Liberdade e direitos para todas as mulheres (Quadrinhos)

Nesta tirinha, Adam Ford faz uma crítica às mulheres que defendem a liberdade e direito de todas as mulheres, porém defendem o aborto. Mas, e se o bebê no ventre for do sexo feminino? Eis a questão.

Por: Adam Ford. © Adam4d. Website: adam4d.com. Traduzido com permissão. Fonte: Freedom and rights for all women.

Original: Liberdade e direitos para todas as mulheres (Quadrinhos). © Voltemos ao Evangelho. Website: voltemosaoevangelho.com. Todos os direitos reservados. Tradução: Filipe Castelo Branco.

5 Comentários
  1. Luciana Diz

    As mulheres , assim como eu, reinvidican o direito sobre seus corpos.
    Se a mulher nao quiser gerar, isso nao deve ser um problema, e nem essa mulher deve ser tratada com discórdia.
    A mulher que deve decidir sobre seus direitos de reprodução.
    Olhar para o bebê e nao olhar para a mulher parece um pouco estranho.

  2. Héber Diz

    Você pode achar um pouco estranho, Luciana, mas eu acho MUITO ESTRANHO é matar um bebê indefeso no ventre.

  3. Jair Diz

    Estranho é olhar para o seu corpo e não enxergar um bebê, uma vida formada, outro corpo. Estranho é assassinar uma vida indefesa reivindicando direito sobre seu corpo. Um visão bíblica, conceitual e natural muito míope.

  4. ACJR Diz

    Luciana,

    O corpo é seu… o corpo do bebê é dele. Querer nem sempre é poder, ainda mais neste caso. Não querer gerar é o mesmo que não querer um bebê por ter alguma deficiência. Qual será o limite?

  5. Lucas Romano Diz

    Estranho, é quando aquilo que é natural, seja a luz da fé ou da naturalidade biológica, é contraposto pela vontade moral pessoal, vontade esta que é volátil. O que é estranho, é não assumir as responsabilidades da maternidade, em razão deste argumento razo de que o corpo “é seu”, considerando que qualquer outro argumento é transitório. Se o corpo e seu, algo errado aconteceu, ou do ponto de vista secular, não havendo preocupação com os cuidados contraceptivos, seja da parte da mulher ou do homem que não respeitou seu corpo, ou, como aos que seguem a fé em Cristo: guardar seu corpo para seu cojuge até o casamento, o que certamente não gerará este “constrangimento” de outro corpo no seu; segundo é que após o matrimônio, haja vista este seja o ambiente para a criação literal de um novo ser, marido e esposa possam no tempo desejado pleitear ter ou não um filho, o que certamente não será então uma decisão moral, mas sim de vida.

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