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Carta de um pastor brasileiro a Bolsonaro

Caro Presidente Bolsonaro,

Escrevo sem saber se estas palavras algum dia chegarão aos seus olhos e ouvidos, mas ainda assim, a publico na esperança de que leia.

Primeiramente, parabéns. O senhor foi eleito e, acredito, a mão de Deus o levou até onde estará a partir de 1º de janeiro de 2019. Acredito assim porque a Escritura nos fala que as autoridades são ministro de Deus para fazer o bem e punir ao mau (Rm 13) e, também, é claro no livro do profeta Daniel, que é Deus quem coloca e depõe os governantes. Também porque o que vimos foi algo inédito, foi um movimento popular que o apoiou de forma tão espontânea e tão crescente. Foi impressionante ver tudo isto.

Antes de continuar, preciso esclarecer um ponto importante. Votei no senhor para a presidência da República, mas não declarei meu voto e nem fiz campanha. Isto porque queria ter a liberdade de escrever esta carta baseada nos princípios que segui, como ministro religioso que sou, sem ter influenciado partidariamente o rebanho de Cristo sobre o qual tenho responsabilidade.

Meus desejos são de prosperidade e sucesso no seu mandato. Seria para outros candidatos também, orando pela nação e pelo presidente. Mantenho o compromisso de orar frequentemente pelo senhor e pela sua equipe junto com a igreja. Me comprometo também a apoiar as justas causas que forem propostas pelo senhor e pela sua equipe, dando um voto de confiança às boas intenções de quem quer fazer o bem e punir aquele que propaga o mal, segundo a Bíblia a principal função do governo. Conte comigo como cidadão de bem que quer ver o seu bem e o bem da nação.

Dito isto, quero deixar registrados alguns temores que guardo no coração.

O primeiro deles é que, pelo fenômeno que representou sua eleição, se esqueça que foi a mão de Deus que o levou até onde está. Não é incomum que aqueles que chegam ao poder se esqueçam disso, principalmente influenciados por aqueles que estão à sua volta, lhe dando conselhos. Que o slogan da sua campanha seja verdade no seu mandato: Deus acima de todos, inclusive do Presidente da República. Que Ele infunda temor no seu coração, para que não cresça a soberba. Uma das figuras mais belas da Bíblia a respeito do governante, é que ele saiba agir como um pastor sobre o povo. E para que qualquer homem faça isto, tem que temer a Deus. Não seja um mito. Seja um homem que teme não outros homens, mas ao soberano do universo.

Outra preocupação que carrego é o que farão em seu nome e pela sua influência. Politicamente sou um liberal. Acredito no Estado mínimo, na liberdade econômica, na liberdade de consciência e religião, no direito a autodefesa. Já deixei claro que, biblicamente, o Estado deve punir o que pratica o mal e acho tolas as nossas leis e políticas públicas a respeito da criminalidade e o trato de criminosos como vitimas da sociedade. Ninguém aguenta mais essa tolices alardeadas publicamente por tantas autoridades. Avalio que seja esta umas das razões principais pelas quais a população saiu em peso para elege-lo presidente. Por outro lado, é necessário muito cuidado. O chavão “Bandido bom é bandido morto” é uma generalização perigosa. Sou, inclusive, a favor da pena capital. Porém, corremos o sério risco de usarem seu nome e ideias para o estabelecimento de violência e uso da própria maldade e crueldade. É sua responsabilidade estabelecer o tom do discurso e mostrar aos seus liderados o curso de ação legal, até mudando as leis necessárias, mas sem trazer convulsão social e violência gratuita ao meio de um povo já sofrido.

É parte clara da sua proposta combater a corrupção. Como precisamos disso! Porém, nunca esqueça que combater a “grande corrupção” não dá a quem a combate o direito a “pequenas corrupções”. As pequenas corrupções são a porta para as outras. Seja duro com os outros e consigo mesmo. Seja duro com a sua equipe e com os que estão a seu redor. Seja sóbrio com os privilégios, mesmo aqueles que são institucionalizados. O senhor bem sabe que encontrará em meio àqueles que já estão em várias posições vão lhe cercar com muitas propostas más. Rejeite-as, afaste-os. Promova campanhas para que a ética pessoal de todos os brasileiros seja elevada do patamar rasteiro no qual foi jogada por anos de descaso com o patrimônio alheio e com os direitos dos demais.

Cerque-se de homens e mulheres que amam a verdade, a justiça e a piedade. Seja humilde, inclusive nas palavras. Mantenha o respeito para com todos. Continue a rir de si mesmo, é bom para o coração. Cuide da sua casa, sua filhinha, ame-a com simplicidade e sinceridade. Gaste tempo com ela! Isso vai fazer de você um melhor presidente. Seja humilde, reconheça seus erros. Não viva de imagem, viva da verdade, com erros e acertos.

Que o Senhor te abençoe e abençoe a nossa nação.

Mauro Meister,
Marido, pai, cidadão, pastor

Por: Mauro Meister. © Coalizão pelo Evangelho. Website: coalizaopeloevangelho.org. Todos os direitos reservados. Fonte: Carta ao Presidente.

Original: Carta de um pastor brasileiro a Bolsonaro. © Voltemos ao Evangelho. Website: voltemosaoevangelho.com. Postado com permissão.

14 Comentários
  1. Jairo Grasselli Diz

    Mairo Meister, continue assim, servindo ao Senhor. Palavras sábias, e desejo que nosso presidente leia essa carta, e guarde cada palavra. E que haja conforme prometeu, Deus acima de todos e de tudo.

  2. Paulo Sérgio Diz

    Se entendi bem, o autor da carta é a favor da pena capital? Se assim for que pena …

    1. Vinicius Musselman Pimentel Diz

      Paulo, veja aqui a defesa da posição a favor e contra: https://voltemosaoevangelho.com/blog/2018/08/nossos-motivos-para-apoiar-a-pena-de-morte/

  3. Hermógenes Diz

    Pr. Mauro Meister, suas palavras são muito sérias, oportunas, convenientes. Estou certo de que o presidente eleito Bolsonaro dará a atenção que elas merecem. Para tanto, é necessário que o senhor as faça chegar até ele. Recomendo, pois, que o senhor faça uma postagem na página dele. Penso ser uma atitude correta.
    O Senhor o abençoe.

  4. Paulo Soares Drumond Diz

    “o que vimos foi algo inédito, foi um movimento popular que o apoiou de forma tão espontânea e tão crescente.”

    Respeitosamente discordo dessas afirmações. Primeiro a respeito do “ineditismo de um movimento ‘popular'”, segundo que esse foi de “forma espontânea”. Lembro que quase 90 milhões de brasileiros não votaram a favor do eleito, o que dá a ele uma baixa representatividade.

    Obs.: Em tempo, nas últimas eleições presidenciais tivemos o mesmo fenômeno.

    O reverendo fala do eleito pedir perdão por seus erros, seria bom se ele começasse a rever com quem anda: Magno Malta, Alexandre Frota, Ônyx Lorenzoni, Paulo Guedes, Alberto Fraga, Julian Lemos entre tantos outros. Ou ainda pedir perdão pelas atrocidades declaradas ao longo de seu período como parlamentar. Declarações sobre tortura, golpe, chacinas, racismo etc. Como apoiar um homem que declarou tantas aberrações contrárias à Bíblia e que NUNCA fez um pedido de desculpas público? A citação sobre Ustra já seria suficiente para tal.

    A mão de Deus que permitiu a eleição de 2018, também permitiu as de 2002, 2006, 2010 e 2014. Francamente, não me lembro de uma carta como essa nesses anos citados. Se houve, peço perdão pela minha ignorância.

    Por fim, gostaria, se possível, que o pastor publicasse textos bíblicos que justificassem a posição liberal, a favor de livre mercado etc. Sobre o estado mínimo, é um jargão que soa bem aos ouvidos, mas que na prática, resolve pouco os reais problemas que temos.

    Enfim, é triste ver o caminho que as igrejas tradicionais, por meio de suas lideranças de peso estão seguindo.

    Oro para que o Senhor Jesus volte a ser o Senhor das nossas igrejas e nos mantenha unidos em meio a tanta diversidade de ideologias e pensamentos. Que Ele possa nos manter unidos em torno da missão a qual Ele nos incumbiu.

    Deus o abençoe.

    1. George Diz

      Para mim, o comentário do Paulo é melhor que a carta escrita pelo emitente pastor. O apoio quase irrestrito e atuante da liderança evangélica ao candidato eleito foi um dos maiores vexames que já vi. A igreja não foi ensinada a respeitar e a orar pelos últimos presidentes como no momento.
      A igreja tomou posição ao lado de alguém que, como o outro candidato, não partilha de princípios bíblicos básicos. Cabe a nós orar pelas autoridades, mas ficar vigilantes quanto sua atuação para que não ultrapassem seu ofício, seja pela corrupção, seja pelo esmagamento das minorias, seja pelo autoritarismo.

    2. Sandro Rodrigues Diz

      Paulo e George, a paz! (assim posso lhes cumprimentar dado as circunstâncias das vossas respostas)

      Faço corro as vossas palavras e igualmente saio das eleições de 2018, totalmente entristecido, pela posição de vários líderes religiosos (não somente os cristãos, católicos e evangélicos) que abraçaram uma campanha desenrolada em muitas mentiras, reconhecidas tardiamente pela justiça eleitoral

      Assim como fala de Paulo, que convida o eleito ao reconhecimento de vários pontos obscuro de sua vida, convidaria ainda o nobre deputado eleito, ao verdadeiro reconhecimento de Deus, como Senhor de sua vida e Senhor da nação Brasileira, isso acontecerá no dia primeiro de janeiro, no ato da posse?

      Até aqui, para mim, JB é uma pessoa em transição de uma crença para outra, que pouco conhece, se assim a conhecesse deixaria imediatamente de verbalizar atos contra pessoas, principalmente as minorias (pretos, índios e demais que até tenho receio de colocar neste comentário). Seu último discurso via vídeo, transmitido a avenida Paulista, repleta de seguidores, expõe um homem que desconhece os verdadeiros ensinamentos de Jesus Cristo

      As vezes, penso que JB se confunde entre Saulo e Paulo, ele precisa aprender com a vida do apóstolo que após sua conversão e salvação mudou o rumo de sua vida, de perseguidor para perseguido.

      Que tenhamos paz, pela misericórdia da parte do Senhor Jesus Cristo, pois pelas mãos de JB, quero estar enganado, mas temamos por tempos difíceis

      um abraço,

    3. Camille Marques Diz

      Em primeiro lugar, Paulo Soares Drumond, George, Sandro Rodrigues, José Pereira dos Santos, Vanderley, sábias e sensatas palavras de vocês! Eu me alegro, em meio a situação que estamos vivemos, em poder ler os comentários e ver que não são todos os irmãos que apóiam um homem que contradiz as verdades bíblicas de forma tão clara.
      Em segundo lugar,
      “O senhor bem sabe que encontrará em meio àqueles que já estão em várias posições vão lhe cercar com muitas propostas más”
      Pastor Mauro, é contraditório confiar em uma proposta de fim da corrupção de um candidato que já declarou publicamente que sonega e sonegará impostos o quanto puder, sem que esse tivesse, pelo menos, pedido perdão por essas suas palavras ou dado algum pronunciamento de arrependimento desse ato. É bom relembrar que o futuro presidente JB não é novo no meio político e em seus 26 anos de atividade ele próprio tem tomado posições a favor de propostas que poderíamos considerar más, uma vez que fere a nação, a exemplo do seu voto contra os direitos das domésticas – classe vulnerável entre nós-, ou ainda, a sua própria afirmação de que “o trabalhador terá que escolher entre emprego ou direitos”. “Não se aproveitem do pobre e necessitado, seja ele um irmão israelita ou um estrangeiro que viva numa das suas cidades. Paguem-lhe o seu salário diariamente, antes do pôr-do-sol, pois ele é necessitado e depende disso” (Dt 24.14,15,).
      “Vocês estão transformando o direito em amargura e atirando a justiça ao chão… impedem que se faça justiça aos pobres nos tribunais” (Am 5.7, 12).
      É triste vivenciar o apoio dado a um homem que já mostrou em suas ações e palavras seu discurso violento (a exemplo da falta de compaixão e respeito às mães que perderam seus filhos, em meio a um “regime” assassino, repressor e de corrupção velada apoiado pelo mesmo), e claramente antibíblico, em vez de ver partir da igreja e dos nossos lideres, um movimento de compaixão, auxílio e luta pelo cumprimento da justiça social, levando ao país a esperança em Cristo e mostrando os perfeitos valores do Reino. “Acho tolas as nossas leis e políticas públicas a respeito da criminalidade e o trato de criminosos como vitimas da sociedade.” Então, sobre isso, gostaria de saber quais leis são essas que tratam os criminosos como vítimas em nossa sociedade. Ter uma superlotação, onde celas suportam um número muito maior de homens que deveria, como em Palhoça, onde uma cela para 3 detentos tem 17 (um exemplo entre tantos outros), e todas as degradantes condições presentes nas nelas, ou os tantos casos de linchamento que ocorrem todos os anos no nosso país, os criminosos realmente são tratados como vítimas? Não consigo entender como pena capital pode ser defendida em um país com tamanha desigualdade social, problema tal que nossas igrejas não se mobilizam para lutar contra, fechando os olhos para o sofrimento e a necessidade passados pelo outro.
      Por fim, convido o Pastor e os irmãos a lerem o texto do John Piper sobre as eleições do Trump, a realidade é muito similar, e pela graça de Deus, o Piper pôde mostrar as razões da desqualificação de candidato imoral, semelhante e em mesmo apoio e direção do nosso futuro presidente, mas ainda, trouxe a esperança sobre como agir e viver sob o mandato de alguém assim. O próprio John Piper já se posicionou em relação a total possibilidade de, como cidadãos do Reino e peregrinos, termos a opção de não apoiar qualquer um dos políticos que se dispõe para o ofício, uma vez que ambos os candidatos se mostram desqualificados, ensinamento que a igreja no Brasil deveria ter seguido. Link: https://www.desiringgod.org/articles/how-to-live-under-an-unqualified-president
      https://www.youtube.com/watch?v=8x2o5992tqg
      Que Deus tenha misericórdia de cada um de nós!

  5. Paulo Roberto Fazolo Gaspar Diz

    Parabéns. Fecho a questão em rm 13. Sempre devemos orar pelas autoridades constituidas por Deus. Só verdades na carta e isenta de qualquer pieguice. Estamos no propósito de orar pelo brasil desde já, porque a luz no fundo do túnel apareceu e o clarão está vindo.

  6. JOSÉ PEREIRA DOS SANTOS NETO Diz

    Vejo um seríssimo problema na maioria dos evangélicos no Brasil (e no resto do mundo não deve ser muito diferente), qual seja, eles tem considerado que qualquer pessoa que fale no nome de Deus (usando um ou uns versículos das escrituras, se declarando evangélico ou frequentando uma igreja) é realmente um convertido, e ponto final. Parecem ignorar (não sei com que intenção) que a verdadeira conversão produz frutos dignos de arrependimento. Mesmo que tal pessoa nunca mostre evidências dessa conversão, vivendo como alguém, não sem erros, mas que busca a face do Senhor Jesus diariamente, corrigindo rumos e avançando na fé e conhecimento de Deus, ela é considerada pela maioria evangélica como um verdadeiro cristão. Talvez, não posso afirmar, isso se dê exatamente para justificar sua própria maneira de viver, ou seja, são também exatamente assim. É possível continuar escrevendo muitas coisas aqui, citar muitos versículos bíblicos que contradizem frontalmente a qualidade de cristão do candidato JB, mas sei que nada adiantaria, pois os seus defensores evangélicos o escolheram não pq ele seja verdadeiro cristão, mas pq se enxergam representados nas sua idéias e valores e apenas usam as escrituras para “justificar” sua escolha, talvez pq não tem coragem de se assumir como ele ou realmente estão cegos. Doutrina e teologia erradas talvez? Com tanta coisa boa para se ler, mas …, realmente não compreendo.

  7. Anna Diz

    Parabéns Pastor !! Que essa carta chegue ao nosso presidente e que ele consiga ver as Mãos de Deus na vitoria dele como presidente e que ele governe essa nação com o Temor do Senhor ! Em constante orações pela nação e pelo nosso novo presidente !
    Mãe , esposa e Serva do Senhor Jesus.

  8. vanderley Diz

    Se esta carta fosse lida aqui no interior do grande sertão e veredas das gerais, certamente diriam: “DEPOIS DA ONÇA OU JARARACA MORTA, TODO MUNDO QUER PASSAR A MÃO NO PÊLO”.
    E se informasse aos sertanejos das veredas das gerais que carta foi escrita por um” pastor evangelico”, eles com certeza iriam perguntar:
    Sera que ele não tinha uma outra carta na manga endereçada ao outro candidato se por ventura ele ganhasse?
    Pastor Meisters, a questão não é estado minimo ou maximo, mas Estado Justo, a obrigação constitucional do Estado é de promover a justiça social, defender e proteger os fracos, os oprimidos, os explorados pela elite (indinheirada) e a classe media(detentores do conhecimento) que usurpa o estado e se apodera dele com todas as suas beneficies, tirando partido da situação para ficarem cada vez mais ricos, a função do estado é de buscar a equidade, cabendo a igreja o papel de denunciar, cobrar, apontar o caminho, ser a voz destes oprimidos sociais, mas entrincheirados nos seus pulpitos vivem letárgicos( Mateus Capitulo 25). Pastor Meisters, para mais de 80% da população brasileira(os da Silva), este estado minimo defendido pelo pastor já existe, pois não temos saude, não temos moradia, não temos transportes, não temos educação(qualidade), não temos segurança. A pec 95 que congela os gastos com saude, educação e social por vinte anos, quem usa os serviços publicos de saude e outros, senão os pobres deste país, e a igreja evangelica brasileira não escreveu nenhuma Carta ou bilhete se quer. Onde esta a responsabilidade social da Igreja? A igreja evangelica brasileira precisa olhar alem da janelas e portas e certamente vislumbrara um povo pobre, sedento do verdadeiro evangelho de JESUS CRISTO e de justiça social.

    1. Giovanni Nunes Diz

      É plenamente compreensível a desconfiança dos irmãos quanto ao governo do novo presidente e a antipatia à postagem do pastor Mauro. Foi possível notar que os irmãos (você e os outros adeptos da crítica em questão) são muito focados na Justiça Social, e sobre certo modo devem ser. Mas por outro lado, esse ponto tem se mostrado com status de divindade pelo que pude notar. A Justiça Social não é algo excluído pela carta do pastor e pela proposta de governo do JB, pois defendem o Estado Mínimo, ou modelo Liberal. A Justiça Social não é o ponto de partida ou o caminho, é o fim, ou seja, há modelos econômicos de viés Socialista e Liberal, ambos visam e se pautam na Justiça Social, porém, os meios para alcançar este fim divergirão. Por isso, boa parte das críticas realizadas podem e devem ser revistas.
      Outro ponto que pude notar é o desejo de um governante puritano. O anseio é legítimo, a Bíblia nos promete este governo através de Cristo, mas tentar antecipá-lo na figura de quem quer que seja é idolatria e falta de Fé. Devemos orar pelos governos (e governantes) para que realizem o melhor governo possível, e possível significa aquilo que se harmoniza com a vontade de Deus (Rm 13). Mas mesmo os que falham neste processo (caso que não se pode mencionar agora, já que o JB ainda não vigora) não deixam de estar lá pela vontade de Deus, mesmo que ele não aprove, ou seja, vontade é diferente de aprovação (material de discussão teológica). Os governos anteriores foram vistos pelos mesmos princípios, mas perderam sua força de atuação por falharem em tudo aquilo que você e outros colegas expuseram no corpo de seus textos.
      Abraço, paz!

  9. Luiz Carlos de Lima Diz

    O nosso País esperava por este momento e o Pr. Mauro usou as palavras de muitos brasileiros mesmo não conhecendo a Bíblia e sua mensagem que leva a alterar o rumo de cada pessoa e consequentemente de nossa Nação Brasileira.
    Este é um motivo para que cada um possa pensar e meditar do fundo de seu corão qual é a atitude que cada um possa a partir desta palavra de conciliação com os propósitos de Deus para todos nós brasileiros, conciliação não que Deus se afastou de seu povo e do propósito com suas criaturas.
    Mas podemos ver que ainda existem homens e mulheres que não conseguem ter uma visão a respeito do propósito do nosso Deus com todos, sendo contrário a mensagem deste Pr. achando que o homem Jair Bolsonaro sendo temente a Deus não seja capaz de governar esta nação hoje mergulhada no pecado sendo um caminho que estaria sendo preparada para ser como Sodoma e Gomorra dado a sua liderança não só na América Latina mas em quase todo o mundo.
    Graças a Deus pelas orações de seus filhos que investem tempos nos cultos e nas orações ao Senhor acreditando que ainda existe esperança, que a nossa Nação BRASIL seja o seleiro do Mundo no envio de pessoas preparadas e no testemunho da FÈ de Jesus Cristo é o Senhor de todo o Mundo.
    Acreditamos no senhor Jair Bolsonaro e na mudança de nossa Nação.

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