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12 perigos a se evitar na pregação expositiva

Mark Dever corretamente descreve a pregação expositiva como “a pregação que toma, para o ponto de um sermão, o ponto de uma passagem particular da Escritura”.

No entanto, tenho ouvido (e pregado!) sermões que pretendem ser expositivos, mas que se enquadram em algo inferior. Abaixo estão doze armadilhas: cinco que não fazem da mensagem de uma passagem a mensagem do sermão e, assim, abusam do texto; cinco que falham em conectar o texto à congregação; e duas que falham em reconhecer que a pregação é, em última análise, obra de Deus.

Nenhuma destas observações é original. Muitas eu aprendi na Eden Baptist Church, em Cambridge, em meados dos anos 90. Outras eu peguei ao longo do caminho. Desde que escrevi um artigo similar alguns anos atrás, eu incluí algumas sugestões que pessoas fizeram para serem adicionadas. Eu estou certo de que você pode pensar em outras.

Impostores que falham em ver o texto

1) O “Sermão Infundado”: o texto é mal entendido

2) O “Sermão Trampolim”: o ponto do texto é ignorado

3) O “Sermão Doutrinário”: a riqueza do texto é ignorada

4) O “Sermão Atalho”: o texto bíblico é apenas mencionado

5) O “Sermão Sem Cristo”: o sermão interrompido sem o Salvador

Impostores que falham em ver a congregação

6) O “Sermão Exegético”: o texto fica não aplicado

7) O “Sermão Irrelevante”: o texto é aplicado a uma congregação diferente

8) O “Sermão Privado”: o texto é aplicado somente ao pregador

9) O “Sermão Hipócrita”: o texto é aplicado a todos, menos ao pregador

10) O “Sermão Desajustado”: o ponto da passagem é mal aplicado à congregação presente

Impostores que falham em ver o Senhor

11) O “Sermão Sem Paixão”: o ponto da passagem é falado, não pregado

12) O “Sermão Sem Poder”: o ponto da passagem é pregado sem oração

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Artigo completo

Leia o artigo completo e descubra com mais detalhes o perigo por trás de cada um desses doze pontos.

Clique aqui para ler o artigo completo.[/dt_call_to_action]

Por: Mike Gilbart-Smith. © 2015 9Marks. Original: Expositional Imposters (Expanded).

Este artigo faz parte do 9Marks Journal.

Tradução: André Aloísio Oliveira da Silva. Revisão: Vinícius Musselman Pimentel. © 2014 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: MinisterioFiel.com.br. Original: Expositores Impostores.

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

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7 Comentários
  1. Guilherme Diz

    Quer dizer então se alguém não pregar dentro desses fundamentos, seria um impostor ? então seria 80% da igreja brasileira sendo impostores diante do púlpito ? poderia ser colocado como, ainda não chegaram o conhecimento de fazer uma pregação expositiva ou algo parecido, mas chamar de impostores ? discordo totalmente !

    1. Vinícius Musselman Pimentel Diz

      Guilherme,

      Impostores no sentido de não pregarem expositivamente, não no sentido de serem “falsos pastores”.

      Por Cristo e pelo Evangelho (Mc 8.35), Vinícius.

    2. Juarez Rodrigues de Oliveira Diz

      A meu ver, não deveria existir o “nosso modo de pregar”. Deixando de lado as hermenêuticas da vida e os seus artifícios psicologizados, humanizados e humanistas, cuja finalidade é agradar o freguês, a pregação deve ser são somente o ensino da Palavra de Deus, visando ao discipulado dos convertidos, para que vivam em santidade de vida crescente, testemunhando a maravilhosa salvação recebida pela graça. Só isso. Com essa convicção, vejo a esmagadora maioria dos pregadores e pastores como impostores, falsos profetas. Alguns, enganados pelo autoengano do pecado, outros, vigaristas profissionais, ä semelhança do que sempre ocorreu no Israel do V.T. Afinal, como ensina Salomão, nada há de novo debaixo do sol. Portanto, não se pode esperar algo diferente, já que somos apenas a continuação da história. Uma coisa nós podemos ter certeza: os eleitos não serão enganados.

  2. amarildo Verli. Diz

    Concordo com meu irmão Guilherme pois sem uma explicação prática do que seria o correto, acabamos achamos que o “nosso”modo de pregar seriua o certo.Impostores?Não todos!Uma boa parte…tavez.

    1. Vinícius Musselman Pimentel Diz

      Amarildo,

      Você chegou a ler o texto completo no Ministério Fiel? Lá ele dá mais exemplos.

      Por Cristo e pelo Evangelho (Mc 8.35), Vinícius.

  3. Nelson Isabel Rato Diz

    O mundo precisa é de sermões no poder do Espírito Santo, para verdadeiramente levar à conversão homens e mulheres, e a Igreja do Senhor à verdadeira santidade

  4. Renato Diz

    O primeiro grupo de sermões parece ser o tipo mais comumente usado quando não se tem tempo para preparar a mensagem, ou quando não se tem conhecimento do assunto ou quando falta vontade do pregador em fazer, sermão sem alma.

    O segundo grupo é impossível existir quando o pregador está em sua congregação e nela ele já tem uma história escrita há muitos anos… a menos que ele seja um “cara de pau incurável”, mas é o grupo que mais existe quando o pregador, que faz uso fácil do primeiro grupo, vai pregar em uma congregação que não é a dele… eita, que te muito!

    Já o terceiro grupo eu acredito que seja relativamente novo… falta a alguns pregadores o que tem faltado em abundância a muitos crentes… conversão, convicção e paixão.

    Post muito bom… é pra se pensar de dia e de noite!

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