Irmãs à obra!
Os reformadores do século XVI precisaram revisitar os pilares da fé cristã, reavaliá-los e fincá-los em solo seguro.
O Senhor e Pastor ama os que praticam a justiça
O padrão de justiça é sempre Deus. Nada extrapola esse padrão porque, na reali-dade, não existe nada maior do que Deus.
Guilherme Farel 1489-1565
O vibrante ministério evangélico de Farel e a repreensão estrondosa da idolatria desencadearam a reforma francesa, libertaram incontáveis milhares da escravidão da superstição romana e lhe renderam o apelido de "Apóstolo dos Alpes".
Confessionalidade e adoração
Credos e confissões históricas ajudam a assembleia de crentes a declarar as verdades essenciais da Escritura.
Thomas Cranmer 1489–1556
Thomas Cranmer ajudou a liderar a Reforma Inglesa, mas ele é um herói improvável ao lado de Lutero, Calvino e os outros reformadores. Ele não escreveu nenhum livro teológico importante ou pastoreou igrejas importantes.
Margarida de Navarra 1492-1549
Margarida provou ser mais sensível às verdades das Escrituras e à direção do Espírito do que aos padrões religiosos e sociais da França, não obstante quão poderosos e até mesmo ameaçadores esses padrões pudessem ser.
Marie Dentière c. 1495–1561
A obra mais famosa e controversa de Dentière foi uma carta à rainha de Navarra, intitulada "Uma carta muito benéfica". A carta é uma defesa bíblica robusta da teologia reformada e um ataque apaixonado contra a Igreja Católica.
Thomas Becon c. 1512–1567
Embora quase totalmente esquecido na história da igreja, Thomas Becon foi um panfletário prolífico, best-seller popular e clérigo piedoso na Inglaterra do século XVI durante a Reforma.
Pedro Mártir Vermiglio | 1499–1562
Desde a infância, Pedro Mártir Vermiglio desejava ensinar a Palavra de Deus. Aos quinze anos, ele entrou na ordem agostiniana na cidade italiana de Fiesole, perto de sua Florença natal. Após oito anos de treinamento teológico, Vermiglio foi…
Menno Simons | 1496–1561
Se você está familiarizado com os menonitas contemporâneos, pode se surpreender ao saber que o fundador do grupo começou como um padre católico que nunca havia lido a Bíblia.
Wolfgang Capito c. 1478–1541
Wolfgang Capito foi um reformador que desejava mais de Deus e pregava o Evangelho enquanto promovia a paz. E por essa razão, ele estava frequentemente em apuros com seus amigos reformadores.
Cinco verdades sobre a ira de Deus
No mundo de hoje, qualquer conceito da ira de Deus perturba nossos sentimentos modernos. É muito desconcertante, muito intolerante.
Origem, meio e fim de nossa identidade
Tanto o autor de Gênesis (Gn 1.28a) como o apóstolo Paulo (At 17.25b-28) mostram que nossa identidade tem seu início na criação e tem um propósito, um objetivo.
O Senhor e Pastor que não rejeita nem desampara o seu povo
O Senhor, nosso Pastor, nos guia e sustenta em todos os sentidos e em todas as etapas de nossa vida. O Deus que não nos desampara também nos ensina a perseverar; a manter-nos firmes na sua Palavra.
O perigo das metodologias de rápida multiplicação na plantação de igrejas
Um movimento de plantação de igrejas que não seja sustentado por treinamento teológico, avaliação e apoio contínuo a uma liderança nativa raramente sobrevive ao teste do tempo.
O Senhor e Pastor que firma nossos corações em suas promessas
O poder de Deus é algo concreto e real em nossa vida diária, no nosso sustento e preservação. Essa compreensão de fé deve guiar a nossa perspectiva da realidade.
A confessionalidade na História da Igreja
As maiores épocas de prosperidade teológica na tradição reformada têm sido caracterizadas por atenção intensificada às suas confissões.
A pregação da Palavra no contexto de uma igreja em plantação
Certifique-se de que o significado do texto determine o ponto principal do sermão. Toda semana, pregue a cruz. Certifique-se de que o Evangelho seja cristalino todas as vezes.
Transformadas pela provação
Quando enfrentamos pressões—sejam físicas, emocionais ou espirituais—o estado do nosso coração determina como vamos responder.
O Senhor e Pastor que nos aflige e disciplina
Uma das coisas mais difíceis de fazer é olhar os nossos pecados de frente e não tentar usar de subterfúgios, não buscar desculpas, antes encará-los para poder vencê-los.