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O Homossexual Não é o Novo Negro – Voddie Baucham

O homossexual não é o novo negro

Voddie Baucham

Voddie Baucham

É difícil negar que o casamento homossexual seja uma conclusão inevitável nos Estados Unidos. É uma possibilidade assustadora não apenas para aqueles que entendem que o casamento é um testemunho do relacionamento entre Cristo e sua noiva, a igreja, mas também para todos os que valorizam a família e sua contribuição para o bem estar da sociedade e o desenvolvimento humano. E assim como é difícil assistir uma estratégia de publicidade coordenada, bem financiada, bem conectada enfraquecer milhares de anos de história humana, também é especialmente perturbador testemunhar o uso da luta pelos direitos civis como o veículo da estratégia.

A ideia de que o “casamento” homossexual é o próximo passo na corrida pelos direitos civis está por toda a parte. Um dos mais claros exemplos da fusão do “casamento” homossexual e dos direitos civis é o artigo de Michael Gross no The Advocate, no qual ele cunha a agora popular frase “O homossexual é o novo negro”1. Contudo, Gross não está sozinho nesta fusão das duas questões. Num banquete em 2005, Julian Bond, ex-diretor do NAACP, disse: “A disposição sexual equivale à raça. Eu nasci dessa forma. Eu não tenho escolha. Eu não mudaria isso se eu pudesse. É impossível mudar a sexualidade.”2

Este tipo de pensamento também não é exclusivo da esquerda política. Quando questionado pela revista GQ se ele pensava que a homossexualidade era uma escolha, Michael Steele, ex-presidente do Comitê Nacional Republicano, respondeu:

“Ah, não. Acho que nunca apoiei essa visão, de que você pode ligar e desligar a homossexualidade como se fosse uma torneira. Sabe, penso que há muita coisa acontecendo dentro da constituição de um ser humano que você não pode simplesmente chegar e dizer: ‘Amanhã de manhã vou parar de ser gay.’ É como dizer: ‘Amanhã de manhã vou parar de ser negro.’”3

Até mesmo a Suprema Corte da Califórnia aderiu a esta linha de raciocínio. Em uma decisão de Fevereiro de 2008, eles consideraram:

“Ademais, em contraste aos tempos primitivos, nosso estado agora reconhece que a capacidade de um indivíduo de estabelecer um relacionamento amoroso comprometido e duradouro com outra pessoa e responsavelmente cuidar e criar filhos, não depende da orientação sexual do indivíduo, e, mais amplamente, que a orientação sexual de um indivíduo — como a raça e o sexo de uma pessoa — não constitui uma base legítima sobre a qual se deva negar-lhe ou omitir-lhe direitos legais.”4 (ênfase adicionada)

A Suprema Corte da Califórnia, assim como Gross, quer nos fazer acreditar que a luta homossexual por uma redefinição do casamento os coloca na mesma categoria de meus ancestrais. No entanto, eles preferem que você não analise mais de perto, para que você não veja quão frágil a comparação na verdade é.

Minoria Identificável

O primeiro problema com a ideia de igualar a “orientação sexual” e a raça é o fato de que a homossexualidade é indetectável à parte da autoidentificação. Determinar se uma pessoa é negra, nativo-americana, ou do sexo feminino normalmente envolve nada mais que verificação visual. Todavia, caso a dúvida permaneça, testes sanguíneos, genética, ou uma rápida viagem pela árvore genealógica bastaria. Com a homossexualidade não é assim. Não há evidência que possa confirmar ou negar a alegação de uma pessoa com relação à orientação sexual.5

Além disso, a própria comunidade homossexual tornou esta identificação ainda mais complicada num esforço para distanciar a si mesma daqueles cujo comportamento homossexual lhes parece indesejável. O caso Jerry Sandusky é um excelente exemplo. Sandusky é acusado de molestar muitos meninos durante sua permanência na universidade Penn State como treinador de futebol americano. Contudo, tente colocar o rótulo de “homossexual” em suas atividades e a resposta será rápida e clara. “Pedófilos não são homossexuais!” é o refrão consistente vindo da comunidade homossexual, da mídia, do ambiente acadêmico, e da comunidade médica/psicológica.6

Portanto, parece que apenas a atração pelo mesmo sexo não é o suficiente para identificar uma pessoa como homossexual. E quanto às meninas que “experimentam”7 somente durante a faculdade, ou relacionamentos entre o mesmo sexo na prisão? E quanto aos homens que são extremamente efeminados, mas preferem mulheres, ou aqueles que já foram homossexuais praticantes deixaram tal estilo de vida (por exemplo, 1 Coríntios 6:9-11)? Resumindo, é impossível identificar quem é e quem não é homossexual. Como resultado, como podemos saber a quem os direitos civis em questão devem ser atribuídos? Um homem que não é homossexual (assumindo que pudéssemos determinar tal coisa), mas tenta entrar em uma união do mesmo sexo deveria ser tratado da mesma forma que um homem que não é negro, mas tenta afirmar que é para ganhar direito a vagas de cotas para negros na universidade?

Mas este não é o único problema com o ângulo dos direitos civis.

Definição Inalterável

Um problema adicional com o argumento “o homossexual é o novo negro” é a completa separação entre “casamento” homossexual e leis antimiscigenação. Primeiramente, há uma separação categórica. Miscigenação significa literalmente “a procriação entre pessoas consideradas como sendo de diferentes tipos raciais”. Ironicamente, o fato de que homossexuais não podem “procriar” evidencia o problema inerente na lógica deles. Como pode a proibição de pessoas que de fato têm a habilidade de procriar ser a mesma coisa que o reconhecimento do fato de que duas pessoas categoricamente são desprovidas de tal habilidade?8

Em segundo lugar, há uma separação por definição. A própria definição de casamento elimina a possibilidade de incluir casais do mesmo sexo. A palavra casamento possui uma longa e bem registrada história; ela significa “a união entre um homem e uma mulher”. Mesmo em culturas que praticam a poligamia, a definição envolve um homem e muitas mulheres. Consequentemente, enquanto as leis antimiscigenação negavam às pessoas um direito legítimo, o mesmo não pode ser dito a respeito da negação do casamento de casais do mesmo sexo; ninguém pode ser negado do direito de algo que não existe.

Deve se observar que o direito de se casar é um dos direitos mais frequentemente negados que temos. Pessoas que já estão casadas, crianças de 12 anos, e parentes muito próximos são apenas algumas das poucas categorias de pessoas que rotineiramente e/ou categoricamente são privadas do direito de se casarem. Portanto, a acusação de que é errado negar a qualquer pessoa um “direito fundamental” soa falsa. Sempre houve e, por necessidade, sempre haverá discriminação nas leis de casamento.

Terceiro, há uma separação histórica. Desde os tempos de Moisés, a história registrada é repleta de casamentos inter-raciais. Em nossa própria história, o casamento de John Rolfe e Pocahontas no século XVII,9 junto com o fato de que as leis antimiscigenação eram normalmente limitadas apenas à união de determinadas “raças” de pessoas (por exemplo, negros e brancos), sustenta uma evidência histórica da inconsistência legal e lógica de tais leis. Assim, diferentemente dos defensores “casamento” homossexual, estas lutas pelo direito de se casar nos direitos civis tinham a história como aliada.

Quarto, há uma separação legal. Uma coisa que parece escapar à maioria das pessoas nesse debate é o fato de que aos homossexuais nunca foi negado o direito de se casar. Eles simplesmente não tiveram o direito de redefinir o casamento. Mas não confie em mim com relação a isso; veja só o que a Suprema Corte do Estado de Iowa disse em sua decisão a favor do “casamento” homossexual: “É fato que o estatuto do casamento não proíbe expressamente que indivíduos gays e lésbicas se casem; ele, contudo, exige que, caso venham a se casar, que seja com alguém do sexo oposto.”

Aí está: não apenas preto no branco, mas em uma decisão legal. Os homossexuais não foram privados de nenhum direito. Como, então, aqueles que apoiam o casamento homossexual continuam a reivindicar que esta é uma questão de direitos civis? A chave está no próximo parágrafo:

“[O] direito de um indivíduo gay ou lésbica sob o estatuto do casamento de ingressar em um casamento civil apenas com uma pessoa do sexo oposto, na verdade não é direito nenhum. Sob tal lei, indivíduos gays ou lésbicas não podem simultaneamente satisfazer sua necessidade profunda de um relacionamento pessoal comprometido, conforme influenciados por sua orientação sexual, e ganhar o status civil e os benefícios concomitantes concedidos pelo estatuto.”

Sinto a necessidade de lembrar o leitor que esta é uma decisão legal, uma vez que frases como “indivíduos gays ou lésbicas não podem simultaneamente satisfazer sua necessidade profunda de um relacionamento pessoal comprometido” tendem a soar inadequadas em documentos desta natureza. Além disso, essa é uma lógica estúpida. Por exemplo, seguindo esta linha de raciocínio, alguém poderia argumentar: “Eu tenho o direito de me alistar no exército, mas sou um pacifista. Portanto, eu na verdade não tenho o direito (uma vez que isto seria repulsivo para mim). Então, precisamos estabelecer uma seção pacifista nas forças armadas para que eu possa satisfazer tanto o meu desejo de me alistar, quanto o meu desejo de não lutar.”

No entanto, este raciocínio é extremamente importante para que possam dar o próximo salto na lógica: “[Um] indivíduo gay ou lésbica só pode ganhar os mesmos direitos de um indivíduo heterossexual sob o estatuto ao negar a própria característica que define indivíduos gays e lésbicas como uma classe — sua orientação sexual”.

Precedente Insustentável

Talvez o aspecto mais condenável do argumento dos direitos civis é a insustentabilidade lógica. Se a orientação/identidade sexual é a base para (1) a classificação como um grupo minoritário, e (2) as bases legais para a redefinição do casamento, então o que pode impedir que um “bissexual” lute pela habilidade de casar com um homem e uma mulher simultaneamente uma vez que sua “orientação” é, por definição, direcionada a ambos os sexos?10 E quanto ao membro da NAMBLA (North American Man/Boy Love Association – Associação Norte-Americana pelo Amor Homem/Menino) cuja orientação é direcionada a jovens meninos?11 Onde paramos, e em quais bases?

Os defensores dos homossexuais se recusam a responder esta questão. De fato, eles escolhem evitá-la (e são raramente pressionados neste ponto). Contudo, as implicações legais futuras das decisões judiciais sobre o casamento homossexual são inevitáveis. Não há outra situação em que isso seja mais claro do que no caso Lawrence vs. Texas, uma decisão que derrubou as leis antissodomia. Na decisão majoritária, o Juiz Kennedy citou sua opinião de 1992 no caso Planejamento Familiar vs. Casey:

“Tais questões, que envolvem as escolhas mais íntimas e pessoais que um indivíduo pode fazer em toda a sua vida, escolhas estas centrais à dignidade e autonomia pessoais, são fundamentais à liberdade protegida pela Décima Quarta Emenda. No coração da liberdade está o direito de um indivíduo definir seu próprio conceito de existência, de significado, do universo, e do mistério da vida humana. Crenças a respeito destas questões não poderiam definir os atributos de autonomia pessoal, ou eles seriam formados por imposição do Estado.”12

Eu não tenho treinamento legal, e reconheço os limites de minha habilidade de avaliar plenamente as implicações de tal decisão. Todavia, observo quando o Juiz Scalia responde a esta asserção declarando:

“Eu nunca ouvi falar de uma lei que tentasse restringir o ‘direito que um indivíduo tem de definir’ certos conceitos; e se a passagem questiona o poder do governo de regular ações baseando-se no ‘conceito de existência’ autodefinido de um indivíduo, esta será a passagem que devorou o domínio da lei.”13 (ênfase adicionada)

Confrontação Inescapável

É muito importante para nós que nos opomos à ideia do “casamento” homossexual fazê-lo não apenas porque desejamos preservar nossa versão do Sonho Americano, mas porque encaramos o casamento como uma imagem viva e ativa do relacionamento entre Cristo e sua igreja (Efésios 5:22ff), e porque sabemos que Deus projetou a família de uma maneira particular. Enquanto o projeto da família promove o desenvolvimento humano (Gênesis 1:27-28), o testemunho direciona as pessoas à sua esperança nesta vida e na próxima. Como resultado, o silêncio nesta questão não é opcional.

Infelizmente (e bastante ironicamente), muitos cristãos têm sido intimidados a permanecer em silêncio pela mera ameaça de censura da ala homossexual. “Oponha-se a nós e você não é melhor do que George Wallace, Hitler e aqueles homofóbicos que mataram Matthew Shepard!” é seu não tão sutil refrão. Consequentemente, nós gastamos tanto tempo tentando provar que não somos assassinos cheios de ódio que falhamos em reconhecer que o Imperador está nu — como no conto, muitas pessoas acreditam em algo que claramente não é verdade. Não há razão legal, lógica, moral, bíblica ou histórica para apoiar o “casamento” homossexual. De fato, há uma miríade de razões para não apoiá-lo. Eu forneci apenas algumas.


  1. Michael Joseph Gross, “Gay is the New Black” (O Homossexual é o Novo Negro), The Advocate, 16 de novembro de 2008, disponível online em http://www.advocate.com/exclusive_detail_ektid65744.asp (em inglês).
  2. Ertha Melzer, “NAACP chair says ‘gay rights are civil rights” (Diretor da NAACP diz que ‘os direitos homossexuais são direitos civis), Washington Blade, 8 de abril de 2005. Deve-se observar também que a NAACP recentemente aprovou o casamento do mesmo sexo (http://graftedthemovie.blogspot.com/p/watch-grafted.html – em inglês), o que é significante uma vez que a organização existe para a “Promoção das Pessoas ‘de Cor’”.
  3. Entrevista e Michael Steele em “The Reconstrutionist” (O Reconstrucionista), por Lisa aulo, GQ (Março de 2009), disponível em http://www.gq.com/blogs/the-q/2009/03/-the-reconstructionist-michael-steele.html (em inglês).
  4. http://www.courtinfo.ca.gov/opinions/archive/S147999.PDF (em inglês).
  5. Mesmo se estudos cerebrais, estudos de gêmeos, etc., fornecessem ligações conclusivas (o que não fazem), ainda seríamos deixados com o fato de que enquanto o fato de ser negro ou do sexo masculino são atributos que alguém não pode negar, o comportamento homossexual não é. Assim, mesmo se houvesse uma conexão genética, ela seria insuficiente para impelir a orientação sexual à mesma categoria que a raça ou o sexo.
  6. http://equalitymatters.org/factcheck/201111170008 (em inglês).
  7. O termo LUGS (Lesbian Until Graduation – Lésbica Até a Formatura) se refere a jovens mulheres que participam de relacionamentos lésbicos apenas durante o período de estudos em sua vida acadêmica.
  8. É importante observar que esta é uma distinção categórica, e não uma determinação baseada na fertilidade. De outra forma, o mesmo poderia ser dito de homens e mulheres que estão além da idade de conceber ou aqueles que possuem defeitos que não permitem a concepção.
  9. http://www.history.com/this-day-in-history/pocahontas-marries-john-rolfe (em inglês). Apesar de ser comum o pensamento de que Pocahontas casou-se com John Smith, na realidade foi com o fazendeiro de tabaco John Rolfe que ela se casou em 5 de abril de 1614, em Jamestown, Virgínia.
  10. Veja o Papel Branco de Elizabeth Emen de fevereiro de 2006=3 na Chicago Law School: LEI DA MONOGAMIA: MONOGAMIA COMPULSIVA E EXISTÊNCIA POLIAMOROSA, disponível em http://www.law.uchicago.edu/files/files/58-monogamy.pdf (em inglês).
  11. North American Man/Boy Love Association (Associação Norte-Americana pelo Amor Homem/Menino). O lema deles é “Eight is Too Late” (Oito é Tarde Demais). http://www.nambla.org (em inglês).
  12. Opinião Majoritária do Juiz Kennedy, “John Geddes Lawrence e Tyrol Garner, Peticionários versus Texas”, em 539 U. S. (2003), Ed. Suprema Corte dos Estados Unidos (2003).
  13. Opinião Discordante de Antonin Scalia, “John Geddes Lawrence e Tyrol Garner, Peticionários versus Texas”, em 539 U. S. (2003), Ed. Suprema Corte dos Estados Unidos (2003).

Por Voddie Baucham © 2012 The Gospel Coalition, Inc. All rights reserved.

Website: thegospelcoalition.org

Tradução: voltemosaoevangelho.com

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.





  • carlos

    As razões sociológicas e jurídicas aqui apresentadas não são suficientemente para afastar a possibilidade do casamento gay civil. A única forma forte o suficiente para combater o casamento gay é a bíblica, que sejamos sinceros e utilizemos essa ferramenta sem vergonha e sem rodeios. paz.

    • http://www.facebook.com/theo.0liveira Theophilo Oliveira Damião

      A proposta nao foi exaurir as razoes mas apresentar algumas… Se cremos q a biblia fala a verdade, e logico tambem assumir que posicoes que se baseam nela como ponto de partida mas usa de outras esferas da vida humana como argumento sao validos… é possivel e utilizavel… as razoes aqui se apresentaram mais em filosofia do direito do q sociologia

      • Nice

        Entendi que o autor do artigo estava desfazendo o argumento de que a luta pelo casamento gay é a luta por um direito civil, ou a sua consquista um avanço na luta pelos direitos civis. Concordo plenamente, somente a biblia pode combater isso. /mas a biblia dentro dos nossos corações, em nossas praticas, em nosso pensamento e em nossa leitura de mundo, não somente debaixo do braço ou pra “tacar” na cabeça de alguém. Por favor compreenda irmão, precisamos usar recursos biblicos como principios quando não temos situações descritas de uma forma explicita, e temos que usar esses recursos onde estamos e pensando em pra quem estamos falando. Creio que a sabedoria que vem de Deus não é somente o que está escrito na Biblia recitado, mas palavras vindas da parte de Deus para confrontar estruturas e resistencias a verdade, e toda altivez que se levante contra o conheicmento de Cristo, toda sutileza do inferno como vimos o autor desse artigo demonstrar que existe dentro do planejamento da redefinição legal de casamento e da utilização da plataforma dos direitos civis ( assim como tem sido com os direitos humanos aqui no brasil) para aprovar qualquer coisa que um grupo organizado queira, nesse caso o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele utiliza a biblia como base, mas acho que se quisermos fazer uma critica a posição da igreja nos estados unidos devemos dizer pra orem mais, jejuem mais, se arrependam mais, sejam menos hipocritas, amem mais o proximo, sejam mais leais a verdade, nefim, mutias coisas que precisamos dizer a nós mesmos.

        • Nice

          Gostaria de lembrar que devemos sempre ter a biblia por base, não coloquei isso quando falei de sabedoria do alto pq na hora o pensamento foi mais rapido que os dedos, mas estou colocando agora. Irmão, vc está correto, Somente a biblia mesmo, mas usada de que forma? era a isso que me referia. Paz

        • Apóstolo Paulo

          É um passo a mais para o Estado abolir a Bíblia de vez.

          • Ademir Massuia

            Paulo,
            Então, a Bíblia será lida como nunca. Será decorada e repetida, como no tempo de Wyclife e dos “lolardos”. Nós crescemos na perseguição.

    • wendel

      fala muito da politica e leis americanas, mas infelizmente serve de base pra querer aplicar aqui no Brasil.

      • Ademir Massuia

        Verdade, Wendel.
        Mas, lá, as leis são levadas a sério.
        Aqui, as leis são feitas para serem burladas. Mas precisamos delas, assim mesmo.
        Lá, as coisas são lógicas.
        Aqui, até as constantes variam.
        Lá o futuro é previsível.
        Aqui, até o passado é imprevisível.
        Estamos em vantagem nas questões sérias. Elas não nos atingem.

  • Cirlon

    O “casamento” entre pessoas do mesmo sexo é inviável para a sociedade humana; mas é uma tedencia da pós modernidade e do pós cristianismo que o século 21 traz. O artigo traz boas idéias de refutação de tão insana idéia.

  • Alice

    Senti falta de referências bíblicas… Por melhores que sejam os argumentos apresentados, temos que nos basear apenas nas Escrituras para que o Senhor nos conduza. A argumentação se deu por conceitos filosóficos/políticos/sociais.

    • http://voltemosaoevangelho.com/vinipimentel/ Vinícius Musselman Pimentel

      Alice, a postagem não busca mostrar que a homossexualidade é um pecado, mas que a comparação político/social dos negros com homossexuais não procede.

    • Anon

      Que se lasque! Referências bíblicas temos aos montes!
      ‘Argumentação bíblica’ é para quem crê em Deus e no Deus da Bíblia. Para quem
      desenha, esta via não é funcional. Já dizia Santo Agostinho: “Ao
      discutir com hereges, uso o Antigo Testamento; com pagãos, a razão; com
      hereges, toda a Escritura”.

      Deus e no Deus da Bíblia. Para quem desenha, esta via não é funcional. Já dizia Santo Agostinho: “Ao discutir com hereges, uso o Antigo Testamento; com pagãos, a razão; com hereges, toda a Escritura”.

  • Abraão Isvi

    Eu acredito que esta parte: “E quanto às meninas que “experimentam”7 somente durante a faculdade, ou relacionamentos entre o mesmo sexo na prisão?”

    Ficaria melhor assim: E quanto às meninas que “experimentam”7 relacionamentos entre o mesmo sexo somente durante a faculdade, ou na prisão?

  • Ademir Massuia

    Quando leio a narrativa referente a Sodoma e seus homens (as mulheres não são mencionadas), percebo que eles não eram homossexuais, eram estupradores.
    Se fossem homossexuais não haveria razão de lhes oferecer as filhas, como Ló o fez.
    Eles queriam os visitantes de Ló para abusarem deles.Eles eram estupradores.
    A história dos benjamitas não foi diferente. Eles queriam abusar do visitante.Mas, aqui, eles aceitaram a concumbina do levita.Não eram homossexuais.Eles eram estupradores.Mas, os próprios israelitas aplicaram o castigo para que o Senhor não castigasse a Nação inteira. E souberam agir limitadamente, com sabedoria.

    Os estupradores têm em comum o fato de desejarem obter o prazer da vida que está na outra pessoa, roubando-lhe. Eles não desejam recompensar com pagamento, como no caso de prostituta.Eles não querem compromisso, como no casamento.
    Na mais elementar das análises, não há amor. Nem um pouco, que seja.Só existe o indivíduo desejoso de se satisfazer às custas do outro, sem consentimento.
    O cerne da questão dos homossexuais de hoje deveria ser entendido sob a luz do que realmente aconteceu em Sodoma e em Gibeá para, no mínimo, alguém dizer que a análise é bíblica.

    Se apontarmos que são dignos de morte ou que vão para o inferno os que se deitarem com pessoa do mesmo sexo – está correto, biblicamente. Mas, seria bom lembrar que deitar-se com animal, ou familiar chegado, também é digno de morte.
    Também, não entram no céu, os covardes, mentirosos, impuros, idólatras, roubadores. A lista cobre muita coisa que não é crime e que ninguém se importa que seja ou não.

    A questão é a nossa hipocrisia religiosa de hoje, que só manteve como pecado os pecados sexuais, particularmente o adultério.

    A questão que deveria confrontar os homossexuais desejosos de usar o termo “casamento” é se esse termo pode ser usado para união entre pessoas do mesmo sexo.
    O problema é semântico e não de direito.

    O desafio dos homossexuais será provar que sua conquista lhes permitiu produzir resultados melhores do que sem ela.
    Será provar que os filhos adotados poderão ser formados como cidadãos respeitáveis iguais aos filhos dos casais normais. Saúde mental será a questão.
    Em duas gerações nós saberemos o que isso significa.

    Mas, antes disso, com ou sem homossexuais, o casamento já estará reduzido a cacos.
    A duração do casamento entre os americanos era de 9,8 anos, há dez anos, conforme Gary Collins. Não mais podia ser chamada de “união estável”, segundo ele.

    A questão é muito mais profunda.
    Está ligada à rebelião contra Deus, intrinsecamente. E essa rebelião ocorre em todos os quadrantes, em todos os assuntos, dentro e fora da igreja.
    O Senhor Jesus “saiu do sério” uma única vez, quando encontrou comerciantes agindo no átrio do templo. E cambistas.
    Foi o suficiente para pegar na chibata e botá-los para correr.
    Nunca correu atrás de gente que cometesse pecado sexual.

    A mensagem do Senhor Jesus para hoje é: “Arrependei-vos, porque está próximo o Reino de Deus”.
    Não se trata de impedir os outros de pecar, mas de nós mesmos, nos tornarmos cada vez mais puros.
    Abandonemos essa prática de querer estender, por imposição, a santidade que distingue os que são de Jesus daqueles que não são.
    Procuremos caminhos de santificação pessoal, em direção ao Senhor Jesus.
    É o que tenho feito.

    Mas, aprendo com vocês.

    Ademir Massuia
    http://www.pastormassuia.com.br
    http://www.kerovoar.com.br

    • Anônimo ou gayzistas processam

      Os sodomitas eram homossexuais sim. Quem está disposto a estuprar homem é HOMOSSEXUAL! Um heterossexual tem ojeriza a desejar o corpo de outro homem, se fosse ter relação sexual com outro homem nem ereção ia ter. Agora, você me diz que um bando de homem que é capaz de fazer o que se faz em presídio, de agarrar um homem, ver ele gritando de dor, se defecando todo, e ainda assim ter uma ereção, sodomizar o outro e ter um clímax de prazer NÃO É HOMOSSEXUAL? (E perceba-se que os do movimento gayzista tentam se passar por bons cidadãos, mas não mencionam que os estupros de presídios são por definição 100% perpetrados por homossexuais e que 80% dos homossexuais foram estuprados por algum homossexual que não era parceiro deles). Pra mim os Sodomitas mostraram na atitude deles que eram o pior tipo de pessoas. Eram estupradores e também homossexuais, e por isso Deus destruiu a cidade toda. E é exatamente isso que eles querem Sr. Massuia, que você diga que os sodomitas não eram homossexuais. Não aceite isso! Não se venda! Fale a verdade!

    • Anônimo ou gayzistas processam

      Os sodomitas eram homossexuais sim. Quem está disposto a estuprar homem é HOMOSSEXUAL! Um heterossexual tem ojeriza a desejar o corpo de outro homem, se fosse ter relação sexual com outro homem nem ereção ia ter. Agora, você me diz que um bando de homem que é capaz de fazer o que se faz em presídio, de agarrar um homem, ver ele gritando de dor, se defecando todo, e ainda assim ter uma ereção, sodomizar o outro e ter um clímax de prazer NÃO É HOMOSSEXUAL? (E perceba-se que os do movimento gayzista tentam se passar por bons cidadãos, mas não mencionam que os estupros de presídios são por definição 100% perpetrados por homossexuais e que 80% dos homossexuais foram estuprados por algum homossexual que não era parceiro deles). Pra mim os Sodomitas mostraram na atitude deles que eram o pior tipo de pessoas. Eram estupradores e também homossexuais, e por isso Deus destruiu a cidade toda. E é exatamente isso que eles querem Sr. Massuia, que você diga que os sodomitas não eram homossexuais. Não aceite isso! Não se venda! Fale a verdade!

      • Jhonas Santos

        Anônimo, vejo que o seu conhecimento é muito pouco. A muitos anos atras não existia o termo homossexual, porque um homem se relacionava com outro homem para suprir suas necessidades e a mulher era usada apenas para procriar. Portanto os estupradores não eram homossexuais, é só um algo cultural, pois não tem fontes de que região esses homens podem ter vindo. Você está usando as Sagradas Escrituras com ódio na boca, se você não sabe isso sim é pecado!

  • José

    Olá. Se precisares de oração e de conversar sobre o problema da homossexualidade, deixo o meu skype: jose.vasconselos77. Um abraço em Cristo

  • http://www.facebook.com/teacher.neves André Araújo

    Excelente texto!