{"id":7300,"date":"2012-03-21T07:00:00","date_gmt":"2012-03-21T10:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/?p=7300"},"modified":"2015-06-29T17:59:13","modified_gmt":"2015-06-29T20:59:13","slug":"uma-introducao-as-cinco-visoes-sobre-apologetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2012\/03\/uma-introducao-as-cinco-visoes-sobre-apologetica\/","title":{"rendered":"Uma Introdu\u00e7\u00e3o as Cinco Vis\u00f5es sobre Apolog\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-7305\" title=\"5visoes\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/5visoes.jpg?resize=700%2C200\" alt=\"Apolog\u00e9tica - 5 vis\u00f5es (M\u00e9todos Cl\u00e1ssico, Evidencial, do Modo Acumulativo, Pressuposicional e da Epistemologia Reformada)\" width=\"700\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/5visoes.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https:\/\/i0.wp.com\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2012\/03\/5visoes.jpg?resize=300%2C85&amp;ssl=1 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois do <a href=\"http:\/\/voltemosaoevangelho.com\/blog\/2012\/03\/vinicius-musselman-pimentel-minhas-impressoes-pessoais-do-8o-congresso-vida-nova-de-teologia\/\" target=\"_blank\">Congresso Vida Nova sobre &#8220;apolog\u00e9tica contempor\u00e2nea para um mundo de incertezas&#8221;<\/a> imagino que voc\u00ea esteja interessado no assunto da apolog\u00e9tica. Mas voc\u00ea sabia que h\u00e1 pelo menos cinco\u00a0vis\u00f5es\u00a0sobre o assunto? Craig, palestrante do Congresso, \u00e9 um dos defensores do M\u00e9todo Cl\u00e1ssico, mas h\u00e1 tamb\u00e9m os M\u00e9todos Evidencial, do Modo Acumulativo,\u00a0Pressuposicional e\u00a0da Epistemologia Reformada. Aprenda um pouco deles abaixo.<\/p>\n<h1 style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma Introdu\u00e7\u00e3o as Cinco Vis\u00f5es sobre Apolog\u00e9tica<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: justify;\">O livro\u00a0<a href=\"http:\/\/www.wtsbooks.com\/product-exec\/product_id\/210\/nm\/Five_Views_on_Apologetics_Counterpoints_Paperback_?utm_source=fneto&amp;utm_medium=blogpartners\" target=\"_blank\">Five Views on Apologetics<\/a>\u00a0[Cinco Vis\u00f5es sobre Apolog\u00e9tica], editado por Steven B. Cowan, leva o leitor a comparar e contrastar formas diferentes de \u201cfazer\u201d apolog\u00e9tica:<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<blockquote><p>O objetivo da\u00a0<em>apolog\u00e9tica<\/em>\u00a0\u00e9 responder persuasivamente obje\u00e7\u00f5es honestas que mant\u00e9m as pessoas longe da f\u00e9 em Jesus Cristo. O livro\u00a0<em>Five Views on Apologetics<\/em>\u00a0examina o \u201ccomo fazer\u201d da apolog\u00e9tica, colocando cinco vis\u00f5es importantes sob o microsc\u00f3pio: cl\u00e1ssica, evidencial, pressuposicional, epistemologia reformada e caso cumulativo. Oferecendo um f\u00f3rum para apresenta\u00e7\u00e3o, cr\u00edtica e defesa, este livro permite que os contribuintes interajam com os pontos de vista diferentes. 4 \u00aa capa,\u00a0<em>Five Views on Apologetics<\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">O que segue \u00e9 um excerto da introdu\u00e7\u00e3o do livro:<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">M\u00e9todo Cl\u00e1ssico<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<em>m\u00e9todo cl\u00e1ssico<\/em>\u00a0\u00e9 uma abordagem que come\u00e7a empregando a teologia natural para estabelecer o te\u00edsmo como a cosmovis\u00e3o correta. Ap\u00f3s a exist\u00eancia de Deus ter sido assim demonstrada, o m\u00e9todo cl\u00e1ssico passa para uma apresenta\u00e7\u00e3o das evid\u00eancias hist\u00f3ricas para a divindade de Cristo, a confiabilidade da Escritura, etc., a fim de mostrar que o Cristianismo \u00e9 a melhor vers\u00e3o de te\u00edsmo, em oposi\u00e7\u00e3o ao, digamos, juda\u00edsmo e islamismo. Essa escola \u00e9 chamada de m\u00e9todo \u201ccl\u00e1ssico\u201d porque assume que esse \u00e9 o m\u00e9todo usado pela maioria dos apologistas importantes dos primeiros s\u00e9culos. William Lane Craig contribui com a defesa da apolog\u00e9tica cl\u00e1ssica desse volume. Outros apologistas contempor\u00e2neos que podem ser classificados como apologistas cl\u00e1ssicos incluem R.C. Sproul, Norman Geisler, Stephen T. Davis e Richard Swinburne.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Costuma-se argumentar que a ordem das duas fases na apolog\u00e9tica cl\u00e1ssica \u00e9 essencial. Isto \u00e9, antes que algu\u00e9m possa discutir de forma significativa as evid\u00eancias hist\u00f3ricas, a exist\u00eancia de Deus j\u00e1 dever\u00e1 ter sido estabelecida, pois a cosmovis\u00e3o de uma pessoa \u00e9 uma grade atrav\u00e9s da qual os milagres, fatos hist\u00f3ricos e outros dados emp\u00edricos s\u00e3o interpretados. Sem um contexto te\u00edsta, jamais poderia demonstrar-se que um evento hist\u00f3rico foi um milagre divino. O outro lado da moeda dessa afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 que ningu\u00e9m pode apelar a supostos milagres a fim de provar a exist\u00eancia de Deus. Como Sproul, Gerstner e Lindsley argumentam, \u201cmilagres n\u00e3o podem provar a exist\u00eancia de Deus. Na realidade, somente Deus pode provar milagres. Isto \u00e9, somente sob a evid\u00eancia anterior de que Deus existe \u00e9 que um milagre torna-se poss\u00edvel\u201d. Contudo, ningu\u00e9m que se considera um apologista cl\u00e1ssico insistir\u00e1 nesse ponto, como William Lane Craig deixa claro neste volume (\u2026). Craig argumenta que a metodologia cl\u00e1ssica n\u00e3o precisa insistir na necessidade te\u00f3rica na ordem desses dois passos, mas apenas, dada a natureza dos argumentos probabilistas, que essa ordem \u00e9 a melhor\u00a0<em>estrat\u00e9gia argumentativa<\/em>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">O M\u00e9todo Evidencial<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<em>m\u00e9todo evidencial<\/em>\u00a0tem muito em comum com o m\u00e9todo cl\u00e1ssico, exceto na resolu\u00e7\u00e3o do problema com respeito ao valor dos milagres como evid\u00eancia. O evidencialismo como m\u00e9todo apolog\u00e9tico pode ser caracterizado como uma abordagem \u201cde um passo\u201d. Os milagres n\u00e3o pressup\u00f5em a exist\u00eancia de Deus (como afirmam a maioria dos apologistas cl\u00e1ssicos contempor\u00e2neos), mas podem servir como um tipo de evid\u00eancia a favor da exist\u00eancia de Deus. Esse m\u00e9todo \u00e9 bastante ecl\u00e9tico em seu uso das v\u00e1rias evid\u00eancias positivas e cr\u00edticas negativas, utilizando tanto argumentos filos\u00f3ficos como hist\u00f3ricos. Todavia, ele tende a se focar primariamente na legitimidade de acumular v\u00e1rios argumentos hist\u00f3ricos e outros indutivos em favor da verdade do cristianismo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dado esse foco, os evidencialistas podem e ir\u00e3o argumentam em favor do te\u00edsmo e do te\u00edsmo crist\u00e3o ao mesmo tempo, sem recorrer a uma teologia natural elaborada. Eles poderiam come\u00e7ar, por exemplo, argumentando em favor da factualidade hist\u00f3rica da ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus e ent\u00e3o argumentar que tal evento incomum \u00e9 explic\u00e1vel somente se um ser muito parecido ao Deus crist\u00e3o existir. Tendo ent\u00e3o estabelecido a exist\u00eancia de Deus por meio da ressurrei\u00e7\u00e3o miraculosa de Cristo, o evidentalista ir\u00e1 ent\u00e3o afirmar que a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus tamb\u00e9m autentica suas reivindica\u00e7\u00f5es de ser Deus encarnado e seu ensino sobre a autoridade divina da Escritura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de Gary R. Habermas, um dos contribuintes deste livro, defensores do evidencialismo incluem John W. Montgomery, Clark Pinnock e Wolfhart Pannenberg (veja o artigo de Harbermas para v\u00e1rios outros que ele classifica sob esse m\u00e9todo).<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">O M\u00e9todo do Caso Cumulativo<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O terceiro dos Quatro Grandes \u00e9 o\u00a0<em>m\u00e9todo do caso cumulativo<\/em>. O termo \u201ccaso cumulativo\u201d \u00e9 usado por apologistas de maneiras diferentes daquela que estamos usando neste contexto, mas Basil Mitchell, um antigo proponente dessa vis\u00e3o, deu a esse m\u00e9todo tal nome, e assim o usaremos aqui. O leitor cuidadoso sem d\u00favida observar\u00e1 que esse m\u00e9todo pertence \u00e0 mesma fam\u00edlia ampla do m\u00e9todo evidencial (e talvez cl\u00e1ssico). Contudo, ficar\u00e1 evidente tamb\u00e9m que como uma estrat\u00e9gia argumentativa, o m\u00e9todo do caso cumulativo tem algo distinto a oferecer. De fato, essa abordagem apolog\u00e9tica surgiu por causa da insatisfa\u00e7\u00e3o que alguns fil\u00f3sofos tinham com os outros m\u00e9todos do tipo evidencial (i.e., os dois primeiros dos Quatro Grandes).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com os defensores da apolog\u00e9tica do caso cumulativo, a natureza do caso em favor do Cristianismo n\u00e3o \u00e9 em nenhum sentido estrito um argumento formal como uma prova ou um argumento de probabilidade. Nas palavras de Mitchell, o m\u00e9todo do caso cumulativo \u201cn\u00e3o se conforma ao padr\u00e3o ordin\u00e1rio de racioc\u00ednio dedutivo ou indutivo\u201d. O caso \u00e9 mais parecido com o resumo que um advogado apresenta num tribunal ou que um cr\u00edtico liter\u00e1rio faz para uma interpreta\u00e7\u00e3o particular de um livro. \u00c9 um argumento esclarecido que re\u00fane v\u00e1rias linhas ou tipos de dados numa esp\u00e9cie de hip\u00f3tese ou teoria que explica de forma abrangente esses dados e faz isso melhor do que qualquer hip\u00f3tese alternativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paul Feinberg, o metodologista do caso cumulativo neste volume, diz que \u201cos te\u00edstas crist\u00e3os est\u00e3o insistindo que o cristianismo fa\u00e7a melhor uso de toda a evid\u00eancia dispon\u00edvel do que qualquer outra cosmovis\u00e3o alternativa em oferta, quer essa alternativa seja alguma oura vis\u00e3o te\u00edsta ou o ate\u00edsmo\u201d. (\u2026) Os dados que o caso cumulativo procura explicar inclui a exist\u00eancia e a natureza do cosmo, a realidade da experi\u00eancia religiosa, a objetividade da moralidade, e outros fatos hist\u00f3ricos, tais como a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de Feinburg e Mitchell, a escola do caso cumulativo incluiria provavelmente C.S. Lewis e C. Stephen Evans.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">O M\u00e9todo Pressuposicional<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Devido aos efeitos no\u00e9ticos do pecado, os pressuposicionalistas geralmente sustentam que n\u00e3o existe terreno comum suficiente entre crentes e incr\u00e9dulos que permitiria os seguidores dos tr\u00eas m\u00e9todos anteriores alcan\u00e7ar os seus objetivos. O apologista deve simplesmente pressupor a verdade do cristianismo como o ponto de partida apropriado na apolog\u00e9tica. Aqui a revela\u00e7\u00e3o crist\u00e3 nas Escrituras \u00e9 o quadro atrav\u00e9s do qual toda a experi\u00eancia \u00e9 interpretada e toda a verdade \u00e9 conhecida. V\u00e1rias evid\u00eancias e argumentos podem ser estabelecidos em favor da verdade do cristianismo, mas esses no m\u00ednimo pressup\u00f5em implicitamente premissas que podem ser verdadeiras apenas se o cristianismo for verdadeiro. Os pressuposicionalistas tentam, ent\u00e3o, argumentar\u00a0<em>transcendentalmente<\/em>. Isto \u00e9, eles argumentam que todo significado e pensamento \u2013 na verdade, todo fato \u2013 pressup\u00f5e logicamente o Deus das Escrituras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">John Frame representa o pressuposicionalismo neste volume, e ele coloca a quest\u00e3o dessa forma: \u201cN\u00f3s dever\u00edamos apresentar o Deus b\u00edblico, n\u00e3o meramente como a conclus\u00e3o a partir de um argumento, mas como aquele que torna o argumento poss\u00edvel\u201d (\u2026). Ao demonstrar que os incr\u00e9dulos n\u00e3o podem argumentar, pensar ou viver sem pressupor Deus, os pressuposicionalistas tentam mostrar que a cosmovis\u00e3o deles \u00e9 inadequada para explicar suas experi\u00eancias do mundo e fazer os incr\u00e9dulos enxergarem que somente o cristianismo pode fazer a experi\u00eancia deles ter sentido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outros pressuposicionalistas incluem Cornelius Van Til e Gordon Clark (\u2026), bem como Greg Bahsen e Francis Schaeffer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esses quarto m\u00e9todos apolog\u00e9ticos lutavam pela supremacia quando comecei pela primeira vez a estudar apolog\u00e9tica e o problema da metodologia nos anos oitenta. Contudo, muita coisa aconteceu na filosofia e apolog\u00e9tica nos \u00faltimos vinte anos ou mais. Um dos desenvolvimentos mais dram\u00e1ticos foi o surgimento da\u00a0<em>epistemologia reformada<\/em>. Kelly James Clark contribui com este volume sugerindo que essa nova epistemologia religiosa tem algo distinto a dizer com respeito ao m\u00e9todo apolog\u00e9tico.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">A Abordagem da Epistemologia Reformada<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cDesde o Iluminismo\u201d, diz Clark, \u201ctem havido uma demanda para expor todas as nossas cren\u00e7as \u00e0s cr\u00edticas esquadrinhadoras da raz\u00e3o\u201d (\u2026). Dizem-nos que se uma cren\u00e7a n\u00e3o \u00e9 apoiada por evid\u00eancia de algum tipo, \u00e9 irracional crer nela. A\u00a0<em>epistemologia reformada<\/em>\u00a0desafia essa suposi\u00e7\u00e3o epistemol\u00f3gica \u201cevidencialista\u201d. Aqueles que defendem essa vis\u00e3o sustentam que \u00e9 perfeitamente racional uma pessoa crer em muitas coisas sem evid\u00eancia. De maneira mais impressionante, eles argumentam que a cren\u00e7a em Deus n\u00e3o requer o apoio de evid\u00eancia ou argumento para que isso seja racional. A apologista da epistemologia reformada n\u00e3o evita necessariamente estabelecer argumentos positivos em defesa do cristianismo, mas ele argumentar\u00e1 que tais argumentos n\u00e3o s\u00e3o necess\u00e1rios para a f\u00e9 racional. Se Calvino est\u00e1 correto que os seres humanos nascem com um\u00a0<em>sensus divinitatis<\/em>\u00a0(senso do divino) inato, ent\u00e3o as pessoas podem correta e racionalmente chegar a ter uma cren\u00e7a em Deus imediatamente, sem o aux\u00edlio de evid\u00eancias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o epistemologista reformado, ent\u00e3o, o foco tende a estar na apolog\u00e9tica negativa ou defensiva, \u00e0 medida que desafios \u00e0 cren\u00e7a te\u00edsta s\u00e3o encontrados. No lado positivo, contudo, o epistemologista reformado ir\u00e1, nas palavras de Clark, \u201cencorajar os incr\u00e9dulos a se colocarem em situa\u00e7\u00f5es onde as pessoas s\u00e3o tipicamente apanhadas pela cren\u00e7a em Deus\u201d (\u2026), tentando despertar nelas seu senso latente do divino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A lista de epistemologistas reformados contempor\u00e2neos inclui o contribuinte deste volume, Kelly James Clark, j\u00e1 mencionado. Mas quatro outros nomes que estariam no topo desta lista seriam Alvin Plantinga, Nicholas Wolterstorff, George Mavrodes e William Alson.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novamente, deixe-me dizer que essas cinco metodologias apolog\u00e9ticas n\u00e3o constituem uma lista exaustiva de abordagens apolog\u00e9ticas. Elas representam, contudo, as estrat\u00e9gias argumentativas mais conhecidas e populares na comunidade acad\u00eamica de apolog\u00e9tica. \u00c9 a minha esperan\u00e7a, bem como dos outros contribuintes, que essa obra promova discuss\u00e3o frut\u00edfera adicional da metodologia apolog\u00e9tica e seja \u00fatil \u00e0 igreja universal e ao Senhor Jesus Cristo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0Cowan, Steven B. (editor),\u00a0<em>Five Views on Apologetics<\/em>, Zondervan, Grand Rapids, Michigan, 2000. P\u00e1ginas 15-20.<\/p>\n<p><strong>Tradu\u00e7\u00e3o:<\/strong>\u00a0Felipe Sabino de Ara\u00fajo Neto \u2013 abril\/2011\u00a0\u00a0\u2013\u00a0<a href=\"http:\/\/monergismo.com\/steven-cowan\/cinco-visoes-sobre-apologetica\/\">monergismo.com<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Pr\u00f3dcast:\u00a0Em defesa da f\u00e9<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pessoal do iPr\u00f3digo fez um podcast com o Felipe Sabino do\u00a0<a href=\"http:\/\/monergismo.com\/\">monergismo.com<\/a>\u00a0sobre apolog\u00e9tica, focando principalmente o M\u00e9todo\u00a0Pressuposicional. Clique na imagem abaixo para acessar.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/iprodigo.com\/prodcast\/em-defesa-da-fe.html\" target=\"_blank\"><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia que h\u00e1 pelo menos cinco m\u00e9todos apolog\u00e9ticos? 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