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[PVE] Pecado Imperdoável: o que é este terrível pecado?

Colocando todos os textos numa balança, a passagem que fala sobre o pecado imperdoável é a que consegue fazer-nos sentir mais culpa em toda a Bíblia.

Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir. (Mateus 12:32)

Isso é suficiente para chamar a atenção tanto do libertino quanto do escrupuloso. Eu imagino quantos de nós preferem pular esta passagem. Como no assassinato de Kennedy ou no 11 de Setembro, nós conseguimos lembrar do dia em que nós encontramos essa passagem problemática pela primeira vez. A maioria de nós pôde seguir em frente e focar em outras partes mais suaves para a consciência na Bíblia. Mas sempre fica aquela pergunta toda vez que encontramos Mateus 12 –  “Este sou eu?”.

Para outros, esta passagem se tornou uma coisa pegajosa, talvez uma assombração. O “Este sou eu?” deixou de ser uma pergunta para virar uma confissão, “Este sou eu.” Se houver qualquer dúvida, a simples leitura da passagem pode trazer um pensamento fugaz que diz algo desagradável sobre o Espírito Santo. Lá está, se você não tinha cometido o pecado imperdoável antes, você acabou de fazer isso agora. Claro, você não quis dizer isso – ou será que quis? Parece até com o resultado comum de “Não pense em elefantes cor-de-rosa.” O elefante aparece magicamente. De qualquer forma, o pensamento blasfemo emergiu e você se sente condenado.

A lista daqueles que são assombrados por este medo é bem comprida.

O consolo oferecido por amigos bem-intencionados já é bem conhecido: se você pensa que cometeu o pecado imperdoável e se sente miserável a respeito disso, então você não cometeu. Já que você se sente mal a respeito disso, então você não é culpado desse pecado, portanto, não se preocupe. Apenas aqueles que não se importam é que são potencialmente culpados. Esta resposta realmente faz sentido no contexto maior da passagem. O problema é que ela funciona para aqueles que só ficam presos nesse texto temporariamente e provavelmente já seguiram em frente de qualquer forma. Para aqueles que estão profundamente atribulados, o conselho no mínimo precisa de mais substância.

Então o que fazemos com essa passagem? Aqui há alguns recursos.

O contexto imediato da passagem.

Os fariseus tinham acabado de testemunhar Jesus curando um homem possesso por um demônio que estava cego e mudo. Outros que testemunharam esta demonstração de poder tiveram uma resposta apropriada. “E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi? ” (12:23). Os fariseus, no entanto, continuavam com o coração endurecido, “Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios.” Esta era a segunda vez que eles diziam algo assim (conforme Mateus 9:34). Sem dúvida, eles estavam comprometidos em seu desprezo por Jesus. O pecado imperdoável é claro: é blasfemar ou falar contra o Espírito Santo, e blasfêmia, nesta situação, significa atribuir o poder do Espírito Santo às obras de Satanás.

Então, se você quer fazer um primeiro passo na aplicação desta passagem, leia a história do milagre de Jesus. Você acredita que Jesus conseguiu realizar o milagre por causa de um alinhamento com o próprio Satanás? Não preste atenção em dúvidas passageiras. Os fariseus não tinham dúvida. Você verdadeiramente acredita, de coração, que Jesus fez este milagre com o poder de Satanás? Não, você não acredita nisso. Tal pessoa não estaria lendo nada a respeito do pecado imperdoável.

Isso é um início, mas ainda é uma passagem difícil de interpretar. Para podermos desenhar conclusões mais precisas desta passagem, eu vou juntar alguns princípios gerais que são ou óbvios nas Escrituras ou claros no próprio texto. Então, como faríamos com qualquer texto difícil, para conseguir mais ajuda eu vou considerar como o contexto maior, tanto no Evangelho de Mateus como na Bíblia em geral, dá suporte e refina estes princípios.

Primeiro, a passagem é a respeito dos líderes do povo. A Bíblia claramente coloca os líderes em um padrão diferente porque seus pecados têm consequências maiores. Moisés foi o primeiro exemplo de um líder levado a um padrão mais alto, e houve muitos exemplos depois dele (conforme Ezequiel 34 e Jeremias 23). Tiago escreve “Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo.”(3:1). Se você não é um líder oficial de uma igreja, esta passagem não é primariamente direcionada a você.

Segundo, a passagem é sobre líderes de coração endurecido que não são tocados pelo que Jesus disse e estão determinados a minar seu ministério. Se você tem uma consciência (e você tem) você pode facilmente encontrar episódios de coração endurecido na sua vida, o que faz com que você novamente pense que esta passagem está falando sobre você. Mas o endurecimento de coração dos fariseus é agressivo. Ele inclui resistir à obra do Espírito (Atos 7:51), falar blasfêmias contra o Senhor e influenciar outros a fazerem o mesmo. Você não tem uma estratégia intencional de derrubar a fé de outras pessoas. Seus pensamentos condenatórios, no máximo, são temporários. Eles ficam presos na sua mente quando você preferia que eles simplesmente passassem.

A passagem, então, não está mesmo falando de você. Tudo o que Jesus disse é verdade, é claro, mas há muitas passagens que são endereçadas a pessoas específicas nas Escrituras que não são palavras de Deus para você em particular. Mas essa passagem ainda pode nos prender. A pergunta recorrente é esta: é possível que alguns pecados não possam ser perdoados? Esta é, de fato, A pergunta preocupante. Para respondê-la, vamos precisar considerar o contexto maior.

O contexto geral do Evangelho de Mateus.

No Evangelho de Mateus, dois temas são relevantes para esta passagem: o conflito com os líderes judeus e o perdão de pecados.

Quando se trata dos líderes, Mateus não tem nada de bom para dizer. No início, João Batista confronta os líderes como “raça de víboras” (3:7). A briga de João não era com todas as pessoas. Ele focava nos líderes. Mais tarde, Jesus novamente faz uma distinção entre os líderes e o povo. O povo era caracterizado como ovelha perdida (9:36), mas os líderes – os fariseus e saduceus – eram os pastores enganosos, opressivos e egoístas. Ao longo de Mateus, as linhas da batalha vão sendo desenhadas, e os líderes continuam firmes em sua oposição a Jesus. Sem exceção, todas as menções dos líderes em Mateus são negativas. O Evangelho de Mateus chega a uma conclusão com sete “ais” de Jesus direcionados aos líderes (23), as parábolas de Jesus, que são acusações veladas aos líderes (25), e o estratagema dos líderes para encobrir qualquer evidência da ressurreição (28:11-15).

Dada esta ênfase de Mateus neste antagonismo, você fica com a impressão de que uma pessoa comum não ficaria sob a carga do pecado imperdoável. Esta impressão se encaixa no conteúdo do Evangelho. A carga é contra os líderes que estavam firmemente engajados em sua blasfêmia e oposição. Eles não estavam lutando contra pensamentos passageiros a respeito de elefantes cor-de-rosa. Ao contrário, sua blasfêmia vinha com um pacote que incluía um comprometimento de todo o coração a levar as pessoas para longe de Jesus. De todo o coração. E antagonistas ‘de todo o coração’ não se importam com o que Jesus diz.

O outro tema relevante em Mateus é o perdão dos pecados. “e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles.” (1:21). É assim que começa o Evangelho. Em vez de dizer a um paralítico que ele estava curado, Jesus escolheu dizer “Seus pecados estão perdoados” (9:2). Desta forma ele proclamou que tinha autoridade para perdoar pecados. Mateus fecha seu Evangelho de uma forma parecida com a que começou. Imediatamente antes do Getsêmani, Jesus revelou o significado mais profundo da Páscoa quando disse “isto é o meu sangue, o sangue da aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados.” (26:28). Perdão de pecados é o coração do Evangelho de Mateus, como também é o coração das Escrituras. Não há nada de mesquinho na oferta de perdão que Jesus faz.

Quando você pede perdão, Deus perdoa. Isso é fundamental para o evangelho de Cristo. Então como esta clara verdade ajuda neste texto?

Jesus disse que haveria perdão para palavras ditas contra ele. Então porque ele diria que não haveria perdão para os pecados contra o Espírito? Parece que há algo de singular acontecendo aqui. Jesus normalmente não leva os insultos e acusações blasfemas pessoalmente (Lucas 23:33, 1 Pedro 2:23-24). Ele resolveu viver na dependência de seu Pai e do poder do Espírito (Lucas 4:14). Quando ele tomou uma posição, foi em nome do Pai (João 2:14-17) e, neste caso, em nome do Espírito Santo. Jesus estava consciente de que seus milagres eram uma consequência do poder do Espírito trabalhando nele (Lucas 5:17). Então, para ele, os Fariseus eram, em última instância, contrários ao Espírito.

Jesus estava mesmo dizendo “Vocês podem mexer comigo, ao menos neste momento da história, mas não é pra brincar nem com o Pai nem com o Espírito”? Ele estava dizendo pelo menos isso. Ele estava falando de blasfêmia persistente em vez de um momento blasfemo? Sim. Ele estava dizendo que, uma vez que os líderes não tinham nenhuma inclinação para pedir perdão, eles não receberiam perdão algum? Sim.

O contexto maior da Bíblia como um todo confirma estas direções, e nós descobrimos, como esperávamos, que as palavras de Jesus expressam o já bastante conhecido ensino do Antigo Testamento.

O contexto do restante das Escrituras.

O precedente óbvio é o Faraó do Êxodo. Como os fariseus, ele viu sinais milagrosos do Senhor e se recusou a acreditar.

Disse o SENHOR a Moisés: Quando voltares ao Egito, vê que faças diante de Faraó todos os milagres que te hei posto na mão; mas eu lhe endurecerei o coração, para que não deixe ir o povo. (Êxodo 4:21)

Então, disseram os magos a Faraó: Isto é o dedo de Deus. Porém o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu, como o SENHOR tinha dito. (Êxodo 8:19)

Endurecerei o coração de Faraó, para que os persiga, e serei glorificado em Faraó e em todo o seu exército; e saberão os egípcios que eu sou o SENHOR. (Êxodo 14:4)

A interação entre o Faraó endurecendo seu coração e Deus endurecendo o coração de Faraó tem mantido os intérpretes ocupados, mas pelo menos podemos dizer que o processo foi uma decisão mútua. Faraó não estava queimando de desejo de ouvir ao Senhor. Em vez disso, ele estava comprometido com a glória do Egito e os propósitos de Deus não serviam para ele.

Agora Jesus, o “Moisés” maior e verdadeiro libertador, veio com sinais milagrosos, e a história se repete. A dureza do coração de Faraó antecipou os corações dos Fariseus. Ele não queria deixar o povo livre de seu cativeiro; os Fariseus não queriam libertar o povo para a liberdade que Jesus estava dando. O opressor foi primeiro o Egito, depois Roma, mas ambos estavam prefigurando o cativeiro do pecado e da morte. Apesar da oposição, Deus vai libertar seu povo, e a resistência dos líderes a esta liberação vai apenas dar mais glória ao resgate efetuado por Deus. Nenhum poder humano pode conter o livramento final alcançado por Jesus. Esta é a verdadeira mensagem contida na interação entre Jesus e os Fariseus: Deus endurece os líderes de coração endurecido e liberta o povo. O exemplo foi no Egito; com Jesus é a coisa em si. Quando você localizar a si mesmo na passagem, localize-se entre os que são libertos.

Isso transforma completamente aquela nossa interpretação condenatória de “Este sou eu?”. Com esta história maior em vista, quando líderes endurecem seus corações e se distanciam do perdão dos pecados, e quando eles tentam influenciar outros a fazerem o mesmo, algo está prestes a acontecer. Estes eventos acontecem logo antes da glória de Deus ser mostrada para o mundo. Libertação está a caminho. A oposição dos fariseus é um sinal de que Deus está prestes a agir de forma decisiva.

Estamos agora no lado mais distante desta libertação. Jesus foi para a cruz e ressuscitou dos mortos. Agora não há hada que possa te manter longe do perdão dos pecados. A Ceia do Senhor, que nos assegura perdão dos pecados e plena comunhão com o próprio Deus, substitui a refeição da Páscoa. Alegria, e não condenação, é a ordem do dia. Ainda assim, esta libertação acontece no meio da história e não no final. No final, não haverá mais pecado, mas por enquanto, depois que Jesus foi para a cruz mas antes do retorno dele para dar um fim à injustíca, ao pecado e à morte, nós estamos todos familiarizados com o pecado. Para ser mais preciso, à medida que crescemos no conhecimento de Deus, nós vemos em nossas vidas mais pecados do que em qualquer outro tempo. O pecado pode não ser aparente em nossas ações externas, mas o Espírito Santo nos ajuda a ver que todas as nossas boas obras são, de fato, contaminadas com segundas intenções. Esta percepção pode não ser agradável no começo, mas ela não existe para nos levar ao desespero. Ao contrário, somente pecadores podem conhecer a beleza do perdão. Somente pecadores podem amar assim (Lucas 7:47)

Conclusões.

Junte todo este material, e nós podemos tirar estas conclusões.

1. Os líderes do povo estão claramente em vista. Mateus não tem nada de bom para dizer sobre os líderes. A linguagem severa de seu Evangelho é sempre direcionada contra os líderes, não contra o povo. As pessoas comuns nunca foram os destinatários de tais castigos. Por exemplo, Pedro, quando não era ainda um líder, negou Jesus, o que certamente foi uma forma de blasfêmia, mas ele foi completamente perdoado. Em contraste, os fariseus não apenas endureceram seus corações, mas também tentaram liderar as pessoas para longe de Jesus. Uma coisa é se afastar de Jesus. Outra coisa é afastar as pessoas dele.

2. O pecado imperdoável é “arrogante”. Ele não é o resultado de pensamentos intrusivos ou compulsivos que nós preferiríamos restringir ou apagar. Ele vem de um coração que despreza a Cristo tanto em palavras quanto em atos. Essa arrogância não é um pensamento passageiro. É um desafio firme e constante. Se você vacila na sua fé, mas não está ativamente levando as pessoas para longe de Cristo, esta passagem não está falando com você.

3. Os fariseus são um sinal. Eles são os faraós do Novo Testamento e simbolizam a oposição do mundo às obras de Deus. No caso do Faraó, a narrativa diz que sua dureza não foi somente “imposta” nele pelo Senhor. Faraó estava mais do que disposto a endurecer seu próprio coração; e Deus cooperou dando a Faraó o que ele quis.

4. Os fariseus são um aviso. É difícil identificar como se parece o pecado imperdoável hoje. Esta única interseção do ministério terreno de Jesus, milagres, e uma liderança judaica recalcitrante, torna uma aplicação pessoal desta passagem algo desafiador. Nós podemos aplicar a passagem a líderes da igreja que caíram em pecado, mas a maioria não leva outros intencionalmente ao mesmo pecado, e muitos se arrependem. Estes não se encaixariam no padrão do pecado imperdoável. O caso mais claro poderiam ser os teólogos e pregadores que negam a divindade de Jesus, seu sacrifício expiatório e ressurreição, e tentam influenciar outras pessoas a fazerem o mesmo. Uma aplicação é certeira. Os fariseus e outros líderes são sinais e avisos para nós. Receba o encorajamento do evangelho com frequência, e acredite na verdade das Escrituras.

5. Deus perdoa aqueles que vão até ele. Onde quer que haja alguém se voltando para Cristo em arrependimento, sempre há perdão. Não há nenhum caso nas Escrituras de alguém que sentiu a tristeza segundo Deus e se arrependeu, mas não foi perdoado. Nenhum. Nem sequer um.

6. Se você ainda luta com o medo de ter cometido o pecado imperdoável, deixe a sua igreja te ajudar. Se você fez uma profissão de fé pública, e se você continua contando com a aprovação da sua igreja, então leve o julgamento de sua igreja a sério. Deus trabalha por meio do seu povo. Se seus líderes conhecem você e não disciplinaram você, conforte-se sob a supervisão deles e acredite neles quando eles disserem que você não cometeu este pecado. Além disso, não se esqueça de tomar a Ceia do Senhor. A questão 81 do Catecismo de Heidelberg pergunta “Quem deve vir à mesa do Senhor? Aqueles que estão realmente descontentes consigo mesmo por causa de seus pecados.” Isso se aplica a você.

Por: Edward T. Welch. Website: ccef.org

Tradução: Daniel TC, iPródigo

32 Comentários
  1. Nilselene Diz

    Sua resposta ficou bem extensa. Talvez uma resposta sucinta seria de melhor aproveitamento ao publico, por exemplo:
    aquele que não crê em Jesus como Deus encarnado peca contra o Espirito Santo, pois o único que convence o ser humano disso e do pecado original é Ele(E.S), logo, este pecado contra o Espirito Santo é imperdoável, pois, embora, esse ser humano tenha vida, esta condenado a morte eterna pelo rejeição a verdade em Jesus.

    1. Vini Diz

      Conclusões servem para isso rsrs
      Quem não quer ler tudo, leia as conclusões. Contudo, quem é atormentado por este versículo vai precisar de um texto mais substancial. Não concorda?

    2. Bruno PC Diz

      Um cristão não deve ter preguiça de ler, o próprio tamanho das Escrituras que nós chamamos “Palavra de Deus” não nos permite isso.

    3. Eduardo Diz

      O grande motivo pelo qual multidões inteiras são levadas por todo vento de falsas doutrinas é justamente pela preguiça mental, ou seja, a falta do hábito da leitura e de pensar no que foi lido. Eu li o texto inteiro, e não acho possível conseguir condensar tais explicações em uma ou duas linhas. Assim como a Bíblia se complementa, em todo seu contexto de capa a capa, não adianta ler um versículo sem ter idéia do todo.

  2. Wagner Diz

    eu vdd esse era um pensamento que me atormentava muito ainda nesse presente momento escrevendo esse comentario não li tudo mais vi que pelo começo ja me ajudou bastante, caros amigos do V.E. gostaria muito de saber de vcs que tem mais contato com o pessoal dos EUA qdo vamos ter a oportunidade de um dia termos Paul Washer ministrando no Brasil….

  3. Gabriel Lucas Diz

    Junte:

    “Você acredita que Jesus conseguiu realizar o milagre por causa de um alinhamento com o próprio Satanás?”

    Com a Conclusao nº 2 …

    Isso pra mim eh a conclusao da conclusao rsrsrs
    Brincadeira .. mas acho q soh isso basta, mas como disse o Vini quem quiser algo mais substancial leia tudo …

  4. Mariela Diz

    Nossa, muito obrigada.
    Eu lí tudo e me maravilhei tanto que passei o dia todo só buscando mais exemplos bíblicos do pecado imperdoável.
    Se alguém quiser, achei JEREMIAS 52:3 ao11.mostrando o resultado de tantas vezes negar escutar e obedecer o Senhor através de Jeremias.
    Achei uma passagem bem interessante também, embora não tenha lido o contexto, mas fica em Números 14:21 ao 24.
    Fica com Deus irmão.

  5. salomão vasconcellos Diz

    Fale Vini, Paz.

    Parabéns pelo site e pelo minstério.
    Vc pode disponibilizar “Catecismo de Heidelberg” ou onde posso encontralo virtualmente?
    Grande abraço!

  6. Vinicius Bulhões Diz

    Também acho que a resposta tem que ser um pouco mais sucinta… Não é questão de ter priguiça de ler, mas ser mais direto ajuda a todos! Abraço VE é demais!

    1. stepfany Diz

      Realmente. Às vezes, por mais trabalhadas que sejam as respostas, acabo ficando sem entender do mesmo jeito no final. Não penso que deva ser menor a resposta, mas um pouco mais clara. Embora, claro, tenha ajudado muito no assunto e outros que já li aqui.

      Obrigada, Vini. Paz, amados.

  7. Tina Diz

    Que boa resposta! até no tamanho do texto…mais pensando bem…será que não faltou algo?

  8. Tina Diz

    Paz Vini,

    Aproveitando…você não posta nada de Russel Shedd?

    1. Vini Diz

      Não temos nada postado e nada contra ele rsrs
      Não sei pq nunca postamos nada dele….

  9. CRIZANTO Diz

    Excelente! Que Deus continue abençoando vcs que fazem o V. E.

    Paz!

  10. Gilberto Diz

    E aí irmão Vini, espero que o Senhor continue abençoando vc pelo seu trabalho que tem sido muito edificante para mim como jovem!Mas eu tenho uma pequena dúvida e preciso da tua ajuda e de todos irmãos que puderem me ajudar!Eu sirvo num ministério de louvor, e sempre gostei do estilo ”jazz”, e sempre disse que como sirvo á Deus, todo jazz que eu tocar deve ser para glória de Deus e para o evangelho, mas só que o meu professor de música me deu certas apostilas e vídeos de homens que nas décadas 30, 40, nos estados unidos praticaram o estilo; mas eu sei que esses homens não serviram á Deus e dedicaram suas vidas ás drogas, prostituição e o mais grave as inspirações das suas músicas são muito duvidosas. Pelo que o meu professor me diz que para eu puder praticar bem este estilo devo estudar e ás vezes tocar alguns temas que esses homens criaram para eu evoluir no estilo, mas eu tenho algumas dúvidas mas quero fazer o estilo porque gosto , mas para glória de Deus. Será que podes me ajudar á eliminar de uma vez por todas essas dúvidas a luz da palavra de Deus?
    A ajuda qualquer irmão vale também!Que Deus abençoe vc!

    1. Wilian Wenzel Diz

      A paz do Senhor, á todos os leitores!

      Também tenho uma dúvida, que é cabível á dúvida do nosso colega Gilberto!
      Seria uma benção se algum de vocês pudesse nos auxiliar com isso.

      Fico no aguardo.

    2. Vini Diz

      Gilberto e Wilian,

      Desculpe a demora, mas não tinha recebido o comentário. Esta é a minha opinião.

      A bíblia não condena nenhum estilo musical. Então, não temos nenhuma base para condenar um estilo musical em si. Apesar de alguns tentarem usarem fontes extra-bíblicas (como o ritmo afeta a sua vida e etc.).

      Então, não vejo nenhum problema em você estudar esses estilos. Seria como dizer que não posso estudar química através de um livro escrito por um ateu. As pessoas as vezes “espiritualizam” demais a música.

      Faça intencionando a glória de Deus, dando o melhor de si e a honra para Ele.

      PAz

  11. Luís Augusto Muniz Telles Diz

    Meus irmãos, quero deixar aqui meu sincero agradecimento por Deus ter usado tanto vocês na minha vida agora. Essa passagem junto de Hebreus 6:4, Hebreus 10:26 e 1 Pedro 2 (principalmente o versículo 22) tem me deixado preocupado e me feito passar momentos de muita angústia desde que eu as li a primeira vez. O post de vocês só veio confirmar o que Deus já vinha me falando mesmo através dos irmãos com quem dividi minhas dificuldades e através da Palavra. Hoje eu deixo de ouvir os pensamentos de acusação e decido me atirar na graça de Deus!

  12. ieda sardinha Diz

    Esta mensagem foi a provisão de Deus para mim, pois eu tive e um pensamento intrusivo e quase enlouquecí. Chorei muito e quase não conseguia orar,por achar que estava tudo acabado para mim. Mas enfim,senti esperança num dado momento e fui confortada aos poucos fui aceitando o perdão. Graças a Deus em Cristo Jesus a maravilhosa graça!!!!!!!!!!!

  13. Franci Diz

    Eu não consigo controlar meus pensamentos, já foram várias vezes que eu cometi um pecado grave por pensamento e estou muito arrependida por isso. Teve até uma vez que pensei alto, mas estou muito arrependida. Existe ainda esperança?

    1. thiago Diz

      Amiga Franci, só por esse ato de que está muito arrependida, já significa que o espirito santo está tocando em você, e ja esta trabalhando no seu coração, não fique assim, converse com Deus conte a ele, as suas dificuldades, traumas, e o mais importante confesse o seu pecado por mais que seja terrivel, e um ato que voce tem de demostrar que voce quer mudar, mesmo que seja pensamentos obscenos sobre Deus ou algo terrível conte a ele Abra seu coração, ele está disposto a ti perdoa, mais do que, voce esta disposta a pedir perdão, Deixo uma passagem da bíblia: 1João 1:9 ” Se Confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar de toda injustiça.

  14. Ailson Santanna Diz

    Muito bom, gostei

  15. Pr Ailson Diz

    Muito bom o comentário, trouxe muita luz a minha mente e a ter uma compreensão melhor do assunto.

  16. Euclides Netto Diz

    Simplesmente Maravilhoso. Graça e Paz!

  17. Ailson Santanna Diz

    Muito bom, gostei

  18. Márcia Luana Diz

    Vocês podem me explicar mais sobre Marcos 8.38?

  19. Ailson Santanna Diz

    Muito bom, gostei

  20. Janete Monteiro Diz

    ACHEI MUITO BOM O COMENTÁRIO SOBRE O PECADO DE MORTE .

  21. Marcos Vinícius Diz

    Glória a Deus por este estudo!

    É como se um enorme fardo tivesse acabado de cair das minhas costas.
    Muitas vezes não consigo controlar meus pensamentos e isso me preocupa bastante e acaba me entristecendo. Mas graças ao SENHOR, este estudo me ajudou muito. Sinto que o Espírito Santo me deu combustível para caminhar por muito mais tempo, e se em algum momento da jornada me faltar forças, eu sei que Jesus vai me ajudar! Glória ao SENHOR, amém!

  22. Naiara André de Souza Diz

    Louvado seja o nome do Senhor Jesus Cristo por vosso trabalho!
    Uso as palavras do Marcos Vinicios…estou em lágrimas!

  23. Breno Reis Diz

    Amados eu sou muito grato a Deus por essas palavras porque a verdade em Cristo nos trás um fardo leve, pensamentos involuntarios, culpa, passei muito tempo mal, chorando, tive ataques no coração por momentos de desespero, medo, por causa da angústia, do sofrimento, medo, temor, do arrependimento, chorava amargamente, temendo e tremendo, orando a Deus por arrependimento, para que tivesse misericórdia e me desse o perdão dos pecados, passei muitas dificuldades me achando o pior de todos os pecadores, miserável vendo o quanto eu preciso de Cristo, só ele é o único caminho, só nele há verdade, o único que nós trás a Salvação e nos reconcilia com Deus, o Pai o filho e o Espírito os três estavam na pessoa de Jesus, Deus, perfeitos, puros, Santos, e o próprio Deus proveu o Cordeiro do sacrifício, como disse Abraão a Isaque. hoje o que posso dizer é que pela graça superabundante eu posso confiar nos méritos de Cristo. no que ele fez, no seu sacrifício, na sua graça, o Cordeiro é suficiente para tirar os pecados do mundo. desejo muito ter Deus habitando em mim, acabando com o pecado desejo muito não mais pecar, porque entristecemos a Deus, e ele é tão Santo, me arrependo tanto de pecados, desejo tanto o dia em que o pecado acabara completamente e nunca mais entrará. Espero na justificação em Cristo, na Santificação, regeneração e na glorificação que é ele quem opera mediante a graça superabundante, sou muio grato a Deus por vocês terem sidos tocados para escrever um artigo tão maravilhoso, e acredito que tudo que passamos nos levou a onde? A mais uma vez a graça superabundante. Aleluia que Deus seja glorificado.

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