R.C. Sproul (1939-2017)

O ministro presbiteriano R.C. Sproul, um dos mais influentes popularizadores da teologia reformada desde o final do século XX e início do século XXI, entrou no gozo do seu Senhor e Salvador em 14 de dezembro de 2017, após complicações do enfisema. Ele tinha 78 anos.

Porque Sproul pregava todo o conselho de Deus e desejava capacitar o povo de Deus para viver diante de um Deus santo, ele frequentemente ensinou sobre o sofrimento e a morte em suas cinco décadas de ministério.

Ele admitiu abertamente seus medos quando se tratava de morrer:

Recentemente, ouvi um jovem cristão falar: “Não tenho medo de morrer”. Quando ouvi esse comentário, pensei: “Eu gostaria de poder dizer isso”.

Não tenho medo da morte. Acredito que a morte para o cristão é uma transição gloriosa para o céu. Não tenho medo de ir ao céu. É o processo que me assusta. Não sei por que meios eu vou morrer. Pode ser através de um processo de sofrimento, e isso me assusta.

Eu sei que mesmo isso não deveria me assustar. Há muitas coisas que me assustam que eu não deveria deixar me assustar. A Escritura declara que o perfeito amor lança fora o temor. Mas o amor ainda é imperfeito e o temor continua.

Ele escreveu como seria estar no céu e identificado com Cristo:

Você pode lamentar por mim na semana anterior à minha morte, se eu estiver com medo e sofrendo, mas quando eu ofegar o último suspiro fugaz e minha alma imortal voar para o céu, estarei pulando sobre hidrantes de fogo nas ruas de ouro, e minha maior preocupação, se eu tiver alguma, será minha esposa aqui em baixo sofrendo.

Quando eu morrer, serei identificado com a exaltação de Cristo. Mas agora, estou identificado com a sua aflição.

E em um artigo intitulado “Death Does Not Have the Last Word“ [A Morte Não Tem a Última Palavra], ele escreveu:

Quando fechamos os olhos na morte, não deixamos de estar vivos; antes, experimentamos uma continuação da consciência pessoal.

Ninguém é mais consciente, mais atento e mais alerta do que quando passa pelo véu deste mundo para o próximo.

Longe de cair no sono, somos despertados para a glória em todos os sentidos.

Para o crente, a morte não tem a última palavra. A morte se rendeu ao poder conquistador do Único que ressuscitou como o primogênito de muitos irmãos.

A missão, a paixão e o propósito da vida de R.C. Sproul eram os mesmos do ministério Ligonier, a organização paraeclesiática que ele ajudou a fundar na década de 1970: “proclamar a santidade de Deus em toda sua plenitude para o maior número de pessoas possível”. Ele via o seu trabalho como preenchendo uma lacuna entre a escola dominical e o seminário, ajudando os cristãos leigos a renovarem as suas mentes enquanto aprendiam a doutrina, ética e apologética cristãs, tudo a serviço da vida vivida Coram Deo, diante da face de Deus.

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Robert Charles Sproul — chamado por seus pais R.C. Sproul III — nasceu em Pittsburgh, Pensilvânia, em 13 de fevereiro de 1939, o segundo filho de Robert Cecil e Mayre Ann Sproul.

Um fã ávido de Steelers e Pirates [1], os esportes eram uma grande parte de sua vida. Mas aos 15 anos, R.C. precisou abandonar o atletismo do ensino médio para ajudar no sustento de sua família, já que seu pai, um veterano da Segunda Guerra Mundial, sofreu uma série de derrames debilitantes. R.C. Sproul II — a pessoa mais importante na vida de seu filho — faleceu durante o último ano do ensino médio de R.C. As suas palavras finais foram: “Filho, combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”. RC, que tinha visto o pai ler com fidelidade a Bíblia, nunca a havia lido e não reconheceu que aquela era uma citação do apóstolo Paulo. Ele repreendeu o seu pai: “Não diga isso!”. Para sua vergonha, essa seria a última coisa que Sproul disse ao pai.

R.C. nasceu de novo em setembro de 1957, durante o primeiro fim de semana de seu primeiro semestre no Westminster College, uma escola presbiteriana progressista a uma hora ao norte de Pittsburgh. Seguindo a orientação de calouro, R.C. e seu colega de quarto (com quem ele jogou beisebol na escola) queriam deixar seu campus sem bebidas para ir a uma cidade vizinha beber. Quando chegaram ao estacionamento, R.C. colocou a mão no bolso e percebeu que estava sem os cigarros da Lucky Strike. Eles voltaram para o dormitório, que tinha uma máquina de cigarros.

Quando ele começou a colocar suas moedas na máquina, o melhor jogador do time de futebol americano os convidou para se sentarem com ele. Sproul começou a fazer perguntas. Eles acabaram falando por mais de uma hora sobre a sabedoria de Deus. Que impacto isso foi para R.C. pela primeira vez em sua vida, pois ele estava ouvindo alguém que parecia conhecer pessoalmente Jesus. O jogador de futebol citou Eclesiastes 11.3 (“caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará”) e R.C. viu a si mesmo como esta verdade: morto, corrupto e apodrecendo. Ele voltou para o dormitório naquela noite e orou a Deus pedindo perdão. Posteriormente, observou que ele provavelmente foi a única pessoa na história da igreja a ser convertida através desse versículo em particular.

R.C. era ignorante bíblica e teologicamente. Nas primeiras duas semanas de sua vida cristã, ele lê toda a Bíblia e foi despertado pela primeira vez para a santidade de Deus, especialmente através do Antigo Testamento.

Em fevereiro de 1958, a namorada de R.C., Vesta — quem conheceu no primeiro ano escolar e namorou de modo inconstante, desde o início do ensino médio — veio de sua faculdade em Ohio para visita-lo. Depois de participar de uma reunião de oração com R.C, ela também entregou a sua vida a Cristo.

No verão após o antepenúltimo ano em Westminster e a graduação de Vesta na faculdade, R.C. e Vesta se uniram em casamento, em 11 de junho de 1960.

No ano seguinte, Vesta trabalhou na escola enquanto R.C. escreveu a sua tese de graduação em filosofia sobre “As implicações existenciais de Moby Dick“ e viu seus queridos Pirates ganharem a World Series.

Em agosto de 1961, a primeira filha dos Sprouls, Sherrie, nasceu, e R.C. se inscreveu no Seminário Teológico de Pittsburgh, que era filiado à United Presbyterian Church in the USA (Igreja Presbiteriana Unida nos Estados Unidos da América – a maior denominação presbiteriana na América na época).

Durante o seminário, ele começou a ter aulas com o professor de História da Igreja de 47 anos, John Gerstner (1914-1996), um calvinista conservador na escola progressista. R.C. se opunha fortemente à teologia reformada

Eu desafiei Gerstner na sala de aula, uma vez após outra, tornando-me uma peste. Resisti por mais de um ano. Minha rendição final veio em estágios. Estágios dolorosos. Iniciou quando comecei a trabalhar como pastor estudantil em uma igreja. Escrevi uma nota para mim mesmo que eu mantinha em minha mesa em um lugar onde eu sempre poderia vê-la.

VOCÊ DEVE CRER, PREGAR E ENSINAR O QUE A BÍBLIA DIZ SER A VERDADE, NÃO O QUE VOCÊ QUER QUE A BÍBLIA DIGA SER A VERDADE.

A nota me atormentava. Minha crise final veio no meu último ano. Eu tinha um curso de três créditos no estudo de Jonathan Edwards. Passamos o semestre estudando o livro mais famoso de Edwards, The Freedom of the Will [A Liberdade da Vontade], sob a tutela de Gerstner. Ao mesmo tempo, tive um curso de exegese de grego no livro de Romanos. Eu era o único aluno nesse curso, éramos somente eu e o professor de Novo Testamento. Não havia lugar algum em que eu pudesse me esconder.

A combinação foi demais para mim. Gerstner, Edwards, o professor de Novo Testamento e acima de tudo o apóstolo Paulo, eram uma equipe formidável demais para eu resistir.

Sproul, o calvinista relutante, veio abraçar a teologia reformada e ver Gerstner como um mentor teológico ao longo da vida.

Embora R.C. desejasse entrar no ministério pastoral, Gerstner o encorajou a fazer um trabalho de doutorado na Free University of Amsterdam sob G.C. Berkouwer (1903-1996), o principal teólogo holandês no mundo reformado. A família Sproul se mudou para a Holanda em 1964 para iniciar o programa de R.C.

Mas já no segundo semestre na universidade, durante a primavera de 1965, R.C. obteve uma licença de um ano para retornar aos Estados Unidos, já que Vesta estava grávida de seu segundo filho e a mãe de R.C. estava doente. Ele foi indicado para ensinar filosofia em sua alma mater [2], Westminster College, durante esse intervalo. Naquele verão, em 1º de julho, sua mãe entrou na glória. E no mesmo dia, nasceu Robert Craig Sproul (R.C. Sproul Jr.), seu único filho. Duas semanas depois, R.C. foi ordenado como ministro na United Presbyterian Church in the USA. (Em 1975 ele se uniu à PCA – Presbyterian Church of America: Igreja Presbiteriana da América).

Em vez de voltarem para a Holanda, os Sprouls ficaram nos EUA, onde Sproul ensinou no Gordon College (Massachusetts) e depois em Conwell School of Theology (Filadélfia). Ele continuou seus estudos sob Berkouwer à distância e retornou em 1969 para fazer provas, o que lhe permitiu receber o diploma de “drs.” (doctorandus) equivalente a um mestrado, o que lhe permitiria começar a escrever uma dissertação. Mas os esforços do ministério prevaleceram, e ele nunca completou a sua dissertação e, portanto, não obteve um doutorado de Amsterdã. (Mais tarde, ele recebe um doutorado do Whitefield Theological Seminary, não credenciado, com base em todos os seus escritos para a igreja).

De 1969 a 1971, R.C. serviu como ministro associado de teologia e evangelização na Igreja Presbiteriana College Hill em Cincinnati, Ohio. Uma pessoa influenciada por esse ministério foi Dora Hillman, uma viúva de 65 anos de um magnata industrial em Pittsburgh.

Em fevereiro de 1970, a Sra. Hillman visitou R.C. e Vesta em Cincinnati para propor um plano em colaboração com outros líderes cristãos da área de Pittsburgh: um centro de estudo e conferência cristãos em 52 acres de terra a uma hora ao leste de Pittsburgh no Vale Ligonier, com R.C. como o teólogo principal de ensino junto com outros da equipe.

Os Sprouls aceitaram esse chamado e, em 1971, mudaram-se para a pequena aldeia de Stahlstown, a uma hora ao leste de Pittsburgh. O Ligonier Valley Study Center [Centro de Estudo do Vale Ligonier] foi modelado em parte a partir do ministério de L’Abri, da Francis Schaeffer, na Suíça. Os alunos comiam e dormiam na casa dos Sprouls e em outras casas do complexo, enquanto o ensino acontecia formal e informalmente ao longo da semana. Um novo ministério de áudio logo se desenvolveu, e R.C. começou a viajar pelo país ministrando em seminários e conferências.

A década de 1970 viu o início da carreira de escritor de R.C. Os primeiros títulos mostram o alcance de seus ensinos e interesses: The Symbol: An Exposition of the Apostles’ Creed [O Símbolo: Uma Exposição do Credo dos Apóstolos] (P&R, 1973); The Psychology of Atheism [A Psicologia do Ateísmo] (Bethany, 1974), Discovering the Intimate Marriage [Descobrindo o Casamento Íntimo] (Bethan, 1975), and The Inerrant Word [A Palavra Inerrante]. Ele continuaria escrevendo ou editando mais de 60 livros, incluindo um romance, uma biografia e vários livros infantis.

O volume sobre inerrância surgiu de uma conferência sobre Inspiração e Autoridade da Escritura, que ocorreu em Ligonier no outono de 1973, com mais de 100 convidados. Os palestrantes da conferência incluíam John Gerstner, J.I. Packer, John Frame e Clark Pinnock. R.C. escreveu a Declaração de Ligonier sobre Inerrância Bíblica, que foi ainda mais refinada e desenvolvida, culminando na Declaração de Chicago de 1978 sobre a Inerrância Bíblica.

Em 6 de maio de 1977, o Centro de Estudo do Vale Ligonier lançou um boletim mensal, chamado Tabletalk, após um tempo de ensino informal sobre Martinho Lutero. O boletim acabou se tornando uma revista, com leitores estimados em um quarto de milhão de pessoas em 50 países.

Em 1984, o Centro de Estudo do Vale Ligonier foi renomeado Ligonier Ministries [Ministério Ligonier] e transferido para Orlando, Flórida. R.C., que ensinava em quatro meses do ano no Reformed Theological Seminary em Jackson, Mississippi, tornou-se o primeiro reitor acadêmico no campus RTS Orlando, que começou em 1989.

Em 1985, Tyndale House Publishers em Wheaton, Illinois, publicou “A Santidade de Deus“, que talvez seja o seu livro mais importante.

Em 1986, Tyndale publicou “Eleitos de Deus“, que argumentava o entendimento calvinista sobre a predestinação divina.

Posteriormente, ele diria que se alguém pudesse ler qualquer coisa dele, recomendaria esses dois livros.

A minha maior preocupação em escrever todos os livros que escrevi é ajudar as pessoas a entenderem quem é Deus e quem nós somos.

Esses dois livros, penso, em primeiro lugar, apontam para a majestade transcendente de Deus e, em segundo lugar, para a soberania de Deus.

Essas duas ideias informam o nosso entendimento sobre Deus, sobre Cristo, sobre nós mesmos e sobre toda a gama do pensamento cristão, que é o material fundamental que uso para introduzir as pessoas a essas coisas.

Uma das grandes distinções do estilo de ensino de R.C. era o uso de um quadro-negro, mesmo quando a tecnologia avançou muito além dessa ferramenta de sala de aula. Isso permitia que os leigos se sentissem como se estivessem em uma sala de aula do professor Sproul, que se recusava a falar de modo simplista com eles, citando frases latinas em suas palestras, mas, de forma tão atrativa, que os ouvintes eram mais propensos a ficar atentos do que a ignorar. Sendo um pedagogo mestre, ele combinava uma sobriedade honesta com uma alegria evidente sobre o material e o ato de convencer seu público a seguir a sua linha de discussão. Muitas vezes seu olhar brilhava, antecipando o momento “aha!”, quando tudo se unia. Ele dava a impressão de que, enquanto era mortalmente sério sobre o assunto em questão, nunca se levava a sério demais.

Uma vez falou sobre seu estilo de ensino com Tim Challies:

Quando falamos sobre estilo de ensino, acho que algumas pessoas pensam em um estilo cuidadosamente coreografado para a comunicação. Eu nunca fiz isso. Meu estilo de ensino é apenas uma expressão de quem sou. Minha preocupação é sempre transmitir minha mensagem. A ideia de caminhar e usar um quadro-negro começou em meus ensinos de filosofia e bíblia como professor em uma faculdade.

Eu fiz um amplo uso do quadro-negro e do giz, e até hoje, prefiro muito eles a quadros brancos e pincel. Eu simplesmente gosto da dinâmica dos quadros. Você pode apagá-los facilmente, e há ações envolvidas.

Lembro uma vez que eu estava dando aulas na faculdade e minha mente ficou em branco — porque eu não usei notas, ou poucas notas nessas aulas — e eu não sabia onde estava. Então, me virei e caminhei até o quadro-negro — naquele momento, estava sem saber o que dizer — e eu peguei o giz e tracei uma longa linha e depois coloquei um ponto de exclamação no final.

Eu me virei e disse para a classe: “Vocês sabem o que isso significa?” E eles me olharam com uma grande perplexidade. Eu disse: “Permitam-me dizer o que isso significa: eu esqueci onde eu estava, e precisava fazer algo, então apenas tracei essa linha no quadro-negro. Mas agora lembro, então podemos continuar”.

O programa de rádio diário Renewing Your Mind [Renovando a Sua Mente] foi ao ar pela primeira vez em 1994.

Neste mesmo ano, a declaração ecumênica “Evangelical and Catholics Together“ [Evangélicos e Católicos Juntos] foi revelada, sendo endossada não apenas por líderes católicos romanos como Avery Dulles e Richard John Neuhaus, mas também por amigos de Sproul como Chuck Colson e J.I. Packer. R.C. viu o documento como um perigo ao evangelho, minando as verdades essenciais da justiça imputada por meio da fé somente.

Em 1995, R.C. serviu como editor geral da New Geneva Study Bible [Nova Bíblia de Estudos Genebra] (agora revisada e publicada como The Reformation Study Bible [A Bíblia de Estudo da Reforma]), após sete anos de trabalho com mais de cinquenta estudiosos bíblicos.

Em 1997, a nova e pequena congregação de Saint Andrew’s Chapel chamou R.C. para servir como seu ministro principal de pregação e ensino. Mais tarde, ele se tornou o co-pastor com a indicação de Burk Parsons. A igreja procurou permanecer firme na tradição reformada, mas sem a influência do governo denominacional, embora seus pastores fossem ordenados na PCA. Desde as suas reuniões iniciais no estúdio de gravação da Ligonier, até um cinema local, finalmente estabeleceram seu primeiro templo em 2001.

R.C. chamou esse ministério de pregação de “o destaque da minha vida”. O grande arrependimento de sua vida foi que ele esperou até que estivesse com 58 anos para proclamar a Palavra de Deus do púlpito semana após semana.

Em 2011, a Ligonier lançou a Reformation Bible College [Faculdade Bíblica da Reforma], procurando redefinir o que uma faculdade bíblica pode ser ao combinar a teologia reformada e a piedade com um currículo rigorosamente acadêmico.

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Uma vez, um homem de negócios perguntou a R.C. Sproul: “Qual é a grande ideia da vida cristã?” Ele respondeu:

A grande ideia da vida cristã é Coram Deo. Coram Deo captura a essência da vida cristã…

Essa frase se refere literalmente a algo que ocorre na presença de, ou diante da face, de Deus.

Viver Coram Deo é viver toda a vida na presença de Deus, sob a autoridade de Deus, para a glória de Deus.

Hoje, R.C. Sproul — um pecador salvo pela graça somente, por meio da fé em Cristo somente, baseado nas Escrituras somente para a glória de Deus somente — está vendo o seu Salvador face a face, e ouvindo as palavras que todos desejamos ouvir: “Muito bem, servo bom e fiel… entra no gozo do teu senhor”.

 

#1: Time de futebol americano e beisebol, respectivamente – N.T.

#2: Alma mater é uma frase latina alegórica que pode ser traduzida como “a mãe que alimenta ou nutre”. Nos EUA essa expressão é comumente usada para se referir a uma universidade ou faculdade na qual um indivíduo se formou – N.R.

Por: Justin Taylor © The Gospel Coalition. Website: thegospelcoalition.org. Traduzido com permissão. Fonte: R.C. Sproul (1939-2017).

Original: R.C. Sproul (1939-2017). © Ministério Fiel. Website: MinisterioFiel.com.br. Todos os direitos reservados. Tradução: Camila Rebeca Teixeira. Revisão: William Teixeira.

3 Comentários
  1. […] Sproul (1939-2017) foi para casa com o seu Salvador sexta-feira, aos 78 anos. (Leia a nota de falecimento, por Justin Taylor). O ex-pastor de St. Andrews Chapel e fundador do Ministério Ligonier também […]

  2. Calebe Mark Diz

    Que bênção ter sido contemporâneo desse gigante da fé cristã!

  3. Helenildes da Silva Diz

    Estou na Fé Reformada há 7 anos. Comecei a assistir e ouvir seus sermões assim como ler alguns de seus escritos há menos tempo. Porém o que eu posso dizer é que lembrar de Sproul é lembrar de alguém que viveu para glória de Deus.
    Isso é o que mais importa na vida de um cristão.
    Soli Deo Gloria!

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