00e1cio de Vygotsky \u00e0 tradu\u00e7\u00e3o das duas primeiras obras de Piaget (1896-1980), publicadas na R\u00fassia. (L.S. Vygotsky, <em>Pensamento e Linguagem, <\/em>S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1993, p. 18).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Plat\u00e3o, <em>Defesa de S\u00f3crates,<\/em> S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, (Os Pensadores, v. 2), 1972, 29d.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Inspiro-me aqui em Gilson (1884-1978), que escreveu: \u201cOs fil\u00f3sofos v\u00e3o \u00e0s vezes a algum espet\u00e1culo de bal\u00e9, ainda que apenas para se distra\u00edrem da filosofia, \u00e0 qual \u00e9 preciso saber dar uma folga. Mas ela se recusa a folgar e acompanha o fil\u00f3sofo ao espet\u00e1culo\u201d (\u00c9tienne Gilson, <em>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0s Artes do Belo \u2013 O que \u00e9 filosofar sobre a arte? <\/em>\u00a0S\u00e3o Paulo: \u00c9 Realiza\u00e7\u00f5es, 2010, p. 191).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Quando Eric Voegelin (1901-1985) aceitou um convite do conselho diretor de uma institui\u00e7\u00e3o para falar sobre \u201cEvangelho e Cultura\u201d, logo no in\u00edcio, declarou: \u201cUm tremendo convite, devo dizer. Ainda assim, aceitei-o \u2013 afinal,\u00a0 de que serve a filosofia se ela n\u00e3o tiver nada a dizer sobre as grandes quest\u00f5es que os homens do presente t\u00eam o direito de lhe fazer?\u201d (Leo Strauss; Eric Voegelin, <em>F\u00e9 e filosofia pol\u00edtica: a correspond\u00eancia entre Leo Strauss e Eric Voegelin, <\/em>S\u00e3o Paulo: \u00c9 Realiza\u00e7\u00f5es, 2017, p. 167).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Umberto Eco, <em>Nos ombros dos gigantes: escritos para La Milanesiana, 2001-2015, <\/em>Rio de Janeiro: Record, 2018, p. 38.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> \u201cA ci\u00eancia da defini\u00e7\u00e3o, da divis\u00e3o e da classifica\u00e7\u00e3o, ainda que seja empregada muitas vezes para coisas falsas, n\u00e3o \u00e9 por si s\u00f3 falsa; nem foi institu\u00edda pelos homens, mas descoberta pela pr\u00f3pria raz\u00e3o das coisas\u201d (Santo Agostinho, <em>A Doutrina Crist\u00e3,<\/em> S\u00e3o Paulo: Paulinas, 1991, II.36 p. 143).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a>John Horgan, <em>O Fim da Ci\u00eancia: uma discuss\u00e3o sobre os limites do conhecimento Cient\u00edfico, <\/em>3. reimpress\u00e3o, S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 64.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a>Arist\u00f3teles, <em>T\u00f3picos<\/em>, S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, (Os Pensadores, v. 4), 1973, I.5. p. 13. Para uma breve discuss\u00e3o a respeito da import\u00e2ncia da defini\u00e7\u00e3o, veja-se: Hermisten M.P. Costa,<em> Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 metodologia das ci\u00eancias teol\u00f3gicas, <\/em>Goi\u00e2nia, GO.: Editora Cruz, 2015, p. 63-65.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Cf. J. Goetzmann, Sabedoria: In: Colin Brown, ed. ger. <em>O Novo Dicion\u00e1rio Internacional de Teologia do Novo Testamento,<\/em> S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 1983, v. 4, p. 276. Fraile (1909-1970) observa que em Homero, sofo\/j \u201csignifica homem h\u00e1bil em artes mec\u00e2nicas, e por deriva\u00e7\u00e3o, prudente, astuto, engenhoso, sutil\u201d (G. Fraile, <em>Historia de la Filosofia I (Grecia y Roma),<\/em> Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos, 1956, p. 4).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Mesmo o composto filosofi\/a n\u00e3o sendo encontrado anteriormente, a literatura demonstra outras conjuga\u00e7\u00f5es com a palavra fi\/loj (Cf. Otto Michel, filosofi\/a: In: G. Kittel; G. Friedrich, eds. <em>Theological Dictionary of the New Testament,<\/em> Grand Rapids, Michigan: Eerdmans, 1983 (Reprinted), v. 9, p. 173).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Cf. Plat\u00e3o, <em>Prot\u00e1goras,<\/em> Bel\u00e9m: Universidade Federal do Par\u00e1, 2002, 343a, p. 95.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> Her\u00f3doto, <em>Hist\u00f3ria, <\/em>Rio de Janeiro: Ediouro, (s.d.), I.30.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 p. 48.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> Veja-se a descri\u00e7\u00e3o do ritual em Tuc\u00eddides, <em>Hist\u00f3ria da Guerra do Peloponeso,<\/em> Bras\u00edlia, DF.: Editora Universidade de Bras\u00edlia, 1982, II.34. p. 96-97.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> Tuc\u00eddides, <em>Hist\u00f3ria da Guerra do Peloponeso,<\/em> II.40. p. 99. Vejam-se, tamb\u00e9m, Plat\u00e3o,\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>O Banquete,<\/em> S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, (Os Pensadores, v. 2), 1972, 202ss; Plat\u00e3o, <em>Defesa de S\u00f3crates,<\/em> S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, (Os Pensadores, v. 2), 1972, 28e-29.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\">[18]<\/a>Marcus Tullius Cicero, <em>Tusculanae Disputationes,<\/em> V.3, 8-9\u00a0 (Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/docplayer.com.br\/66164032-Tusculanae-disputationes-marcus-tullius-cicero.html\">https:\/\/docplayer.com.br\/66164032-Tusculanae-disputationes-marcus-tullius-cicero.html<\/a>) (Consulta feita em 03.04.2020) e Di\u00f3genes Laercio, <em>Vidas, opiniones y sentencias de los Fil\u00f3sofos m\u00e1s Ilustres, <\/em>Buenos Aires: El Ateneo, (1947), I.8. p. 24-25.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref19\" name=\"_ftn19\">[19]<\/a> Esta vers\u00e3o que \u00e9 preservada por C\u00edcero e Di\u00f3genes La\u00e9rcio, ampara-se numa obra \u2013 <em>Da Intercep\u00e7\u00e3o da Respira\u00e7\u00e3o <\/em>\u2013 hoje perdida, de Her\u00e1clides de Ponto (c. 390-310 a.C.), antigo disc\u00edpulo de Plat\u00e3o. (Veja-se: Di\u00f3genes Laercio, <em>Vidas, opiniones y sentencias de los Fil\u00f3sofos m\u00e1s Ilustres, <\/em>Buenos Aires: El Ateneo, (1947), I.8. p. 24-25). Todavia, duvida-se da confiabilidade deste registro (Cf. Fil\u00f3sofo: In: Andr\u00e9 Lalande, <em>Vocabul\u00e1rio T\u00e9cnico e Cr\u00edtico da Filosofia,<\/em> S\u00e3o Paulo: Martins Fontes, 1993, p. 407-408).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref20\" name=\"_ftn20\">[20]<\/a> Veja-se: Plat\u00e3o, <em>F\u00e9don,<\/em> S\u00e3o Paulo: Abril Cultural, (Os Pensadores, v. 3), 1972, 62c-69e. p. 69-78.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref21\" name=\"_ftn21\">[21]<\/a> Por outro lado, Plat\u00e3o identifica a sofi\/a com a e)pisth\/mh. Veja-se: Plat\u00e3o, <em>Teeteto<\/em>, Bel\u00e9m, PA.: Universidade Federal do Par\u00e1, 1988, 145e. p. 7.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref22\" name=\"_ftn22\">[22]<\/a> \u201cCham\u00e1-los <u>s\u00e1bios<\/u> (sofo\/j), Fedro, me parece excessivo e s\u00f3 aplic\u00e1vel a um deus; mas o nome <u>fil\u00f3sofo<\/u> (filo\/sofo) ou um ep\u00edteto semelhante lhes caberia melhor e seria mais apropriado\u201d (Plat\u00e3o, <em>Fedro,<\/em> Rio de Janeiro: Editora Tecnoprint (Di\u00e1logos I), (s.d.), 278d. p. 267).<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref23\" name=\"_ftn23\">[23]<\/a> Veja-se: G. Fohrer, sofi\/a: In: G. Kittel; G. Friedrich, eds. <em>Theological Dictionary of the New Testament, <\/em>Grand Rapids, Michigan: Eerdmans, 1982 (Reprinted), v. 7, p. 470-472.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref24\" name=\"_ftn24\">[24]<\/a> F.E. Peters, <em>Termos Filos\u00f3ficos Gregos: Um L\u00e9xico Hist\u00f3rico,<\/em> 2. ed. Lisboa: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, (1983), p. 187 (Veja-se tamb\u00e9m, Arist\u00f3teles, <em>Metaf\u00edsica<\/em>, 1025b-1026a).<\/p>\n<p>Plat\u00e3o (427-347 a.C.), entendia que a e)pisth\/mh era o conhecimento verdadeiro e cient\u00edfico em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 do\/ca; sendo um corpo organizado de conhecimento, que chamar\u00edamos de \u201cCi\u00eancia\u201d, caracterizando-se por ser te\u00f3rico e pr\u00e1tico. Na sua vis\u00e3o, a e)pisth\/mh \u00e9 a forma mais elevada de conhecimento humano. No <em>M\u00eanon<\/em><strong>, <\/strong>escreveu:<\/p>\n<p>\u201cE assim, pois, quando as <u>opini\u00f5es certas<\/u> (do\/ca) s\u00e3o amarradas, transformam-se em conhecimento, em <u>ci\u00eancia<\/u> (e)pisth\/mh), e, como ci\u00eancia, permanecem est\u00e1veis. Por esse motivo \u00e9 que dizemos ter a ci\u00eancia mais valor do que a opini\u00e3o certa: a <u>ci\u00eancia<\/u> (e)pisth\/mh) se distingue da opini\u00e3o certa (do\/ca) por seu encadeamento racional\u201d (Plat\u00e3o, <em>M\u00eanon,<\/em> Rio de Janeiro: Editora Tecnoprint, (s.d.), 98, p. 108-109).<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 perspectiva de Plat\u00e3o, vejam-se tamb\u00e9m, Plat\u00e3o, <em>Teeteto,<\/em> 190a-c; <em>Idem, F\u00e9don,<\/em> 75b-76; <em>Idem, A Rep\u00fablica,<\/em> 7. ed. Lisboa: Funda\u00e7\u00e3o Calouste Gulbenkian, (1993), 476a-480a; 509d-511e; 514a-521b.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref25\" name=\"_ftn25\">[25]<\/a>Devo parcialmente esta observa\u00e7\u00e3o a Forrester. (W.R. Forrester, <em>Christian Vocation: studies in faith and work, <\/em>London: Lutterworth Press, 1951, p. 121).[\/vc_column_text][vc_message color=&#8221;alert-danger&#8221; message_box_style=&#8221;outline&#8221; style=&#8221;square&#8221; message_box_color=&#8221;alert-danger&#8221; icon_type=&#8221;pixelicons&#8221; el_class=&#8221;creditos_box&#8221; icon_pixelicons=&#8221;vc_pixel_icon vc_pixel_icon-explanation&#8221;]Por: Hermisten Maia. \u00a9 Voltemos ao Evangelho. Website: <a href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/\">voltemosaoevangelho.com<\/a>. Todos os direitos reservados. Original: <a href=\"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2020\/04\/o-pensamento-grego-e-a-igreja-crista-parte-1\/\">O pensamento grego e a igreja crist\u00e3 (Parte 1)<\/a>.[\/vc_message][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das tarefas da Filosofia \u00e9 indagar sobre o que se mostra como \u00f3bvio. 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Leciona em diversos Semin\u00e1rios ininterruptamente desde 1980. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Teologia Sistem\u00e1tica, lecionando h\u00e1 40 anos, e Hist\u00f3ria da Reforma Protestante, atuando principalmente nos seguintes temas: Jo\u00e3o Calvino e Teologia Reformada e Cosmovis\u00e3o Reformada. Faz parte de diversos Conselhos Editoriais de Revistas de Teologia e de Ci\u00eancias da Religi\u00e3o. Tem 40 livros escritos e mais de 1.500 artigos publicados. Leciona em diversas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior no Brasil. 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