Luiz Sayão – O Pós-Modernismo e a Música no Culto

Por Luiz Sayão. © Igreja Batista das Nações Unidas. Website: ibnu.com.br

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15 Comentários
  1. Carlos Ribeiro Jr. Diz

    No ponto!
    Hoje muitas coisas são oferecidas, algumas totalmente fora da Verdade, outras muito boas mas que são colocadas como farinha do mesmo saco.
    “mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom.”
    1 Tessalonicenses 5:21

  2. Maria Cesar Diz

    Bem esclarecedoras as palavras usadas por este vaso do SENHOR !

  3. Jeferson Diz

    Palmas. Muito bem centrado.

  4. FÁBIO SIMÕES Diz

    O tema é propício, mas devemos ter cuidado de não extremar . Ignorância bíblica não pode ser confundida como erro bíblico. Linguagem simbólica pela literal, por exemplo. As posturas, culturas, hábitos, liturgias devem sim, ser pontuadas, sem castração. Penso!

  5. Pr. Joaquim Diz

    Excelente, acima de tudo porque a igreja de hoje parou de pensar, não discernimento.

  6. André de Oliveira Diz

    Simplismente EDIFICANTE!!!!

  7. Vinícius S. Pimentel Diz

    Achei o vídeo como um todo muito bom. Mas achei que o Sayão poderia ter desenvolvido com mais cuidado a questão dos salmos e das palavras usadas na adoração da Antiga Aliança em contraste com a Nova. Por exemplo, a ideia de um “monte santo” é tomada do AT e utilizada pelo escritor aos Hebreus (Hb 12.22) – obviamente, em um sentido metafórico – para referir-se à superioridade da Nova Aliança em relação à primeira. De qualquer forma, o monte está lá… de maneira que não me parece correto afirmar que toda menção a elementos típicos do AT (montes, exércitos etc.) seja inadequada na adoração do Novo Testamento.

    Suponho que o Sayão não pretendia ir tão longe com as implicações do seu argumento. Mas, ao assistir ao vídeo, fiquei com a sensação de que ele não foi exato quanto a esse ponto em particular.

    No mais, a reflexão é muito equilibrada e pertinente! É importante percebermos que nem tudo é trágico no louvor contemporâneo. Há coisas boas que precisam ser reconhecidas e preservadas.

    Em Cristo,
    Vinícius

  8. robison Diz

    Achei fraco o vídeo. Os ingleses são melhores. A porta que o Sayão disse tem cabeça sim, pois, trabalho com isso. As portas são encabeçadas…todavia, quando um objeto é maior que o espaço de entrada, devemos levantar as cabeças das portas, janelas, etc.. para a introdução do objeto. Sou muito leigo no que se refere a “Palavra de Deus”…Sinto arrepio em só pronunciar o nome de “Deus”. Entretanto, creio que a Bíblia “Palavra de Deus” deve ser lida e entendida pela fé que o próprio Deus nos da e acrescenta. Posso estar errado…Me desculpem. Achei muita teologia e razão neste vídeo.

    1. Ari Filho Diz

      meu amado,não podemos criar a idéia de que temos condição própria de entender,discernir a Palavra de Deus pela nossa fé somente.Se assim procedermos, tomaremos atomisticamente certos textos e daremos a eles a compreensão que a nossa fé quiser.Erros históricos,heresias e uma ortodoxia defeituosa,senão ,diabólica pode surgir advindo desse pensamento.Há uma regra hermenêutica que não podemos desconsiderar,ela diz;”um texto bíblico nunca pode significar hoje, o que nunca significou quando escrito originalmente”.ademais meu amado você não deve sentir arrepios em pronunciar o nome de Deus;Cristo Jesus Nosso Senhor,mas buscar um relacionamento intimo,sincero e real com Ele.Louvo ao Senhor,pela seu temor,é o que falta para muitos cristãos contemporâneos.Percebo que você é sincero no que diz,e o considero em alta estima,mesmo não o conhecendo pessoalmente.Por fim recomendo que você compre livros de editoras sadias cristãs para conhecer melhor a Bíblia,suas doutrinas e sobretudo a Deus,pois são as Escrituras que testificam Dele..Forte abraço e ósculo santo em Cristo Nossa Glória e Coroa.!!!!!!

  9. Rayanne Diz

    A intenção do Luiz Sayão foi muito boa, de nos alertar quanto aos erros que temos cometido no culto especificamente no louvor do pós-modernismo. Mas, parte dos louvores que ele citou como sendo sem sentido teológico e até mesmo lógico foram feitos por Asaph Borba grande ministro de Adoração, na verdade um dos primeiros junto com Adhemar de Campos a introduzir esse “estilo” de louvor no Brasil. Analisando as letras creio que Sayão foi equivocado pois são analogias, assim como são feitas analogias no Novo testamento se referindo ao Velho testamento, justamente para mostrar a diferença entre a Lei (antiga aliança) e a Graça que recebemos hoje através de Cristo.

    1. Marcus Vinícius Diz

      Entendo o que você diz. Mas acho que a intenção dele foi mostrar que a maioria das pessoas não sabe nem o que esta cantando, se o que esta cantando é bíblico ou não. Pode até ser que a intenção de certas músicas seja realmente fazer analogias, mas não acho que precisemos ir além da Bíblia ou confundir partes dela para acharmos ótimas analogias!! A questão é, tudo bem é uma analogia, só que esta analogia esta mais parecendo uma passagem bíblica que não tem sentido ser cantada do que uma analogia própriamente dita. É bem o que ele falou no começo, as pessoas não tem discernimento do que é ou não pra ser cantado em questão de Bíblia. Não sejamos totalmente céticos e estúpidos ao dizer que não pode existir nenhum cântico que fale sobre exemplos pessoais, mas também não vamos ser liberais ao ponto de dizer que toda música “gospel” pode ser usada para adoração e louvor.

  10. Everton Muller Diz

    Ótimo,
    eficazmente muito produtivo este vídeo.
    Conseguiu colocar tanto os pros e contras tanto da esquerda como da direita.
    muito bom mesmo.

  11. Jair Barreto Diz

    Música é poesia… Cantar para Deus é fazer poemas para o Senhor. Para fazermos poemas para o Senhor precisamos conhecer, pela palavra, seus atributos… Para a pregação de um texto, há que se ter uma exegese sadia e correta, porque se fala de Deus e do que ele pensa… Para fazermos canções para Deus, usamos também sentimentos e emoções.
    Creio que pode haver uma liberdade de expressão, desde que não vá de encontro aos atributos santos de Deus…
    Se formos muito muito corretinhos na adoração, vamos nos tornar igual aos muçulmanos, que adoram um deus ao qual não se ralacionam.
    O salmista Davi comparou Deus a uma ave, no salmo 91… Muitos hoje, os que se consideram “defensores da teologia” diriam que Davi teria sido profano neste ato…
    Temos de cuidar comas distorções, sim, mas entender que música é poesia e sentimentos, não somente razão!!!

  12. Luiz Moraes Diz

    Eu concordo em grande parte, porém, algumas músicas citadas são poesias e não devem ser levadas ao “pé da letra”. O inimigos são inimigos da alma, do interior de cada um. Paulo diz que há uma guerra entre carne e Espírito, não deis lugar ao diabo, vigiar e orai etc. Creio que faltou um pouco de bom senso. Por outro lado, acredito que é preciso zelar pelas escolhas. Muitos pastores sequer fazem o programa de culto. Boa parte, grupos escolhem e cantam como se fosse outro culto e o pastor sobe e prega e termina o culto. No geral, boa palavra e necessária.

  13. Natanael Horta Diz

    Entendi perfeitamente! Em relação ao salmos a gente realmente temos que tomar cuidado, porque ao mesmo tempo que são poesias, são a própria história de Davi, ele foi um rei que cuidava do povo através das guerras que travava, e não só isso, ele foi um assassino e tinha prazer em guerrear e matar seus inimigos, por isso eu concordo que não devemos cantar tais hinos por que não são a nossa realidade hoje, mesmo que tenhamos inimigos jamais conseguiremos atavessar eles com espadas, ou quebra-lhe os dentes emfim diversos.

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