Não Entre na Cabana (vários autores falam sobre as heresias no livro A Cabana)

Albert Mohler – A Cabana: O fim do discernimento evangélico

O mundo editorial vê poucos livros alcançarem o status de blockbuster, mas A Cabana, de William Paul Young já ultrapassou esse ponto. O livro, originalmente auto-publicado por Young e mais dois amigos, já vendeu mais de 10 milhões de cópias e foi traduzido para em mais de trinta línguas. Já é um dos livros mais vendidos dois últimos tempos, e seus leitores são muito entusiasmados.

De acordo com Young, o livro foi escrito originalmente para seus filhos. Essencialmente, a história pode ser descrita como uma teodicéia narrativa – uma tentativa de responder às questões sobre o mal e o caráter de Deus por meio de uma história. Nessa história, o personagem principal está enfrentando grande sofrimento após o seqüestro e homicídio brutal de sua filha de sete anos, quando recebe um convite que se torna um chamado de Deus para encontrá-lo na mesma cabana onde sua filha foi assassinada.

Na cabana, “Mack” se encontra com a divina Trindade: “Papa”, uma mulher afro-americana; Jesus, um carpinteiro judeu; e “Sarayu”, uma mulher asiática revelada como sendo o Espírito Santo. O livro é na maior parte uma série de diálogos entre Mack, Papa, Jesus e Sarayu. Essas conversas revelam um Deus bem diferente do Deus da Bíblia. “Papa” é alguém que nunca faz algum julgamento e parece muito determinado em afirmar que toda a humanidade já foi redimida.

A teologia de A Cabana não é incidental na história. De fato, em muitos pontos a narrativa parece servir apenas como estrutura para os diálogos. E os diálogos revelam uma teologia que é, no mínimo, inconvencional e indubitavelmente herética sob alguns aspectos.

Enquanto o dispositivo literário de uma “trindade” incomum das pessoas divinas é em si mesmo sub-bíblico e perigoso, as explicações teológicas são piores. “Papa” fala a Mack sobre o momento em que as três pessoas da Trindade “se manifestaram à existência humana como o Filho de Deus”. Em lugar algum da Bíblia se fala sobre o Pai ou o Espírito vindo à existência humana. A Cristologia do livro é semelhantemente confusa. “Papa” diz a Mack que, mesmo Jesus sendo completamente Deus, “ele nunca dependeu de sua natureza divina para fazer alguma coisa. Ele apenas viveu em relacionamento comigo, vivendo da mesma maneira que eu desejo viver em relacionamento com todos os seres humanos”. Quando Jesus curou cegos, “Ele o fez apenas como um ser humano dependente e limitado, confiando em minha vida e meu poder trabalhando nele e através dele. Jesus, como ser humano, não tinha poder algum em si para curar qualquer pessoa”.

Há uma extensa confusão teológica para desbaratar aí, mas é suficiente dizer que a igreja cristã tem lutado por séculos para ter um entendimento fiel da Trindade para evitar exatamente esse tipo de confusão – um entendimento que põe em risco a própria fé cristã.

Capa do livro “A Cabana”, de William P. Young

Jesus diz a Mack que é “a melhor forma para qualquer humano se relacionar com Papa ou Sarayu”. Não o único caminho, mas apenas o melhor caminho.

Em outro capítulo, “Papa” corrige a teologia de Mack ao afirmar “Eu não preciso punir as pessoas pelo pecado. O pecado é a própria punição, te devorando por dentro. Não é meu propósito puni-lo; minha alegria é curá-lo”. Sem dúvida alguma, o prazer de Deus está na expiação alcançada pelo Filho. Entretanto, a Bíblia revela consistentemente que Deus é o santo e correto Juiz, que irá de fato punir pecadores. A idéia de que o pecado é meramente “a própria punição” se encaixa no conceito oriental de karma, não no evangelho cristão.

O relacionamento do Pai com o Filho, revelado em textos como João 17, é rejeitado em favor de uma igualdade absoluta de autoridade entre as pessoas da Trindade. “Papa” explica que “nós não temos nenhum conceito de autoridade final entre nós, apenas unidade”. Em um dos parágrafos mais bizarros do livro, Jesus fala para Mack: “Papa está tão submisso a mim como eu estou a ele, ou Sarayu a mim, ou Papa a ela. Submissão não tem a ver com autoridade e não é obediência; tem a ver com relacionamentos de amor e respeito. Na verdade, somos submissos a você da mesma forma”.

A submissão da trindade a um ser humano – ou a todos os seres humanos – teorizada aqui é uma inovação teológica do tipo mais extremo e perigoso. A essência da idolatria é a auto-adoração, e a idéia de que a Trindade é submissa (de qualquer forma) à humanidade é indiscutivelmente idólatra.

Os aspectos mais controversos da mensagem do livro envolvem as questões de universalismo, redenção universal e reconciliação total. Jesus diz a Mack: “Aqueles que me amam vêm de todos os sistemas existentes. São Budistas ou Mórmons, Batistas ou Muçulmanos, Democratas, Republicanos e muitos que não votam ou não fazem parte de qualquer reunião dominical ou instituição religiosa”. Jesus acrescenta, “Eu não tenho nenhum desejo de torná-los cristãos, mas apenas acompanhá-los em sua transformação em filhos e filhas do meu Papa, em meus irmãos e irmãs, meus Amados”.

Mack faz então a pergunta óbvia – todos os caminhos levam a Cristo? Jesus responde “muitos caminhos não levam a lugar algum. O que significa que eu vou caminhar por qualquer caminho para te achar”.

Dado o contexto, é impossível não tirar conclusões essencialmente universalistas ou inclusivistas sobre o pensamento de William Young. “Papa” diz a Mack que ele está reconciliado com todo o mundo. Mack questiona: “Todo o mundo? Você quer dizer aqueles que acreditam em você, certo?”. “Papa” responde “O mundo inteiro, Mack”.

Tudo isso junto leva a algo muito parecido com a doutrina da reconciliação proposta por Karl Barth. E mesmo que Wayne Jacobson, colaborador de William Young, tenha lamentado que a “auto intitulada polícia doutrinária” tenha acusado o livro de ensinar a reconciliação total, ele reconhece que as primeiras versões dos manuscritos eram muito influenciadas pelas convicções “parciais, na época” de Young na reconciliação total – o ensino de que a cruz e a ressurreição de Cristo alcançaram uma reconciliação unilateral de todos os pecadores (e toda a criação) com Deus.

James B. DeYoung, do Western Theological Seminary, especialista em Novo Testamento que conhece William Young há anos, afirma que Young aceita uma forma de “universalismo cristão”. A Cabana, ele afirma, “está fundamentado na reconciliação universal”.

Mesmo quando Wayne Jacobson e outros reclamam daqueles que identificam heresias em A Cabana, o fato é que a igreja Cristã identificou explicitamente esses ensinamentos exatamente como são – heresia. A questão óbvia é: Como é que tantos cristãos evangélicos parecem não apenas serem atraídos para essa história, mas para a teologia apresentada na narrativa – uma teologia que em muitos pontos conflita com as convicções evangélicas?

Observadores evangélicos não estão sozinhos nessa questão. Escrevendo em The Chronicle of Higher Education (A Crônica da Alta Educação N. T.), o professor Timothy Beal da Case Western University argumenta que a popularidade de A Cabana sugere que os evangélicos talvez estejam mudando sua teologia. Ele cita os “modelos metafóricos não bíblicos de Deus” do livro, assim como o “não hierárquico” modelo da Trindade e, mais importante, “a teologia da salvação universal”.

Beal afirma que nada dessa teologia é parte da “teologia evangélica tradicional”, e então explica: “De fato, todas as três estão enraizadas no discurso acadêmico radical e liberal dos anos 70 e 80 – trabalho que influenciou profundamente a teologia da libertação e o feminismo contemporâneo, mas, até agora, teve pouco impacto nas conjecturas teológicas não acadêmicas, especialmente dentro do meio religioso tradicional”.

Ele então pergunta: “O que essas idéias teológicas progressivas estão fazendo dentro desse fenômeno evangélico pop?”. Resposta: “Poucos de nós sabemos, mas elas têm sido presentes nas margens liberais do pensamento evangélico por décadas”. Agora, continua, A Cabana tem introduzido e popularizado esses conceitos liberais mesmo em meio aos evangélicos tradicionais.

Timothy Beal não pode ser considerado apenas um “caçador de heresias” conservador. Ele está empolgado com a forma que essas “idéias teológicas progressivas” estão “se infiltrando na cultura popular por meio dA Cabana”.

De forma similar, escrevendo em Books & Culture (Livros & Cultura N.T.), Katherine Jeffrey conclui que A Cabana “oferece uma teodicéia pós-moderna e pós-bíblica”. Enquanto sua maior preocupação é o lugar do livro “em um cenário literário cristão”, ela não pode evitar o debate dessa mensagem teológica.

Ao avaliar o livro, deve manter-se em mente que A Cabana é uma obra de ficção. Mas é também um argumento teológico, e isso não pode ser negado. Um grande número de romances e obras de literatura notáveis contém aberrações teológicas e até heresias. A questão crucial é se a aberração doutrinária é apenas parte da história, ou é a mensagem da obra propriamente dita. Quando se fala em A Cabana, o fato mais perturbante é que muitos leitores são atraídos pela mensagem teológica do livro, e não enxergam como ela é conflitante com a Bíblia em tantos pontos cruciais.

Tudo isso revela um fracasso desastroso do discernimento evangélico. É difícil não concluir que o discernimento teológico é agora uma arte perdida entre os evangélicos – e essa perda só pode levar à catástrofe teológica.

A resposta não é banir A Cabana ou tirá-lo das mãos dos leitores. Não devemos temer livros – devemos lê-los para respondê-los. Precisamos desesperadamente de uma restauração teológica que só pode vir através da prática do discernimento bíblico. Isso requer de nós identificarmos os perigos doutrinários de A Cabana, para termos certeza. Mas nossa tarefa verdadeira é reaproximar os evangélicos dos ensinos da Bíblia sobre essas questões e cultivar um rearmamento doutrinário dos cristãos.

A Cabana é um alarme para o cristianismo evangélico. É o que dizem afirmações como as de Timothy Beal. A popularidade desse livro entre os evangélicos só pode ser explicada pela falta de conhecimento teológico básico entre nós – uma falha no próprio entendimento do Evangelho de Cristo. A perda trágica da arte do discernimento bíblico deve ser assumida como uma perda desastrosa de conhecimento bíblico. Discernimento não consegue sobreviver sem doutrina.

Por: Albert Mohler Jr ©. Website: albertmohler.com

Tradução: iPródigo

Leonardo Galdino – Heresias escondidas dentro de uma Cabana

O escritor canadense William Paul Young saiu do anonimato para a fama ao publicar um livro que se tornaria, em muito pouco tempo, um verdadeiro sucesso. Com mais de dois milhões de cópias vendidas e status de best-seller, “A Cabana” tem cativado a mente de muitas pessoas ao redor do mundo, especialmente/inclusive dos cristãos. Em linhas gerais, o livro conta a história de Mackenzie Allen Phillips, o “Mack”, um pai de família que encontra a Deus depois de ter sua filha caçula, Missy, raptada e brutalmente assassinada por um maníaco assassino de crianças (um serial killer). Cerca de três anos e meio depois do ocorrido, Deus, ou melhor, “Papai”, manda uma carta para Mack marcando um encontro com ele exatamente na cabana onde a polícia havia encontrado o vestido usado por Missy todo encharcado de sangue. Mack, depois de lutas intensas consigo mesmo, resolve aceitar o “encontro”, mesmo desconfiando de uma possível cilada do assassino de sua filha. Ao chegar lá, Mack tem uma, ou melhor, três surpresas: Deus lhe aparece na pessoa de uma mulher “negra enorme e sorridente” (pág. 73). Logo depois aparecem o Espírito Santo, na pele de uma mulher asiática, chamada Sarayu, e Jesus, um homem médio-oriental (hebreu, pra ser mais preciso) vestido de calça jeans e camisa xadrez. A partir de então, Mack vai viver uma inesquecível aventura ao lado dessa ilustre “Trindade”.

Qualquer cristão que tenha um mínimo de conhecimento de História da Igreja saberá que A Cabana nada mais é do que o ressurgimento de algumas das antigas heresias que tumultuaram a vida e o andamento da Igreja Antiga, principalmente aquelas que envolviam questões sobre a Trindade. Do ponto de vista teológico, o livro oscila entre heresias implícitas e explícitas; do ponto de vista literário, entre frases de efeito medíocres (quase sempre) e alguns poucos insights interessantes. Seu enredo envolvente propõe-se a apanhar os desavisados.

Não sei qual foi a experiência eclesiástica do autor de A Cabana, mas posso presumir que não foi das melhores. Torna-se patente, em muitas partes do livro, o desprezo pela igreja e pela adoração corporativa, ressaltando-se e a valorização da experiência pessoal, como bem reza a cartilha pós-moderna.

[Mack] Percebeu que estava travado e que as orações e os hinos dos domingos não serviam mais, se é que já haviam servido […] Mack estava farto de Deus e da religião, farto de todos os pequenos clubes sociais religiosos que não pareciam fazer nenhuma diferença expressiva nem provocar qualquer mudança real. Mack certamente desejava mais (pág. 54 – versão digital. Itálico meu).

Parece que a intenção inicial do livro não é a de levar os leitores a uma nova perspectiva sobre a Trindade, e sim, que eles desacreditem da Igreja como sendo a “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15) e sigam atrás de outras alternativas de encontrar Deus. Em minha opinião, esse é o maior perigo que o livro oferece.

Quando o assunto, finalmente, é a Trindade, A Cabana traz à tona várias heresias antigas (não pretendo fazer comentários exaustivos sobre todas elas). Como já disse anteriormente, Mack vai à cabana encontrar Deus, que lhe aparece no corpo de uma mulher de pele negra. Logo de cara, vemos a verdadeira alma do paganismo, a saber, materializar Deus dando-lhe alguma forma física. Entendo perfeitamente que se trata de um romance e, como tal, precisa de personagens para dar substância ao enredo. Mas, em se tratando do Senhor Deus Todo-Poderoso, essa regra não deve ser aplicada em hipótese alguma. É exatamente isso que Deus expressamente proíbe no Segundo Mandamento (Ex 20.4-5). Jesus mesmo declarou que “Deus é Espírito” (Jo 4.24). Não devemos emprestar a Deus as formas vãs e tolas que concebemos em nossas mentes pecaminosas (cf. Rm 1).

Uma das antigas heresias às quais me referi há pouco é o Patripassianismo, doutrina monarquianista[1] segundo a qual foi o próprio Deus quem morreu na cruz, em vez de Jesus. Tertuliano combateu esse ensino com bastante veemência. Quando, certa vez, ele disse que “o demônio tem lutado contra a verdade de muitas maneiras, inclusive defendendo-a para melhor destruí-la”, estava se referindo justamente a essa heresia, que estava sendo largamente difundida por Práxeas. Ele continua dizendo que “Ele [o demônio] defende a unidade de Deus, o onipotente criador do universo, com o fim exclusivo de torná-la herética[2]”. Em uma passagem de A Cabana essa heresia é claramente visível:

Papai não respondeu, apenas olhou para as mãos dos dois. O olhar de Mack seguiu o dela, e pela primeira vez ele notou as cicatrizes nos punhos da negra, como as que agora presumia que Jesus também tinha nos dele. Ela permitiu que ele tocasse com ternura as cicatrizes, marcas de furos fundos, e finalmente Mack ergueu os olhos para os dela (pág. 86. Itálico meu).

Embora Jesus seja Deus, sabemos que não foi Deus, o Pai, quem morreu na cruz. Deus não tem as marcas dos pregos em seus punhos, como A Cabana quer que acreditemos. Foi o Seu Filho quem foi crucificado. No afã de ressaltar a unidade da Trindade, o Monarquianismo acabou resumindo tudo a uma só pessoa. Em mais uma declaração claramente sabeliana[3], “Papai” diz a Mack que “quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos” (pág. 85). Mas não é esse o ensino bíblico. A Palavra de Deus é bastante clara quando se refere ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo como sendo Pessoas distintas que possuem uma mesma essência (ver Mt 28.29; 2 Co 13.13; 1 Jo 5.7; 2 Jo 3). E o pior de tudo é que, para confundir ainda mais o leitor, “Papai” desdiz tudo o que houvera dito antes, dizendo que

Não somos três deuses e não estamos falando de um deus com três atitudes, como um homem que é marido, pai e trabalhador. Sou um só Deus e sou três pessoas, e cada uma das três é total e inteiramente o um (pág. 87).

Seria algo equivalente à “Metamorfose Ambulante” proposta por Raul Seixas (“eu vou lhes dizer agora o oposto do que eu disse antes”)? Será que dá pra confiar no “Deus” proposto por William P. Young?

Mas os problemas não param por aí. Como se não bastasse, o livro também nega a divindade de Jesus. Em uma conversa entre Mack e Papai, Mack pergunta:

— Mas… e todos os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos? Isso não prova que Jesus era Deus… você sabe, mais do que humano?

— Não, isso prova que Jesus é realmente humano.

[Papai continua…]

— Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na minha vida e no meu poder de trabalhar com ele e através dele. Jesus, como ser humano, não tinha poder para curar ninguém (pág. 90).

Ora, o que temos aqui não é o velho Ebionismo, que pregava que Jesus tornou-se Messias pelo Espírito Santo? Ou, ainda, o Arianismo, que dizia que Jesus era um simples homem elevado a uma categoria superior à dos demais seres humanos? O autor faz um divórcio entre a Humanidade e a Divindade de Jesus quando diz que “Jesus, como ser humano, não tinha poder para curar ninguém”, quando, na realidade, as duas naturezas de Cristo são inseparáveis. Nas palavras de John Stott, “Jesus não é Deus disfarçado de homem e nem um homem disfarçado de Deus”. Ele é Deus-Homem, como bem foi definido em Calcedônia no ano de 451 d.C. E para dar mais ênfase ainda na humanidade de Cristo, a personagem Jesus “deixara cair uma grande tigela com algum tipo de massa ou molho no chão, e a coisa tinha se espalhado por toda parte” (pág. 95), o que rendeu boas gargalhadas a Mack e Papai. Era só o que faltava: um Jesus todo atrapalhado!

O livro prossegue no enredo seguindo a tônica do “o importante é relacionar-se”. Nada de imposições, de regras. Amor pressupõe liberdade. Baseado nesse pensamento o autor constrói, ou melhor, desconstrói a questão da hierarquia na Trindade. É assim que “Jesus” define a questão:

Esta é a beleza que você vê no meu relacionamento com Abba e Sarayu. Nós somos de fato submetidos uns aos outros, sempre fomos e sempre seremos. Papai é tão submetida a mim quanto eu a ela, ou Sarayu a mim, ou Papai a ela (pág. 129 – versão digital).

Sarayu, que personifica o Espírito Santo, diz que a hierarquia não faria sentido entre a Trindade (pág. 112). Como é que fica, então, frases como “Seja feita a vossa vontade”? Não havia uma submissão do Filho ao Pai? Jesus disse que desceu do céu para “fazer a vontade do Pai”(Jo 6.38). A Cabana não se coaduna com a Bíblia aqui.

Outro ponto que chama alguma atenção no livro é a questão da onisciência de Deus. Apesar de em alguns pontos ela ser ressaltada (págs. 81, 147, 148, 174, 192 e 206, e.g.), o livro parece bem confuso neste aspecto. Nas páginas 129-130, por exemplo, Jesus diz que “é impossível ter poder sobre o futuro, porque ele não é real, e jamais será”. Sophia, uma personagem que representa a Sabedoria de Deus (Teosofismo?) diz que Deus não pôde impedir a morte de Missy (pág. 151), e que tal tragédia “não foi nenhum plano de Papai” (pág. 152). Entretanto, mais uma vez ele se contradiz, ao afirmar que poderia ter impedido o que aconteceu a Missy (pág. 204). Os leitores mais familiarizados com as tendências teológicas pós-modernas saberão que isso se trata de Teísmo Aberto, uma doutrina que remonta ao Socinianismo do século XVI. Segundo essa ideia, o futuro não pode ser plenamente conhecido (nem mesmo por Deus!), pois depende das ações dos seres humanos (chamados de “agentes livres”). Isso inclui também as tragédias naturais (como o Tsunami, por exemplo). Se isso é verdade, como é que fica, então, a questão do Dilúvio? E de Sodoma e Gomorra? Não foi o próprio Deus quem orquestrou tudo? Não é justamente isso que Ele diz em Isaías 45.7 (“… faço a paz e crio o mal”)? William P. Young parece não acreditar muito nisso.

A verdade do Evangelho é outra questão que está em jogo em A Cabana. Como diria a máxima modernista, “tudo o que é sólido desmancha-se no ar”. Nada de certezas, convicções. Papai mesmo é quem diz a Mack que “a fé não cresce na casa da certeza” (pág. 176), declaração que faria Brian McLaren e Ricardo Gondim babarem! Sarayu diz: “gosto demais da incerteza” (pág. 190). Em outra ocasião Papai diz a Mack: “Quem quer adorar um Deus que pode ser totalmente conhecido, hein? Não há muito mistério nisso” (págs. 85 e 86 – versão digital). E as farpas contra a igreja continuam. Jesus diz: “não crio instituições” (pág. 166). Logo em seguida, numa declaração hilariante, ele afirma categoricamente: “eu não sou cristão” (pág. 168). Aliás, para esse Jesus, o evangelho não é exclusividade. Diante do pluralismo religioso “Jesus” é bastante inclusivista. Ele mesmo diz que

Os que me amam estão em todos os sistemas que existem. São budistas ou mórmons, batistas ou muçulmanos, democratas, republicanos e muitos que não votam nem fazem parte de qualquer instituição religiosa (pág. 168).

Realmente, para um Deus que disse que “a morte dele [de Cristo] e sua ressurreição foram a razão pela qual eu agora estou totalmente reconciliado com o mundo” (pág. 180 – itálico meu) isso não é problema. Universalismo? Imagina! “Não preciso castigar as pessoas pelos pecados” (pág. 109). “Em Jesus eu perdoei todos os humanos por seus pecados contra mim, mas só alguns escolheram relacionar-se comigo”, disse Papai (pág. 209). Que estranho, não? Todo mundo perdoado e alguns que se relacionam? Bom, se é ele quem está falando, quem sou eu para questionar? No meio de toda essa confusão Mack parecia mesmo estar totalmente perdido. Foi “barrado” inclusive de ter seu momento devocional, quando foi perguntar pelas orações, ouvindo da boca de Papai: “nada é um ritual” (pág. 194). Coitadinho do Mack! Não tinha razão em nada! Mesmo quando pensou em Jesus como referencial de vida, um exemplo a ser seguido, ouviu da boca do próprio: “minha vida não se destinava a tornar-se um exemplo a copiar” (pág. 136). E agora, José, ou melhor, Mack? Caía por terra diante de seus olhos toda a instrução apostólica para que sejamos “imitadores de Deus” (Ef 5.1; 1Pe 1.16).

Ainda não acabou. Falta o “filé mignon”. Que tal uma pitadinha de Espiritismo para temperar nossa estória? Pois é. Mack vê sua filha, Missy! Uau! Que emocionante, hein? Foi Sophia (uma médium?) quem proporcionou esse encontro (pág. 153). E tem mais. Mack reencontra o seu pai (pág. 200), que ele havia envenenado depois de ter levado uma surra que o deixou de cama por duas semanas quando ele tinha apenas 13 anos de idade. Abre parêntese. O pai de Mack era um alcoólatra que batia na esposa, e Mack contou isso a um irmão da igreja da qual seu pai era membro. Fecha parêntese. Esse era um segredo que Mack guardava a sete chaves. Realmente, ele tinha muitas feridas que precisavam ser curadas. Então, por que não fazê-lo com uma sessão espírita? Os dois se abraçaram e fizeram as pazes, com direito a beijinho na boca e tudo (pág. 201). Jesus gosta tanto dessa ideia de beijar na boca que resolve fazer o mesmo com Papai (pág. 205).

Perdoem-me aqueles que ainda não leram o livro, pois revelei muitos dos seus suspenses. Achei por bem não expor absolutamente tudo de errado que encontrei. Expus apenas aquilo que considerei necessário. É perfeitamente compreensível o fato de A Cabanaencabeçar o ranking dos livros mais vendidos[4], afinal de contas as pessoas estão à procura de um “Deus” (deus!) que se ajuste às suas pretensões. O que nos preocupa, entretanto, é saber que dentre os que financiam esse tipo de heresia estão aqueles que se professam crentes em Cristo. Sei que se trata de uma ficção, mas infelizmente não é dessa forma ela tem sido encarada. Perguntado sobre o que ele quer que as pessoas concluam ao lerem A Cabana, numa entrevista, William P. Young declarou que deseja que as pessoas “saibam ou tenham a noção de que Deus é bem maior do que eles já imaginaram”[5]. Lembrando de trechos do livro, sinceramente ainda não consigo enxergar grandeza alguma no “Deus” apresentado por Young. O que vi foi uma divindade deficiente que se curva aos caprichos humanos. Continuo preferindo o Deus que se revelou nas Escrituras. Este sim é a minha Rocha!

“Se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebeste, seja anátema”! (Gl 1.9)

Obs.: As referências tiradas do livro variam entre a versão impressa (Editora Sextante, 2008) e uma versão digital (e-book). Li o livro na versão impressa e fiz minhas anotações, mas devolvi-o ao dono (peguei o livro emprestado!). Depois anotei mais coisas na versão digital. É por isso que eu especifico as páginas e suas respectivas versões quando faço citações.

[1] O Monarquianismo, doutrina desenvolvida no final do século II e início do III, enfatizava tanto a unidade de Deus que acabou se transformando em numa espécie de Unitarismo, negando a realidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo como Pessoas distintas.

[2] Bettenson, H. Documentos da Igreja Cristã. São Paulo, 2001. Editora Aste, Pág. 81.

[3] Sabélio ensinava que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são uma só e mesma essência, três nomes diferentes para a mesma substância. “Deus se manifestou como Pai no Velho Testamento, depois como Filho para redimir o homem e como Espírito após a ressurreição de Cristo. Não houve, então, três pessoas em Deus mas três manifestações” (Earle E. Cairns. O Cristianismo Através dos Séculos. São Paulo – SP, 1988. Editora Vida Nova, Pág. 83). Esse ensino ficou conhecido como Monarquianismo Modalista.

[4] Segundo a Revista Veja, em http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/

[5] http://www.youtube.com/watch?v=EaGMliCxyWY.

Por Leonardo Bruno Galdino | opticareformata.blogspot.com

237 Comentários
  1. Victor Raphael Ribeiro Alves Alencar Diz

    Eu gostaria de saber se este livro é bom ? pois alguns amigos meus disseram que ele só tinha heresias , graça e paz.

    1. Vini Diz

      Amigo, você leu a postagem e viu o vídeo?

  2. Mauricio Henrique Blank Diz

    (I João 4:1) – AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.
    (I João 4:2) – Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus;
    (I João 4:3) – E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo.

    Um pouco antes João diz: (I João 2:18) – Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.

    Que o Senhor nos conceda Graça para defender a causa do Evangelho.Amém.

    1. robison Diz

      eu acrescentaria o verso de salmos 49: 20 que diz: “O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem.”

  3. Thiago Azevedo Diz

    Intrigante, eu já tive a oportunidade de ler tal livro, porém a curiosidade não bateu a minha porta, mesmo porquê já tinha ouvido alguns alertas sobre tal livro.

    De muitas coisas que poderia falar aqui e que poucos leriam, mas, ressalto a última frase do texto e tenho plena convicção que sites como o VE tem que martelar nessa causa.

    “Discernimento não consegue sobreviver sem doutrina.”

    A Igreja necessita mais do que nunca da Sã Doutrina Bíblica. Amém.

  4. SAULO TINOCO Diz

    Trabalho como professor na Igreja Batista Ortodoxa há 10 anos. Li o livro e não achei ele tão problemático. E questão de leitura e interpretação. Quando todos nós era mos novos convertidos não entendíamos a Trindade, tínhamos dificuldades para entender como 3 pode ser , e nosso professores usaram várias figuras de linguagens para explicar isso, dando N exemplos. E não chamamos isso de heresia. Agora porque o P. Young explicou da maneira dele, num livro “pessoal, não inspirado por Deus, igual a vários romances” mandamos pedradas nele. Hummmm só tem pessoas que nasceram sabendo tudo.

    1. SAULO TINOCO Diz

      Correção:
      Trabalho como professor na Igreja Batista Ortodoxa há 10 anos. Li o livro e não achei ele tão problemático. É questão de leitura e interpretação. Quando todos nós eramos novos convertidos não entendíamos a Trindade, tínhamos dificuldades para entender como 3 pode ser 1, e nosso professores usaram várias figuras de linguagens para explicar isso, dando N exemplos. E não chamamos isso de heresia. Agora porque o P. Young explicou da maneira dele, num livro “pessoal, não inspirado por Deus, igual a vários romances Gospel” mandamos pedradas nele. Vede tudo e retenha o que é bom. Aquilo que não for bom, jogue fora. O Livro tem mais acertos que erros.

    2. Vini Diz

      Saulo, você leu o texto do Albert Mohler?

    3. SAULO TINOCO Diz

      Eu li. Mas acho perigoso pegar um “romance” de P.Young e torna-lo livro de critica Teológica. Pois o livro claramente não tem a Intenção de Doutrinar ou Ensinar. É um livro de “romance” com gosto de mamão com açúcar e deve ser encarado desta forma, como um gibi da turma do Mônica. Eu lembro que há alguns anos o Livro “Este Mundo Tenebroso”, deu um problema grande com os novos convertidos pois falava de uma guerra entre anjos de demônios, mas uma guerra quase física tipo luta de samurai. O problema se deu porque pessoas estavam levando o livro a sério. Ora sabemos que é um “romance” algo vindo da imaginação da pessoa humana, logo não ser encarado como Livro de Doutrina ou Livro sério sobre Teologia. A cabana é a mesma coisa, e melhor quando o novo convertido vem a nós com papo do livro tenho a oportunidade de ensinar o certo, mas a curiosidade ja vou provocada pelo livro. Agora leitor se você não leu, indico de leia e tenha sua própria critica, se tiver duvidas e sei que vai ter, procure seu pastor, ele vai lhe mostrar o que é o certo. Agora se você não ler, nunca vai saber se tem dúvidas.

    4. SAULO TINOCO Diz

      Fico feliz pela preocupação de vocês com a igreja e com a qualidade do site. Mesmo as vezes não concordando 100% com vcs.

    5. Vini Diz

      Saulo,

      Devo discordar de você. Tudo passa algum ensinamento e tendo em vista que inúmeros evangélicos nunca leram sequer um livro teológico sobre a Trindade, provavelmente, A Cabana é todo conhecimento da área que vão adquirir. A cultura pop infelizmente é a que mais molda nossa sociedade.

      Devo discordar também, pois seu comentário levaria a noção que podemos mentir e propagar heresias em livros que são “mamão com açúcar”. Eu jamais daria para meu filho (quando eu tiver um) um gibi que ensine o universalismo. E infelizmente muitos cristãos tem o discernimento de uma criança.

      Paz

    6. Vini Diz

      Saulo,

      100% 100% é difícil concordarmos até com os pregadores que postamos rs

      Mas naquilo que é essencial devemos manter a unidade.

      =)

    7. robison Diz

      “ser evangelico não nos credencia ir para o ceu.”

    8. Jean pierre Diz

      não é atoa que não me espanta tanta gente sendo enganada…. O cara que deveria estar categoriacamente e enfáticamente pregando contra tais obras como A Cabana não acha nada demais….”é só questão de interpretação….”
      pelo o Amor de Deus….o que tem de bom nesse livro……quer um livro sobre Deus??? leia a Bíblia….paulo entendia tanto da trindade… ele leu A Cabana? ele andou com Jesus? Não ele comia a palavra de Deus que é pão…..E Deus através do Espírito Santo dava o dicernimento a Paulo…..Sinceramente, Nenhum livro deve ser posto sobre a Bíblia para explicar a Deus(“Se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebeste, seja anátema”! (Gl 1.9)…quer explicar Deus? Vai precisar de uma Eternidade para entende-Lo….

    9. João Diz

      Olá.
      Existe há anos uma praga no meio da igreja, o qual é muito conhecido como liberalismo. Se a pessoa olhar por esse angulo (liberal) não verá na demais no livro, agora, quando quando olhar a luz da Bíblia encontrará problemas.
      O livro pode ser descrito como o melhor livro procurando explicar a Bíblia com formas “inocentes”, contudo não substitui a Bíblia.
      Infelizmente tem um monte livros com o pensamento do liberalismo nas livrarias envangélicas, e como os crentes não conhecem ao SENHOR nosso Deus, em sua maioria, eles compram e obsorvem estas coisas como verdade.
      É triste a situação. Recordo de Oséias capítulo 4 versículo 6. Lá diz que “O meu povo está sendo destruído porque lhe falta conhecimento”. Interessente essa parte do versículo, e muito mais a sequência: “Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei…”
      A verdade é que muita gente não deseja Deus em verdade, pois, Ele não é igual a nós, e fica fácil procurar esse tipo de literatura.

  5. Daniele Diz

    Ainda bem que não perdi meu tempo com mais heresias.

    1. Bruna Diz

      Somos duas. Nunca me interessei por esse livro.

  6. antonio johnathan rodrigues silva Diz

    eu li o livro ja faz um tempo . e a primeira coisa que notei é que ele é uma FICCÃO…

    não levo em conta o fato de haver argumento PESSOAIS teologicos. É UMA FICCÃO.

    E gostei do livro. A paz irmãos que cristo seja o arbitro nos nossos corações e decisões.

    1. Vini Diz

      Então, um cristão pode disseminar heresias através de ficções?

    2. Thiago Mattos Diz

      Todo mundo fala com tanta propriedade ao sentenciar: Herege!

      Mas o que é heresia?

    3. Vini Diz

      Algo que contraria um ponto fundamental do cristianismo.

    4. rita maia Diz

      Oi, li o livro como ficção e gostei.
      Considerei os personagens como ficticios, apenas inspirados nos personagens bíblicos.
      Mas o livro problemático para os que não conhecem as Escrituras.
      Existem livros “evangélicos” com heresias piores, só não são criticados porque não vendem tanto.

    5. samuel Diz

      Olá! Como alguém já disse: Nenhum caminho para o inferno se encheu de tanta gente como o da falsa doutrina.

  7. Fernando Canuto Diz

    Mais um rei da “Verdade” ou senhor do eu sou o certo! Eu li o livro e achei sua história intrigante, porém, para min não há duvida que é cura para muitos que estão perdidos em suas frustrações e magoas, se assim entenderem o amor, o perdão e que existe relacionamento verdadeiro atravez de Deus pai o Espirito Santo e Jesus nosso senhor e salvador. Sobre o que ele diz… enfim.. ele diz que, não podemos pegar o Deus invisivel e trasnforma-lo em visivel (Material) logo pensei… hum.. Se Deus fosse somente invisivel não teria aparecido como coluna de fogo para Moises no Monte Siao… e sobre isso eu diria que, uma coluna de fogo é matéria.. fogo é matéria da mesma maneira que um corpo é materia… entao Deus se materializou em forma de coluna de fogo. Mas é fato que o livro as vezes é vertical e saiu da nossa linha horizontal “cristã” e isso nos confunde um pouco, mas eu não acredito na heresia descrita pelo amigo, acredito sim na graça e no amor entregue a nós na cruz, por um unico.. Jesus.

    1. Vini Diz

      Fernando,

      1) Você também vem aqui escrevendo como um “rei da Verdade”.

      2) Você acha que podemos então representar a Deus como bem entendemos? Podemos fazer imagens de Deus Pai?

      3) A Bíblia não nos dá permissão para fazer representações do Pai. Se o Pai se revelou através de algumas figuras e metáforas devemos nos ater a elas. Antropomorfismo e teofanias inspiradas por Deus são mesmo sendo inspiradas limitadas. Imagina então ao criarmos nossos próprios antropomorfismos… Deus não nos deu permissão para fazer isso.

      4) Há inúmeros outros pontos heréticos no livro (os quais estão retratados no texto)

      Paz

    2. SAULO TINOCO Diz

      Gostei do comentário do Fernando. A VERDADE é uma só, mas ninguém a TEM por completo. Por isso Existem Batistas, Presbiterianos, Metodistas, Adventistas, Menonitas, Assembléianos etc. Todos querendo ter a verdade. Nem os Puritanos concordavam plenamente uns com os outros. São todos cristão sinceros olhando o mesmo quadrado por ângulos diferentes e falando: __ A verdade é Isso. Para os outros toda Igreja que não seja a sua é Apostata e Herege.
      Se não fosse assim não existiram tantas denominações. Se Apóstolo Paulo prega-se no altar do deus desconhecido nos dias de hoje, ele seria chamado de Herege apostata. Pois teriam 1000¹²³ razões de mostrar que a teologia de Paulo está errada. Vede tudo e retenha o que é bom. É um conselho que a Igreja de hoje não segue mais. O Livro “A Cabana” ajudou muita gente. Como diria no hospital a Clinica”Resultado” é superior a Teoria. É como se nas nossas Teologias da Batista e Presbiteriana não tive muita coisa errada. Devemos abrir os olhos a reforma ainda não acabou e devemos olhar para nossa casa antes de falar da casa alheia.

    3. Jennifer Diz

      Uma semente de heresia, nasce uma árvore de mentiras.
      Um livro antibíblico não ajuda(eternamente) ninguém.

    4. aelsonmoura Diz

      Relativismo não justifica heresias.

    5. Jennifer Diz

      Dizer que Deus não vai punir pecados, que Jesus não é Deus, justificava que é uma heresia.

    6. Abraão Isvi Diz

      Cara o livro é uma mentira, não podemos dar crédito.

  8. Douglas Iran Diz

    Paz!

    Concordo com o Vini de que devemos ter uma posição muito crítica embasados na bíblia ao lermos esse tipo de literatura e apesar de ser uma obra de cunho fictício, não deixa de disseminar heresias e mentiras – isso é meléfico e gera prejuízos principalemente aos novos convertidos que ainda estão digerindo “leite”.

    Para os que já consomem o alimento sagrado de forma sólida incentivo a leitura para tomar conhecimento das heresias com o intuito de ensinar pessoas empolgadas com elas no caminho correto, pois de que forma poderemos refutar os falsos ensinos se não o conhecermos?

    Devemos ter cuidado para não sermos levianos e ficar falando do livro só de ouvir falar. O própio Mark Driscoll deve ter lido o livro pra fazer a crítica.

    Paz.

    1. Wagner Lima Diz

      Vini, parabéns por se levantar como um arauto do Rei e se enfileirar nos exércitos de defesa das doutrinas fundamentais da fé cristã. Para aqueles que não enchergam modismos em livros como esse, indico o livro “Ouro de Tolo” do Macarthur pela editora FIEL.

  9. Wéllykem Marinho Diz

    Não li o livro, mas acho que se um crente quer mesmo saber alguma coisa da Bíblia ou referente a ela, deve busca na prórpia! Afinal a Bíblia explica a ela mesma! Diferente de um livro, onde o autor ou um crítico literário deve esclarecer pontos obscuros ou divergentes. Se um cristão quer saber sobre a trindade, então leia a Bíblia com temor e muita oração, pedindo ao Senhor que lhe revele o que deseja saber (Jr 33.3 e Tg 1.5). Se tivermos que recorrer a livros de autores – dos mais diversos – sempre que tivermos dúvidas em relação a passagens bíblicas, invalidamos a pessoa do Mestre por excelencia – Jesus Cristo, e ficamos a mercê de conjecturas e fantasias. O que devemos fazer é realmente voltar a essencia do Evangelho. E nada além do Evangelho.

  10. tereza Diz

    Triste é constantar que nós cristão não percebemos o amor, cuidado e zelo desses pastoes ao nos alertar sobre esses perigos. Continuamos sendo rebeldes e presunçosos, sem humildade…
    Será mesmo que o que move esses irmãos em nos alertar é a necessidade de serem “donos da verdade?”, de provarem seus conhecimentos teológicos “superiores?”
    O que leva esses pastores, que já tem tanto com que se preocupar com seu rebanho e seus ministérios, a encontrarem tempo pra estar nos alertando a respeito dessas heresias? SERÁ QUE NÃO É AMOR? DESEJO PROFUNDO DE NÃO VER OS SALVOS PERDENDO TEMPO COM ESSAS COISAS OU PIOR, DE NÃO CORREREM O RISCO DE SEREM SEDUZIDOS POR DOUTRINAS DE DEMÔNIOS?

    Agradeço imensamente ao meu Deus quando vejo esses irmãos colocarem em prática o ensinamento paulino com relação às exortações e aconselhamentos para com os santos. Creio de verdade que o Senhor é glorificado na prática desse amor.

    1. Pr João Victor Diz

      Amém irmã. Aqui ninguém quer se apoderar da fé de ninguém, mas em amor conduzir à sã doutrina em Cristo.

    2. Jair Barreto Diz

      Concordo plenamente… Em gênero, número e grau…
      Quem visita este site, já deveria saber que o conteúdo e vocação do mesmo é para que a bíblia, que no seu conteúdo total embasa o evangelho de Cristo Jesus, se sobressaia sobre as prescrutações de cabeças que tentam “adocicar” o coração azedo a amargo de homens, que por sua própria condição, estão cada vez mais querendo comichões a afagos, do que a sã doutrina, que fala de castigo e correção, esta que é a única e capaz maneira de levar o homem a um confronto de si mesmo com Deus e assim acontecer a conversão genuína, que por sua vez, conseguirá satisfazer a todas as necessidades espirituais reais do ser humano, que é um encontro real com Deus, através da pessoa de seu Filho Jesus Cristo.

    3. robison Diz

      Concordo com voce tereza. Porque quando lemos Paulo, Pedro, João, dizemos amem….amem…amem.. e quando ouvimos um homem de Deus falar ficamos repudiando o que diz? Será que estes “cristãos” são verdadeiros?

    4. luiz Diz

      Desculpe, quem é homem de DEUS? Este homem, só poderá ser de DEUS, se falar conforme a escritura, não é mesmo? E ainda, quando Paulo, Pedro, João falaram, falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO, pois o cânon da escritura ainda não havia sido fechado, correto? Sendo assim, só REPETINDO o que diz a bíblia, de forma expositiva, nos dias de hoje, podemos dizer que é de DEUS, correto? E a CABANA, ou seu escritor, onde se encaixam?
      Por favor, me corrijam, considerando II Corintios cap.13 vs.8.

      Que o SENHOR OS ABENÇOE.

  11. rita maia Diz

    O vídeo é mais sobre a “trindade” do que sobre o livro. É deve ser assistido com atenção, pois nas igrejas encontramos “heresias” semelhantes as citadas:
    Estou cansada de ouvir pastores orando coisas do tipo:
    “deus, nosso pai, …., grato por que morreste na cruz por nós, … em nome de jesus…”
    Enfim uma confusão entre quem é DEUS PAI, quem é o Filho de DEUS e quem é o Espírito de DEUS.
    Mas acredito que DEUS, o PAI, não considera nossa confusão, nossa ignorância, nossos dogmas, mas espera que humildemente busquemos a verdade em Sua Palavra.
    Infelizmente muito do que cremos hoje, cremos por imposição, por que antigos deduziram isto ou aquilo da Palavra, e a maioria não pensa nem em questionar tantos ensinamentos/interpretações que aparentemente contradizem as Escrituras.
    Graças ao ETERNO DEUS que a salvação veio pela a obra de YESHUA, de nossa fé e de nossa submissão a ELES, e não de nossas doutrinas e interpretações…

  12. CLERTON Diz

    SE OS VÍDEOS FOSSEM EM PORTUGUÊS,COM CERTEZA,O RESULTADO SERIA BEM MELHOR.

  13. Gercino Diz

    – A igreja precisa muito de discernimento espiritual, estão fazendo ótimo trabalho!

  14. Abraão Isvi Diz

    É pra rir, cara esse livro parece uma comédia, só pode ser. Eu, pela Graça de DEUS, rejeitei desde o princípio este livro, creio que DEUS tocou em meu espírito a respeito. Acho que cheguei a ler o resumo atrás ou algo assim e só pelo resumo percebi que se tratava de heresia. Mas é isso mesmo heresia vai, heresia vem e o Senhor da Glória está voltando. :)

  15. Thiago Mattos Diz

    Crente tem a mania de rejeitar tudo o que não cabe na sua “doutrina ortodoxa”. Como se a reta doutrina, a razão intelectual na sitematização “correta” do ensino bíblico fosse o que realmente redime a vida de uma pessoa. Se alguém pensa um pouco diferente, alguém com um pouco de imaginação “extrabíblica”, já é condenado como herege e sentenciado. Ainda mais com relação a esse tema da Trindade, que é algo totalmente envolto num mistério próprio daquilo que é de Deus, imensurável. Daí o cara pega uma obra de ficção e disseca cada detalhe como se o livro do autor fosse uma dogmática.

    Eu li o livro. Achei interessante os quadros metafóricos que ele se utiliza para exprimir a ideia de Deus e como ele trabalha com ênfase a unidade desse Deus triúno. Na minha opinião não é um livro que sustente alguma heresia destruidora. Se formos encarar heresia como alguma ideia que vai contra a Palavra de Deus, e se levarmos isso às últimas consequencias, então veremos que, em suma, todos somos, em algum nível, hereges. A vida de fé e as conceituações teológicas também são muito subjetivas e heterogêneas. Não é possível juntar tudo num quadro homogêneo e dizer: Deve ser assim! As pessoas pensam diferente (pessoas que pensavam diferente foram queimadas em muitas fogueiras medievais). A Escritura não é um quadro homogêneo em muitos assuntos. Ela é controversa e paradoxal.

    Quando alguém se põe na posição de portador e “guardião” da sã doutrina, esse mais do que ninguém, deveria ser considerado herege e prepotente. Lembrem-se que os grandes hereges da história, foram todos eles homens piedosos e zelosos pela “palavra de Deus”.

    1. Vini Diz

      Thiago,

      No lugar de fazer ter mais uma “mania de rejeitar tudo que não se encaixa na SUA ortodoxia”, vamos falar do que importa: A Bíblia.

      Pegue os pontos que o vídeo e os textos ressaltam do livro como herético e mostre porque não o são. Depois disso continuamos a conversa.

      Ah, e lembre-se que você está aqui defendendo uma ideia como sã, está sendo o guardião dessa sua doutrina. Então, deixe de incoerência. A própria bíblia manda defendermos a fé e falarmos da “sã doutrina”. Se você não gosta do termo, reclame com Paulo.

    2. Thiago Mattos Diz

      Não estou sendo incoerente comigo mesmo. Estou dizendo que ninguém é são, a doutrina de Deus pode ser (e é) sã. Onde está a incoerência nisso?

      Defesa da sã doutrina é defesa do Evangelho, e não de dogmas estruturados e sustentados pela Igreja. O Evangelho é sã doutrina. É as Boas Novas de salvação e graça que sanam a vida das pessoas e não um conceito sobre a Trindade ou coisa semelhante.

    3. Vini Diz

      Então, podemos falar que o Pai encarnou e isso não é nenhum problema para o Evangelho?

    4. Thiago Mattos Diz

      Cara, a crítica é válida, não estou defendendo o que o livro aparentemente afirma. Mas para mim é exagero o modo como se está tratando essa questão.
      Se você acha que isso perverte o Evangelho, então diga você quais são as implicações para isso. Se é para ressaltar a unidade da Trindade, qual o problema de dizer que Deus estava com Cristo na encarnação (e dizer isso num romance e não numa suma teológica)? Onde isso perverte o Evangelho?
      Parece que isso perverte mais é a ideia ortodoxa das pessoas, e ortodoxia não é necessariamente, Evangelho.

    5. Vini Diz

      Thiago,

      Então vamos do começo. A natureza de Deus ou de Cristo é essencial para o Evangelho? Se eu for unicista eu creio no Evangelho? O Deus unicista é o mesmo que o Deus da Bíblia? (não estou falando do livro)

      Dito isto, a questão é “qual o sentido de estar com Cristo na encarnação”? Logicamente no sentido relacional e espiritual o Pai estava com o Filho. Mas o Pai não encarnou. Então, o que o livro quer dizer ao afirmar que tanto o Pai como o Espírito “se manifestaram à existência humana como o Filho de Deus” (original: “spoke ourself into human existence as the Son of God.”) ou “quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos”? Como assim o Pai se tornou totalmente humano? O Pai não possui uma natureza humana. O Filho possui. E sobre o Pai ter marcas de cruficação? Figura de linguagem? Só se for uma péssima para criar mais confusão do que esclarecimento.

      Mas como Galdino aponta o livro desdiz tudo o que houvera dito antes, dizendo que
      Não somos três deuses e não estamos falando de um deus com três atitudes, como um homem que é marido, pai e trabalhador. Sou um só Deus e sou três pessoas, e cada uma das três é total e inteiramente o um (pág. 87).

      Essas embromações sobre a natureza da Trindade atacam o Evangelho pois atacam o por quem somos salvos. Se a natureza daquele que somos salvos é indiferente, poderíamos dizer que Jesus ser só homem não atrapalharia o Evangelho. Mas sabemos que se Jesus fosse só homem não teríamos nenhum Evangelho.

      Saindo da Trindade, os conceitos fofinhos de salvação também são contrários ao Evangelho. Aliás, o Evangelho é sequer apresentado no livro? O Evangelho como Pedro e Paulo apresentaram em Atos?

      Abraço

    6. Vini Diz

      Ademais, então você assumindo não ser são, assume igualmente que seu menosprezo pela natureza trina de Deus pode ser igualmente não são?

    7. Thiago Mattos Diz

      onde menosprezei a natureza triuna de Deus?

      eu o exalto! É imensurável.

    8. Vini Diz

      Concordo, desde que seu imensurável não abranja “não é possível afirmarmos nada sobre”. Eu acho que não é essa sua intenção.

    9. Joao Diz

      Thiago, o que você quis dizer com: Ela é controversa e paradoxal. ?

      Não entendo quanto a Escritura ser controversa.

    10. Thiago Mattos Diz

      Quando ela defende simultaneamente verdades que aparentemente parecem ser opostas. Morrer para viver, ser fraco é ser forte, o maior é o menor, perder para ganhar, um Deus que é um mas é três, escolher receber a dádiva de Deus sendo eleito por ele, e etc. A Bíblia é cheia de paradoxos. Verdades que só são assimiladas pela fé, ou você consegue entender plenamente com a razão o paradoxo da trindade?

      Sacou?

      um abraço

  16. Flavio Diz

    Não sou profundo conhecedor da Palavra (Teologicamente falando), Mas eu li o livro e tirei uma grande lição a respeito do perdão, onde particularmente vi uma ênfase maior, e não da Trindade.
    Além do mais, que história é essa de ficarem dizendo “não leiam esse livro!” querendo censurar-lo?
    Passei 10 anos de minha vida comendo na mão de outros em uma igreja cujo lider é proprietário de um grande canal de TV, e lá nos censuravam de ler qualquer livro que não fosse de autoria dos lideres da igreja ou pelo menos que tenham sido lido e aprovado por eles. Isso faz das pessoas ignorantes, pois não permite que as pessoas pensem por si só e tirem suas conclusões. Pois à partir do momento que eu deixei de ouvir esse tipo de conselho fui liberto desse tipo de jugo, e hoje eu minha família somos membros da Primeira Igreja Batista da minha cidade onde aprendi a ser livre.
    “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.” (Gálatas 5:1)

    1. Vini Diz

      Flávio,

      Poderia apontar onde censuramos a leitura do livro? Lembrando que não recomendar algo não é censura.

      Paz

    2. Ednaldo Diz

      Flávio,

      Só para saber, esse livro me ensina algo “sobre o perdão” além daquilo que já está revelado na Bíblia?

  17. Thiago Mattos Diz

    Nesse caso a crítica é válida e construtiva, mas não sobre o pressuposto de outorgar-se para si a correta interpretação da sã doutrina, nem como motivo para condenar alguém a herege.

    Além do mais, trata-se de um romance. O cara não está propondo nenhuma forma de crença ou um novo-heterodoxo credo (ou velho). Esse imperativo “Não entre na cabana” e todo esse alarde me parece meio exagerado.

    1. Vini Diz

      Thiago,

      1) Outorgar-se a correta interpretação da sã doutrina
      Então é impossível cumprirmos este mandamento bíblico?
      Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes. (Tito 1:9)
      Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina. (Tito 2:1)

      Coloquei só dois para exemplificar, mas há outros.

      2) Condenar alguém a herege
      Paulo condenou nominalmente e ainda disse para admoestarmos e depois evitarmos o homem herege (para isso precisamos reconhecê-lo e classificá-lo)
      Ao homem herege, depois de uma e outra admoestação, evita-o, Tito 3:10
      Quer dizer que você contraria este mandamento bíblico?

      3) Quanto ao “Não entre na Cabana”
      “Não entre na Cabana” depende da sua interpretação do significado. Pode significar (e para a pessoa que “fiz” a imagem significa) “Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes”. – Marcos 8:15

      4) Quanto a ser um romance
      Até você com este tipo de argumento sem discernimento. Não imaginava isso vindo de você que sempre tenta analisar tudo. Jesus contou parábolas. Não eram reais. Devemos igualmente ignorá-las ou elas passam uma mensagem? Sendo um tratado teológico ou não, o livro de Young passa uma mensagem que o autor intencionou ser sobre Deus, a Trindade. E pior, sendo um romance emotivo, o livro evoca muito mais para argumentos pós-modernistas como “Deus falou comigo ou eu me senti tão bem” (esse tipo de coisa tola) do que para o pensamento racional contemplativo. Quiçá é por isso que tantos que se dizem cristãos ficaram amortizados para as heresias do livro.

      5) Exagerado
      O livro é um best-seller. Milhares estão lendo e engolindo a mosca com a sopa e você acha exagerado?

      Abraço

    2. Thiago Mattos Diz

      Vinicius,

      o papo tá bom…

      Responderei quando tiver um tempinho.

      Até mais…

    3. Paulo Emmanuel Diz

      satanás tem como sua maior arma se travestir de anjo de luz…aproveite todo o trabalho realizado pelo Espírito de Deus através da vida deste homem para abrir seus olhos e libertar das astutas ciladas do inimigo da nossa alma…ainda há tempo, vc está VIVO!
      Obs: o salário do pecado é a morte, logo o livro defende pecado sem punição…BIZARRO!
      Deus abençoe sua casa!

  18. PC Garcia Diz

    Lí o livro e sinceramente , apesar de ter estranhado muito o fato de Deus ter se apresentado a Mack como uma mulher cozinhando guloseimas , o Espírito Santo como a tal mulher asiática e Jesus como um jardineiro , no decorrer da leitura ficou muito claro que essa foi uma experiência pessoal do personagem , em momento algum o livro pretende apresentar Deus como sendo uma mulher e etc, mas apresenta a forma como se apresentou para Mack , que por sua vez tinha uma dificuldade em se relacionar com Deus devido a um problema de relacionamento que teve com o seu falecido pai que era alcoolátra e espancador , quando perde a sua filha sequestrada e brutalmente assassinada, esse homem que já tinha dificuldade de entender a paternidade de Deus se vê ainda mais revoltado contra Deus, é quando recebe a tal carta para ir a tal cabana , onde ele tem o tal encontro com a trindade ….no meu modo de ver , se a experiência é pessoal , não deve ser julgada como se tivesse pretenção de criar uma imagem para Deus ou coisa do tipo , o autor só relata a experiência , não a apresenta como doutrina . Se muitas pessoas dizem estarem agora entendendo a trindade por conta da leitura do livro realmente é preocupante , mas analisando pelo lado de um homem que encontrou as respostas para seus questionamentos sobre Deus de uma forma totalmente inusitada , assim como Balaão quando se viu frente a frente com uma mula falante , ai creio que seja a multiforme sabedoria de Deus se revelando da forma como melhor lhe convém….

    1. Vini Diz

      A multiforme sabedoria de Deus não contraria sua revelação nas Escrituras.

    2. Thiago Mattos Diz

      mas não se restringe a ela.

    3. Vini Diz

      Obviamente não, mas prefiro confiar naquilo que foi revelado, do que na naquilo que outro humano (não inspirado) cria em sua mente.

    4. Thiago Mattos Diz

      não inspirado?

      você sentou na cadeira de juiz no tribunal da inquisição. rsrsrs

    5. Vini Diz

      Não, sentei na cadeira do Sola Scriptura.

    6. NéllyB Diz

      PC, concordo plenamente com você!

    7. PC Garcia Diz

      Caro Vini , me perdoe , mas você não estará confundindo as coisas ? Não me lembro de em momento algum da leitura que fiz do livro ter encontrado alguma citação de que os relatos ali inseridos sejam uma revelação para a igreja ou inspiração para mesma , salvo no final do livro onde o autor recomenda o livro como uma experiência de alguém que encontrou dessa forma inusitada ( volto a repetir , assim como Balaão e sua mula falante) o amor de Deus . A experiência pessoal do tal Mack não deve ser copiada ou esperada por todos , assim como não devemos sair por ai andando sobre as águas porque a bíblia diz que Pedro andou , ou ainda achar que poderemos ser transladados de um lugar para outro como Felipe ….cada Cristão tem sua experiência sobrenatural com Deus de forma pessoal e singular muitas vezes , creio que o relato do livro deixe bem claro isso e não pretende substituir a revelação ou a inspiração bíblica . Sendo bem sincero e me perdoe a franqueza , talvez você esteja na posição de preferir errar por excesso de zêlo do que pelo desmazelo , mas vejo que está mesmo é cometendo um grande exagero religioso/teológico….

    8. Vini Diz

      PC Garcia,

      Experiências não estão acima das Escrituras. E o livro não é sobre uma experiência pessoal. Mack não existe.

      Vamos ser simples você vê algum problema em o Pai e o Espírito se tornarem totalmente humanos?

    9. PC Garcia Diz

      Vini ,
      talvez não estejamos falando do mesmo livro , porque no caso de A cabana , o autor o apresenta sim como uma experiência pessoal, apesar da ficção ele finaliza enfocando que são o relato provêm de experiências pessoais , o que não vem ao caso . Vamos a sua pergunta . Se vejo a possibilidade do Pai e do Espírito Santo se tornarem totalmente humanos , meu caro , vejo qualquer possibilidade quando se trata da manifestação de Deus para seus filhos , e se lhe aprouver usar da Teofania necessária para isso , quem poderá dizer que não usará ? A voz que falou com Balaão era de Deus ou da mula ? Era da mula claro , mas mula fala ? claro que não , a anatomia da mula nem lhe permite , não dispõe dos meios físicos que a possibilitasse , mas falou…sendo meu caro , se Deus quiser se tornar totalmente humano para falar com alguém , sim !! creio que ele fará ….Não limitarei a ação de Deus jamais as vãs interpretações teológico / religiosas ,Ele é Deus e pode tudo o que quiser independente de que sonha a nossa vã filosofia…opinião meu caro!!

    10. Vini Diz

      Ai ai ai, irmão.

      Por mais que o autor possa ter passado por experiências, o livro foi escrito para passar essas experiências e outros ensinos como uma mensagem, como um romance.

      A minha pergunta ficou dúbia, então você não entendeu o que eu de fato quis dizer. Concordo com a liberdade soberana divina (aliás, como já foi dito sou calvinista – e fica quieto Thiago rs). Então vou refazê-la:

      “Vamos ser simples você vê algum problema em o Pai e o Espírito terem se tornado também totalmente humanos quando o Filho encarnou?”

      Eu vejo um grande problema: 1) que é mentira e 2) que é uma heresia que ataca o Evangelho.

      E você?

    11. PC Garcia Diz

      Estive ausente nesses dias , mas vamos lá Vini , Claro que acho totalmente possível que Deus Pai / Espírito Santo estavam presentes na pessoa de Jesus , claro que levando em conta o que lemos em Filipenses 2 : Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,
      Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;
      Filipenses 2:6-7
      Se pra você é heresia , pra mim é algo absolutamente possível e é no que creio . Em João 1 também lemos : O verbo estava com Deus e o verbo era Deus ….o verbo se fez carne e habitou entre nós cheio de Graça e verdade…
      Me classifique como herege …rs

  19. Ceicinha Santos Diz

    Lí esse livro e cheguei a uma conclusão: Ele é uma junção de letras sem conteúdo nenhum. Para dizer que não serve pra nada , ele serve pra reciclagem. Leiam a Biblia e façam uma oração.

    1. PC Garcia Diz

      Mark Driscoll fez a sua interpretação do livro baseada em sua própria opinião , só temo que agora por causa da interpretação do Mark Driscoll uma pá de gente teleguiada fique dando opiniões pseudo teológicas aqui…eu sou fã do Mark Driscoll e acho demais os seus vídeos , mas já ouvi e li pessoas fazerem as mais duras críticas também a ele , por esse vídeo por exemplo : http://www.youtube.com/watch?v=EnsVMoH6zb8
      mas o que penso é que temos que ter opinião própria , aprender a reter o que é bom e descartar o que não nos edifica , agora ficar aqui dando de religioso mandando as pessoas orarem e lerem a bíblia …Ah! tenha a santa paciência dona Ceicinha Santos….

    2. Flavio Diz

      Boa PC

    3. Ednaldo Diz

      Ceicinha, permita-me discordar de você, o livro serviu sim, serviu para enriquecer o escritor (risos), e se os leitores tiverem discernimento vai enriquecer os donos de fabricas de reciclagem.

      ;-)

  20. Thiago Mattos Diz

    Vinicius,

    A palavra de Tito que citastes deve ser analisada no seu contexto. Você verá que Paulo está exortando a Tito se referindo aos judaizantes, os legalistas, “os da circuncisão” como ele mesmo diz (Tt 1. 10,11 e 14). E sã doutrina é o que Paulo mesmo afirma depois no cap 2 versos 11 seguintes: “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens…”

    Portanto para Paulo, sã doutrina é o Evangelho da graça contraposto ao legalismo judeu (os debates acerca da lei, 3.9). E o homem herege é o faccioso que divide a Igreja por causa dessas coisas.
    Paulo fala de homens que se dizem conhecer a Deus e pervertem o Evangelho por torpe ganancia (1.11).
    A obra de Young parece não se enquadrar nessa visão de Paulo sobre herege/heresia. Por isso disse que a crítica é válida, mas não colocando a sã doutrina (que para você e alguns outros parece não ser o mesmo que é para Paulo) debaixo do braço para acusar de heresias uma obra que nem se dispõe a ser base de ensino.

    1. Thiago Mattos Diz

      Vinicius,

      Você leu este meu post?

  21. Alisson Barateli Bodelon Diz

    “Aquele que crê em Mim, como diz a Escritura”…(Jo 7.38) ; “Examinais as Escrituras…são elas que testificam de Mim” (Jo 5.39) ; “Errais por não conhecerdes as Escrituras”…(Mt 22.29)
    É lamentável a condição espiritual da Igreja Moderna. Particularmente, entendo que a profecia do apóstolo Paulo quanto à apostasia dos últimos dias, estende-se em seu cumprimento, sobretudo, à nossa geração evangélica, de modo que, a sua maior necessidade, é de fato, retornar ao Evangelho. “Igreja reformada sempre reformando-se” já não se aplica a muitas “igrejas” ou “denominações evangélicas” em nos dias, visto que, não há (e nunca houve) uma “forma (modelo) autêntica do Evangelho”, a fim de serem re-formadas, re-modeladas. Receio que a grande maioria “evangélica” dos nossos dias, trabalha contra os princípios da reforma protestante, contra o Evangelho da Graça de Deus e contra a verdadeira obra de Deus, constitiíndo-se em inimigos da cruz de Cristo e da verdade. É por isso que, que o trabalho tão importante e necessário da apologética cristã, tem sido tão bombardeado pelos mesmos! É como se o cristianismo deles estivesse de ponta-cabeça! Que absurdo! Pessoas se levantam com autoridade espiritual contra um escrito de auto-ajuda, que associa o cristianismo com tudo o que lhe é nocivo (heresias cristológicas, expiação ilimitada, universalismo, espiritismo e etc.), e que por sua vez, o disassocia do Evangelho, e ao invés de serem apoiadas unanimemente pelos crentes em Jesus, encontram oposição por parte deles! Apoiam antes, àquele que carece de repreensão, por errar em várias doutrinas bíblicas, sobretudo, na cristologia! É muito pra minha cabeça!
    Faço minhas as palavras de um certo teólogo contemporâneo muito oportunas a serem aplicadas aqui : “Diga-me qual é a sua cristologia, que eu te direi quem tu és!” e como bem recitaste Leonardo Galdino a exclamação e apologética paulina : “Se alguém vos prega Evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema!”
    Somente a Deus glória!

    1. Thiago Mattos Diz

      Vá em paz irmão, tua cristologia te salvou!

      Eu, herege que sou, continuarei a tentar subverter os meus irmãos, dizendo-lhes que não é a razão na sua ortodoxia que os salvará, e sim o amado Cristo revelado nas Escrituras.

      (o problema é que qualquer um hoje acha que é apologeta. O problema da apologética cristã, hoje, é que ela é simplista, filosófica e escolastiscista demais, e por isso, ursurpadora da verdade).

    2. Ednaldo Diz

      Thiago, ao que parece você é fã deste livro pois o defende com grande paixão.. Por isso quero lhe perguntar algumas coisas.

      Este livro diz algo sobre a pessoa de Deus, mais especificamente ele apresenta alguma interpretação de quem Deus é?

      Se sim, essa interpretação está de acordo com a forma como Deus revela a Si mesmo através das Escrituras?

      O Cristo que “A Cabana” apresenta é o seu “amado Cristo revelado nas Escrituras”?

      Este livro expôe a doutrina da Trindade da mesma maneira como podemos inferi-la nas Escrituras?

      Que edificação espiritual, exclusiva, este livro lhe trouxe?

    3. Thiago Mattos Diz

      Meu mano, irei respondê-lo, calma lá…

    4. Alisson Barateli Bodelon Diz

      Irmão Thiago Mattos,
      uma correta cristologia (autenticamente bíblica), só pode salvar alguém de erros doutrinários. Aliás, Cristo Jesus é a chave hermenêutica para toda a Escritura, o que reafirmo! E de igual modo, uma boa, correta e autenticamente bíblica apologética, tão somente nos impede de entrarmos em “cabanas” do tipo apresentada pelo artigo.
      O problema não é que “qualquer um hoje acha que é apologeta”, mas sim, qual é a apologética de cada um, pois aprendemos em Judas 3 que é dever nosso batalhar pela fé que de uma vez por todas foi confiada à Igreja. Apologética para o crente em Jesus não é uma opcão, é um mandamento em amor; um dever em gratidão!
      Saúde Thiago! Física e sobretudo espiritual!

    5. Thiago Mattos Diz

      A apologética que se faz por aí é farisaica, engole camelos e coa mosquios.
      A apologética bíblica chama para o discernimento responsável e é exercida em amor e não pra dizer que eu creio mais certo do que você.

    6. Ednaldo Diz

      E minhas respostas?

    7. Lílian Souza Diz

      Thiago,
      A intenção na crítica do livro é colocar a prova alguns conceitos teológicos expressos no livro, por meio da análise das Escrituras.
      Dizer que o livro se trata de uma ficção e, portanto, não carece de embasamento bíblico, não faz sentido. Isso é o mesmo que dizer que devemos ser cristãos somente em dia de domingo. Ao contrário, devemos ser cristãos e bíblicos na ficção ou em tratados teológicos, na segunda-feira ou no domingo. Devemos satisfazer a Deus em tudo o que fazemos. Digo isso porque o autor de A cabana se diz cristão e trata de Deus no livro, porém seus conceitos não estão, por completo, de acordo com as Escrituras.
      Veja a crítica de Albert Mohler, ele não critica a leitura do livro, ao contrário diz que devemos lê-lo para que possamos contrapô-lo às Escrituras, assim devemos agir em tudo o que fazemos. Não importa se é a “A Cabana”, Freud ou Shakespeare. Devemos, como você disse, “reter o que é bom”. E para ajudar nessa tarefa, temos aqui no VE a análise sobre o livro da parte de importantes teólogos. Mas pelo jeito você não concorda com a postagem de nenhuma crítica teológica a respeito do livro.
      Você citou a Reforma Protestante e disse que estamos abandonando os preceitos desse movimento. Mas vejo o contrário, a Reforma trouxe a Bíblia como única fonte de FÉ e PRÁTICA: Sola Scriptura. Quanto ao moto: “Ecclesia reformata et semper reformanda est”, tal lema nos remete a necessidade de sempre estarmos nos conformando às Escrituras. Recomendo que leia o artigo sobre esse tema em: http://tempora-mores.blogspot.com/2010/10/sempre-reformando-ou-sempre-mudando.html
      Até o momento, não vi nenhum defensor do livro “A Cabana” defender seu conteúdo por meio das Escrituras. Como disse Lutero “Que se me convençam mediante testemunho das Escrituras e claros argumentos da razão (…), estou submetido a minha consciência e unido à palavra de Deus.”

    8. Thiago Mattos Diz

      Você confundiu meus argumentos com os comentários de outra pessoa.

    9. Vini Diz

      Thiago,

      Você odeia termos né? Na verdade gosta de usá-los, mas despreza quando outros os usam.

      Você disse no seu comentário que heresia seria aquilo que contradiz o Evangelho (e eu concordo com isso). Logo, deixe-me por uma questão:

      Uma pessoa que acha que Jesus não é Deus, mas só um santo homem salvador, é salvo? ou a natureza de Cristo (cristologia) fere o cerne do Evangelho?

      Mais uma:

      Outra pessoa acha que deve fazer boas obras e ter fé para ser salva. As obras complementam a salvação dela. Ela é salva? ou a natureza da salvação (soteriologia) fere o cerne do Evangelho?

    10. Thiago Mattos Diz

      Não me venha com subterfúgios vinicius. Vou me ater a questão do livro A cabana. Aguarde…

    11. PC Garcia Diz

      Falácia !! desculpe ai!! Reforma é a maior de todas as heresias , se a igreja de Cristo é edificada sobre a base (pedra) da revelação dada Pedro de que Jesus é o Cristo , levando em conta que cada um dos que crêem se tornam um tijolo a mais nessa edificação , como iremos reformar o que ainda está em construção? reforma é para uma obra pronta e a igreja ainda vive o processo de edificação , e não será um livro que relata uma experiência pessoal que irá mudar isso , muitas heresias tem sido escritas e bem aceitas por ai como doutrina , inclusive dentro do campo da apologética …..

    12. Vini Diz

      Reforma é a maior de todas as heresias? Cada coisa que tenho que ler. Mano, você realmente encanou com o termo que usaram para descrever historicamente o que aconteceu naquela época? Já ouviu: “igreja reformada sempre se reformando”?

    13. PC Garcia Diz

      Cara ,
      pelamordeDeus !!
      Eu que te digo que é cada coisa que tenho que ler…”igreja reformada sempre se reformando? ” isso deveria ser pra rir , mas sinceramente , não rirei , porque vejo que o caminho daquilo que deveria ser a igreja está cada vez mais embrenhado na falácia reformista fracassada que mais criou um sistema religioso reformado do que uma Igreja reformada , fala sério!! Essa pseudo reforma mais criou muros do que libertou verdadeiramente , veja o quanto se matou tanto físico como espiritualmente pessoas com essas reformas , igreja protestante ? protestante a que ? ao sistema episcopal corrupto do catolicismo romano ? ok ! mas pergunto : os sistemas que se sucederam após as “reformas” foram diferentes ? de forma alguma , foram e são tão romanizados quanto aquele….Vini , você é calvinista ou sei lá , conforme já li aqui , respeito meus irmãos de qualquer corrente teológica , aliás das quais não participo de nenhuma , também não sou dono da verdade , mas tudo que quero é me livarr dessas amarras criadas pelo evangelicalismo ,clerical ,reformador e alienador vigente….opinião!!

    14. Vini Diz

      Bom, já explicaram o que significa reformando para você. Eu também não concordo com tudo que aconteceu na Reforma. Acho que provavelmente ninguém concorda, mas não posso negar as inúmeras bençãos que vieram dela. Aliás, meu amigo, nós temos uma bíblia hoje e em Português. E na época da Reforma pessoas morreram para que isso se tornasse uma verdade.

    15. Bárbara Elionora Diz

      Generalista!Só isso.Muito triste ver isso.

    16. Bárbara Elionora Diz

      Concordo com o Vini.

    17. PC Garcia Diz

      Ah! E quanto a você meu caro Vini ,me desculpe mas a palavra de Deus iria chegar a todos independente de qualquer movimento humano , a vontade de Deus se cumpre quando a Bíblia é traduzida para o Tupi por exemplo , devemos usso a alguma reforma ? Claro que não!! Se Lutero traduziu a bíblia para o alemão e João Ferreira de Almeida para o português é por assim Deus quis e permitiu usando esses homens e tantos outros, não creio que devemos isso a um movimento , mas sim aqueles que deram ouvidos a voz de Deus….E sim , muitos morreram para que isso fosse possível , muitos tem morrida nos países comunistar por tentarem introduzir uma única página ou trecho da bíblia , não é de hoje que se morre por essa causa e pelo que vemos muitos ainda morrerão….enfim….

    18. Bárbara Elionora Diz

      ” falácia reformista fracassada”.Muito generalista sua opinião sobre a reforma!Triste de ver.

    19. PC Garcia Diz

      Generalista , ok!!
      O que você Bárbara pode me falar da reforma ? Porque do que sei , posso falar , das histórias que não se encontram na maioria dos livros de história reformistas, como por exemplo que Lutero jamais quis montar uma igreja luterana , o que ele queria era apenas contestar o modelo cristão vigente ….antes dele tivemos John Huss que foi antecedido por Wycliff e antes desse….
      Tome a história desses homens e verá que nenhum deles queria criar uma igreja protestante mas sim mostrar a todos o real sentido da igreja , não queriam reforma r a igreja mas expressá-la….mas meu papo é generalista, né? então esquece…vamos mudar de assunto ?

    20. Alisson Barateli Bodelon Diz

      Irmão Pc Garcia,
      A título introdutório, quando fazemos uso do termo “reforma”, temos em vista um dos maiores avivamentos da história do cristianismo, a Reforma Protestante, que foi desencadeada pela redescoberta do Evangelho da Livre e Soberana Graça divinal, em seus pontos doutrinários mais elementares e ao mesmo tempo, mais elevados; sobretudo, a justificação pela fé, ou, a justiça de Deus revelada no Evangelho, por um trabalho portentoso do Espírito… Conhecemos a hístória!… o fato é, que você está confundindo a questão da “plenitude do corpo de Cristo” com a “forma”, o “modelo” doutrinário já estabelecido há muito para a Igreja pelo próprio Senhor dela, Cristo Jesus! Houve na ocasião uma desesperadora necessidade de se re-tornar ao Evangelho, o que significou para a Igreja daqueles dias, retornar àquela “forma” doutrinária original! Re-formar é corrigir todo e qualquer desvio doutrinário ou retornar àquele “modelo” doutrinário original a fim de rechaçar todo tipo de heresia que possa surgir como ameaça à saúde espiritual dos crentes! Sendo assim, a “reforma” deve ser compreendida como algo sempre necessário relacionado à nossa vida espiritual, e daí o lema dos primeiros reformadores: “Igreja reformada sempre se reformando”!
      Quanto ao livro A Cabana, reitero: Essa porcaria “não serve nem pra sebo, quanto mais pra fazer sabão”!
      Saúde Garcia!

    21. PC Garcia Diz

      meu Alisson ,
      você está me dizendo que os padrões que se criaram pós-reforma são os de Deus para a sua igreja ? que o modelo dotrinário original é tudo que veio após a reforma ? Devo mesmo então estar totalmente fora de contexto no quesito eclesia /corpo de Cristo , porque sinceramente não veja nada da Graça Divinal nos modelos que se seguiram pós-reforma , vi sim disputas de visão doutrinária/teológica , detentores do melhor formato eclesiástico se impondo ao povo e criando suas escolas de predestinados ou livre arbitrio, formas de batismo,crenças e crendices….muito do homem e pouco de Deus …é a isso que você chama de maior avivamento ? me perdoe então se soar herético pra você , mas disso eu estou correndo…as fileiras das igrejas incham cada vez mais , mas temo que seja também crescente o número das pessoas que pouco conhecem sobre o verdadeiro Deus…Paz Alisson !!

    22. Alisson Barateli Bodelon Diz

      Irmão Pc, respondo mais abaixo, por conta da péssima visualização das palavras neste campo de resposta. Já encurtou demais!…

    23. Vini Diz

      Desculpa, estamos arrumando =)

    24. Thiago Mattos Diz

      Que maneiro!

      Tem outro herege revolucionário aqui, além de mim.

      rsrsrsrsrs

  22. ivson Diz

    bem que sabia mesmo sem ter lido o livro q era meio espirita tb por ouvir falar de algumas coisas dele e ouvi muitas heresias tb é simplesmente um lixo heretico.

    1. Jennifer Diz

      Acho engraçado e é triste ao mesmo tempo, que quando as pessoas não tem argumentos bíblicos elas gostam de falar “Vocês querem ser donos da verdade” e logo em seguida dizem “Só existe uma verdade ao qual nem eu nem você as tem” Porque elas não tem certeza daquilo que afirmam. Então dizem que as duas formas estão erradas.
      E outra que acho triste também é que as pessoas não conseguem aceitar uma “exortação” só vi algumas pessoas com humildade dizerem que leram o livro e que realmente é pura heresia. E na verdade não é nem uma exortação é só um aviso.
      Fico imaginando se o apóstolo Paulo leria este livro e diria “reteiam o que é bom”.

      Bom, só a parte que o livro diz que Deus não vai punir o pecado, já é totalmente dispensavel a leitura. Nossa! É tudo o que os perversos querem ouvir, que Deus não vai puni-los.

    2. PC Garcia Diz

      Jennifer é tudo o que os religiosos querem dizer , que Deus irá punir os “pecadores” como se Deus tivesse um grande prazer em destruir pecadores , a pergunta é : quem estará em condição de “não pecador” quando vier o grande dia ? a maioria do que se ensina dentro daquilo que se pretende ser a sã doutrina é : você é culpado , carregue o peso da sua culpa !!
      outra pergunta : o evangelho da reconciliação é punitivo ou pretende apresentar a Graça que superabundante que elimina o pecado ? todos sabemos que o pecado será punido , mas analise o contexto no qual o autor expressa isso e verá que ele está dizendo que o prazer de Deus não é o de punir pecados e sim de amar a seus filhos….enfim…

    3. Vini Diz

      PC Garcia,

      Pare de deturpar as coisas. Na boa. Sã doutrina nunca significou majoritariamente condenação e legalismo. Simplesmente não faz sentido ser salvo se você não está perdido. O próprio Jesus disse isso em outras palavras as quais imagino que você conheça.

      Além do mais o livro fala que Deus “não precisa punir o pecador”, como se no inferno não fosse a Justiça de Deus sendo satisfeita. Aliás, neste livro alguém vai para o inferno? Condenação, condenação, condenação? Não, só defendendo a ira do meu Pai e buscando que a graça superabunde.

      Paz

    4. Jennifer Diz

      Ah! Agora ta explicado porque você defende este livro. Você não sabe da ira vindoura, não é?

    5. PC Garcia Diz

      Ah sim ! Eu não sei da ira vindoura Jennifer , pode me falar um pouco sobre ela ? Tlvez eu tenha perdido tempo demais conhecendo a Graça e o amor de Deus ao ponto de não me ater a esse detalhe , a manifestação da ira do meu Pai ….tava catando os brinquedos e esqueci do seu chinelo pronto a me bater caso eu não o fizesse a tempo de ir pra escola (dominical) ….enfim ….

    6. Thiago Mattos Diz

      Cara, essa guria é faca na bota!

      “você não sabe da ira vindoura” rsrsrsrsrsrsrs

    7. Paulo Emmanuel Diz

      aquele que estiver sujo, suje-se ainda mais; aquele que estiver limpo, limpe-se ainda mais. APOCALIPSE…tenho vc em oração pra que Jesus liberte sua mente antes que seja tarde…Deus abençoe!…
      obs: se for dessa forma, já que todos vão ser salvos mesmo, pode liberar geral, sexo livre, drogas, assassinatos, homossexualismo, roubos, pornografia infantil…afinal, vai todo mundo ser salvo mesmo, né!….pense…

    8. Thiago Mattos Diz

      Pronto!

      Agora chegou o guerreiro do apocalipse… rsrsrsrs

      Liberte sua mente? (quem parece ter a mente presa e bitolada aqui?)

    9. PC Garcia Diz

      pois é Thiago , agora temos um cavaleiro do Apocalipse pronto a interceder pela libertação de nossas mentes , e mais , antes que seja tarde!! somos profanos cara !!

    10. PC Garcia Diz

      Espírita ? ivson , o que você sabe de espiritismo ? Eu estive dentro da doutrina espírita durante minha infância e adolescência até que conheci o Evangelho de Cristo e te digo que no livro A Cabana , nada há que que se compare a doutrina espírita , não cometa tal equívoco meu caro , não seja teleguiado por opiniões alheias , monte a sua própria , te aconselho a conhecer sempre algo antes de opinar ” *bem que sabia mesmo sem ter lido o livro” …..

    11. Jennifer Diz

      Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Lucas 3:7
      E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura. 1 Tessalonicenses 1:10

      Ah! E se você notar, Jesus pregava mais sobre o inferno(Lá havera choro e ranger de dentes) do que qualquer outra coisa, porque falar ” Jesus te ama” não vai fazer ninguém se arrepender de seus pecados.

    12. PC Garcia Diz

      Jennifer ,
      desculpe mas acho que esse Jesus ao qual vc se refere é diferente d’Aquele ao qual eu me refiro , porque esse que pregava mais sobre o inferno do que qualquer outra coisa eu realmente não conheço , oque eu conheço pregou que o maior mandamento é : amarás a Deus acima de qualquer coisa e ao próximo como a tí mesmo …cumpre-o e estará obedecendo a toda a lei e aos profetas…
      O que eu conheço pregou o perdão e o arrependimento como forma de amor ao próximo , ensinando que devemos estar aptos a amar de todas as formas e com todas as nossas forças ao próximo como forma de aproximação de Deus , fazendo aquilo que ele mais se esforça em fazer , amar !!
      Se você prefere ver um Deus castigador e punidor , ok !! É seu direito , mas discordo que esse seja o Deus bíblico…..

    13. PC Garcia Diz

      Ah ! E sobre o texto que você citou, quando joão batista chama os fariseus que oprocuram para serem batizados de raça de víboras e tal….vamos ao restante do texto que diz : ide pois e produzí frutos dignos de arrependimento…o machado está posto a raiz das árvores , todo aquele que não produzir frutos será cortado e lançado no fogo….
      note que o foco principal é a produção de frutos , mais que isso , frutos dignos de arrependimento , ou seja , não adianta posar de “não pecador” é necessário mostrar frutos dignos de um arrependido , que não se conduz apenas por medo do inferno , mas que vive o Reino de Deus como um todo….

    14. Jennifer Diz

      Na verdade o Deus “punidor”(justo) é tão bíblico quanto o Deus de amor. Bom você pode achar que Deus é só amor, mas você se acha que quando Jesus disse vim para salvar as almas(lc 9.56) Salvar do que? Da ira de Deus. A nossa geração vive nesta apostasia porque esqueceram de todos os atributos de Deus, só se lembram de Deus é amor. Os reformadores e homens de Deus que ganharam milhoes de almas, falavam mais da ira vindoura e do novo nascimento.

    15. PC Garcia Diz

      Quando Jesus disse ” vim para salvar ” ele se referia nos salvar da ira de Deus ? garota , você tem noção do que está falando ? sério ! começo a ficar seriamente preocupado contigo , por favor ajudem essa guria a se situar , eu não vou tentar , pporque já fui tão mal classificado aqui que não me atreverei a confundir ainda mais a sua mente….Jesus veio para nos salvar da ira de Deus ….sinceramente Jenniffer , voltemos ao evangelho !!!

    16. Vini Diz

      Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Romanos 5:9

      E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura. 1 Tessalonicenses 1:10

      Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, 1 Tessalonicenses 5:9

  23. Carmen Turatti Goes Diz

    Fico imaginando a ira de Deus sobre todo àqueles que estão tentando ridicularizar sua Santidade, àqueles que supostamente se intitulam cristãos.
    A Soberania de Deus não dá o direito a ninguém de tratá-lo como sentir no seu coração ou como achar conveniente, Ele exige ser tratado como Deus único, verdadeiro e absoluto, e isto está na Bíblia, e não é de particular interpretação como muitos estão tentando fazer nos vários comentários citados, defendendo essa desprezível atitude de comparar Deus o Senhor com figuras humanas totalmente antibíblicas.
    SE ALGUÉM ANUNCIAR OUTRO EVANGELHO … SEJA ANÁTEMA!
    E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.
    Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito;
    Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
    Eis que eu vo-lo tenho predito.
    Mateus 24:22-25.
    SE APENAS UM LIVRO SEDUTOR JÁ ESTÁ FAZENDO ESTRAGOS NA CABEÇA DE MUITOS, IMAGINE FALSOS PROFETAS REALIZANDO SINAIS E PRODÍGIOS?

    Parabéns aos irmãos do ” Voltemos ao Evangelho”continuem defendendo a Palavra de Deus contra a apostasia crescente dos nossos dias.
    MARANATA!

  24. Jhonata Reis Diz

    Vou repetir o que a Lília falou pra o pessoal que ainda defende o livro não passar por cima e ignorar:

    A intenção na crítica do livro é colocar a prova alguns conceitos teológicos expressos no livro, por meio da análise das Escrituras.
    Dizer que o livro se trata de uma ficção e, portanto, não carece de embasamento bíblico, não faz sentido. Isso é o mesmo que dizer que devemos ser cristãos somente em dia de domingo. Ao contrário, devemos ser cristãos e bíblicos na ficção ou em tratados teológicos, na segunda-feira ou no domingo. Devemos satisfazer a Deus em tudo o que fazemos. Digo isso porque o autor de A cabana se diz cristão e trata de Deus no livro, porém seus conceitos não estão, por completo, de acordo com as Escrituras.
    Veja a crítica de Albert Mohler, ele não critica a leitura do livro, ao contrário diz que devemos lê-lo para que possamos contrapô-lo às Escrituras, assim devemos agir em tudo o que fazemos. Não importa se é a “A Cabana”, Freud ou Shakespeare. Devemos, como você disse, “reter o que é bom”. E para ajudar nessa tarefa, temos aqui no VE a análise sobre o livro da parte de importantes teólogos. Mas pelo jeito você não concorda com a postagem de nenhuma crítica teológica a respeito do livro.
    Você citou a Reforma Protestante e disse que estamos abandonando os preceitos desse movimento. Mas vejo o contrário, a Reforma trouxe a Bíblia como única fonte de FÉ e PRÁTICA: Sola Scriptura. Quanto ao moto: “Ecclesia reformata et semper reformanda est”, tal lema nos remete a necessidade de sempre estarmos nos conformando às Escrituras. Recomendo que leia o artigo sobre esse tema em: http://tempora-mores.blogspot.com/2010/10/sempre-reformando-ou-sempre-mudando.html
    Até o momento, não vi nenhum defensor do livro “A Cabana” defender seu conteúdo por meio das Escrituras. Como disse Lutero “Que se me convençam mediante testemunho das Escrituras e claros argumentos da razão (…), estou submetido a minha consciência e unido à palavra de Deus.”

    Gostaria que respondessem isso.

  25. Thiago Mattos Diz

    Caros amigos,

    Novamente. Esse tal de Mark Driscoll não sabe fazer uma crítica literária de um romance. Um romance não é uma obra acadêmica, não é um texto objetivo. E ele diz: “Não leiam!” (isso não é censurá-lo Vinicius?), ao invés de ensinar as pessoas como ler um romance, sem usá-lo como pretexto doutrinário. Fazer como muitas pessoas demonstraram aqui, que leram e tiraram uma mensagem do perdão, do amor de Deus como refrigério pra alma.

    Censura, restrição e regras religiosas-morais é que estão associados aos “hereges” que Paulo combate na carta a Tito (só para mencionar um exemplo) e que queriam ferir a liberdade dos cristãos. Não leiam isso, não leiam aquilo, blá blá…

    Outra coisa: Além de não saber fazer uma crítica de acordo com o tipo de literatura em questão, Mark critica o livro em termos que nem ele sabe definir direito. A principal característica do Modalismo (heresia que Mark citou) nem mesmo é implicitamente verificada no livro A cabana. Ou seja, a negação do inter-relacionamento entre as pessoas da Trindade. A cabana não faz isso. Patripassionismo seria um termo mais adequado, embora tudo isso não seja relevante para o tipo de literatura.

    E com relação a fazer imagens de Deus então? (que apelação total. Esse tal de Mark parece mais que tá querendo aparecer às custas da fama do livro). Quer dizer que Jesus não usou imagens e figuras determinativas de Deus e de si mesmo nas parábolas?

    E a mensagem de mútua submissão entre as pessoas da Trindade que o livro faz então? A ausência de hierarquia? Qual o problema se o autor quis falar daquilo que Jesus mesmo estabelece como nova ordem no Reino de Deus – maior é aquele que serve. Hierarquia definitivamente é um modelo humano-pecaminoso de relacionamento.
    Qual o problema se o autor quis enfatizar a realidade do amor de Deus numa obra de ficção (numa obra teológica os cuidados são outros). Nem mesmo em cima das parábolas da Bíblia se deve formular doutrina, quanto mais num romance atual.

    Essas críticas são simplistas, típica desses neo-apologetas de hoje que acham que explicam tudo e refutam tudo.

    E eu não estou defendendo o livro. Defendo, porém uma crítica digna e leal, ao invés de esculhambar o livro dizendo que é herético, subversivo, inimigo de Deus, da cruz de Cristo e etc. Aliás, pra mim, o ponto mais crítico do livro é sobre a sombra que ele lança na questão de que Jesus é o ÚNICO caminho para o Pai. Ele mascara essa certeza.

    Apologetas do novo milenio, joguem suas pedras (rsrsrs). Brincadeira, se alguém quiser conversar, estou aqui para o debate sério.

    Abraços fraternais

    Thiago

    1. Jennifer Diz

      Sinceramente, não sei o que você está fazendo neste blog.
      Não concorda com nada, vive debatendo sem fundamentos bíblicos. Bem ao contrário dos criadores do blogs que entendem de bíblia!

    2. Thiago Mattos Diz

      você de novo moça…

      Se quiser contribuir, contribua. Mas não venha novamente com acusações levianas.
      Fundamentação bíblica? Esse povo nem sabe o que a Bíblia representa e só sabe falar em fundamentação bíblica.

      Tá bem. Se você concorda com a maneira com que se está criticando A cabana, então deve concordar que a Bíblia contém muitas histórias que sugerem heresias. Vamos pegar um exemplo: A parábola do rico e do Lázaro em Lc 16. Seguindo o modelo da brilhante crítica literária de Driscoll, devemos afirmar que esta parábola é altamente herética pois ensina uma relação estranha entre céu e inferno (de comunicação), além de sugerir que os pobres vão para o céu e os ricos para o tormento.

      Embasadamente bíblico para você?
      você concorda com isso?

    3. Ednaldo Diz

      Thiago, acho que você se engana ao usar o exemplo do rico e Lázaro. Apesar de não crer que seja uma parábola, vamos assumi-la como tal para evitar desvios inuteis do foco da questão.

      Você fala de “uma relação estranha entre céu e inferno (de comunicação), além de sugerir que os pobres vão para o céu e os ricos para o tormento. “”

      Acho que você não entendeu, ali não é tratado a relação entre céu e inferno, mas entre o “seio de Abraão” e o “lugar de tormento”, é uma análise de Cristo, que isso fique bem claro, sobre o estado intermediário, antes de sua ressurreição. Após a ressurreição Cristo “levou cativo o cativeiro”, ou seja, todos aqueles que aguardavam no seio de Abraão a sua vitória sobre a morte, foram levados agora sim, ao céu, enquanto mais uma vez aguardam a ressurreição final, quando os seus corpos serão redimidos completamete do pecado.

      Outra coisa, não é heresia porque, ainda que seja uma história ficticia quanto aos personagens, não o é quanto aos fatos relatados. Afirmar isso seria afirma que Jesus mentiu apenas para coloca medo no coração dos fariseus, e isso seria não uma heresia, mas uma blasfêmia.

      Por ultimo, apenas uma leitura isolada desta passagem, que como você mesmo disse anteriormente não possui peso doutrinário, mas prático, levaria a conclusão de que ricos são condenados por serem ricos e os pobres salvos por serem pobres.

      Me desculpe, mas você não seguiu a “brilhante critica literária do Mark Driscoll”. É uma questão de metodologia hermeneutica, não há nenhuma confusão nas palavras de Jesus, basta para isso saber o que toda a Bíblia afirma sobre os termos envolvidos. Que a propósito não é sobre céu e inferno, mas de mordomia, de como dispomos dos bens que Deus nos deu para ajudar pessoas que necessitam.

    4. Thiago Mattos Diz

      O texto é uma narrativa que se enquadra no perfil das parábolas. Portanto é uma parábola e deve ser interpretada como tal.

      Não me enganei não. Conheço essa sua teoria escatológica dispensacionalista
      (será você fã da série “Deixados para trás”? rsrsrs) e confesso que ela não me impressiona muito. Aliás, ela não é toda a verdade sobre escatologia na Bíblia.

      Claro que Jesus não se enganou. As pessoas é que não sabem interpretá-lo.

      Infelizmente você não diz nada contra a tese de que uma narrativa fictícia deve ser lida diferente de um texto doutrinário. Uma metodologia hermenêutica que se preze (no caso da Bíblia), considera os estilos literários como partes distintas sobre um mesmo tema e que, por isso merecem um tipo de leitura específico.

    5. Ednaldo Diz

      kkkkkkkkkkkkkk, Thiago, rapaz você é um fera, conhece minha escatologia sem que eu a tenha apresentado?? kkkkkkkkkkkk

      Bem, para que você saiba sou calvinista, preterista, contemporaneista e escatologicamente pós-milenista. Estou lhe dando estes dados para que da próxima vocẽ chegue mais perto.

      “O texto é uma narrativa que se enquadra no perfil das parábolas. Portanto é uma parábola e deve ser interpretada como tal.”, há controvérsias, e você deveria saber disso.

      “Claro que Jesus não se enganou. As pessoas é que não sabem interpretá-lo.”, concordo, você é prova viva disso.

      “Infelizmente você não diz nada contra a tese de que uma narrativa fictícia deve ser lida diferente de um texto doutrinário.”, não sou contra narrativas fictícias, leia O Peregrino de John Bunyan é uma ótima narrativa fictícia, mas ele não precisou mentir acerca de Jesus, de Deus, etc. Mas a Cabana apesar de ficção não apresenta Deus como a Bíblia o apresneta.

      Na verdade, acho que o problema não muito com o livro, mas com o o que o Mohler escreveu sobre o atual cristianismo, acho que a carapuça lhe serviu, por isso tanta paixão em contestar, é apenas mais uma tentativa de buscar uma justificativa para o pecado de querer ser seu próprio Deus,ou de ter o direito de criar seus deuses.

      Fica bem!

    6. Thiago Mattos Diz

      Ednaldo,

      Ah… Tá bem então (embora isso não faça nenhuma diferença)
      Foi uma suposição errada minha (essa é pra você vinicius, que diz que eu nunca dou o braço a torcer) rsrsrsrs.

      Cara, você pode ser pré, pós, a-milenista e o escambau.

      Aliás, você é doutrinado demais pra mim e doutrinas humanas levadas muito a sério, pra mim não passam de sistemas cabresteantes.

      Continue sendo um paladino das doutrinas humanas. E talvez tateando você vislumbre alguma verdade em meio a tantos ismos.

    7. Vini Diz

      O Tiago é um paladino das doutrinas divinas, todos os outros são pó diante dele. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    8. Thiago Mattos Diz

      Ah safado!

      Sai fora daqui. Essa conversa é com o Ednaldo.

      Eu sou um aprendiz de herege, isso sim. rsrsrsrsrs

    9. Jennifer Diz

      Você disse a “bíblia sugere heresia” Agora você critíca até a bíblia para defender teus argumentos. Olha Jesus disse olhai os frutos, então analisando entre você e o grupo VE: Eles sempre estão em função com os posts excelentes de pregadores excelentes, fazem conferencia, reuniões. Citam a bíblia. E você, um homem que só vejo criticando as coisas, você esta interessado em defender o seu “eu” e eles estão interessados em defender o que diz a bíblia, esses pensamentos que eles expoe não esta firmado neles mesmo, mas sim nas Escrituras.

      Então analisando, quem não sabe nada de Bíblia é você.

    10. Thiago Mattos Diz

      Parabéns ao VE então!
      Por ter uma serva tão cativa, piedosa e defensoras dos ungidos de deus como você!

    11. Vini Diz

      Thiago, Thiago -.-‘

      Filho do trovão kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    12. Vini Diz

      Thiago,

      1) Romance
      Eu entendo que o livro é um romance fictício, mas mesmo assim a intenção do livro é passar uma mensagem teológica.
      Você diz: “Não é uma descrição objetiva da natureza de Deus. É a revelação de Deus para Mack.”
      Cara, desculpe, mas o autor põe o próprio Deus falando sobre sua natureza e dando pitadas como você concordou Patripassionismo.

      “Doutrina a gente encontra nas Escrituras e não em obras de ficção.”
      Não, doutrina nós encontramos em todo lugar. O correto seria: doutrina nós nos fundamentamos nas Escrituras e não em uma obra de ficção. Agora, precisamos lembrar que tantas pessoas nunca leram um tratado teológico sobre a Trindade (nem a Bíblia), mas leram A Cabana (e óbvio é por isso que elas não viram nada de errado no livro).

      2) “Não leiam!” (isso não é censurá-lo Vinicius?)
      Não meu amigo. Censura é eu tirar o livro de sua mão ou proibir a leitura. “Não leiam” é uma recomendação. Assim como há inúmeros livros que eu não recomendaria a leitura.

      3) Tito e “Não leiam isso, não leiam aquilo, blá blá”
      Extrapolou legal hein. Sem comentários a sua aplicação.

      4) imagens de Deus
      Vamos então ser objetivos: temos permissão em alguma circunstância para criar uma imagem física de Deus? Não estou falando de uma imagem funcional (como Jesus fez nas Parábolas). É bem diferente.

      5) mútua submissão
      Seu comentário é tipicamente norte-americano liberal. Só nessa mentalidade é que hierarquia é necessariamente pecaminosa. Na verdade nessa mentalidade hierarquia deve estar a figura de alguém com um chicote na mão oprimindo outra pessoa. Daí, no lugar de ir a Bíblia e ver o que o termo significa e ver as relações hierárquicas comandadas (como aquelas citadas por Driscoll) e entender que tudo isso é uma liderança baseada no serviço amoroso e uma obediência amorosa, não, é mais fácil pegar a mentalidade secular (norte-americana) e rejeitar tudo.
      “Qual o problema se o autor quis falar daquilo que Jesus mesmo estabelece como nova ordem no Reino de Deus – maior é aquele que serve.”
      Por favor, mostre um versículo onde isso é aplicado a relação entre a Trindade.

      6) “Cristologias à parte, a dele parece não ser tão ortodoxa, mas e daí. O foco da mensagem é o relacionamento de amor e perdão.”
      E daí??? Pouco importa para você como representam seu Salvador? Pouco importa se o Jesus que morreu na cruz é totalmente homem e totalmente Deus?
      O engraçado é que você falou que o livro não passa doutrina, mas o amor e o perdão de Deus também são doutrinas! A questão é que aparentemente você acha que pouco importa se Deus ou Cristo é retratado direito, o importante é o amor. O amor emotivo é mais importante que o Autor do amor.

      Abraço

    13. Thiago Mattos Diz

      Cara, minhas críticas estão te deixando orgulhoso demais para dar o braço a torcer? (rsrsrsrs)

      Tudo bem Vinicius, não concordo com os seus contra-argumentos. Acho eles muito fracos e, como disse antes, as vezes tudo parece pedante e escolástico demais. Parece discutir sexo dos anjos.
      Você pensa diferente, tudo bem. Respeito o seu zelo pela Bíblia. Minha dica é: cuidado para não cair na obsessão de ver “em tudo” doutrinas e heresias.
      Existe zelo mal orientado.

      Grande abraço!

      (talvez eu ainda responda a algumas das questões que mencionaste)

    14. Vini Diz

      Thiago,

      Nunca vi você dar o braço a torcer ;D

      E a recíproca é válida para seus argumentos “é só uma ficção”.

      Amigo, tudo passa uma doutrina, uma mensagem. Querendo ou não. Intencional ou não.

      E como você disse heresia é tudo que ataca o Evangelho. O livro ataca o Evangelho em diversos pontos. Para mim é ponto fechado, mas você prefere ignorar os erros do livro e ver como o livro é fofinho.

      Ah, e também existe falta de zelo rs

      Engraçado como amo você em Cristo rs

    15. Thiago Mattos Diz

      Ah… Então beleza!
      Você é um calvinista safado cavaleiro da sã doutrina e eu sou um metido
      a sabidão, com leves inclinações heréticas e que gosta de tumulto. (não tô dando o braço a torcer agora? pelo menos um pouco).

      (e eu não ignoro os erros do livro, nem acho ele fofinho coisa nenhuma, só não sou tão obcecado como você).

      Que o Deus triuno te abençoe meu mano!

    16. Vini Diz

      Sabia desde o princípio kkkkkk

      Então, brother, só queria que você arrazoasse comigo (termo metido) sobre o quanto da doutrina da natureza de Deus se mal compreendida ataca o Evangelho, podendo assim ser classificada como herética (segundo concordamos).

      Eu acho que o fato de ser um romance ele torna a coisa ainda pior, pois apelando para o emocional (o que não é de todo ruim) muitos não unem seu discernimento racional ao lerem o livro e engolem o mosquito e a sopa. Se bem que essa sopa está bem ralinha rs

      Nosso Deus Trino, ao qual amamos, também te abençoe.

    17. Thiago Mattos Diz

      Pois bem…

      1. A mensagem teológica do livro fere a sua ortodoxia fundamentalista e não, necessariamente o Evangelho.
      Você ainda não respondeu quais as implicações de uma correta (eu diria pedante intelectualização) da doutrina da trindade para as Boas novas do Evangelho? E eu não estou falando de questões básicas nem questionando a realidade da natureza triuna de Deus. Qual o prejuízo para a mensagem de salvação que o livro a cabana trás? Modalismo não é (já exemplifiquei). Pitadas de patripassionismo são irrelevantes (é questão de interpretação, mas como você vê heresia em tudo…)
      Pitadas de legalismo institucional (como vejo no seu discurso muitas vezes) não será mais prejudicial ao Evangelho do que uma simples virgula a respeito da Trindade? Será que você ou o seu calvinismo-puritano não tem pitadas de legalismo? Será que você, que vê heresia e doutrina em tudo, não abriga sublinarmente alguma heresia dentro de ti? Pois restringir uma leitura taxando-a de herética não é semelhante a dizer que nem todo alimento é puro para consumo? Saiba que Deus já santificou todas as coisas. Será que você não é um herege e não sabe? Pois este tipo de pensamento dicotômico (sagrado x profano ou santo x herético nesse caso) é herança de Platão e premissa filosófica da heresia chamada Gnosticismo, dos primórdios da Igreja.
      O legalismo é mais destruidor do que qualquer heresia doutrinária (Paulo que o diga) e é o principal inimigo da graça de Deus. Neste site já vi alguns artigos de teor muito legalista (as regrinhas comportamentais do Yago Martins sobre namoro, por exemplo). Antes de olhar para fora e apontar erros doutrinários, perceba as falhas da tua propria doutrina que tanto defendes como sã.

      “O correto seria: doutrina nós nos fundamentamos nas Escrituras e não em uma obra de ficção.”
      Óbvio! Enrolou enrolou e disse a mesma coisa que eu. Doutrina (a sã) a gente encontra na Bíblia e não numa ficção. Sabendo disso as pessoas deveriam ser estimuladas a ler a Bíblia como regra de fé e um romance como um tipo de litteratura diferente não acha? Ao invés de ficar dizendo (ou recomendando) que as pessoas não leiam. Dizer para elas não lerem qualquer obra que seja é restringir as suas próprias capacidades de aprender com os erros que a literatura secular e também a religiosa mostram. Em vez de orientá-las a exercitar o pensamento crítico de acordo com as Escrituras (e então o crecimento pessoal), você previne elas contra o “grande perigo das heresias que estão por aí infiltradas em todas as expressões humanas” e que precisam dessa brilhante apologética para refutá-las. Isso é esquizofrenizante!

      “tantas pessoas nunca leram um tratado teológico sobre a Trindade (nem a Bíblia), mas leram A Cabana”
      Tantas pessoas nunca leram e nem precisam ler um tratado sobre a Trindade. O que as pessoas precisam é ouvir o Evangelho, as boas novas para quem crer.

      2. Sua definição de “censura” dispensa comentários. É brilhante (assim como a sua apologética).

      3. Extrapolei? Onde?

      4. As imagens que Young fez não são funcionais? Pra você ele quis dizer que Deus Pai realmente é uma Mulher então?
      Que absurdo! Já falei que não se trata de uma leitura objetiva.

      5. Permita-me falar sobre a sua maneira de pensar (e dizer que ela é igualmente importada dos EUA). Seu pensamento é típico fundamentalista, com inclinações bibliólatras, da cultura calvinista americana.
      E a respeito de hierarquia. Esse termo é pagão. Inclusive o tipo de paganismo que a Reforma lutou contra e que estava no seio eclesial da Igreja medieval. Diferente da religiões pagãs, o nosso Deus é um Deus gracioso que ama e serve os seus amados. Se o livro dá este tipo de ênfase, qual o problema? A lógica do Evangelho é única, e é a contra-lógica de todos os outros sistemas religiosos. Graça, amor abnegado, submissão, serviço. A sã doutrina consiste na concretização dessas coisas e não num descrutinamento da natureza misteriosa de Deus (leia a carta de Tito novamente).

      “Por favor, mostre um versículo onde isso é aplicado a relação entre a Trindade.”
      Essa é outra questão do tipo “coar mosquito”. Deus subjugou-se a si mesmo e exlatou-se a si mesmo. É uma mutualidade dele para com ele mesmo. Como isso se dá na trindade faz pouca diferença. Nós sabemos as diferenças funcionais de cada pessoa, mas o quê isso altera a mensagem do Evangelho? (por favor, seja específico, responda com o mesmo intento que demonstraste para falar de questões pequenas e irrelevantes).

      6. “Pouco importa se o Jesus que morreu na cruz é totalmente homem e totalmente Deus?”
      Essa não é a questão do livro?

      “O engraçado é que você falou que o livro não passa doutrina, mas o amor e o perdão de Deus também são doutrinas! A questão é que aparentemente você acha que pouco importa se Deus ou Cristo é retratado direito, o importante é o amor. O amor emotivo é mais importante que o Autor do amor.”

      Eu falei que não é intenção do autor doutrinar ninguém (não distorça minhas palavras). O que importa é amar a Deus, e isso consite em obedecer os seus mandamentos e não em retratá-lo.

      Um abraço meu querido!
      (espero a resposta da minha pergunta).

    18. Kalinka Izé Silva Diz

      Olá, algum tempo depois… estou eu lendo seus diversos debates e comentários sobre o livro, eu o li, e concordo com o Thiago em muitos argumentos, se somos crentes devemos usar a Bíblia e o Evangelho como filtro para toda e qualquer leitura; não devemos ser bitolados em achar que tudo o que classificam como herege ou satânico não devemos nem chegar perto, então não leiam Platão ou Aristóteles, não estudem, não façam faculdade, vivam dentro das paredes do templo lendo somente a Bíblia e nada mais, nada de livros de romance, de ficção científica, de filmes de terror, não assistam tv, etc etc, Gente, acordem, vivemos neste mundo em que todos criticam e precisamos estar vacinados e não de olhos vendados como querem muitos pregadores. Percam tempo ENSINANDO o que Cristo nos deixou de herança, ensine O Caminho, A Verdade e deixe que o livre arbítrio do homem seja seguido. Aprendam que não é se afastando do pecado/de satanás/de heresias/etc, que você se aproxima de Deus; mas é justamente se aproximando de Deus que todo o resto fica para trás, automaticamente, pois o Espírito Santo que está dentro de você te retira as “nuvens” dos olhos e você entende melhor o que Deus quer de você e seu amor é tão infinitamente grande que te completa. Por que perder tempo acusando? Percam tempo ensinando o Evangelho, esta é a missão que nos foi deixada. Quanto ao livro, é ficção, mas a moral é que ensina o amor incondicional de Deus Pai e ensina o homem a perdoar até mesmo seu pior inimigo (aquele que lhe causou dor), todo o resto é comédia, herege? sim, não está baseado nas escrituras, logo é herege, e daí? se o cristão for verdadeiramente cristão, saberá filtrar as palavras, assim como temos que fazer nos cultos onde MUITOS pregadores falam heresias, faz parte da vida. Temos que saber onde pisamos, na vida precisamos ler muitas coisas, e muitas delas vão contra o que cremos, isto não abala nossa fé, ao contrário, fortalece, a gente lê e começa a rir, pois os autores até tentam nos ensinar algo, mas se estamos firmes na rocha, nada nos abala; mas para isto é preciso ter fundamentos, base, alicerce… se tua fé é fraca, até um comentário no trabalho te desvia. Abre o olho irmão, fortaleçam sua fé em Cristo, o único salvador, o único caminho que leva ao Pai, amem seus inimigos ainda mais seus amigos, proclamem o evangelho e no mais, sejam usados por Deus através do Espírito Santo. Amém.

    19. Thiago Mattos Diz

      Uma pequena correção,

      no ponto 6 eu quis afirmar ao invés de perguntar:

      Essa não é a questão do livro!

  26. Thiago Mattos Diz

    Ednaldo,

    Suas respostas:

    A cabana apresenta sim uma imagem de Deus, mas não é uma imagem objetiva. Na história Deus se revela ao personagem que está envolvido num drama de vida particular e muito tenso. Deus se revela ao personagem da mesma forma que Ele se revela a nós. Considerando nossa subjetividade e o nosso próprio drama pessoal de vida. O Deus das Escritura é assim. É um Deus que convida o ser humano, vai até ele e se revela da meneira com que a imperfeição humana possa vislumbrar alguma coisa da sua natureza gloriosa e eterna. O Jesus das Escrituras é o maior exemplo disso, mas tem muitos exemplos no AT e NT que asseveram sobre isso. Você mesmo já deve ter tido as suas experiências pessoais com Deus. Deus como um amigo, um pai amoroso, um companheiro inseparável, alguém com cuidado maternal (que cuida de você como quem cuida uma criança) e etc.
    O que a cabana faz é narrar uma história fictícia sobre a relação de Deus com um personagem fictício. Não é uma descrição objetiva da natureza de Deus. É a revelação de Deus para Mack.

    Portanto essas questões sobre a Trindade são irrelevantes. É debater sexo dos anjos. Claro que a nossa crítica deve verificar distorções e reter o que é bom em tudo. Mas isso é diferente daquilo que estão fazendo aqui, especialmente Driscoll.

    O livro não pretende trazer uma doutrina sobre a trindade. É um romance, já disse. Doutrina a gente encontra nas Escrituras e não em obras de ficção.

    O amado Cristo das Escrituras é o Cristo da cabana na forma em que Mack, o personagem principal pode (e precisava) assimilar. Cristologias à parte, a dele parece não ser tão ortodoxa, mas e daí. O foco da mensagem é o relacionamento de amor e perdão.

    Tive edifiicação pessoal através do livro sim, em várias coisas. Refleti sobre relacionamento, sobre a natureza de Deus, sobre amor e perdão… Não pense que engoli tudo o que o livro escreve (ao contrário do que voce disse, não sou fã dele). Porém, detonar o livro e censurá-lo dessa maneira só porque não se sabe ler um romance é exagero! A crítica é válida mas não dessa maneira incoerente.

    compreende?

    1. Ednaldo Diz

      Na verdade você tergiversou e não respondeu minhas perguntas.

    2. Thiago Mattos Diz

      Tá bem. Retém o que é bom. Se nada presta, joga fora. Ou se preferir, me chame de herege (acredito que você não fará isso) rsrsrs.

    3. Thiago Mattos Diz

      Devo perguntar:

      Onde tergiversei? (é assim que se escreve?)

  27. Lúcia Diz

    Me falaram coisas boas desse livro, mas, quando comecei a ler até o diálogo algo começou a ficar estranho, comecei a sentir algo duvidoso. Aquele diálogo não tinha nada de real, um diálogo longo demais, até que o Espírito Santo me lembrou de um versículo: “Sejam poucas as suas palavras porque Deus está no céu e voz na terra”. Me lembrei que quando a gente ora nossas palavras precisam ser objetivas. Foi então que parei de ler o livro. Deus não age daquela forma.

    Com uma palavra Deus nos dá entendimento de tudo o que precisamos saber.
    Nosso espírito consegue compreender a mensagem que Deus quer nos dá e também o que devemos fazer.

    Romance, ficção, seja o que for, o problema é que conheço pessoas que não são crentes, leram o livro e dão uma interpretação de Deus que não é real. Daí prá vc explicar como é a realidade eles não querem ouvir.

  28. Pr João Victor Diz

    Bom, podemos aplicar Romanos 14:1 aqui não acham? Ainda que particularmente como pastor não recomendo a leitura deste livro para as minhas ovelhas, porque eu sei quanto é difícil você trabalhar para doutrinar uma igreja de forma sadia, e sei o quão fácil é para se perder tudo isso, considerando que hoje uma boa parcelo de tais denominados “crentes” (os que conheço) não fazem suas devocionais diariamente, o que se esperar então da leitura de um livro tão confuso como este. Ficção boa é o Peregrino que infelizmente não apetece muito aos leitores hodiernos, a coisa é mais “feeling” hoje. Enfim, Nós aqui do VE mantemos a posição de se algum escrito não inspirado (quanto a isso estou me referindo que qualquer escrito hoje sobre assuntos espirituais não são infalíveis tal como as Escrituras são, nenhum homem hoje escreve “soprado por Deus”) fere, ou não se adequa às Escrituras, nós vamos sim trabalhar para mostrar qual a posição bíblica sobre o determinado assunto em questão.

    Independente se é ficção ou romance, não muda o fato de que TUDO o que tivermos de fazer, deve ser feito para a Glória de Deus (1 Co 10:31), entretanto é IMPOSSIVEL glorificar a Deus à parte de Cristo, qualquer coisa não contribua para o Evangelho da Glória de Deus na Face de Cristo deve ser sim combatido (2 Co 4:4, 2 Co 4:6).

    “Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo. Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más.” 2 João 7-11

    Dica: Estudem sobre A Economia da Trindade ou a Administração da Trindade na salvação, oração e adoração.

    ‎”Quanto mais você conhecer a Cristo, tanto menos ficará satisfeito com pontos de vista superficiais a respeito dEle.” Charles Haddon Spurgeon.

    No Amor de Cristo

    Pr João Victor
    Aconselhamento Bíblico Voltemos ao Evangelho

    1. Thiago Mattos Diz

      Se as “suas” ovelhas estiverem bem alimentadas, pastor, elas não precisarão buscar pasto em outros campos. Não precisa temer quanto a isso, porque deveras, elas não são suas, são do Bom Pastor. Ensine-as ao invés de censurá-las (ou não recomendar alguma leitura).

    2. Pr João Victor Diz

      Bom você entendeu o que eu quis dizer.

    3. PC Garcia Diz

      Sou leitor do VE a tempos e sempre acompanho os posts , na maioria das vezes concordo e aprecio , mas sinceramente no caso desse post em especial , me senti bastante incomodado , não por ser defensor do livro em questão , apesar de te-lo lido e sinceramente não ter encontrado nada comprometedor do verdadeiro evangelho ou ameaçador para o cristianismo, fico incomodado que o tratado seja julgado como pretensa Doutrina da Trindade , quando não chega nem perto de possuir tal pretensão….O que dizer então de Crônicas de Nárnia de C.S. Lewis ?

    4. Vini Diz

      PC Garcia,

      Onde Nárnia diz “quando nós três penetramos na existência humana sob a forma do Filho de Deus, nos tornamos totalmente humanos”?

      Ademais, há diferenças entre as ficções. Nárnia é obviamente simbólica, usando um símbolo expresso nas Escrituras: Leão de Judá. A Cabana pode até ser, mas apresenta símbolos confusos e não baseados nas Escrituras. Outra, temos permissão para usar qualquer simbologia para representar a Deus?

    5. Thiago Mattos Diz

      Vinicius eu acho que você está tergiversando a respeito do que o PC falou.
      (gostou do termo? aprendi com o Ednaldo) rsrsrsrs

    6. Vini Diz

      Na verdade, vocês que estão tergiversando (existe: http://www.priberam.pt/DLPO/default.aspx?pal=tergiversar Oo).

      Fiz várias perguntas e vocês não responderam. Caça aí brother as perguntas que eu fiz e responde. Ah e por favor nada de: “é um romance blah blah blah” Passemos disso e continuemos o debate.

      =)

    7. PC Garcia Diz

      C.S Lewis tem muita coisa ruim teologicamente falando , né? eu diria que cada de um nós tem muita coisa ruim em se tratando do Reino de Deus ….

    8. Vini Diz

      Irmão, alfinetar não é uma atitude condizente com o Evangelho que você defende =)

    9. Thiago Mattos Diz

      ?

      não entendi

    10. Vini Diz

      ah nada… rs

    11. PC Garcia Diz

      Sabia que você defenderia Nárnia , quem se atreve a dizer algo contra o grande C.S. Lewis ( sou fã também de Nárnia rs ) …ele me tergiversou , né Thiago ? estamos prestes a ir pra fogueira…rs….brincadeira amigos , tem sido um bom debate , admiro a cordialidade de todos até aqui….legal !!

    12. Vini Diz

      Gosto de Nárnia e do Peregrino. Não tenho nada contra romances per se. Mas assim como encontro erros na Cabana, também já encontrei em Nárnia, sendo o pior deles o caso do Emeth (Calormano que entra no País de Aslam no livro A Última Batalha).. Aliás, Lewis tem muita coisa boa (apontada pelo Piper, aliás), mas teologicamente tem bastante coisa ruim rs.

  29. paulo bol Diz

    Por amor ao nome de DEUS…..alguem está lembrado de Jesus e da sua palavra?

  30. Lúcia Diz

    Amados irmãos do V. E. eu amo muito vocês, eu tenho sido muito edificada aqui.
    E querem saber. Eu amo todos aqui também. Eu não sou muito chegada em ficção porque já me enganaram demais (isso é real rsrsrs nas religiões antes de me converter), por isso eu prefiro minha linda bíblia que é toda verdadeira e não me engana. Todos podem escrever livros, verdadeiros ou não, eu me ligo em Deus porque eu sei que Ele nunca vai me enganar. Nem todos podemos concordar com muitas coisas, mas, a palavra certa é do Senhor, amém? Amo vocês todos de coração.

    1. Vini Diz

      Lúcia,

      Entendeu seus traumas (passei por bocados) rs

      Mas lembre-se, a Escritura que não mente diz que nosso Pai deu alguns para “mestres e pastores” para nos ensinar. Certamente eles são falhos e certamente precisamos saber diferenciar mestres falhos de lobos em pele de ovelha e certamente só a Bíblia é nossa regra de fé e prática, mas não joguemos o bebê junto com a água suja.

      No amor de Cristo =)

    2. Thiago Mattos Diz

      Catei suas perguntas.

      Olha lá…

  31. Alisson Barateli Bodelon Diz

    …agora sim!
    A paz do Senhor Jesus, Pc!
    Meu mano, “os padrões” (como queira) já haviam sido estabelecidos por Cristo! Insisto, há um “padrão”, uma “forma”, um “modelo”, um “corpo” doutrinário original, que não podemos “perder de vista”! Isso caracterizava a doutrina apostólica! E o movimento da Reforma Protestante na Europa, por sua vez, foi caracterizado por este resgate de valores espirituais-doutrinários que haviam sido soterrados no campo manipulador, interesseiro, sórdido, corrupto e corruptor da religiosidade católica “apostólica” romana! Misericordia Pc!!! Não se prenda aos incidentes negativos do movimento, sei que existiram vários, a história que o diga! Todavia, é preciso levar em consideração suas próprias circunstâncias históricas, políticas e religiosas, muito embora, saiba que nada disso justifica na verdade tais incidentes. Mas longe nós, a acusação de termos criado “mais um sistema religioso reformado do que uma Igreja reformada”, que “mais criou muros do que libertou verdadeiramente”! Como um filho da reforma protestante e, por conseguinte, um herdeiro de todos os seus bens, não posso ficar quieto, em face de um comentário tão infeliz de sua parte. Todos os assim chamados “reformadores” na história da Igreja, sacudiram de sobre os seus ombros o jugo de régras e doutrinas humanas do Império Pagão Romanista. Não se deixaram engessar! Protestaram contra todos esses abusos e absurdos em nome de Deus e do cristianismo, pagando um preço caríssimo! Preço de sangue, preço de vidas! E quantos precisaram ser martirizados para que hoje pusessemos, livres do engano e da abominação da missa, bem como de toda “ditadura eclesiástica romana”, cultuar a Deus livremente?! Foram verdadeiros heróis da fé! Conheces tu a Confissão de Guanabara? É preciso ter respeito por tanto sangue derramado! Não foi derramado em vão! Foi derramado por uma causa nobressíssima! Pois como disse o profeta Isaías, “o nobre projeta e realiza coisas nobres em sua nobreza”! Não consegues tu perceber a nobreza de espírito desses homens (no sentido genérico; homens e mulheres!)?! A nobreza do espírito do movimento?! É por isso que temos tanto apreço por nossas confissões, pois por amor a Cristo, muitos morreram por elas, a preferirem negar as suas convicções!
    E ainda quanto ao livro Pc…leia sim A Cabana, O Casebre, O Barraco, O Sobrado, O Palácio e O Edifício! Estude mesmo de tudo o máximo que puder! Isso é muito louvável! Sobretudo, na condição de cristão que és, as doutrinas do Evangelho da Graça Divinal, por serem as crenças doutrinárias corretas, tão essenciais para o nosso relacionamento com Deus, bem como para fazermos um ligação correta entre a verdade e a experiência. Millard Ericson nos fala algo interessante a este respeito. “Pense”, ele diz, “como em uma analogia, que, no treinamento de agentes para reconhecer dinheiro falso, o Departamento de tesouro dos Estados Unidos não usa inúmeras notas falsificadas, mas, sim, os expõem continuamente ao dinheiro americano genuíno, até que conheçam seu tato e aparência. No final, eles serão capazes de detectar uma imitação, não meramente pela presença de elementos estranhos, mas também pela falta de elementos corretos ou alguma variação neles.” Creio que é exatamente isso que devemos fazer na condição de “Igreja do Deus Vivo”, “Coluna e Baluarte da Verdade”! Não podemos abrir mão da singularidade das Escrituras, de Cristo e do Seu Evangelho!
    Saúde, Irmão Pc Garcia! Desejo que em tudo Deus lhe abençoe!
    “Em questões essenciais, unidade;
    em assuntos de dúvida, tolerância e liberdade;
    e em tudo, em todas as coisas, amor, caridade!”
    Somente a Deus glória!

    1. PC Garcia Diz

      Alisson meu querido em Cristo,
      Vou ser claro e simples em expressar minha opinião diante de todas as suas palavras . Creio sim, que do dito movimento de reforma muitas coisas boas vieram , claro ! Mas sinceramente analisando as denominações protestantes , as escolas teológicas , as doutrinas oriundas de cada dito reformador , como o calvinismo e arminianismo , não vejo nisso nada de Deus , mas sim do homem .
      Sobre estar livre das missas , me perdoe a opinião grosseira , mas nossos cultos em pouco se diferem das missas , repletos de liturgia e ritos , onde têm mais valor a teologia e os sermões com boa homilética do que o relacionamento e a comunhão do corpo ….
      A religião verdadeira se perdeu , onde estão os cristãos ? Temos cristianismo , mas poucos cristãos , temos igreja como denominação e local de reunião , não mais como pessoas , temos teologia como doutrina e chamamos isso de palavra de Deus , comunhão do corpo é dia de culto (geralmente aos domingos) ….Alisson , devemos isso a reforma ? Então é esse fruto da reforma que rejeito e busco algo novo em Cristo…”A religião que Deus, o nosso Pai aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo. ”
      (Tiago 1:27)

  32. Alisson Barateli Bodelon Diz

    Irmão Vini, a paz do Senhor Jesus!
    Quando disse ao irmão Pc Garcia que “lhe responderia mais abaixo, por conta da péssima visualização das palavras naquele campo de resposta, que já havia encurtado demais”, não atribuí nenhum sentido pejorativo no que digitei. Não que o “sistema de comentários” seja péssimo. Nada disso! Apenas não conseguia digitar e, consequentemente, visualizar bem a descrição mesmo! Não tem do que se desculpar! Aliás, já ha um bom tempo acompanho o trabalho de vcs e o divulgo na recomendação!
    Graça sobre graça sobre vós outros!
    Saúde amigo!

  33. Uelington Diz

    Li os comentários e percebi que a discussão se passa também pelo campo: Escritura X Experiência. Longe de mim ser interpretado como alguém que desvaloriza as escrituras sagradas, mas ela deve sim ser questionada. Nosso entendimento é renovado na medida em que a questionamos. Longe de mim ser interpretado como alguém que desvaloriza a reforma e os reformadores, mas eles também não são intocáveis! Nenhum humano é! E o único que teve uma vida perfeita, digna de ser imitada, não escreveu nada e valorizou a experiência acima de tudo. Fico imaginado como é que Jesus nos julgaria se nos visse limitando a experiência sob as rédeas da escritura. Mas é até difícil pensar isso, porque nosso instinto idólatra e empirista de valorizar o que vemos, tocamos, observamos com os sentidos substitui a cobra de metal, o bezerro de ouro, as estátuas, as imagens dos santos por um livro físico. Livro este, que é sagrado na medida em que acompanhado da experiência.
    Não faria sentido acreditar nas escrituras se não houvesse a experiência proporcionada pelo espírito santo de que aquela palavra é verdadeira. Não faria sentido conhecer o Deus que se apresenta nas escrituras se não pudéssemos senti-lo em nossa realidade, em nossos dias, em nosso íntimo. Escrituras há aos montes, mas o que torna a Bíblia uma escritura sagrada é a experiência pessoal com Deus que se manifesta também (e não só) através dela.

    O engraçado disso, é que eu me lembro de que esse cenário não é novo. Jesus já se deparou com homens que valorizavam as escrituras acima da experiência. E, mesmo que nunca tenha negado a importância das escrituras, ele criticou os guardiães dela que se esqueciam que experiência dá sentido às escrituras, e não está abaixo dela.

    Acho válido o trabalho dos irmãos que se mantêm sempre em alerta para o surgimento de novas Heresias, não duvido que o livro também carregue um pouco delas, mas não consigo imaginar alguém que em algum momento não tenha dito/acreditado em alguma heresia. É só pensar que, para os diversos segmentos doutrinários do protestantismo hoje em dia, a maioria é herege para o outro. Não há consenso nem entre os pentecostais!
    Atire a primeira pedra aquele que estiver livre de qualquer heresia. E eu lhe direi que essa certeza e convicção que tu tens é a mesma que um “herege” tem. O que diferencia vocês dois? A experiência! Porque ela sim é inconfundível, desde que aceitemos que não é limitada. É singular na medida em que é única pro indivíduo, e plural quando se acredita que é de várias formas.

    No mais, eu sei que assim como as escrituras geraram no passar dos séculos diferentes e diversas interpretações, ela não foi capaz de, por si só, se fazer entendida consensualmente, que dirá eu! que posso – e vou – ser interpretado de acordo com as armas e os ídolos de quem me lê.

    Paz irmãos! E sejam piedosos, se a crítica vier diretamente a mim.

    1. Vini Diz

      Ueligton,

      Por favor considere as palavras do apóstolo Pedro falando da experiência dele no monte da transfiguração:

      Nós mesmos ouvimos essa voz vinda do céu, quando estávamos com ele no monte santo. Assim, temos ainda mais firme a palavra dos profetas, e vocês farão bem se a ela prestarem atenção, como a uma candeia que brilha em lugar escuro, até que o dia clareie e a estrela da alva nasça em seus corações. (2 Pedro 1:18-19)

      A Palavra de Deus é mais firme que qualquer experiência nossa.

      Paz

    2. PC Garcia Diz

      Uelington meu caro,
      Concordo em tudo e é exatamente essa a minha linha de pensamento , ” a letra mata , mas o Espírito vivica” , a teologia que deveria conduzir os homens rumo a experiência com Deus , infelizmente os têm afastado….onde se encontram mais ateus hoje em dia é nas cadeiras dos seminários teológicos , infelizmente!!!

    3. Alisson Barateli Bodelon Diz

      Irmão Pc Garcia, saudações!
      Quando o apóstolo Paulo fez menção da “letra” que “mata”, sua intenção era distinguir o “ministério da morte”, um ministério de “condenação” (o que significa que ele falava da lei de Moisés ; da antiga aliança), do ministério do “Espírito da Graça” (nova aliança). O contraste exposto no contexto da passagem é entre a “lei do Espírito da vida” e “a lei do pecado e da morte”! Não que a lei seja pecado; a questão é que pela lei, nos tornamos conscientes do pecado, e por sua vez, de nossa justa condenação! A lei não absolve ninguém; a graça sim! O caráter da lei é condenatório, punitivo, portanto, a lei mata (não a teologia! Que loucura!); já a graça vivifica! “A lei foi dada por intermédio de Moisés ; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo”! Novamente, eis o contraste! A lei diz, faça e viva ; a graça diz creia e viva! E por fim, a lei condena o melhor, o mais virtuoso dentre os homens ; mas a graça justifica livremente o mais vil ou o pior dentre os homens! Paulo trabalhou praticamente de modo exaustivo essa questão, irmão Garcia, em sua teologia. Em uma boa instituição teológica, estudamos e aprendemos coisas assim, o que resulta em crescimento e fortalecimento na fé, e não o contrário disso.
      Obs: Desta feita, também respondo ao seu comentário do dia 21/11/11 às 18:48, em resposta ao meu, pois me parece irmão Garcia, que sempre que você se refere à teologia, um sentido pejorativo de sua parte lhe é imposto.
      Em Cristo,
      seu irmão Alisson, alguém que considera a Teologia como “a Rainha de todas as ciências”.
      Saúde meu mano!
      Somente a Deus glória!

  34. Paulo Emmanuel Diz

    abri por curiosidade e li uma frase, na hora vi que era totalmente dispensável…mas agradeço todo o trabalho de voces em trazer a luz mais uma obra satânica.
    A paz…

    1. Thiago Mattos Diz

      Este é o tipo de mente esquizofrênica que vê obra do diabo em tudo, e que é alimentada por esse tipo de apologética.

    2. PC Garcia Diz

      Como bem diria Lutero : ” até o diabo é o diabo de Deus ”

      ixeeeee , agora ferrou….serei apedrejado thiago !! RsRsRs

    3. Vini Diz

      Parece que sua intenção não tem sido mais de edificar os irmãos, Garcia. Mas de parecer um herege descolado ou na sua cabeça “alguém que entende o evangelho, enquanto os outros estão todos enganados” (com exceção do Thiago, apesar de eu não ter certeza se o Thiago concordaria com sua indagação a Jeniffer).

      De qualquer modo, parece-me. Cada um analise seu próprio coração.

    4. Thiago Mattos Diz

      É com relação a ira vindoura?

      Concordo que Cristo nos salva da ira de Deus. Mas da maneira com que a Jenifer fala sobre pregar a ira ou como se a realidade do inferno fosse um meio de coerção para as pessoas se voltarem para Deus com medo de serem condenadas é algo que não concordo. Falar da ira de Deus não produz arrependimento. É a graça, a bondade, as misericórdiasa de Deus que produzem arrependimento. Falar da ira produz consciencia do temor devido a Deus e da seriedade do pecado, mas arrependimento não.

      “Ou será que você despreza as riquezas da sua bondade, tolerância e paciência, não reconhecendo que a bondade de Deus o leva ao arrependimento?” Rm 2.4

    5. Vini Diz

      Thiago,

      É certo de que a bondade de Deus nos leva ao arrependimento, mas também é certo que Sua bondade brilha mais sobre o pano da nossa depravação e da justa condenação de Deus.

      O amor de Deus só será visto como incondicional (num é o termo que melhor descreve, creio que o melhor seja imerecido, pois Deus levou sim em questão nossos pecados e mesmo assim decidiu nos amar – mas é uma questão de termos) se primeiro vermos à barreira que teve que ser superada, a expressa inimizade entre uma humanidade caída e a deidade.

      Então, para mim pelo menos, pregar sobre a ira e a justiça de Deus não é um modo de coerção, mas de magnificar a cruz e o amor de Deus demonstrado lá.

    6. Thiago Mattos Diz

      Perfeito.

      Mas continuo achando que “incondicional” é o melhor termo para caracterizar amor de Deus. Pois Deus não condiciona o seu livre ato soberano de amar aos nossos pecados. Ele não deixa nem mesmo que o seu ser Deus o condicione. Ele, Amor
      incondicional se limita a condição humana por amor (nota o paradoxo?) . Não considerou o fato de ser Deus…(Fp). Deus é um constante e eterno transbordar-se de si mesmo. Não encontra limitações nem em si mesmo. Isso é graça. Graça de Deus! Aleluia! Ele é a expansividade de seu ser. Ele é amor. Incondicional.

  35. Thiago Mattos Diz

    Vinicius,
    como você disse que queria debater, estou colocando meus argumentos (e continuo aguardando as suas respostas).

    Quando um pastor ou alguma liderança da Igreja faz um tipo de censura (como esta do Mark Driscoll) a um livro (diga-se de passagem, um romance “mamão com açucar”, como disse certo irmão) isso vai soar nos ouvidos da Igreja como uma regra, uma lei (e é aqui que estão as pitadas de legalismo). Isso porque vivemos numa cultura altamente paternalista e personalista, onde a palavra da pessoa que simplesmente carrega um título de pastor (ou de líder de algum ministério) se reveste de características normativas. Mas a nossa norma de fé é a Bíblia! Mesmo as Igrejas históricas, por exemplo, herdeiras da noção do sacerdócio real de todos os crentes, são afetadas por essa ideia mundana de hierarquia. O que o pastor fala tem muito peso, mesmo se ele falar uma bobagem. Mesmo se ele agredir a liberdade cristã. Será mais fácil alguém se sujeitar a certos tipos de regras e censuras. A função de um pastor, ou de qualquer um que se coloque na função de patorear, é de orientar, admoestar e não de tomar posturas coercivas de proibir, censurar, ou até mesmo não recomendar (principalmente nesse caso do livro de Young). Acredito ser mais sensato dizer para as pessoas lerem tudo (tudo é recomendável, leiam de Peregrino a Harry Poter) mas, (e é aí que vem a orientação pastoral) se tirarem algum aprendizado, subjuguem-no à depuração da Palavra de Deus testemunhada na Escritura.

    Mas tudo bem. O tio Calvino estudou Direito e ele mesmo criou uma legislação (não secular mas vinculada a Bíblia) para a cidade de Genebra. É claro, dado o contexto da época, é justificável. Mas esse é o ponto fraco desse calvinismo puritano. Ele herdou essa noção de lei comportamental, esse rigor instituído, essa mecanização da vida cristã. E é por isso que, às vezes, não há espaço para a reflexão ética, pois não se questiona uma lei, se obedece.(inclusive o titio Calvino mandou uns hereges pra forca também).

    Reitero que é exagerada e desleal a crítica ao livro:

    1. Porque conforme a Bíblia e a história da Igreja primitiva e antiga, o que caracteriza uma heresia é a sua qualidade sectária e o falso ensino. O livro não se encaixa nessas características, pois não se propõe ao ensino, nem arroga exclusividade da verdade.

    2. Sua característica literária não está sendo levada em conta. É um romance e não uma abordagem descritiva e objetiva da doutrina cristã.

    3. A crítica se concentra num ponto não-fundamental para o Evangelho, as esmiucidades da doutrina da Trindade. Paulo combateu os judaizantes, João, o Gnosticismo, os pais da Igreja, o grande herege Marcião e outros… Todos movimentos sectaristas e exclusivistas (seitas). Os neo-apologetas de hoje combatem uma obra altamente herética e subversiva que vem alcançando milhares de leitores: um romance em linguagem subjetiva baseado na experiencia fictícia de um personagem (também fictício) em crise de fé. Lamentável!

    4. Mesmo que fosse heresia, uma heresia nunca deveria ter a sua leitura censurada (ou não recomendada). Heresias servem de conteúdo pedagógico para afirmar com mais segurança em quê nós cremos (mas sempre existe esse temor exagerado de que as pessoas sejam enganadas e se percam. Um calvinista nem deveria pensar desta meneira!).

    Estou aberto a comentários e críticas

    Abraços fraternais

    1. Vini Diz

      Lindo, agora que tal fazer o que você disse e se basear na Bíblia?

    2. Thiago Mattos Diz

      Isso é tudo o que você tem a dizer? (que decepcionante, de novo aquele discurso escapista de se basear na Bíblia). Então prove onde o meu discurso não está baseado no ensino das Escrituras. Vamos falar sobre Tito (o exemplo que tu destes), onde a minha interpretação está errada?

      Bem, chega! Já te fiz inúmeras perguntas. (cata elas por aí).

      Você queria debater, então argumente com consciencia Vinicius.

      Estou esperando as tuas respostas.

    3. Vini Diz

      Discurso escapista que você também usou alguns comentários atrás.

      Na boa, estou em fim de semestre na faculdade. Sem vontade de continuar os eternos debates com você.

      Abraço

    4. Thiago Mattos Diz

      Então beleza!

      Eu também não tenho muito tempo pra isso. Mas quando quiser retomar a conversa…
      E dessa vez foi você que me provocou, foi você que me chamou pra peleia. rsrsrsrs. (espero que as suas desculpas não sejam porque você não tem mais o que dizer).

      Um grande abraço e que Deus te abençoe!

      Ps.Mas fica esperto! Porque se tiver que criticar qualquer coisa que seja aqui no VE, tu sabes que eu não deixarei de fazê-lo. Ademais, creio que a crítica, melhor do que o elogio, produz mais aprendizado e crescimento, embora ambas nos sucitam o orgulho às vezes.

    5. gessica Diz

      Olá meus amigos, só venho fazer uma unica pergunta:

      -Alguém quer sentar no trono da sabedoria e julgar? alguém é puro e neutro o suficiente para isso?
      Pois bem vejo muito isso por aqui.

      Um abraço!

    6. Charles Fraga Diz

      Não sei porque vou perder o meu tempo, mas creio que há muito religiosismo
      da parte de todos…

      Estão igual ao povo que fica buscando capeta, ou demonio em cada nova marca de produto que aparece.

      A Biblia diz para examinarmos TODAS AS COISAS,e retei o que é bom. No mais Veja o ‘CODIGO DA VINCI’, destruiu o cristianismo? alguem morreu por causa disto?
      Este livro “A CABANA” já ajudou MUITAS pessoas sairem do buraco onde estavam e estão ae feliz servindo a DEUS, por isto, não fico preocupado em criticar, ou alimentar a neura de algumas pessoas que estaãop mais focadas em debater do que verdadeiramente ir atras das almas, e das outras pessoas… falta muito AMOR dentro da igreja, e sobra coraç~]oes soberbos como os que Cristo combateu no seu tempo (fariazismo).
      Quanto a “REFORMA PROTESTANTE”, quero dizer que não havia apenas LUTERO correndo atrás disto, a IGREJA em outros lugares já estavam vivendo a reforma a muitos anos antes dela existir oficialmente. Deus independente de LUTERO já tinha uma igreja que vivia dentro dos preceitos… E eu creio sim, que existam autores INSPIRADOS PELO ESPIRITO SANTO para escrever bons livros, e claro excelentes pregações.

      Eu como CRISTÃO, tenho que ser Inspirado por Deus em tudo que faço, pois se não for assim, demonstra que ELE não esta no TRONO da minha vida.

      Não gastem suas energias provando que estão certo, ou que eu estou errado.. gastem suas energias para levar o amor de Deus…
      Estes tipos de DEBATES so nos DEVIDEM como igreja… e é isto que temos que fugir, precisamos ser UM Nele, independente se as opiniões não são iguais, o que mais importa é que CRISTO é o nosso foco…

    7. Vini Diz

      Thiago,

      Meu personal Paladino!

      =)

    8. Thiago Mattos Diz

      eu sei eu sei…

      esse thiago é um crítico safado metido a besta. rsrsrsrs

  36. Bianca Gabriele Diz

    Confesso não ter lido todos os comentários, no entanto, li o necessário para constatar nossa carência por conhecer mais a Palavra de Deus e ter nosso eu diminuído. Não vejo nada de edificante em “A Cabana” (das coisas que podem ser retidas, em muito são inferiores aos ensinamentos que Deus já nos disponibilizou através da Bíblia). Não tenho o interesse de prolongar mais essa discussão, mas desejo expor algo…

    .. eu tinha um amigo muito influente na igreja, homem guiado por Deus, mas que em meio a uma crise (existencial, ministerial e de fé) mergulhou no livro “A Cabana” e ao invés de ter seu relacionamento com Deus restaurado; o entendimento da Graça do Pai avivado em seu coração; a certeza da vida eterna e dos propósitos de Deus … – muito pelo contrário, foi completamente influenciado por sua teoria liberalista e herética.

    (herética sim, com toda a certeza – não porque eu digo, nem porque qualquer outra pessoa aqui diga. Mas, porque Deus nos afirma).

    *Não atribuo ao livro “A Cabana” o único motivo de sua apostasia. (e sim que foi um grande agente influenciador – trouxe mais confusão ao seu entendimento)

    Fora esse caso houveram muitos outros, que demonstraram não só os danos dessa carga teológica controversa, mas também, o peso espiritual que envolve esse livro.

    *o Diabo não pára, apenas muda de estratégia. (de acordo com a época – contexto da humanidade)

    (suportemos uns aos outros em Amor – tenham a PAZ! Um forte abraço)

  37. samuel silva Diz

    Para aqueles que ainda não tiveram a revelação da graça de Deus, deixo a oração do apostolo São Paulo, Efesios 1.11-23 11 Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade;
    12 Com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo;
    13 Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.
    14 O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória.
    15 Por isso, ouvindo eu também a fé que entre vós há no Senhor Jesus, e o vosso amor para com todos os santos,
    16 Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações:
    17 Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação;
    18 Tendo iluminados os olhos do vosso entendimento, para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos;
    19 E qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder,
    20 Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus.
    21 Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;
    22 E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja,
    23 Que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.

    1. carina Diz

      acho que ninguem entendeu nada do que o altor quiz dizer fica ai comparando o livro com a biblia a todo momento e nao trechos do livroe nao captaram a essencia que deus e amor e nao o sargentao de vcs adorei ler o livro a cabana recomendaria sim a meus amigos e comovente e veridico aquele´] amor de papai para conosco ] SE E HERESIA BALELA achei otimo se eu estiver enganada so deus pra dizer nao a vcs a mim ate breve JUIZES continuem julgando condenando etc eu amo meu pai amo jesus amo o espirito santo afinal amo a deus que e todos em um so e amo vcs tambem

  38. andre silva Diz

    acho que isso e mo viagem principalmente a pregação do Marck pq deus e Deus , e ele se manifesta como quiser do jeito quiser e da forma que achar melhor se manifestar , se Deus se manifesta em uma mulher negra ou um branco magrelo eu to nem ae , pq Deus faz como quer se essa foi a experiencia la , nos so temos que orar por entendimento e nao condenar ele…

  39. Guest Diz

    Algumas críticas considero válidas, mas outras acho que são um pouco literárias de mais para uma literatura com linguagem lúdica como a do livro.

    [Mack]
    Percebeu que estava travado e que as orações e os hinos dos domingos não
    serviam mais, se é que já haviam servido […] Mack estava farto de Deus e da
    religião, farto de todos os pequenos clubes sociais religiosos que não pareciam
    fazer nenhuma diferença expressiva nem provocar qualquer mudança
    real. Mack certamente desejava mais (pág. 54 – versão digital.
    Itálico meu).

    Parece que a intenção inicial do livro não é a de levar os
    leitores a uma nova perspectiva sobre a Trindade, e sim, que eles desacreditem
    da Igreja como sendo a “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15) e sigam atrás
    de outras alternativas de encontrar Deus. Em minha opinião, esse é o maior
    perigo que o livro oferece.

    Não vejo o livro querendo fazer as
    pessoas desacreditarem na igreja, mas é fato que o “ir na igreja” não
    faz diferença, e o livro mostra isso, que a diferença é o nosso relacionamento
    com Deus. Pois é Ele que nos dá razão de estarmos em comunhão e sentido às
    nossas canções. Sem um relacionamento pessoal com Deus, isso é vazio.

    A crítica fala também sobre o autor
    ter dado a Deus a forma de uma mulher negra e muito bem humorada, e chama isso
    de paganismo. Mas vejo isso como uma forma de quebrar nossos paradigmas em
    relação a Deus. O crítico fala sobre dar forma humana a Deus, pq Deus é
    espírito. Mas o objetivo é desconstruir a imagem do Deus distante e mostrar um
    Deus que se relaciona conosco, não de desmanchar a imagem de Deus-espírito. O
    livro utiliza uma linguagem lúdica, não deve ser literal!

    Papai não respondeu,
    apenas olhou para as mãos dos dois. O olhar de Mack seguiu o dela, e pela
    primeira vez ele notou as cicatrizes nos punhos da negra, como as que
    agora presumia que Jesus também tinha nos dele. Ela permitiu que ele
    tocasse com ternura as cicatrizes, marcas de furos fundos, e finalmente Mack
    ergueu os olhos para os dela (pág. 86. Itálico meu).

    Embora
    Jesus seja Deus, sabemos que não foi Deus, o Pai, quem morreu na cruz. Deus não
    tem as marcas dos pregos em seus punhos, como A Cabana quer que
    acreditemos.

    A história é uma ficção, a ideia passada neste trecho do livro
    seria de que Deus saberia qual foi o sofrimento de Cristo e que a morte d’ele
    foi uma prova de amor de Deus também. Lembrando que é uma linguagem lúdica e
    não deve ser interpretada literalmente. Deus não é uma mulher negra, gorda e
    bem humorada, nem morreu por nós, o sacrifício foi feito por Cristo. Mas Deus
    conhece qual foi o preço tanto quanto Cristo!

    Não
    somos três deuses e não estamos falando de um deus com três atitudes, como um
    homem que é marido, pai e trabalhador. Sou um só Deus e sou três pessoas, e
    cada uma das três é total e inteiramente o um (pág. 87).

    Seria
    algo equivalente à “Metamorfose Ambulante” proposta por Raul Seixas (“eu vou
    lhes dizer agora o oposto do que eu disse antes”)? Será que dá pra confiar no
    “Deus” proposto por William P. Young?

    Pow… Não achei uma heresia isso. Talvez seja sim
    contraditório, mas enxergo como sendo poético e o texto segue dizendo a seguir
    algo que explica a ideia do autor: “Para
    que eu tenha um objeto para amar ou, mais exatamente, um alguém para amar, é
    preciso que exista esse relacionamento dentro de mim. Caso contrário, eu não
    seria capaz de amar. Você teria um deus incapaz de amar.” Bonito
    isso ;p

    Mas
    os problemas não param por aí. Como se não bastasse, o livro também nega a
    divindade de Jesus. Em uma conversa entre Mack e Papai, Mack pergunta:


    Mas… e todos os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos? Isso não prova que
    Jesus era Deus… você sabe, mais do que humano?


    Não, isso prova que Jesus é realmente humano.

    [Papai
    continua…]


    Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na minha vida e no
    meu poder de trabalhar com ele e através dele. Jesus, como ser humano, não
    tinha poder para curar ninguém (pág. 90)

    O livro não está dizendo que Cristo não é Deus, mas
    que Ele foi totalmente humano. A bíblia fala que mesmo sendo Deus, não usurpou
    o ser Deus. Cristo foi totalmente submisso a Deus. E como ser humano, Jesus não
    possuia poderes para curar ninguém, assim como nós também não possuimos. Mas
    através da nossa dependencia de Deus, Ele nos dá autoridade e poder. Tanto é,
    que Cristo fala que coisas maiores faríamos!

    “deixara cair uma grande tigela com algum tipo de
    massa ou molho no chão, e a coisa tinha se espalhado por toda parte” (pág. 95),
    o que rendeu boas gargalhadas a Mack e Papai. Era só o que faltava: um Jesus
    todo atrapalhado!

    Pow… Daí exagerou no sensacionalismo, né! Esse é um romance, não um
    livro científico onde tudo deve ser levado a sério. Foi só um momento de
    descontração na história!

  40. Lisa Diz

    Algumas críticas podem ser válidas, mas acho que em outras considero que foram radicais de mais em uma literatura com linguagem lúdica! Pode até ser que em partes o autor tenha distorcido a verdade da bíblia, mas como a mesma nos ensina, analisemos tudo e retenhamos o que é bom, e o livro tem, sim, muita coisa boa =) Mas preciso discordar com o crítico em algumas coisas =/
    ***[Mack]

    Percebeu que estava travado e que as orações e os hinos dos domingos não
    serviam mais, se é que já haviam servido […] Mack estava farto de Deus e da
    religião, farto de todos os pequenos clubes sociais religiosos que não pareciam
    fazer nenhuma diferença expressiva nem provocar qualquer mudança
    real. Mack certamente desejava mais (pág. 54 – versão digital.
    Itálico meu).
    Parece que a intenção inicial do livro não é a de levar os
    leitores a uma nova perspectiva sobre a Trindade, e sim, que eles desacreditem
    da Igreja como sendo a “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15) e sigam atrás
    de outras alternativas de encontrar Deus. Em minha opinião, esse é o maior
    perigo que o livro oferece.***
    Não vejo o livro querendo fazer as
    pessoas desacreditarem na igreja, mas é fato que o “ir na igreja” não
    faz diferença, e o livro mostra isso, que a diferença é o nosso relacionamento
    com Deus. Pois é Ele que nos dá razão de estarmos em comunhão e sentido às
    nossas canções. Sem um relacionamento pessoal com Deus, isso é vazio.
    A crítica fala também sobre o autor
    ter dado a Deus a forma de uma mulher negra e muito bem humorada, e chama isso
    de paganismo. Mas vejo isso como uma forma de quebrar nossos paradigmas em
    relação a Deus. O crítico fala sobre dar forma humana a Deus, pq Deus é
    espírito. Mas o objetivo é desconstruir a imagem do Deus distante e mostrar um
    Deus que se relaciona conosco, não de desmanchar a imagem de Deus-espírito. O
    livro utiliza uma linguagem lúdica, não deve ser literal!
    ***Papai não respondeu,
    apenas olhou para as mãos dos dois. O olhar de Mack seguiu o dela, e pela
    primeira vez ele notou as cicatrizes nos punhos da negra, como as que
    agora presumia que Jesus também tinha nos dele. Ela permitiu que ele
    tocasse com ternura as cicatrizes, marcas de furos fundos, e finalmente Mack
    ergueu os olhos para os dela (pág. 86. Itálico meu).
    Embora
    Jesus seja Deus, sabemos que não foi Deus, o Pai, quem morreu na cruz. Deus não
    tem as marcas dos pregos em seus punhos, como A Cabana quer que
    acreditemos.***
    A história é uma ficção, a ideia passada neste trecho do livro
    seria de que Deus saberia qual foi o sofrimento de Cristo e que a morte d’ele
    foi uma prova de amor de Deus também. Lembrando que é uma linguagem lúdica e
    não deve ser interpretada literalmente. Deus não é uma mulher negra, gorda e
    bem humorada, nem morreu por nós, o sacrifício foi feito por Cristo. Mas Deus
    conhece qual foi o preço tanto quanto Cristo!
    ***Não
    somos três deuses e não estamos falando de um deus com três atitudes, como um
    homem que é marido, pai e trabalhador. Sou um só Deus e sou três pessoas, e
    cada uma das três é total e inteiramente o um (pág. 87).
    Seria
    algo equivalente à “Metamorfose Ambulante” proposta por Raul Seixas (“eu vou
    lhes dizer agora o oposto do que eu disse antes”)? Será que dá pra confiar no
    “Deus” proposto por William P. Young?***
    Pow… Não achei uma heresia isso. Talvez seja sim
    contraditório, mas enxergo como sendo poético e o texto segue dizendo a seguir
    algo que explica a ideia do autor: “Para
    que eu tenha um objeto para amar ou, mais exatamente, um alguém para amar, é
    preciso que exista esse relacionamento dentro de mim. Caso contrário, eu não
    seria capaz de amar. Você teria um deus incapaz de amar.” Bonito
    isso ;p
    ***Mas
    os problemas não param por aí. Como se não bastasse, o livro também nega a
    divindade de Jesus. Em uma conversa entre Mack e Papai, Mack pergunta:

    Mas… e todos os milagres? As curas? Ressuscitar os mortos? Isso não prova que
    Jesus era Deus… você sabe, mais do que humano?

    Não, isso prova que Jesus é realmente humano.
    [Papai
    continua…]

    Fez isso como um ser humano dependente e limitado que confia na minha vida e no
    meu poder de trabalhar com ele e através dele. Jesus, como ser humano, não
    tinha poder para curar ninguém (pág. 90)***
    O livro não está dizendo que Cristo não é Deus, mas
    que Ele foi totalmente humano. A bíblia fala que mesmo sendo Deus, não usurpou
    o ser Deus. Cristo foi totalmente submisso a Deus. E como ser humano, Jesus não
    possuia poderes para curar ninguém, assim como nós também não possuimos. Mas
    através da nossa dependencia de Deus, Ele nos dá autoridade e poder. Tanto é,
    que Cristo fala que coisas maiores faríamos!
    ***“deixara cair uma grande tigela com algum tipo de
    massa ou molho no chão, e a coisa tinha se espalhado por toda parte” (pág. 95),
    o que rendeu boas gargalhadas a Mack e Papai. Era só o que faltava: um Jesus
    todo atrapalhado!***
    Pow… Daí exagerou no sensacionalismo, né! Esse é um romance, não um
    livro científico onde tudo deve ser levado a sério. Foi só um momento de
    descontração na história!

  41. Avner Marra Diz

    Pior que a mentira é a ”meia verdade”!!! Acorda galera, se o livro não é 100% bíblico ele não pode ser considerado um livro cristão! Seja o vosso sim,sim e o vosso não, não! O livro contém heresias sim e por isso deve ser descartado das nossas cabeceiras. Sendo ele romance, cientifico, religioso ou não, quando se trata do caráter, aspecto e imagem de nosso Deus-Pai, Filho e Espírito Santo devemos ter toda cautela e atenção para não ser enganado, o que por sinal o livro conseguiu fazer com grande parte do nosso povo.

  42. Davi Diz

    Falou tudo! Concordo com você.

  43. Heldo Menezes Diz

    Que bom pastor, que ainda existem homens como o senhor para abrir os olhos daqueles que nada veem, li o livro e concordo plenamente com o senhor, principalmente quando se fala da trindade, que Deus levante homens nessa nação e no mundo inteiro para em nome de Jesus desfazer as obras do diabo, Deus abençoe e te guarde pastor, um abraço, Pr. Heldo.

  44. Heldo Menezes Diz

    Que bom pastor, que ainda existem homens como o senhor para abrir os olhos daqueles que nada veem, li o livro e concordo plenamente com o senhor, principalmente quando se fala da trindade, que Deus levante homens nessa nação e no mundo inteiro para em nome de Jesus desfazer as obras do diabo, Deus abençoe e te guarde pastor, um abraço, Pr. Heldo.

  45. Heldo Menezes Diz

    Que bom pastor, que ainda existem homens como o senhor para abrir os olhos daqueles que nada veem, li o livro e concordo plenamente com o senhor, principalmente quando se fala da trindade, que Deus levante homens nessa nação e no mundo inteiro para em nome de Jesus desfazer as obras do diabo, Deus abençoe e te guarde pastor, um abraço, Pr. Heldo.

  46. Sousa Diz

    Religiosos e falsos. Presos em suas próprias concepções de Deus e de que são os donos da verdade! É isso que vcs são!!! Deus não quer esse mecanismo em que vocês vivem de achar que a religião de vocês está certa. Deus quer um relacionamento intenso como Ele, como fala nesse livro. Vocês são como os escribas do tempo de Jesus que acham na religião um escape para tudo. Deveriam conhecer Papai como Ele é…

    1. Vinícius Musselman Pimentel Diz

      Souza, você fez uma afirmação sobre Deus: “Deus não quer esse mecanismo em que vocês vivem de achar que a religião
      de vocês está certa. Deus quer um relacionamento intenso como Ele”.

      Devo entender que por fazer uma afirmação sobre Deus você se acha o dono da verdade?

    2. Sousa Diz

      Não deve pensar que sou dono da verdade não. Deve parar de querer brincar de Deus e julgar todo mundo. E olhar mais pra dentro de você para ver no que você está fazendo e começar a viver o amor que Ele nos ensinou ao invés de trazer o julgamento que o mal faz!!!

    3. Vinícius Musselman Pimentel Diz

      Você está me julgando? Afinal está falando que eu devo fazer algo, pressupondo que não o faço. Você está me julgando?

  47. Cristão Diz

    E essa coisa de apresentar o Pai e o Espírito Santo em forma feminina remonta ao Gnosticismo. Livro maldito!

  48. Albert Lenon Diz

    Essa é sua visão do livro, uma visão baseada em teologia e crenças. Cada um acredita no que convém.
    O livro sem dúvidas aproximou muitas pessoas a Deus, mas há poucos que se deixam influenciar por uma literatura. Há verdades reveladas na maior parte dos capítulos, sendo que a ideia central é o amor divino. O ser humano nasceu para amar o ser humano e Deus não ama religiões, ele ama pessoas.

    1. Rayanni Emilly Diz

      Eu simplesmente concordo com isso :S
      Eu nunca vi na Bíblia, e se você que tá lendo já viu alguma coisa relacionada a "Deus ama somente aos cristãos" você me diga onde tem isso pfvr :S

  49. Igreja Batista Felicidade Diz

    O problema é que eles ensinam um evangelho distorcido. JESUS é o único caminho que nos leva a Deus, e não um dos caminhos.
    “Se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebeste, seja anátema”! (Gl 1.9)

  50. Emilly Diz

    Isso mesmo. É trágico tudo ser levado ao “pé da letra”. O livro é uma FICÇÃO. E sabem o ínicio do livro? Tem muita gente passando o mesmo que o personagem “Mack” passou durante a história. Sabe o modo de pensar em Deus somente como um deus mau que só faz cobrar de você? Então, esse livro ele ajuda a você ver Deus não somente como “mau” mas como um Deus que lhe ama e me faz lembrar o versículo da Bíblia que diz: “Porque meu jugo é suave, e meu fardo é leve.” Não quero dizer que tudo pra Deus seja feito de qualquer jeito, bem pelo contrário. Vamos a um exemplo: Você vai a igreja durante todas as reuniões. “Louva” que parece ser uma bença. Mas pra quê serve se você não está fazendo com amor ao próprio Deus? Se é pra ele, porque não está fazendo de coração, sabe? Então… O que eu quero dizer? Eu quero dizer que Deus nunca vai cobrar de nós, aquilo que não suportamos, mas Ele sempre está com a gente Õ/ E nos ama muito! Pensa aí: Você daria seu único filho por pessoas que te ignoram, que não acreditam em você, que fazem piadas ao seu respeito e que tratam como lixo aqueles que te seguem? ^-^

  51. Paula Rodrigues Diz

    João 1:12; João 11:52; Romanos 8:16; 1 João 3:1-10 Efésios 1:5 apenas alguns textos dentre os vários que vc pode encontrar se for ler a bíblia mesmo.
    Extrai desse site que dá uma ótima explicação. E ainda bíblica como tem que ser.

    http://www.gotquestions.org/Portugues/filhos-Deus.html

  52. Rômulo Diz

    O grande problema é que se as pessoas acordarem e percebessem que quando Jesus se sacrificou e o véu que dividia o altar se rasgou, não precisamos de “templos”, “altares”, muito menos de “líderes” que fazem daquilo que eles chamam de “casa de deus” um leilão. por isso eles não querem que ninguém entre na “cabana”, por isso que não se vê mais grupos de estudos da bíblia, e quando há sempre é controlado por eles, assim todos se mantém iguais bebês só se alimento do leite que te dão e não procuram evoluir com Deus, só pensam na evolução pessoal, na contra a conseguir sucesso pessoal, mas o que você faz para ajudar a quem precisa? prefiro pegar 10% do salário e comprar cestas básicas para eu mesmo doar, sem ninguém ficar sabendo, sem precisar desfilar sorridente até uma urna, com aquele ar de “olhe para mim irmãos, olhe como sou abençoado”, Deus nunca foi nem nunca precisou de mídia, ele não é pop star, ele está com você quando se ajoelha no escuro ao lado da sua cama, quando você e Ele estão a sós, me enoja ver muitas pessoas fingindo falar em línguas, Deus sempre se manifestou dessa forma com algum objetivo e quem estava em volta sempre entedia o que era dito, nunca acontecia como se vê muitos fazendo, falando sempre as mesmas palavras e que ninguém sabe oque foi dito, tudo que Deus faz tem um motivo, e não vejo nada de divido em ficar gritando, pulando, rodando no chão, ou qualquer outra coisa que mais parece um bando de alucinados numa rave, a única coisa importante nisso tudo é que segundo o livro de apocalipse o fim se aproxima com uma velocidade enorme.

  53. Rômulo Diz

    Não a perigo de procurar Deus fora das “igrejas” foi por isso que o véu do templo se rasgou quando Jesus morreu e o espírito santo passou a habitar em cada um de nós, um batismo eterno, e Jesus ensinou o caminho, ide por todo mundo e pregai o evangelho, “IDE”, não “pare onde está, sente-se no banco, escute a palavra, cante uns hinos, de para igreja tudo o que tem e vá para casa”. Bom mais cada busca a Deus da maneira que achar melhor, eu só senti de verdade sua presença quando estava sozinho no meu quarto ajoelhado do lado da cama, sem ninguém pra me olhar e dizer, nossa como ele é abençoado, a igreja pode não te algemar como um vício, mas ela de venda os olhos e tampa os ouvidos na ilusão da religião.

  54. Rosana Costa Diz

    esse livro " a cabana" é uma armadilha do inimigo…ele tem algo maligno nele….senti-me mal apos ler um trecho dele…é como se meu coração tivesse apertado…

  55. Rosana Costa Diz

    esse livro " a cabana" é uma armadilha do inimigo…ele tem algo maligno nele….senti-me mal apos ler um trecho dele…é como se meu coração tivesse apertado…

  56. Tania Silva Diz

    SÓ ACHO QUE AS PESSOAS NÃO SÃO TOLAS Á PONTO DE ACHAR QUE O LIVRO É UMA BÍBLIA SABEM MUITO BEM QUE É SÓ UMA HISTÓRIA DE UM HOMEM QUE SE RELACIONA COM DEUS MAIS EM SI NÃO É UMA HISTÓRIA DE SE APEGAR COMO UMA BÍBLIA E ACHAR QUE OS PERSONAGENS E JESUS SÃO DAQUELE JEITO MESMO DUAS MULHERES E UM HOMEM A CONFUSÃO MENTAL VAI DE PESSOAS QUE MAL SABEM SOBRE JESUS,ENFIM NÓS NÃO CONHECEMOS O SENHOR JESUS AINDA PRA DIZER COMO ELE VERDADEIRAMENTE É AQUELE LIVRO AJUDA SIMPLESMENTE AS PESSOAS TER VONTADE DE CONHECER Á JESUS VERDADEIRAMENTE :)

  57. Tania Silva Diz

    CONCORDO PLENAMENTE COM VOCÊ AS PESSOAS FALAM DE MAIS O QUE NÃO SABEM :)

  58. Tania Silva Diz

    AMADOS O LIVRO É APENAS PARA DAR VONTADE ÁS PESSOAS DE QUEREREM SE APROXIMAR DE DEUS E CONHECER ELE COMO ELE REALMENTE É O LIVRO NÃO É BASEADO NA BÍBLIA É APENAS UMA HISTORIA PARA PESSOAS QUE NAO CONHECEM Á JESUS CRISTO TER VONTADE DE CONHECE-LO ENTENDAM E NÃO SEI NÃO MAIS DEVE TER PESSOAS AQUI QUE NEM LERAM E ESTÃO FALANDO ENFIM PENSEM NISSO “O LIVRO NÃO É BASEADO NA BÍBLIA” É SÓ UM LIVRO NORMAL QUE APROXIMA PESSOAS Á CONHECER DEUS. UM ABRAÇO Á TODOS !

  59. Dalmo Marinho Diz

    Essa é a sua opinião sobre o livro, respeito, mas, discordo. Em minha experiência, e de muitas outras pessoas que tive o prazer de compartilhar sobre a leitura, senti uma presença muito forte do Espírito Santo e ao contrario do que propõe, creio que o único motivo por tantas criticas teológicas ao livro se dá exclusivamente pelo foco dado pelo autor ao explicar o amor de Deus, enquanto os teólogos vêm uma bíblia politica o autor olha para o relacionamento de Deus conosco.

    Não sei se leu o livro todo ou procurou textos específicos, mas, notei que critica a não autoridade de Deus e a ausência de confrontos, cita os personagens da trindade mas não faz menção a Sophia, personagem protagonista do maior confronto e convencimento do livro.

  60. Wesley Davi Diz

    É um bom livro. Tem erros sim. mas o livro não fala somente sobre a Trindade mas sim como um homem arruinado pelos acontecimentos da vida, pode Encontrar Deus e confiar nele. Temos que entender que é ficção. Eu concordo que tem erros teológicos de certo modo "grandes", mas traz consigo uma boa mensagem. Obrigado pelo espaço cedido. fiquem com Deus todos vocês. obrigado.

  61. Pr-Ewerton Padilha Diz

    Pois muitos tem deixado de congregar por causa de livros como esse. Devemos viver em defesa da fé, proposta nas Escrituras Sagradas.

  62. Alex Gomez Diz

    E assim caminha a cristandade… Os que acham o livro “A Cabana” uma mera obra de ficção, “inofensiva”, se encaixam perfeitamente nas profecias para os últimos tempos: ” Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
    1 Timóteo 4:1-2″
    O verdadeiro cristão se apega a Palavra pura e cristalina… O que esperar de um turbilhão de confusões e más interpretações, da existência de milhares de religiões, denominações chamadas “igreja A, igreja B, C,D”, de seitas megalomaníacas?… Acontece isso…Abrem-se margens para o erro… Querem saber qual o local em que o Senhor revela que o cristão deve adorar e congregar? “Onde dois ou três estiverem reunidos EM MEU NOME…”… A cristandade se afastou da pureza do Evangelho… Buscando seus próprios interesses e doutrinas que divergem entre si, denominação a denominação… O Um Só Corpo não se estabelece onde os membros aprendem e praticam doutrinas e costumes diferentes… É na doutrina dos apóstolos que a igreja ( cada cristão individualmente e todos coletivamente, não um templo, uma instituição terrena, com sede, clero, cargos, altares, vestes sagradas, e tantos elementos copiados da antiga dispensação dada a Israel) recebe as instruções para o congregar e adorar EM ESPÍRITO E EM VERDADE… Há muita confusão e péssimo testemunho, principalmente no meio denominado “evangélico”… Falsos mestres implantando ensinos deturpados, especialmente com relação a escatologia e eclesiologia, nas mentes de muitos crentes a décadas… Por isso não é de se espantar que tantos crentes estejam simpatizando com esse herético livro…

  63. Alex Gomez Sacra Diz

    "NÓS NÃO CONHECEMOS O SENHOR JESUS AINDA PRA DIZER COMO ELE VERDADEIRAMENTE É AQUELE LIVRO AJUDA SIMPLESMENTE AS PESSOAS TER VONTADE DE CONHECER Á JESUS VERDADEIRAMENTE "… Quando vc diz "nós" entendo como os que desconhecem a verdade sobre a Palavra de fato, e ainda não conhecem a Jesus verdadeiramente, como um cristão nascido de novo… Tal é o efeito desconstrutivo que uma "inofensiva" história de ficção estabelece sorrateiramente nas mentes mais desatentas… Sinceramente, se vc acha que este livro ajuda a conhecer ao Senhor Jesus Cristo, volte e leia tudo que foi argumentado sobre a intenção herética do autor de "A Cabana"…Leia e busque direção DO SENHOR, em uma fonte puríssima: A Bíblia… E aproveitando, recomendo um blog de um irmão que evangeliza e responde a dúvidas sobre diversos assuntos sobre a bíblia: http://www.respondi.com.br/2011/11/deus-ama-apenas-os-eleitos-e.html

  64. Lhorruanna Dias Diz

    Ok… Concordo em partes na sua comparação com o verdadeiro envangelho pregaddo pela biblia, mas como muito ja falaram, a história é uma ficção e me ajudou bastante no meu pior momento espiritual, claro, não me basiei completamente em tudo o que estava no livro, mas com ele aprendi a acreditar em um Deus misericordioso, bondoso e amoro, que a sua graça me basta e que eu nao posso ser feliz sem estar dependente dele.
    Bem, o livro é uma história e nao um descritor do que pode ser ou não a santíssima trindade.
    Ahh !! senhores teólogos, com todos os seus estudos na biblia, vocês deveriam saber que é um absurdo se colocarem como os donos da verdade.
    Deus, não nos proíbe de nada, a prova disso é o livre arbítrio, devemos apenas tirar os pontos positivps da história, como se fosse qualquer conto ou romance.

  65. Heldo Menezes Diz

    Que bom pastor, que ainda existem homens como o senhor para abrir os olhos daqueles que nada veem, li o livro e concordo plenamente com o senhor, principalmente quando se fala da trindade, que Deus levante homens nessa nação e no mundo inteiro para em nome de Jesus desfazer as obras do diabo, Deus abençoe e te guarde pastor, um abraço, Pr. Heldo.

  66. Matheus Santiago Silva Diz

    O livro não tende a substituir a bíblia e nem mesmo esta intenção. Existem sim muitos pontos controversos, alias um livro escrito por homens vcs esperariam o que? A perfeição? por isso existe a bíblia que foi escrito por homens também, mas com inspiração divina. Meus amados, aquilo que edificar coloque em um bolso com fundo e pratique no dia a dia. O que não for, coloque em um bolso sem fundo. Simples assim, despreze. O Fato é que tenho tirado muita coisa boa deste livro, como exemplo a comunhão da Trindade que não se restringe a hierarquia e lideranças. Deixando claro que a opinião e livre, e esta é a minha. Graça e Paz.

  67. Julio Cesar Guimarães Diz

    Eu achei interessante esse livro, não por ter uma boa teologia, mas porque pode ser usado para debater já que a teologia no Brasil é fraca e deliberadamente ignorada pelas igrejas no Brasil,…

  68. Julio Cesar Guimarães Diz

    Na minha opinião, se a igreja não da a resposta e o conforto as almas sofridas e perturbadas, o diabo dará com certeza,…

  69. Heldo Menezes Diz

    Que bom pastor, que ainda existem homens como o senhor para abrir os olhos daqueles que nada veem, li o livro e concordo plenamente com o senhor, principalmente quando se fala da trindade, que Deus levante homens nessa nação e no mundo inteiro para em nome de Jesus desfazer as obras do diabo, Deus abençoe e te guarde pastor, um abraço, Pr. Heldo.

  70. Juliano Cesar de Oliveira Diz

    Ótimo texto de resenha. Meus parabéns! Amei a maneira que vc usou para se expressar, me fez se interessar pelo livro….mas vc já leu o livro reverso… se trata de um livro arrebatador…ele coloca em cheque os maiores dogmas religiosos de todos os tempos…..e ainda inverte de forma brutal as teorias cientificas usando dilemas fantásticos; Além de revelar verdades sobre Jesus jamais mencionados na história…..acesse o link da livraria cultura…a capa do livro é linda ela traz o universo como tema.
    http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=78725243

  71. Filipe Diz

    Por isso este livro é descrito como um livro de FICÇÃO, e não como “Baseado em fatos reais” ou “Inspirado na bíblia”. Você querer debater este livro como uma verdade, é como querer desclassificar os filmes ‘Guerra nas Estrelas’, ‘Transformers’ ou ‘Guerra dos Mundos’, da nossa realidade, ou dizer: “Não assista Avatar, pois o reino de Pandora não existe”. É inútil e perca de tempo, uma vez que, no próprio verso do livo diz: ” Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A Cabana.” E quem esta em busca de verdades, não procuraria um livro de ficção, não é verdade? Então, na moral, relaxai cara, se vocês quer algo realmente, e igualzinho o que esta na Bíblia, leia a Bíblia, mas leia em grego e hebraico, pois até em português tem erros de tradução!

  72. Sabrina Diz

    Definitivamente existem pessoas que não sabem absorver nada de bom na vida e apenas vivem de teorias e julgamentos. O livro é uma ficção, em momento algum é dito que a história é verídica. Que pena que há quem seja tão “conhecedor da Bíblia” e tão pouco de Deus! É notável que a intenção do autor ao escrever esta obra é lembrar às pessoas que o que Cristo veio fazer aqui foi viver e ensinar o que é amor. O livro faz o leitor lembrar que Deus existe e é amor. Não se trata de religião, pensamento filosófico ou nova teoria, mas sim de uma estória – ficção – que quis falar de perdão, paciência, fé e amor. Os homens julgam e reproduzem ódio por tudo e em nome de Deus. Chega de teorizar Deus.

  73. William segura Diz

    Não concordo…. Engraçado que por não ser a Bíblia comeca muito mimimi, começam a discordar e primeiramente se fosse uma heresia tecnicamente Deus não ia querer tanto sucesso… E eu vejo o escritor como cristão pq os frutos que ele Deus foi maior que o seu…. E Jesus mesmo disse que faríamos coisas muito maior que ele.. E essa crítica à igreja e perfeita, esse livro fez eu voltar a casa de Deus fez eu ter amor novamente e seu texto só tenta retirar a fe das pessoas…. Desculpe mas a correção tbm e de Deus para os dois lados…

  74. Stefany Paiva Diz

    Tem algum artigo falando sobre os erros teologicos do outro livro do Young, que é A Travessia?

  75. Lucas Galarce Diz

    Se as parábolas de Jesus fossem transformadas em filmes e maquiadas com outros elementos, nomes e personagens, também seriam consideradas “heresias” ou “blasfêmias”. O problema do cristão é que não abre sua mente para compreender coisas divinas que são apresentadas no nosso dia-a-dia. A vida real e a ficção tem muito pra falar de Deus, basta abrir os olhos e ouvidos.

  76. Berto Oliveira Diz

    Resumindo: quem não leu, não perca tempo. Se os neurônios comicharem, faça palavras cruzadas.

  77. Erick Dias Diz

    O Livro/Filme A Cabana és uma obra de Ficção. Tomar isso como ensino é ANÁTEMA.

  78. Rony Furtado Diz

    Até Eu que sou ateu gostei do livro. Não levem tudo ao pé da letra rsrs o livro é um ótimo entretenimento.

  79. Vitor Casetta Diz

    As pessoas se preocupam cada vez mais e mais e apontar o certo e o errado, qual a religião certa ou qual a errada.
    Gente para com isso e vamos viver, não existe certo e errado quando se trata do amor divino. Acordem pra vida pois essa discussão de vocês causa ainda nos dias de hoje guerras. O ser humano não esta preparado para nada a não ser apontar o errado e dessa forma engrandecer o EGO. Sinto pela humanidade !!!

  80. Deconhecido Diz

    Deu sono. Pena algumas pessoas não perceberem o quão enorme Deus é ele tem mais coisas pra fazer do que ficar julgando pessoas, ele é grande por si só e só como nos amar com valores de filho dele, é justo isso é obvio tal coisa nos leva a aprender sobre ele e a vida, caminhos com “espinhos” fazem da dor uma lição. A visão de Deus no livro é incrivel a conclusão que vocês tiraram sobre não, Deus não quer saber sua raça ou credo por que ele é o principio e como em todo principio tem amor é só isso que Ele quer de nós.
    (A biblia é um livro incrivel, porem aceitemos o fato de que a muitos anos ela vem sendo modificadas por homens que colocam seus propios ideais nela.)

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