[PVE] Se Jesus é quem nos salva hoje, como ficam todos os que morreram antes de Jesus?

Pergunta: Se Jesus é quem nos salva hoje, como ficam todos os que morreram antes de Jesus?

 

Mauro Meister – Como acontecia a Salvação no Antigo Testamento

Por: Mauro Meister. Website: tempora-mores.blogspot.com

Vídeo por: iPródigo. Confira os excelentes pródcasTV

 

 

Vern Sheridan Poythress – A História da Salvação no Antigo Testamento

Como se une a Bíblia como um todo? Os eventos bíblicos ocorreram num espaço de milhares de anos e em diferentes culturas. Como unificaríamos isso tudo em um só tema?

Um dos temas unificadores da Bíblia é a autoridade divina. Todos os livros da Bíblia são palavra de Deus. Os eventos bíblicos estão lá por causa da vontade de Deus e ele os tem colocado para instrução do seu povo: “Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.” (Rom. 15:4).

O Plano de Deus para a História

A Bíblia também deixa claro que Deus tem um plano unificado para a história. O Seu propósito final, um plano para a “plenitude dos tempos”, é ”reunir todas as coisas em Cristo, no céu e na terra” (Ef. 1:10), “para louvor da sua glória” (Ef. 1:12). Deus tem seu plano desde o começo: “Lembrai-vos das coisas antigas; Eu Sou Deus e não há outro, que declaro o fim desde o começo, desde os tempos antigos”. “Meu conselho subsistirá” (Isaías 46:9–10). “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.” (Gal. 4:4–5).

A obra de Cristo na terra, e especialmente sua crucificação e ressurreição, é o clímax da história; é o grande centro no qual Deus consuma a salvação para a qual toda a história do AT se direciona, cumprindo as promessas feitas através do Antigo Testamento. A era presente olha para a obra completada de Cristo, mas também para a consumação de sua obra quando vier o tempo dos “novos céus e nova terra em que habita a justiça” (2 Pe. 3:13; Ap. 21:1–22:5).

O plano unificado de Deus o levou a incluir promessas e predições ao longo dos tempos passados, e cumpri-las mais tarde. Às vezes as promessas são explícitas, como quando promete a vinda do Messias (Isaías 9:6–7). Às vezes elas são simbólicas, como quando ele determina que animais sejam sacrificados como símbolo do perdão dos pecados (Lev 4). Em si mesmo, o sacrifício não perdoava pecados (Heb. 10:1–18). Eles apontavam para Cristo.

Cristo no Antigo Testamento

Como o plano de Deus é para Sua glória, focalizando-se em Cristo (Ef. 1:10), é natural que as promessas do Antigo Testamento apontassem para Cristo, “Pois todas as promessas de Deus têm nele o sim” (2 Cor. 1:20). Quando Cristo apareceu aos discípulos depois de sua ressurreição, ele os fez perceber que ele mesmo (Cristo) estava nas Escrituras: E ele lhes disse:

Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.” “E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras. E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, e em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. (Lc 24:25–27, 44-47)

Quando a Bíblia diz que “abriu seus olhos para entender as Escrituras” (Lc 24:45), não quer dizer simplesmente que Cristo mostrou a eles umas poucas predições acerca de si mesmo como Messias. Significa que Cristo é o centro do AT inteiro, abrangendo todas as três partes do AT como os judeus o conheciam: A Lei de Moisés, incluindo Gênesis a Deuteronômio; Os Profetas, incluindo profetas anteriores (como os seutóricos Josué, Juízes, Samuel, Reis) e os posteriores (Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel e os Doze). Os Salmos representavam para os judeus a terceira porção de livros chamada de Escritos. O coração de todos esses escritos é que eles apontavam para o sofrimento de Jesus, sua ressurreição e a conseqüente pregação do evangelho a todas as nações (Lc 24:47). O AT como um todo, através de suas promessas, símbolos de salvação, aponta para o cumprimento da Redenção que teve lugar uma vez por todas em Cristo.

As Promessas de Deus

Por que modos o AT aponta para Cristo? Primeiro, por meio de promessas de salvação e promessas concernentes ao compromisso de Deus com seu povo. Deus nos promessas específicas sobre o Messias como o Salvador na linhagem de Davi. Através do profeta Miquéias, Deus prometeu que o Messias nasceria em Belém, cidade de Davi (Mq. 5:2), profecia que se cumpriu perfeitamente (Mat. 2:1–12). Mas Deus freqüentemente dava promessas gerais a respeito dos dias futuros de salvação, detalhando o seu cumprimento (e.g., Isaías 25:6–9; 60:1–7).

Um frequente refrão era “Eu serei seu Deus, e eles serão meu povo” (cf. Jer. 31:33; Os. 2:23; Zc. 8:8; 13:9; Heb. 8:10). Às vezes algumas variações dessa promessa focalizavam o povo e o que ele devia ser, e em outros casos se relacionava com Deus e o que Deus haveria de fazer. A promessa “Serei o seu Deus” é realmente um compromisso de estar com o seu povo, cuidar dele, discipliná-lo, protegê-lo, suprir suas necessidades e ter um relacionamento pessoal com ele. De modo contínuo, essa promessa finalmente é consumada na salvação em que Deus traria em Cristo.

Esse princípio se estende a todas as promessas do AT: “Todas as promessas de Deus têm nele (Cristo) o sim” (2 Cor. 1:20). Algumas vezes Deus dava imediatamente bênçãos temporais. Essas bênçãos eram apenas antecipação das ricas bênçãos que viriam por meio de Cristo: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênçãos espirituais nas regiões celestiais” (Ef. 1:3).

Advertências e Maldições

Mas a relação de Deus com seu povo não era apenas de bênçãos, é claro, mas também de advertências, e promessas de maldição. Era necessário que fosse assim por conta da reação justa de Deus contra o pecado. Essas advertências antecipavam e apontavam para Cristo de duas maneiras diferentes. Primeiro, Cristo é o Cordeiro de Deus, que carrega a maldição (Jo 1:29; 1 Pe. 2:24). Ele era inocente quanto ao pecado, mas levou por nós a maldição (2 Cor. 5:21; Gal. 3:13). Toda ocasião no AT que retrata a ira de Deus contra o pecado e sua punição, aponta para a ira que caiu sobre Cristo, na cruz.

Em segundo lugar, Cristo lutará contra o pecado e o exterminará na segunda vinda. Sua segunda vinda e a consumação será o tempo em que o julgamento final contra o pecado será executado. Todo castigo pelo pecado nos tempos passados aponta para o julgamento final. Cristo antecipava seu julgamento final quando em vida expulsava demônios e denunciava os pecados dos líderes religiosos.

Os Pactos

As promessas de Deus no AT estão não apenas no contexto dos compromissos de Deus para com seu povo, mas também nas obrigações que o povo tem para com Deus. Noé, Abraão e outros a quem Deus encontra e se dirige são chamados não somente a crer em Deus, mas a responder com suas vidas ao chamado de Deus. A relação de Deus com seu povo é consumada por meio de pactos. Quando Deus faz um pacto com o homem, ele é apresentado como o Soberano que especifica as obrigações do pacto para ambas as partes. ―Eu serei seu Deus‖ é a obrigação fundamental do lado de Deus, enquanto que “eles serão meu povo” é a obrigação fundamental para o lado humano.

Por exemplo, quando Deus chama Abrão, ele diz, “Sai a tua terra e da tua parentela para a terra que te mostrarei” (Gen. 12:1). Esse mandamento especifica uma obrigação da parte de Abrão. Mas Deus diz o que fará de sua parte: “E eu farei de ti uma grande nação, e te abençoarei” (Gen. 12:2). As declarações de Deus tomam a forma de promessas, de bênçãos e advertências. As promessas e bênçãos apontam para Cristo, que é o cumprimento das promessas e fonte última das bênçãos de Deus. As advertências (maldições) apontam para Cristo no seu papel de nosso substituto e executor de julgamento contra o pecado, especialmente em sua segunda vinda.

Cristo também tem as obrigações do lado humano dos pactos. Cristo é plenamente homem e plenamente Deus. Como homem, ele está com seu povo do lado humano. Ele cumpre as obrigações dos pactos por sua perfeita obediência (Heb. 5:8). Ele recebeu a recompensa da sua obediência em sua ressurreição e ascensão (Fp. 2:9–10). Os pactos do AT no lado humano apontam para sua consumação em Cristo.

Ao tratar com a ira de Deus contra o pecado, Cristo mudou a situação do homem de alienação para paz. Ele nos reconciliou com Deus (2 Cor. 5:18–21; Rom. 5:6–11). Ele nos trouxe o privilégio do relacionamento pessoal com Deus, o fato de sermos chamados filhos de Deus (Rom. 8:14–17). A intimidade com Deus é o que todo o AT antecipa. Em Isaías, Deus declara que seu Servo, o Messias, será o pacto para o seu povo (Isaías 42:6; 49:8).

A Descendência

Junto aos pactos, a Bíblia focaliza num elemento especial, a saber, a promessa acerca da descendência de Jesus. No pacto com Abrão, Deus o chama para “andar em sua presença e ser perfeito” (Gen. 17:1). Esse é o lado “humano” da obrigação do pacto. No outro lado, Deus promete fazer dele “pai de multidão” (Gen. 17:4), e muda seu nome para Abraão (Gen. 17:5). E esse pacto se estende às gerações posteriores de Abraão: “Estabelecerei meu pacto entre ti e tua descendência depois de ti por meio de um pacto eterno. E darei a terra da possessão a ti e teus descendentes” (Gen. 17:7–8).

As promessas a Abraão são importantíssimas porque são a base da nação de Israel. A história de Abraão mostra que ele teve um filho, Isaque, que era o resultado da promessa de Deus, e deu origem às doze tribos.

Mas como isso tudo se relaciona com Cristo? Cristo é o descendente de Davi e Abraão (Mat. 1:1). Ele é a semente de Abraão: “Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo.” (Gal. 3:16; Gen. 22:15–18).

Abraão ouviu o chamado “ande após mim e seja perfeito” (Gen. 17:1). Ele confiou em Deus (Gal. 3:9; Heb. 11:8–12, 17–19). Mas tinha suas falhas e pecados. Em último caso, quem anda na presença de Deus e é perfeito? Não Abraão! Ninguém nesse mundo, mas Cristo (Heb. 4:15). Todos os outros que sucederam Abraão na “descendência” foram pecadores. Por isso o pacto com Abraão tem um apontamento certo para Cristo. Cristo é o Descendente Final para quem todos os anteriores apontam: Isaque, Jacó, e os filhos de Jacó. Entres eles, é Judá que terá um reinado (Gen. 49:10). Davi é o descendente de Abraão e Judá; Salomão é o descendente de Davi; seguindo com Jeroboão e os outros descendentes de Davi e Salomão (Mateus. 1:1–16).

Cristo não é meramente o herdeiro por direito legal, mas o único perfeito. Através dele somos unidos e nos tornamos nós mesmos “descendência” de Abraão (Gal. 3:29). Cristãos, judeus e gentios tornam-se participantes da promessa (Gal. 3:28–29).

Cristo como o Último Adão

Cristo não é somente o descendente perfeito de Abraão, mas, antes disso, o descendente da mulher (Gen. 3:15). A vitória sobre a serpente e sobre o mal e a reversão dos seus efeitos tem sua raiz na descendência da mulher. A sua semente é traçada, passando por Eva, Sete, Noé, etc. (Lc 3:23–38). Assim Cristo é também o último Adão (1 Cor. 15:45–49) e, como era Adão, Cristo representa todos os que descendem dele, pela fé.

Sombras, Figuras e “Tipos”

Constantemente o NT fala de Cristo e da salvação. O que não é tão óbvio para as pessoas é que o mesmo é verdade no que diz respeito ao AT. Mas lá isso acontece como antecipação, com “sombras” e “tipos” das coisas que virão (1 Cor. 10:6, 11; Heb. 8:5).

Por exemplo, 1 Coríntios 10:6 fala que os eventos que aconteceram com os israelitas no deserto eram “exemplos para nós”. E 1 Coríntios 10:11 diz, “Estas coisas aconteceram como exemplo pra nós, para nossa instrução.” Em 1 Coríntios 10:6 e 11, a palavra grega para “exemplo” é typos, da qual deriva “tipo” (cf. Rom. 5:14).

Um “tipo”, na linguagem teológica, é um exemplo especial, símbolo, ou figura que Deus providenciou em direção ao futuro. Sacrifício de animais eram “tipos”, de Cristo. O templo era a presença de Deus. E Cristo é o cumprimento total desse “tipo” (Mat. 1:23; Jo 2:21). Os sacerdotes do AT eram tipos de Cristo, o grande sacerdote (Heb. 7:11–8:7).

A consumação tem o seu lugar em Cristo (Ef. 1:10; 2 Cor. 1:20). Mas o NT também fala que aqueles que estão “em Cristo”, que depositam sua fé nele, recebem os benefícios daquilo que ele consumou. Portanto, podemos achar no AT “tipos” que se referem à igreja. Por exemplo, o templo prefigura Cristo, cujo corpo é o templo (Jo 2:21), mas prefigura também a igreja, que é chamada de templo (1 Cor. 3:16–17). Alguns símbolos do AT falam da consumação final que terá lugar nos “novos céus e nova terra” (2 Pe. 3:13; Ap21:1–22:5). A Jerusalém do AT prefigura a nova Jerusalém “que vem da parte de Deus” (Ap. 21:2).

Cristo o Mediador

A Bíblia deixa claro que, desde que Adão caiu em pecado, o pecado e suas conseqüências têm sido o maior problema da raça humana. Pecado é rebelião contra Deus e seu salário é a morte (Rom. 6:23). Deus é santo e ninguém pode estar em sua presença sem morrer (Ex. 33:20). Logo, o homem necessita de Cristo como o mediador que responde por ele diante de Deus (1 Tim. 2:5–6). Cristo é tanto Deus quanto homem, mas sem pecado, e é o único suficiente para realizar essa mediação.

Embora haja apenas um mediador em último caso, há vários mediadores representativos no AT: Moisés, por exemplo. (Ex 19). Quando o povo se apavorou da presença de Deus, Moisés intercedeu por ele (Ex. 20:18–21, Deut. 5:28–33).

Mas se o mediador é um só, como Moisés podia ser um? Moisés prefigurava a mediação de Cristo, que o é mediador verdadeiro. Como Moisés era pecador, não poderia estar na presença de Deus sem perdão, isto é, sem ter um mediador ao seu lado. Logo, Moisés pôde estar ali na presença de Deus somente porque, de acordo com o plano de Deus, a obra de Cristo faria expiação pelos pecados de Moisés. Os benefícios da redenção de Cristo foram antecipados a Moisés e assim tem sido com todos os santos do AT. Como eles poderiam ser salvos se Deus exigia perfeição? Deus é perfeitamente santo. A perfeição era graciosamente aplicada a eles por meio de Cristo, que haveria de vir.

Isso significa que existe um só meio de salvação no Antigo e Novo Testamentos. Somente Cristo pode nos salvar (At 4:12) e no AT, salvação vem freqüentemente representada por um mediador, que pode ser uma pessoa ou instituição que fique entre Deus e o homem.

Então, a unidade da Bíblia aumenta quando vemos os casos em que Deus salva seu povo e os casos em que um mediador, no AT fica entre Deus e o homem. Deus traz salvação espiritual na forma de comunhão pessoal, intimidade espiritual, e a promessa da vida eterna com Deus. Não somente casos de salvação espiritual, mas de salvação temporal, num sentido “físico”, que prefigura a salvação num sentido espiritual. Aliás, salvação não é meramente espiritual. Nós olhamos para a ressurreição do corpo e para os “novos céus e nova terra em que habita justiça” (2 Pe. 3:13). A salvação pessoal começa com a renovação do coração, mas na sua consumação atingirá dimensões cósmicas. O AT, quanto fala da terra física, prosperidade material e da saúde física, antecipa a prosperidade dos crentes nos novos céus e na nova terra de um ponto de vista físico.

Os casos de mediadores no AT incluem os profetas, reis e sacerdotes. Profetas trazem a palavra de Deus para o povo. Reis, quando se submetem a Deus, trazem o reinado de Deus para o povo. Sacerdotes representam o povo na presença de Deus. Cristo é o Profeta, Rei e Sacerdote que consuma todas estas três funções em um sentido último (Heb. 1:1–3). Podemos observar também os homens sábios, que trazem a sabedoria de Deus para o povo; e os guerreiros, que trazem a libertação dos inimigos; e músicos, que trazem o louvor a Deus no meio do povo, mostrando com música o caráter de Deus.

Mediação ocorre não apenas através de figuras humanas, mas também por meio de instituições. Os pactos dão início a um papel de mediação ao trazer a palavra de Deus ao povo; o templo traz a presença de Deus. O sacrifício de animais traz o perdão de Deus. Ao lermos a Bíblia, vemos todos esses meios de mediação estabelecidos por Deus. E porque há um só mediador, isso significa que todos eles apontam para Cristo.

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Por: Vern Sheridan Poythress. Website: frame-poythress.org

Tradução: Pablo Monteiro, 2011. Disponibilizado por: monergismo.com

13 Comentários
  1. Pr Sergio Lorett Leitão Diz

    Habacuque 2:4, RM 1:17, GL 3:11, HB 10:38, HB 11:6,39-40.
    Porque pela GRAÇA sois salvos, por meio da FÉ; e isto NÃO vem de VÓS, É dom de DEUS.
    Dou graças a Deus por ter colocado este dom inefável dentro de meu coração, e de muitos outros desde a fundação do mundo.
    Tanto no Velho como no Novo Testamento, Cristo é o Centro de tudo

  2. Gabriel Lucas Diz

    acho q o meio da graça de Deus é nos achegar a Christo….
    de modo que o que a gente deve entender é como Deus levava as pessoas a Christo antes de ele real e fisicamente se manifestar….

    tbm já tive bastantes duvidas sobre o assunto … e ainda tenho algumas xD
    mas no video dah pra ter um inicio de estudo legal sobre o assunto

  3. Ageu ramos Bernardino Diz

    Gostei da explicação feita com bastente argumentação Bíblica, que faz com que estas verdades sejam incontestadas, pelo fato de termos um Deus que se relaciona na intimidade do homem um Deus cheio de amor que jamais poderá ser acusado de cometer injustiça, pois sua misericordia e graça tem sido doados ao homem, desde de suan criação.O pacto de Deus não pode ser anulado. Muito boa explanação.

  4. Markinhos falcão Diz

    Apesar de ter apresentado algum conteúdo do Pastor no vídeo,o texto do nosso amado irmão Sheridan realmente esclarece e define com muita propriedade a totalidade do sacrifício de Cristo e como realmente todos os textos do antigo testamento tinha um único centro:A vinda do messias.Pra quem quiser estudar um pouco mais,recomendo o livro que estou lendo:
    A lei e Suas Consequências
    D.M.Lloyd Jones , a editora é a PES ;)
    SOLI DEO GLÓRIA!

  5. Pr.José Galvão. Diz

    Concordância com o autor.

  6. stepfany Diz

    OK… Só ficaram duas dúvidas: 1) que foi feita da alma dos que morreram antes da vinda de Cristo (quer salvos quer não salvos – se existia essa separação antes); 2) Qual o estado literal das almas dos que morreram depois da ressurreição de Cristo?

    1. Vini Diz

      Na verdade essas são duas perguntas diferentes do proposto na postagem rs

      E a resposta também é complexa rs

    2. Hugo Diz

      A alma deixou de existir, amigo. O ser humano não TEM uma alma; ele È uma alma. Quando morre, deixa de existir, deixe de ser alma vivente…. e não existe alma penada! ;-)

      Veja em Gênesis 2:7 que uma alma vivente (uma pessoa) é resultado da união de dois elementos: PÓ DA TERRA + FÔLEGO DE VIDA = ALMA VIVENTE.

      Na morte temos o processo inverso, ou seja, a separação do pó e do fôlego. Sendo assim, a alma deixa de existir.

      Todos os que estão mortos aguardam no pó da terra e serão despertados (ressuscitados) na 1ª ou na 2ª ressurreição.

      “Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com Ele mil anos.” Apocalipse 20:6

    3. CLERTON Diz

      Olá,

      Uma coisa é certa:ou alma existe ou não existe.Se não existe,segue-se que Cristo morreu em vão;pois Paulo afirma:”E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção”. (1 Coríntios 15:50).E então,por quem Cristo morreu?.Hoje,Russell está vendo que não é como ele imaginava,infelizmente.

      Se alma morre,como você afirmou,então a Bíblia não passaria de grande mentira e todos os que morreram na esperança da ressurreição pereceram.

      Para uma profunda compreensão desse assunto,recomendo o livreto AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ,A ALMA E INFERNO,DE ALDO MENEZES-EDITORA VIDA.Nele,você tirará todas as dúvidas a respeito desse assunto.

      Vou deixar estas referências pra você meditar:Ap 6-911;Mt 1:28;LC 12:4-5;Lc 16:19-31;etc.

    4. Hugo Diz

      Amigo,

      Carne e sangue não podem herdar o reino de Deus e é exatamente por isso que aqueles que querem entrar nesse reino precisam nascer de novo, precisam de uma nova natureza, uma natureza espiritual (João 3:3-6).

      Você crê que alma não morre? Bom, então veja o que diz em Ezequiel:

      Eis que todas as almas são Minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é Minha: A ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ. Ezequiel 18:4

      Não tenho dúvidas a respeito deste assunto, amigo. A Bíblia é muito clara no que diz respeito ao estado dos mortos.

      Jesus comparou a morte ao sono – João 11

      Todos os santos que morreram e ainda não foram ressuscitados, descansam no pó da terra. Quando Jesus voltar, serão despertados, ressuscitados com um corpo glorioso!

      1 Tessalonicenses 4:13-17
      “Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já DORMEM, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e RESSUSCITOU, assim também aos que em Jesus DORMEM, Deus os tornará a trazer com Ele.
      Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que DORMEM. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo RESSUSCITARÃO primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. “

      Onde dormem os santos? Daniel 12:2 responde:

      “E muitos dos que DORMEM NO PÓ DA TERRA ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.” (Veja também em João 5:28-29 onde estão os mortos)

      Vejamos o o texto que você citou de 1 Coríntios 15:

      v. 50-53: “E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção. Eis aqui vos digo um mistério: na verdade, nem todos DORMIREMOS, mas todos seremos transformados; num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos RESSUSCITARÃO incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. “

      Pergunto a você: aqui está falando de espíritos, alma sem corpo? Adão era de carne e osso? E ele tinha um corpo corruptível ou incorruptível? Mortal ou revestido de imortalidade? Pense um pouquinho sobre isso….

      O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito (João 3:6). Você é nascido do espírito, amigo? Então você é espírito! Aqui fala de natureza, entende? Natureza carnal vs. natureza espiritual.

      Portanto, amigo, “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” “porque vem a hora em que todos OS QUE SE ACHAM NOS TÚMULOS ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”; “Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade” (Apoc. 14:13, João 5:28-29; Apoc. 20:6).

      Não tenha dúvida, meu caro amigo, esta falsa ideia a respeito do estado dos mortos é uma das grandes artimanhas com as quais Satanás enganará a muitos (Mateus 24:4-5, 12 e 24).

      Eu vim do espiritismo, amigo, sei do que estou falando. Se quiser, continuamos essa conversa, OK? [email protected]

      Aos amigos do VE, quero deixar uma sugestão: vejam se é possível habilitar/implementar um recurso de notificação quando são feitos novos comentários. Já vi isso em outros blogs. É um excelente recurso.

      Abraço a todos!

    5. Filipe Diz

      E como explica Lucas 16?

  7. CLERTON Diz

    Olá,

    Você sabe por que é que têm tantos analfabetos bíblicos no mundo cristão? Sou crente há vinte anos e nunca ninguém me explicou os Escritos Sagrados de forma tão clara.Assim dá gosto estudar a Bíblia.

  8. Filipe Diz

    Lucas 16 é claro quanto ao que diz…

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