O casamento não é uma competição, não é uma relação em pé de igualdade, como afirmam os individualistas. O casamento é um chamado ao sacrifício e ao suporte mútuo.
O povo de Deus está vivendo “nessa esperança”, o tempo entre as vindas de Cristo, quando nossa alegria se mistura com os incontáveis “gemidos” associados a um mundo caído.
Se dispor a ter filhos, a investir tempo, dinheiro e até saúde na edificação de uma vida além da sua é o maior projeto ao qual alguém pode se entregar para experimentar uma felicidade e bênção que jamais seria conhecida de outra maneira.
Precisamos desenvolver o gosto pela alegria — a alegria dele. É a alegria trinitária de conhecer nosso Pai, a alegria contente de permanecer em Cristo, habitado pelo Espírito.