{"id":57893,"date":"2021-04-13T11:30:11","date_gmt":"2021-04-13T14:30:11","guid":{"rendered":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=57893"},"modified":"2021-04-14T12:18:11","modified_gmt":"2021-04-14T15:18:11","slug":"o-pensamento-grego-e-a-igreja-crista-parte-24","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2021\/04\/o-pensamento-grego-e-a-igreja-crista-parte-24\/","title":{"rendered":"O pensamento grego e a igreja crist\u00e3 (Parte 24)"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_btn title=&#8221;S\u00e9rie &#8220; O pensamento grego e a igreja crist\u00e3&#8220; | Clique para ler os outros artigos&#8221; size=&#8221;sm&#8221; align=&#8221;center&#8221; button_block=&#8221;true&#8221; link=&#8221;url:https%3A%2F%2Ffiel.in%2F3aJBHzG|||&#8221;][vc_column_text]A raz\u00e3o mesmo estigmatizada pelo pecado, que se mostra t\u00e3o eficaz nas coisas naturais, perde-se diante do mist\u00e9rio de Deus revelado em Cristo e, tamb\u00e9m diante da revela\u00e7\u00e3o geral na Natureza. As suas pressuposi\u00e7\u00f5es, ainda que possam ter algo de verdadeiro, se perdem diante da complexidade do mundo real, conforme escreve Calvino: \u201cAs mentes humanas s\u00e3o cegas a essa luz, que resplandece em todas as coisas criadas, at\u00e9 que sejam iluminadas pelo Esp\u00edrito de Deus e comecem a compreender, pela f\u00e9, que jamais poder\u00e3o entend\u00ea-lo de outra forma\u201d.<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a> A gra\u00e7a, portanto, antecede \u00e0 f\u00e9 e ao conhecimento.<\/p>\n<p>A gra\u00e7a de Deus \u00e9 eminentemente socializante. Isto porque n\u00e3o h\u00e1 um homem sequer que dela n\u00e3o necessite e, mesmo sem saber, dela n\u00e3o participe. Todos, sem exce\u00e7\u00e3o, somos devedores \u00e0 gra\u00e7a de Deus \u2013 aquele favor imerecido da parte de Deus para com os pecadores. O nosso Deus \u00e9 <em>\u201cO Deus de toda gra\u00e7a\u201d<\/em> (1Pe 5.10). Bem-aventurados s\u00e3o todos aqueles que vivem como s\u00faditos do Reino da Gra\u00e7a de Deus.<\/p>\n<p>A gra\u00e7a de Deus \u00e9 a t\u00f4nica da sua rela\u00e7\u00e3o com o seu povo. Tudo que temos, somos e seremos, \u00e9 pela gra\u00e7a (1Co 15.10). A riqueza da gra\u00e7a de Deus se manifesta de modo superabundante em n\u00f3s (2Co 9.14; Ef 1.7; 2.7), todavia, ela n\u00e3o foi manifestada em toda a sua plenitude. Por isso, aguardamos o regresso triunfante de Jesus Cristo, quando ele mesmo revelar\u00e1 a gra\u00e7a de forma mais completa (1Pe 1.13), concluindo a nossa salva\u00e7\u00e3o (Fp 1.6\/1Pe 1.3-5).<\/p>\n<p>Estou inteiramente de acordo com Packer (1926-2020), quando ele diz que \u201cconhecer a Deus \u00e9 uma quest\u00e3o de gra\u00e7a\u201d.<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> O conte\u00fado do conhecimento como a sua possibilidade est\u00e3o em Deus que, livre e soberanamente, se revela e oferece a n\u00f3s pecadores, de forma graciosa por meio da sua Palavra.<\/p>\n<p>Somente pela gra\u00e7a da autorrevela\u00e7\u00e3o de Deus \u00e9 que podemos nos relacionar com Deus. O \u201cconhecimento\u201d intelectual e abstrato de um Deus distante, se poss\u00edvel fosse fora da revela\u00e7\u00e3o Geral, o que n\u00e3o \u00e9, n\u00e3o redundaria em relacionamento afetivo e de confian\u00e7a. N\u00f3s podemos conhecer a Deus subjetivamente porque ele se deu a conhecer objetivamente em sua Palavra e, plenamente, dentro do seu prop\u00f3sito, em Cristo Jesus, o Deus encarnado. (Cl 1.19; 2.9).<\/p>\n<p>A revela\u00e7\u00e3o de Deus n\u00e3o indica, necessariamente, a apreens\u00e3o subjetiva por parte do homem, contudo para que haja uma satisfa\u00e7\u00e3o em termos de objetivo, faz-se necess\u00e1rio que o homem, a quem Deus dirige especialmente a sua revela\u00e7\u00e3o, tenha, ao menos potencialmente, condi\u00e7\u00f5es de apreend\u00ea-la. A revela\u00e7\u00e3o de Deus exige uma resposta. Como poder\u00e1 o homem captar esta revela\u00e7\u00e3o e responder de forma satisfat\u00f3ria? Em outras palavras: qual seria o <em>principium cognoscendi internum?<\/em>.<\/p>\n<p>O nome crist\u00e3o, aprendido na B\u00edblia para esta resposta \u00e9 f\u00e9. Assim como a revela\u00e7\u00e3o, a f\u00e9 \u00e9 resultado da gra\u00e7a salvadora de Deus (At 15.11; 18.27; Ef 2.8; Fp 1.29); por isso, a totalidade do conhecimento que podemos ter, repousa na gra\u00e7a de Deus. Da\u00ed que, por melhores que sejam os argumentos que possamos alinhar para explicar a nossa f\u00e9, n\u00e3o conseguimos o nosso intento. N\u00e3o que a f\u00e9 seja irracional, como sugeriram Kierkegaard (1813-1855) e Miguel de Unamuno (1864-1936), entre tantos outros, o que ocorre, \u00e9 que a f\u00e9 n\u00e3o pode ser limitada pelos c\u00e2nones da raz\u00e3o. Ela \u00e9 suprarracional. Apesar de caminhar durante algum tempo lado a lado com a raz\u00e3o, ela, agora, acompanhada da esperan\u00e7a, lan\u00e7a-se ao infinito (1Co 15.19; Hb 1.1). A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 irracional. Ela respalda-se em Deus e na sua promessa. Foi isto que fez Abra\u00e3o, conforme escreve Paulo: <em>\u201cN\u00e3o duvidou da promessa de Deus, por incredulidade; mas, pela f\u00e9, se fortaleceu, dando gl\u00f3ria a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera\u201d<\/em> (Rm 4.20,21).<\/p>\n<p>A f\u00e9 exige conhecimento da Palavra de Deus. A f\u00e9 \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a; como acreditar em algu\u00e9m que n\u00e3o conhecemos? A f\u00e9 consiste no conhecimento do Pai e do Filho pelo testemunho do Esp\u00edrito (Jo 17.3\/Jo 15.26; 16.13-14). \u201cA f\u00e9 n\u00e3o consiste na ignor\u00e2ncia, mas no conhecimento; e este conhecimento h\u00e1 de ser n\u00e3o somente de Deus, mas tamb\u00e9m de sua divina vontade.\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> \u00c9 imposs\u00edvel crer e nos relacionar pessoalmente com um Deus desconhecido.<\/p>\n<p>A f\u00e9 \u00e9 gerada em n\u00f3s pelo Esp\u00edrito por interm\u00e9dio da Palavra (Rm 10.17). Ela \u00e9 a boa obra do Esp\u00edrito Santo em n\u00f3s, que age fundamentado numa realidade hist\u00f3rica irrefut\u00e1vel: a obra de Cristo no Calv\u00e1rio. \u201cA f\u00e9 verdadeira \u00e9 aquela que ouve a Palavra de Deus e descansa em sua promessa.\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a> A Palavra e a f\u00e9 s\u00f3 poder\u00e3o ser entendidas mediante a aceita\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a de Deus onde tudo come\u00e7a. Temos a gra\u00e7a pela obra de Cristo, para que, pela gra\u00e7a, possamos conhecer a Deus e, assim, possamos saber <em>\u201cqual a esperan\u00e7a do seu chamamento, qual a riqueza do seu poder para com os que cremos, segundo a efic\u00e1cia do seu poder; o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e fazendo-o sentar \u00e0 sua direita nos lugares celestiais\u201d<\/em> (Ef 1.18-20), vivendo, a partir da\u00ed, pela gra\u00e7a e para a gl\u00f3ria de Deus (1Co 10.31).<\/p>\n<p>\u00c9 somente pela gra\u00e7a, mediante a f\u00e9 que podemos nos apropriar da revela\u00e7\u00e3o com atos e palavras feita por Deus. Somente a f\u00e9, como efeito da gra\u00e7a, nos faz perceber a revela\u00e7\u00e3o, abrindo os nossos olhos para a Palavra de Deus (Sl 119.18; Ef 1.15-18). Deste modo, Deus nos ilumina para que possamos entender a sua revela\u00e7\u00e3o nas Escrituras.<\/p>\n<p>A revela\u00e7\u00e3o antecede \u00e0 f\u00e9 (Rm 10.17; Gl 3.3,5). E, pela revela\u00e7\u00e3o, mediante a ilumina\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito, o homem \u00e9 subjugado por Deus, respondendo positivamente com f\u00e9. A resposta do homem \u00e9 apenas uma evid\u00eancia da elei\u00e7\u00e3o de Deus (Jo 15.16; At 3.16; 15.11; 16.14; 18.27; Ef 2.8; Fp 2.12,13). Deus se revela, fala por meio da Palavra regenerando o pecador, concedendo-lhe f\u00e9 para que, agora, salvo pela gra\u00e7a, ande nas boas obras preparadas por Deus de antem\u00e3o, para n\u00f3s. (Cf. Ef. 2.10).<\/p>\n<p>Entretanto, no nosso relacionamento com Deus, deparamo-nos com um paradoxo: quanto mais conhecemos a Deus, temos, por um lado, um maior discernimento de nossa pecaminosidade e, por outro, uma maior consci\u00eancia da insondabilidade e infinitude de Deus. Paulo, escrevendo aos romanos, ap\u00f3s falar de um assunto dif\u00edcil, exulta:<\/p>\n<p><em>\u00d3 profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Qu\u00e3o insond\u00e1veis s\u00e3o os seus ju\u00edzos e qu\u00e3o inescrut\u00e1veis os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? ou quem foi o seu conselheiro? Ou quem primeiro lhe deu a ele para que lhe venha a ser restitu\u00eddo? Porque dele e por meio dele e para ele s\u00e3o todas as cousas. A ele pois, a gl\u00f3ria eternamente. Am\u00e9m.<\/em> (Rm 11.33-36).<\/p>\n<p>\u00c9 importante ressaltar que n\u00e3o conhecemos tudo a respeito de Deus e da sua Palavra, mas devemos ter por certo de que o limite da f\u00e9 est\u00e1 circunscrito pelos par\u00e2metros das Escrituras (Dt 29.29). Ou seja: n\u00e3o podemos crer al\u00e9m do que Deus nos revelou na B\u00edblia. Fazer isto, n\u00e3o \u00e9 ter f\u00e9, mas especular sobre os mist\u00e9rios de Deus. A Palavra deve ser sempre o guia da nossa f\u00e9! \u201cNossa f\u00e9 n\u00e3o tem que estar fundamentada no que n\u00f3s tenhamos pensado por n\u00f3s mesmos, sen\u00e3o no que foi prometido por Deus\u201d, exorta Calvino.<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> Por isso, devemos estar atentos \u00e0 Palavra de Deus, para entend\u00ea-la e pratic\u00e1-la (Js 1.8; Sl 119.97; Fp 3.15; Tg 1.22-25).<\/p>\n<h2><strong>Nossa mente finita<\/strong><\/h2>\n<p>A nossa mente finita n\u00e3o consegue compreender exaustivamente as perfei\u00e7\u00f5es de Deus.<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a> O alcance e limite de nosso conhecimento \u00e9 determinado pela revela\u00e7\u00e3o. O n\u00e3o revelado n\u00e3o pode ser objeto de nossas especula\u00e7\u00f5es.\u00a0\u00a0 Os nossos passos devem se limitar ao que Deus nos deu a conhecer. Quando Deus se cala, nos calamos. Quando Ele para, devemos parar admirados em rever\u00eancia e gratid\u00e3o.<\/p>\n<p>A revela\u00e7\u00e3o de Deus tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 completa no sentido de abarcar total e exaustivamente o ser de Deus.<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a> Por\u00e9m, conforme vimos, podemos dizer que qualitativamente, \u201ccomo Deus se revela, assim ele \u00e9\u201d.<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a> N\u00e3o h\u00e1 uma representa\u00e7\u00e3o artificial naquilo que Ele nos d\u00e1 a conhecer. Portanto, muit\u00edssimos de seus atos soberanos nos escapam. O finito n\u00e3o pode comportar o infinito! No entanto, podemos conhecer a Deus genu\u00edna e verdadeiramente \u00e0 luz de sua autorrevela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Bavinck (1854-1921)\u00a0 coloca bem a quest\u00e3o:<em>\u00a0<\/em><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">N\u00e3o \u00e9 contradit\u00f3rio (&#8230;) dizer que um conhecimento \u00e9 inadequado, finito e limitado e ao mesmo tempo \u00e9 verdadeiro, puro e suficiente.<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">O conhecimento absoluto, plenamente adequado de Deus, \u00e9, portanto, imposs\u00edvel.<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">Nosso conhecimento de Deus n\u00e3o \u00e9, e, de fato, n\u00e3o pode ser, exaustivo: ele \u00e9 anal\u00f3gico e ect\u00edpico.<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Portanto, pelo fato do nosso conhecimento a respeito de Deus ser limitado, isto n\u00e3o significa que o que conhecemos aqui ser\u00e1 corrigido pelo que conheceremos na eternidade, como se a revela\u00e7\u00e3o de Deus contida na Palavra fosse imprecisa. N\u00e3o. Entendemos que, o pouco que podemos conhecer do Deus infinito \u00e9 fidedigno uma vez que o nosso conhecimento respalda-se na sua Palavra e, cremos que a B\u00edblia \u00e9 o registro infal\u00edvel e inerrante da Palavra de Deus (2Tm 3.16; 2Pe 1.20,21).<\/p>\n<p>Ferguson, extasiado, escreve com uma compreens\u00e3o correta: \u201cO milagre, por\u00e9m, \u00e9 que Deus \u00e9 um revelador de mist\u00e9rios.\u00a0 N\u00f3s n\u00e3o os compreendemos plenamente, mesmo assim podem entend\u00ea-los dentro dos limites da nossa natureza criatural\u201d.<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a><\/p>\n<p>Portanto, ainda que n\u00e3o possamos compreender a Deus exaustiva e plenamente, podemos conhec\u00ea-lo verdadeira e genuinamente.<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a><\/p>\n<p>As tentativas humanas por encontrar Deus aparte de Jesus Cristo, conforme \u00e9-nos dado conhecer nas Escrituras, terminam em naturalismo, ate\u00edsmo ou de\u00edsmo, que nada mais s\u00e3o do que formas de paganismo.<\/p>\n<p>A religiosidade descompromissada como resultado da car\u00eancia de Deus, n\u00e3o direcionada pela Palavra, termina em supersti\u00e7\u00e3o e idolatria que, entre outros males, pode, em determinadas circunst\u00e2ncias, dar a sensa\u00e7\u00e3o de satisfa\u00e7\u00e3o para a angustiante car\u00eancia de Deus.<\/p>\n<p>No entanto, este remendo humano torna a situa\u00e7\u00e3o do homem ainda pior porque, na realidade, ele consciente ou inconscientemente est\u00e1 se enganando e, deste modo, enquanto adota um paliativo espiritual, abandona a procura sincera pela verdade e torna-se, geralmente, imune \u00e0 genu\u00edna proclama\u00e7\u00e3o do evangelho de Cristo.<\/p>\n<p>Somente o genu\u00edno conhecimento de Cristo nos conduz a Deus e nos liberta das cadeias do pecado. \u201cComo as trevas s\u00e3o dispersas pelos raios furtivos do sol, assim todas as inven\u00e7\u00f5es e erros perversivos se desvanecem diante desse conhecimento de Deus\u201d, exulta Calvino.<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a><\/p>\n<p>A f\u00e9, portanto, \u00e9 precedida de conhecimento. O conhecimento, por gra\u00e7a, produz f\u00e9. Conhecimento e f\u00e9 s\u00e3o insepar\u00e1veis. Esse conhecimento por f\u00e9 nos conduz a amar a Deus. O amor a Deus nos leva a mais querer conhec\u00ea-lo.<\/p>\n<p>A Palavra de Deus deve dirigir toda a nossa abordagem e interpreta\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica, bem como de toda a realidade: o Esp\u00edrito por meio da Palavra \u00e9 quem deve nos guiar \u00e0 correta interpreta\u00e7\u00e3o da revela\u00e7\u00e3o. Na Escritura, por proceder de Deus, temos o nosso padr\u00e3o e apelo final.<\/p>\n<p>Assim, apesar de n\u00e3o podermos conhecer tudo a respeito de Deus \u2013 o finito n\u00e3o pode conter o infinito \u2013 o que conhecemos por meio da Palavra \u00e9 a verdade, n\u00e3o toda a verdade, mas parte da verdade que est\u00e1 em harmonia com o todo. Fazendo uma analogia, podemos dizer que pelo fato de colocarmos a \u00e1gua do mar num recipiente, ela n\u00e3o deixa de ser do mar, entretanto, o perigo est\u00e1 em dizer que ali, dentro do recipiente est\u00e1 todo o mar.<\/p>\n<p>Portanto, reafirmamos: o que a B\u00edblia diz \u00e9 uma verdade essencial a respeito de Deus, nela temos tudo o que Deus deseja que saibamos nesta vida a seu respeito. No entanto, precisamos avaliar sempre o nosso conhecimento para que n\u00e3o corramos o risco de tornar a nossa \u201cpercep\u00e7\u00e3o da verdade\u201d, toda e \u00fanica verdade. Todos n\u00f3s, por melhor que seja a nossa percep\u00e7\u00e3o espiritual e teol\u00f3gica, temos ainda, uma \u201cnuvenzinha de ignor\u00e2ncia\u201d.<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a> Agora, ainda vemos obscuramente (1Co 13.12).<\/p>\n<p>Cito aqui as penetrantes considera\u00e7\u00f5es de Schaeffer (1912-1984):<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\">A comunica\u00e7\u00e3o que Deus tem com o homem \u00e9 verdadeira, mas isto n\u00e3o significa que seja exaustiva. Esta \u00e9 uma distin\u00e7\u00e3o importante que precisamos sempre ter em mente. Para conhecer qualquer coisa exaustivamente, precisar\u00edamos ser infinitos, como Deus. Mesmo na vida eterna n\u00e3o seremos assim.<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\">[16]<\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Conhecer a Deus pela f\u00e9 \u00e9 se relacionar com Ele. Portanto, n\u00e3o \u00e9 um conhecimento simplesmente a respeito de Deus, antes, \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o pessoal, de confian\u00e7a, obedi\u00eancia e amor.<\/p>\n<p>Este \u00e9 um conhecimento \u00fanico, diferente de todos os outros conhecimentos, porque Deus \u00e9 \u00fanico e singular. \u00c9 poss\u00edvel ter um conhecimento especial de algo comum, por\u00e9m, conhecer a Deus \u00e9 sempre algo especial, porque Deus \u00e9 singular em sua ess\u00eancia, exist\u00eancia e revela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Somente Deus \u00e9 o Senhor! Portanto, nunca poderemos ter um conhecimento real e, ao mesmo tempo banal de Deus. Banalidade e majestade s\u00e3o termos que essencialmente se excluem quando tratamos de Deus. Ali\u00e1s, s\u00f3 h\u00e1 majestade em Deus e, ao mesmo tempo, n\u00e3o h\u00e1 nada de comum e banal em nosso Glorioso Senhor.<\/p>\n<p>Insistimos: Sem a revela\u00e7\u00e3o de Deus pelo Esp\u00edrito n\u00f3s jamais o conhecer\u00edamos.<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a> Esse dom, associado \u00e0 revela\u00e7\u00e3o, visa nos conduzir a Deus em alegre submiss\u00e3o e gratid\u00e3o.<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\">[18]<\/a><\/p>\n<p>A f\u00e9, portanto, \u00e9 precedida de conhecimento. O conhecimento, por gra\u00e7a, produz f\u00e9. Conhecimento e f\u00e9 s\u00e3o insepar\u00e1veis. Esse conhecimento por f\u00e9 nos conduz a amar a Deus. O amor a Deus nos leva a querer conhec\u00ea-lo mais e mais.<\/p>\n<p>Firmados nisso, sabemos que o fundamento, a inspira\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o para a nossa santifica\u00e7\u00e3o est\u00e3o no Trino Deus que se revela.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Jo\u00e3o Calvino, <em>Exposi\u00e7\u00e3o de Hebreus, <\/em>(Hb 11.3), p. 299.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> J.I. Packer, <em>O Conhecimento de Deus,<\/em> p. 33.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a>Jo\u00e3o Calvino, <em>As Institutas,<\/em> III.2.2.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a>Jo\u00e3o Calvino, <em>Exposi\u00e7\u00e3o de Hebreus, <\/em>(Hb 11.11), p. 318. Vejam-se tamb\u00e9m, (Hb 10.23), p. 270; Jo\u00e3o Calvino, <em>G\u00e1latas,<\/em> S\u00e3o Paulo: Paracletos, 1998, (Gl 2.2), p. 49.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a>Juan Calvino, <em>Sermones Sobre a La Obra Salvadora de Cristo,<\/em> Jenison, Michigan: TELL., 1988 (<em>Serm\u00e3o n\u00b0 13<\/em>), p. 156.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a>\u201cSomos seres humanos, e \u00e9 preciso que observemos sempre as limita\u00e7\u00f5es de nosso conhecimento, e n\u00e3o os ultrapassemos, pois tal gesto seria usurpar as prerrogativas divinas\u201d (Jo\u00e3o Calvino, <em>As Pastorais,<\/em> S\u00e3o Paulo: Paracletos,1998, (1Tm 5.25), p. 160). \u201cDeus n\u00e3o pode ser apreendido pela mente humana. \u00c9 mister que Ele se revele atrav\u00e9s de sua Palavra; e \u00e9 \u00e0 medida que Ele desce at\u00e9 n\u00f3s que podemos, por sua vez, subir at\u00e9 os c\u00e9us\u201d (Jo\u00e3o Calvino, <em>O Profeta Daniel: 1-6,<\/em> S\u00e3o Paulo: Parakletos, 2000, v. 1, (Dn 3.2-7), p. 186). &#8220;A teologia reformada sustenta que Deus pode ser conhecido, mas que ao homem \u00e9 imposs\u00edvel ter um exaustivo e perfeito conhecimento de Deus (&#8230;). Ter esse conhecimento de Deus seria equivalente a compreend\u00ea-lo, e isto est\u00e1 completamente fora de quest\u00e3o: &#8216;Finitum non possit capere infinitum&#8217;.&#8221; (L. Berkhof, <em>Teologia Sistem\u00e1tica, <\/em>Campinas, SP.: Luz para o Caminho, 1990, p. 32). Do mesmo modo Schaeffer (1912-1984): \u201cA comunica\u00e7\u00e3o que Deus tem com o homem \u00e9 verdadeira, mas isto n\u00e3o significa que seja exaustiva. Esta \u00e9 uma distin\u00e7\u00e3o importante que precisamos sempre ter em mente. Para conhecer qualquer coisa exaustivamente, precisar\u00edamos ser infinitos, como Deus. Mesmo na vida eterna n\u00e3o seremos assim\u201d (Francis A. Schaeffer, <em>O Deus que Interv\u00e9m<\/em>, Ja\u00fa, SP.: Ref\u00fagio; ABU., 1981, p. 143). Vejam-se tamb\u00e9m: Jo\u00e3o Calvino, <em>Exposi\u00e7\u00e3o de Romanos,<\/em> S\u00e3o Paulo: Paracletos, 1997, (Rm 1.19), p. 64; Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Deus e a cria\u00e7\u00e3o, <\/em>\u00a0S\u00e3o Paulo, Cultura Crist\u00e3, 2012, v. 2, p. 97-99; \u00a0Charles Hodge, <em>Systematic Theology,<\/em> Grand Rapids, Michigan: Wm. Eerdmans Publishing Co. 1986, v. 1, p. 535; J.I. Packer, <em>Evangeliza\u00e7\u00e3o e Soberania de Deus,<\/em> 2. ed. S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 1990, p. 20;\u00a0\u00a0 Gordon J. Spykman, <em>Teologia Reformacional: um Nuevo paradigma para hacer Teologia, <\/em>Jenison, Mi.: The Evangelical Literature League, 1994, p. 79-80; Cornelius Van Til, <em>Apolog\u00e9tica Crist\u00e3<\/em>, S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2010,\u00a0 p. 35-36; John M. Frame, <em>\u00a0A doutrina de Deus, <\/em>S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2013, p. 168, 175ss.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Deus e a Cria\u00e7\u00e3o,<\/em> S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2012, v. 2, p. 33.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Deus e a Cria\u00e7\u00e3o,<\/em>\u00a0 v. 2, p. 114.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Deus e a Cria\u00e7\u00e3o,<\/em> v. 2, p. 110, 113. Da mesma forma, veja-se: Michael Horton<em>, Doutrinas da f\u00e9 crist\u00e3,<\/em> S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2016, p. 59.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Deus e a Cria\u00e7\u00e3o,<\/em> v. 2, p. 110.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a>Herman Bavinck, <em>Dogm\u00e1tica Reformada: Deus e a cria\u00e7\u00e3o,<\/em> v. 2, p. 99.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a>Sinclair B. Ferguson, O Esp\u00edrito Santo e as Sagradas Escrituras: Inerr\u00e2ncia e Pneumatologia: In: John F. MacArthur, org., \u00a0<em>A Palavra Inerrante, <\/em>S\u00e3o Paulo: Cultura Crist\u00e3, 2018, [p. 262-281], p. 264.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Veja-se: Tim Chester, <em>Conhecendo o Deus Trino: porque Pai, Filho e Esp\u00edrito Santo s\u00e3o boas novas<\/em>, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, SP.: Fiel, 2016, p. 20.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a>Jo\u00e3o Calvino, <em>O Livro dos Salmos,<\/em> S\u00e3o Paulo: Parakletos, 2002, v. 3, (Sl 106.21), p. 684.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> J. Calvino, <em>As Institutas,<\/em> IV.1.12.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> Francis Schaeffer, <em>O Deus que Interv\u00e9m<\/em>, S\u00e3o Paulo: Ref\u00fagio; ABU., 1981, p. 143. Do mesmo modo, ver: J.I. Packer, <em>Evangeliza\u00e7\u00e3o e Soberania de Deus,<\/em> 2. ed. S\u00e3o Paulo: Vida Nova, 1990, p. 20.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> Cf. Jo\u00e3o Calvino, <em>Exposi\u00e7\u00e3o de 1 Cor\u00edntios,<\/em> S\u00e3o Paulo: Paracletos, 1996, (1Co 12.3), p. 373.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\">[18]<\/a>\u201cO grande fim de toda revela\u00e7\u00e3o \u00e9 inspirar um louvor humilde e reverente a Deus\u201d (John Stott, <em>Salmos Favoritos, <\/em>S\u00e3o Paulo: Abba Press, 1997, p. 24).[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhecer a Deus pela f\u00e9 \u00e9 se relacionar com Ele. 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Leciona em diversos Semin\u00e1rios ininterruptamente desde 1980. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de Teologia Sistem\u00e1tica, lecionando h\u00e1 40 anos, e Hist\u00f3ria da Reforma Protestante, atuando principalmente nos seguintes temas: Jo\u00e3o Calvino e Teologia Reformada e Cosmovis\u00e3o Reformada. Faz parte de diversos Conselhos Editoriais de Revistas de Teologia e de Ci\u00eancias da Religi\u00e3o. Tem 40 livros escritos e mais de 1.500 artigos publicados. Leciona em diversas Institui\u00e7\u00f5es de Ensino Superior no Brasil. 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