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2 Comentários
  1. Sônia Diz

    Sim, mas como atingir a plenitude do Espírito numa relação de troca (marido/esposa) onde o marido, que é o cabeça da mulher é incrédulo?
    obs: conheci o Evangelho já casada.

  2. leonardo Diz

    O que os lideres de igrejas deveriam ensinar sobre o dízimo, mas faz questão
    > > de esconder?
    > >
    > > que O dizimar não é uma doutrina cristã
    > >
    > > Um ensaio por Russell Earl Kelly, Ph.D. Doutorado em teologia.
    > >
    > > Pastor da igreja batista. Estados unidos das Américas.
    > >
    > >
    > >
    > > INTRODUÇÃO:
    > >
    > >
    > >
    > > O seguinte estudo é apenas um resumo de meu livro, “Tem a Igreja o direito
    > > de cobrar o Dizimo?” As conclusões de um teólogo no tocante a uma doutrina
    > > tabu. O livro em si é uma versão maior de minha tese de doutorado e cátedra
    > > Ph.D. desafio aos educadores bíblicos a serem honestos, que abram seus
    > > níveis de investigação em seus seminários e promovam estudos sobre este tema
    > > nos níveis de magistério, doutorado e catedrático. Esta doutrina falsa e
    > > exploradora, é demasiado importante para passá-la por verdadeira. Sendo uma
    > > mentira conveniente,
    > >
    > >
    > >
    > > Em todas as igrejas de hoje a falsa doutrina do dízimo se converteu em todo
    > > um escândalo. Por um lado, a maioria dos livros de texto a nível de
    > > seminário referentes à teologia sistêmica e a hermenêutica escritos por
    > > eruditos de muita preparação omitem o tema do dízimo, e por outro lado, a
    > > prática rapidamente está a se converter num requisito para ser membro nas
    > > mesmas denominações que diz fazer questão de doutrinas fundamentadas na
    > > Bíblia, neste caso, existe uma demagogia clara, Também há mais e mais provas
    > > de que leigos que questionam a legitimidade de dizimar sob o Novo
    > > testamento, são criticados e desprezados como polemistas ou cristãos débeis.
    > > Líderes cristãos sinceros sempre devem estar dispostos a um diálogo aberto
    > > em torno da Palavra de Deus. A recusa em tratar o assunto so mostram que
    > > enganam o povo do senhor, intencionalmente de ma fé…
    > >
    > >
    > >
    > > O Dízimo Moderno Fundamenta-se Sobre Muitas Falsas Premissas
    > >
    > >
    > >
    > > O que ensinam todas denominações do dízimo se resume na declaração de certa
    > > denominação quanto à mordomia. Diz que “o dízimo é a mínima norma bíblica e
    > > que o ponto de partida estabelecido por Deus não deve ser substituído ou
    > > comprometido por nenhuma outra norma.” Acrescenta que o dízimo é do ganho
    > > líquido pago à igreja antes que se calcule o imposto público sobre o ganho.
    > >
    > >
    > >
    > > Os seguintes itens neste estudo delineiam um contraste entre os falsos
    > > ensinos que se utilizam para apoiar o dízimo com o que a Palavra de Deus diz
    > > verdadeiramente.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #1: Os Princípios da doação voluntaria em 2ª coríntios 8 e 9 não
    > > Têm nada a Ver Com o Dízimo. No novo testamento não se cobrava nenhuma
    > > espécie de taxa fixa,(Dizimo) mas so voluntario. Com respeito à igreja,
    > > claro…
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que o dízimo é uma expectativa divina obrigatória a qual
    > > sempre precede a dadivosidade de livre vontade.
    > >
    > >
    > >
    > > A dadivosidade de livre vontade existia dantes do dízimo. Os seguintes
    > > princípios do Novo Pacto no tocante à dadivosidade de livre vontade
    > > encontram-se em 2 Coríntios, capítulos 8 e 9:
    > >
    > >
    > >
    > > (1) A dadivosidade é uma “graça.” Estes capítulos usam a palavra grega para
    > > “graça” oito vezes em torno da ajuda para os santos pobres.
    > >
    > > (2) Primeiro há que fazer a dádiva de um mesmo a Deus (8:5).
    > >
    > > (3) Há que se dar a conhecer a vontade de Deus (8:5).
    > >
    > > (4) Há que dar em resposta ao dom de Deus (8:9).
    > >
    > > (5) Há que dar por razão de um desejo sincero (8:8, 10, 12; 9:7).
    > >
    > > (6) Não há que dar porque o manda algum mandamento (8:8, 10; 9:7).
    > >
    > > (7) Há que dar mais do que se possa (8:3, 11, 12).
    > >
    > > (8) Há que dar para produzir igualdade. Isto quer dizer que os que têm mais
    > > devem dar mais a fim de suprir a incapacidade dos que não podem dar tanto
    > > (8:12-14).
    > >
    > > (9) Dar com gozo (8:2).
    > >
    > > (10) Há que dar pelo desejo de crescer mais espiritualmente (9:8, 10, 11).
    > >
    > > (11) Há que se dar porque se está a escutar a pregação do evangelho (9:13).
    > >
    > >
    > >
    > > Item # 2: Na Palavra de Deus o Dízimo Sempre foi em Alimento! No período
    > > que ele foi exigido, hoje nem isso é.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluiam TODO tipo de ganho.
    > >
    > >
    > >
    > > Utilize a Palavra de Deus para definir o que é “o dízimo.” Não utilize um
    > > dicionário secular! Abra uma concordância bíblica completa e descobrirá que
    > > a definição que usam os promotores do dízimo está equivocada. Na Palavra de
    > > Deus o “dízimo” não aparece por si só de forma alguma. mesmo que já o
    > > dinheiro existisse antes do dízimo, a forma original do “dízimo” de Deus
    > > nunca foi em dinheiro. Era o “dízimo de alimento.” Isto é muito importante:
    > > O verdadeiro dízimo bíblico sempre foi somente em forma de alimento da terra
    > > e das manadas somente dos israelitas, quem viviam somente dentro da Terra
    > > Santa de Deus, dentro da fronteira nacional de Israel. O aumento recolhia-se
    > > do que Deus tinha produzido e não pela habilidade ou perícia humana.
    > >
    > >
    > >
    > > Há 15 versículos tomados de 11 capítulos e 8 livros, desde Levítico 27 até
    > > Lucas 11, que descrevem o conteúdo do dízimo. E o conteúdo jamais
    > > (reafirmo), jamais incluiu dinheiro, prata, ouro ou qualquer outra coisa que
    > > não fosse alimentos tomados dentro de Israel! No entanto, a definição
    > > equivocada do “dízimo” é a que se segue pregando como o maior erro tocante
    > > ao dízimo hoje! (Veja-se Lev. 27:30, 32; Núm. 18:27, 28; Deut. 12:17; 14:22,
    > > 23; 26:12; 2ª Crô. 31:5, 6; Nee. 10:37; 13:5; Mal. 3:10; Mat. 23:23; Luc.
    > > 11: 42).
    > >
    > >
    > >
    > > Item #3: O Dinheiro Era um valor muito utilizado, porem Não Dizimado,
    > > nem aceito por Deus, como dizimo.
    > >
    > >
    > >
    > > A falsa premissa é que o escambo de alimentos geralmente substituía o
    > > dinheiro.
    > >
    > >
    > >
    > > Um argumento a favor de dizimar com bens não alimentícios é que o dinheiro
    > > não era universalmente disponível e para a maioria dos intercâmbios se usava
    > > a escambo de alimentos. Este argumento não é bíblico. Gênesis, por si só,
    > > utiliza a palavra “dinheiro” em 32 textos e a palavra ocorre 44 vezes antes
    > > que se mencione o dízimo pela primeira vez em Levítico 27. A palavra shekel
    > > também aparece com freqüência desde o Gênesis até Deuteronômio.
    > >
    > >
    > >
    > > De fato, séculos antes que Israel entrasse em Canaã e começasse a dizimar os
    > > alimentos da terra santa de Deus, o dinheiro era um bem indispensável
    > > diariamente. Por exemplo, havia dinheiro em forma de shekels para o
    > > pagamento por escravos (Gên. 17:12+); terra (Gên 23:9+); liberdade (Êxo.
    > > 23:11); multas judiciais (Êxo. 21; 22); resgates do santuário (Êxo. 30:12+);
    > > votos (Lev. 27:3-7); impostos do censo (Núm. 3:47+), bebidas alcoólicas
    > > (Deut. 14:26) e dote matrimonial (Deut. 22:29).
    > >
    > >
    > >
    > > De acordo com Gênesis 47:15-17 o alimento se usava em escambo somente depois
    > > que se tinha esgotado o dinheiro. A palavra de Deus em Levítico define leis
    > > bancárias e de usura ainda antes do dízimo. Portanto, o argumento de que o
    > > dinheiro não prevalecia o suficiente para o uso diário é falso. No entanto,
    > > o dízimo, em si, nunca incluía dinheiro em efetivo de bens não alimentícios,
    > > como outros produtos e negócios.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #4: O Dízimo de Abraão a Melquisedeque Manifestava Uma Tradição
    > > Pagã.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que Abraão dava livremente de seus dízimos porque era a
    > > vontade de Deus.
    > >
    > >
    > >
    > > Pelas seguintes razões não se pode usar a Gênesis 14:20 como um exemplo para
    > > que os cristãos dizimem:
    > >
    > >
    > >
    > > (1) A Bíblia não diz que Abraão deu “livremente” este dízimo.
    > >
    > > (2) A dádiva de Abraão NÃO foi um dízimo santo da terra santa de Deus
    > > recolhido pelo povo santo de Deus de acordo ao santo pactuo antigo de Deus.
    > >
    > > (3) O dízimo de Abraão foi somente do despojos da guerra e era de rigor em
    > > muitas nações, ele não foi o inventor do dizimo, mas era uma tradição
    > > idolatra.
    > >
    > > (4) Em Números 31, Deus somente exigiu 1% do despojos da guerra.
    > >
    > > (5) O dízimo de Abraão a Melquisedeque foi um evento que se registrou
    > > somente uma vez.
    > >
    > > (6) O dízimo de Abraão não foi de seus bens pessoais.
    > >
    > > (7) Abraão não guardou nada para si mesmo; ele devolveu tudo.
    > >
    > > (8) O dízimo de Abraão não se usa como exemplo em nenhum lugar da Bíblia em
    > > apoio do dízimo.
    > >
    > > (9) Gênesis 14, versículo 21 é o texto chave. Já que a maioria dos
    > > comentários bíblicos explica o versículo 21 como um exemplo de uma tradição
    > > árabe pagã, é uma contradição explicar 90% do versículo 21 como pagão, e ao
    > > mesmo tempo insistir que os 10% do versículo 20 era a vontade de Deus.
    > >
    > > (10) Se Abraão é um exemplo para que os cristãos lhe dêem 10% a Deus, então
    > > também deve ser exemplo aos cristãos para que lhe dêem os outros 90% a
    > > Satanás, ou ao rei de Sodoma!
    > >
    > > (11) Já que eles mesmos eram sacerdotes, nem Abraão nem Jacó tinham que
    > > manter um sacerdócio levítico; portanto provavelmente deixavam alimentos
    > > para os pobres em seus altares.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #5: O Primeiro Dízimo Chegava às Mãos dos Servos dos Sacerdotes.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que os sacerdotes do Antigo Testamento recebiam tudo do
    > > primeiro dízimo. Mentira, quem recebia era os levitas.
    > >
    > >
    > >
    > > O dízimo “inteiro”, o primeiro dízimo, de jeito nenhum chegava aos
    > > sacerdotes. De acordo com Números 18:21-24 e Neemias 10:37b, ia aos servos
    > > dos sacerdotes, os levitas. E de acordo com Números 18:25-28 e Neemias
    > > 10:38, os levitas davam o melhor “dízimo deste dízimo” (1%) do que recebiam
    > > aos sacerdotes que ministravam o holocausto pelo pecado e serviam nos
    > > lugares santos. Os sacerdotes não dizimavam.
    > >
    > >
    > >
    > > Também é importante se dar conta que, por mudança do recebimento destes
    > > dízimos, tanto os levitas como os sacerdotes renunciavam a todo direito de
    > > receber terras por herança dentro de Israel (Núm. 18:20-26; Deut. 12:12;
    > > 14:27, 29; 18:1, 2; Jos. 13:14, 33; 14:3; 18:7; Eze. 44:28). Ainda, se no
    > > novo pacto existissem os dízimos primeiramente iriam aos diáconos que
    > > representam melhor (levitas) para que ajudassem aos pregadores e para a
    > > manutenção dos edifícios. Mas não existe este mandamento hoje.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #6: “Será Santo ao Senhor” Não Designa ao Dízimo Como Uma Norma
    > > Moral Eterna.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que Levítico 27:30-33 comprova que o dízimo é uma “norma
    > > moral eterna” porque “é santo ao Senhor.”
    > >
    > >
    > >
    > > As frases “será santo ao Senhor” e “será santíssimo ao Senhor” são de uso
    > > comum em Levítico. No entanto, o uso destas mesmas duas frases em Levítico
    > > foi descartado pelos cristãos desde há muito tempo. Estas frases se usavam
    > > para descrever todos os dias de festas, as oferendas dos holocaustos, os
    > > alimentos limpos, os sacerdotes do pacto antigo e o santuário do pacto
    > > antigo. Se a frase “santo ao senhor” torna o Dizimo valido para hoje, as
    > > demais coisas precedidas da mesma frase, também o será. Leiam-se
    > > particularmente os versículos 28 e 29 do mesmo capítulo. Pegar a questão dos
    > > dízimos e recusar os outros é uma hipocrisia grosseira.
    > >
    > >
    > >
    > > Ainda que o “dízimo do dízimo” (1%) que era entregue aos sacerdotes era o
    > > “melhor” do que recebiam os levitas, o dízimo que recebiam os levitas era
    > > somente “uma décima parte” e não era do “melhor” (Lev. 27:32,33).
    > >
    > >
    > >
    > > Item #7: As Primícias Não São o Mesmo Que os Dízimos
    > >
    > >
    > >
    > > A falsa premissa é que os dízimos são o mesmo que as primícias.
    > >
    > >
    > >
    > > As primícias eram uma quantidade muito pequena da primeira colheita e o
    > > primogênito era o primeiro nascido dos animais. As primícias eram tão
    > > pequenas que cabiam dentro de um canastro de mão (Deut. 26:1-4, 10; Lev.
    > > 23:17; Núm. 18:13-17; 2º Crô. 31:5a).
    > >
    > >
    > >
    > > As primícias e a oferta do primogênito iam diretamente ao templo para o
    > > consumo único dos sacerdotes que tinham a obrigação de consumi-las em sua
    > > totalidade dentro do templo (Nee. 10:35-37a; Ex. 23:19; 34:26; Deut. 18:4).
    > >
    > >
    > >
    > > Todo o dízimo levítico ia primeiro às cidades dos levitas, não iam para o
    > > templo ou tenda, e certas porções iam ao templo para alimentar tanto aos
    > > levitas como aos sacerdotes que ministravam ali por turno (Nee. 10:37b-39;
    > > 12:27-29, 44-47; Núm. 18:21-28; 2º Crô. 31:5b). Ainda que os levitas
    > > alimentavam-se com o dízimo, os sacerdotes podiam comer também das
    > > primícias, das oferendas do primogênito e outras oferendas.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #8: A Bíblia Descreve Quatro Diferentes Tipos de Dízimos. Mas as
    > > instituições por conveniência so adotaram parte de um, o religioso e que vai
    > > para o bolso dos seus lideres.
    > >
    > >
    > >
    > > A falsa doutrina ignora todos os outros dízimos e enfoca-se numa
    > > interpretação errônea do primeiro dízimo religioso. hipocrisia conveniente
    > > não é?
    > >
    > >
    > >
    > > O primeiro dízimo religioso, chamado o “dízimo levítico” tinha duas partes.
    > > Novamente, o primeiro dízimo, por inteiro, entregava-se aos levitas que eram
    > > somente os servos dos sacerdotes (Núm. 18:21-24; Nee. 10:37). Os levitas,
    > > por sua vez, davam uma décima parte de todo o dízimo aos sacerdotes (Núm.
    > > 18:25-28; Nee. 10:38). De acordo com Deuteronômio 12 e 14, o segundo dízimo
    > > religioso, chamado o “dízimo da festa,” era consumido pelos adoradores nas
    > > ruas de Jerusalém durante os três festivais anuais (Deut. 12:1-19;
    > > 14:22-26). E de acordo com Deuteronômio 14 e 26, um terceiro dízimo, chamado
    > > o “dízimo para os pobres”, guardava-se nos lares em cada terceiro ano para
    > > alimentar aos pobres (Deut. 14:28,29; 26:12,13). Ademais, de acordo com 1º
    > > Samuel 8:14-17, o governante recolhia o primeiro e o melhor dez por cento
    > > para o uso político. Durante o tempo de Jesus Roma recolhia o primeiro dez
    > > por cento (10%) de quase todo o alimento e o vinte por cento (20%) do fruto
    > > das colheitas como seus despojos de vencedor. Alguém pode perguntar-se que
    > > vem a ser o que as igrejas estão a tratar de esconder quando escolhem o
    > > dízimo religioso que mais lhes convém para seus fins e descartam os outros
    > > dois dízimos religiosos importantes.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #9: Jesus, Pedro, Paulo e os Pobres Não Dizimavam! E nenhum outro
    > > cristão também não.
    > >
    > > O falso ensino é que todo mundo no Antigo Testamento tinha a obrigação de
    > > dar a Deus os dízimos, mentira!!!…
    > >
    > >
    > >
    > > Os pobres não tinham obrigação alguma de dizimar!hoje Nem pobres nem ricos
    > > tem este mandamento. Nenhum dos apóstolos o ensinaram.
    > >
    > > nem ninguém é obrigado por mandamento bíblico a dizimar hoje. e também não
    > > se dizimava dos resultados da mão de obra do trabalhador, artesão ou por
    > > habilidade alguma. Somente os agricultores e pecuaristas recolhiam o dízimo
    > > do que Deus produzia em aumento. Jesus era um carpinteiro; Paulo era um
    > > fabricante de tendas e Pedro era um pescador. Nenhum destes labores os
    > > qualificava para dizimar porque não cultivavam a terra nem cuidavam do gado
    > > para subsistir. Portanto, é incorreto ensinar que todos pagavam
    > > rigorosamente ao menos o dízimo e, todavia, que no Novo Pacto os cristãos
    > > têm a obrigação de, ao menos, começar com o mínimo do que davam os
    > > israelitas no Pacto Antigo. Esta falsa premissa se repete muito com
    > > freqüência e desconhece por completo a definição tão singela do dízimo como
    > > alimento recolhido dos produtos do aumento da semeadura ou do aumento do
    > > gado.
    > >
    > >
    > >
    > > Também é um erro ensinar que os pobres de Israel tinham a obrigação de pagar
    > > o dízimo. De fato, eles mesmos recebiam o dízimo! Uma grande parte do dízimo
    > > da segunda festa e todo o dízimo especial do terceiro ano era para os
    > > pobres! Tinha muitas leis que protegiam aos pobres de abuso e de sacrifícios
    > > custosos que não podiam custear (veja-se também Lev. 14:21; 25:6, 25-28, 35,
    > > 36; 27:8; Deu. 12:1-19; 14:23, 28, 29; 15:7, 8, 11; 24:12, 14, 15, 19, 20;
    > > 26:11-13; Mal. 3:5; Mat. 12:1, 2; Marcos 2:23, 24; Lucas 2:22-24; 6:1, 2; 2ª
    > > Cor. 8:12-14; 1 Tim. 5:8; Tiago 1:27).hoje são os pobres que são mais
    > > explorados.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #10: Com Freqüência o Dízimo Usava-se Como Um Imposto Político.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que os dízimos nunca se podem comparar aos impostos ou à
    > > taxação.
    > >
    > >
    > >
    > > Na economia hebraica, o dízimo se usava de uma maneira totalmente diferente
    > > do que se prega hoje. Outra vez, os levitas que recebiam todo o dízimo nem
    > > sequer eram ministros ou sacerdotes – eram somente os servos dos sacerdotes!
    > > Números, capítulo 3 descreve os levitas como carpinteiros, operários em
    > > metalúrgica, curtidores e artesãos que cuidavam da manutenção do pequeno
    > > santuário. E de acordo com 1º das Crônicas, capítulos 23-26, durante o tempo
    > > do rei Davi e do rei Salomão os levitas ainda eram exímios artesãos
    > > encarregados da inspeção para dar o visto bom a toda a obra do templo:
    > > 24.000 trabalhavam no templo como operários e capatazes; 6.000 eram oficiais
    > > e juízes; 4.000 eram guardas e 4.000 eram músicos. Como representantes
    > > oficiais do rei, os levitas usavam seus rendimentos do dízimo para cumprir
    > > como oficiais, juízes, cobradores de impostos, tesoureiros, guardas do
    > > templo, músicos, padeiros, cantores e soldados profissionais (1º Crô. 12:23,
    > > 26; 23:2-5; 26:29-32; 27:5). A razão pela qual estas formas do uso dos
    > > rendimentos do dízimo não se usam como exemplos hoje para a igreja é óbvia.
    > >
    > >
    > >
    > > Também é importante saber que os dízimos do Pacto Antigo jamais foram usados
    > > para a evangelização dos que não eram israelitas. Pois não tinham este
    > > objetivo! Veja-se Hebreus 7:12-19. Os dízimos jamais foram recursos para que
    > > os levitas ou sacerdotes do Pacto Antigo estabelecessem missão alguma ou
    > > movessem a um gentil que fosse a se converter em israelense (Êxo. 23:32;
    > > 34:12, 15; Deut. 7:2). O dízimo do Antigo Pacto foi motivado e dado por
    > > mandato da lei, e não pelo amor. De fato, durante a maior parte da história
    > > de Israel os oráculos de Deus foram os profetas – e não os levitas e
    > > sacerdotes que viviam do dízimo.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #11: Os Dízimos Levíticos em Geral Eram Levados às Cidades dos
    > > Levitas.
    > >
    > >
    > >
    > > Falsos mestres querem que pensemos que, tal qual no Antigo Testamento, os
    > > dízimos que se levavam ao templo agora devem ser levados para os edifícios
    > > da igreja”. E encaminhados aos bolsos dos pastores de pequenas congregações
    > > e matrizes das mesmas, como altos salários e outras regalias caras.
    > >
    > >
    > >
    > > O dízimo “inteiro” NUNCA se levava ao templo! Em realidade, a grande parte
    > > dos dízimos levíticos jamais chegava ao templo! Os que ensinam outra coisa
    > > ignoram as cidades levíticas e as 24 classes dos levitas e sacerdotes. De
    > > acordo com Números 35, Josué 20, 21 e 1º das Crônicas 6, os levitas e
    > > sacerdotes viviam em terra emprestada como Jericó e Hebrom que rodeavam as
    > > cidades levíticas onde eles lavravam as terras e criavam gado (dizimado).
    > > Também é claro, a partir de 2º das Crônicas 31:15-19 e Neemias 10:37, que as
    > > pessoas do povo tinham que levar seus dízimos às cidades levíticas. Por quê?
    > > Porque ali é onde vivia os 98% dos levitas e sacerdotes com suas famílias a
    > > maior parte do tempo. Veja-se também a Josué 20, 21; Núm. 35; 1º das
    > > Crônicas 6:48-80; 2º Crônicas 11:13-14; Nee. 12:27-29; 13:10 e Mal. 1:14
    > > para as cidades levíticas.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #12: O Texto do Dízimo Que É Mais Abusado é Malaquias 3.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino dos dízimos a partir de Malaquias 3 ignora cinco fatos
    > > bíblicos importantes: Malaquias cap. 1 v 1, deixa claro que sua mensagem se
    > > dirigia ao povo Judeu. E não à Igreja de cristo.
    > >
    > >
    > >
    > > (1) Malaquias está no contexto do Pacto Antigo e jamais se cita no Novo
    > > Pacto para abonar o dízimo (Lev. 27:34; Nee. 10:28, 29; Mal. 3:7; 4:4).
    > >
    > > (2) Em 1:6; 2:1 e 3:1-5 Malaquias claramente dirige-se aos sacerdotes que
    > > não têm honradez senão estão sob maldição devido a que tinham roubado as
    > > melhores ofertas de Deus.
    > >
    > > (3) Deve-se considerar que os levitas não residiam em Jerusalém onde estava
    > > o templo, no entanto o dizimo não ia para o templo, mas para as suas
    > > cidades. os
    > >
    > > Levitas viviam em suas cidades e Jerusalém não era uma cidade levítica
    > > (Josué 20, 21). O ensino de que os 100% do dízimo eram trazidos ao templo
    > > não faz sentido porque a maioria dos levitas e sacerdotes não vivia em
    > > Jerusalém.
    > >
    > > (4) Em Mal. 3:10-11 os dízimos ainda têm a forma de alimentos (Lev.
    > > 27:30-35).
    > >
    > > (5) As 24 classes de levitas e sacerdotes também devem ser levadas em conta.
    > > Começando com o rei Davi e Salomão, dividiam-se em 24 famílias. Estas
    > > divisões seguiam vigentes durante o tempo de Malaquias segundo o requerido
    > > por Esdras e Neemias. Já que só uma família servia no templo por só numa
    > > semana ao mesmo tempo, não tinha razão alguma para enviar TODO o dízimo ao
    > > templo quando o 98% tinha como finalidade a alimentação dos que ficavam nas
    > > cidades levíticas (para as classes se veja 1º das Crôn. capítulos 23-26;
    > > 28:13, 21; 2 Crô. 8:14; 23:8; 31:2, 15-19; 35:4, 5, 10; Esdras 6:18; Nee.
    > > 11:19, 30; 12:24; 13:9, 10; Lucas 1:5).
    > >
    > >
    > >
    > > Portanto, ao analisar o contexto das cidades levíticas, as 24 famílias de
    > > sacerdotes, os meninos menores de idade, as esposas, Números 18:20-28, 2º
    > > das Crônicas 31:15-19, Neemias 10-13, e todo Malaquias, somente como 2% do
    > > dízimo normalmente se requeria no templo de Jerusalém.
    > >
    > >
    > >
    > > Tanto a bênção como a maldição de Malaquias 3:9-11 esteve em vigência até
    > > que o Pacto Antigo caducou na cruz.e não diz respeito à igreja. Os que
    > > escutaram a Malaquias por vontade própria reafirmaram o Pacto Antigo (Nee.
    > > 10:28,29). “Maldito o que não confirme as palavras desta lei, pondo-as por
    > > obra.” E todo o povo dirá: “Amém.” (Deu. 27:26 citado em Gál. 3:10). Mas
    > > Jesus pôs fim à maldição. “Cristo isentou-nos da maldição da lei, feito por
    > > nós maldição; (porque está escrito: Maldito qualquer que é pendurado em
    > > madeiro)” (Gál. 3:13).
    > >
    > >
    > >
    > > Hoje as pessoas com rendimentos mais baixos são os que pagam o dizimo em
    > > maior quantidade às instituições captalistas( Ministérios) agências
    > > rentáveis, as quais tem levados seus lideres adquirirem muita riqueza
    > > pessoal. No entanto a maioria dos dizimistas segue na pobreza. pagar o
    > > dízimo não é a resposta mágica que substitui a educação, determinação e o
    > > árduo trabalho. Se Malaquias 3:10 deveras funcionasse para os cristãos do
    > > Novo Pacto, então os milhões de cristãos pobres que pagam o dízimo talvez já
    > > tivessem escapado da pobreza e já seria o grupo mais endinheirado do mundo,
    > > em vez de seguir entre o grupo mais pobre. Fora claro os que recebem o
    > > dizimo, e com este vivem uma vida regalada recebendo altos salários, que
    > > chegam a ser maior que o salário do presidente da republica brasileira,e
    > > adquirem muito patrimônio pessoal, Não há prova alguma que a maioria das
    > > pessoas pobres que “pagam o dízimo” recebe bênção financeira resultado de
    > > pagar o dízimo. As bênçãos do Pacto Antigo não são as bênçãos do Novo Pacto
    > > (Heb. 7:18, 19; 8:6-8, 13).
    > >
    > >
    > >
    > > Item #13: O Novo Testamento Não Ensina o Dízimo. Por isso os defensores da
    > > falsa doutrina não usa nenhuma das cartas dos apóstolos, já observaram?…
    > >
    > >
    > >
    > > A falsa doutrina é que Jesus ensinou o dízimo em Mateus 23:23, o qual
    > > segundo dizem eles, é evidente no Novo Testamento.
    > >
    > >
    > >
    > > O Novo Pacto não começou quando Jesus nasceu, senão quando Ele morreu (Gál.
    > > 3:19, 24, 25; 4:4, 5). O dízimo não é ensino para a igreja após a cruz!
    > > Quando Jesus falou do dízimo em Mateus 23:23, o “vocês” se referia à
    > > obediência judaica à lei do Pacto Antigo o qual o apoiou e endossou até a
    > > cruz (veja-se “da lei” em 23:23). Em Mateus 23:2 e 3 (o contexto de 23:23)
    > > Jesus disse a seus seguidores judeus que obedecessem aos escribas e fariseus
    > > “porque se sentam na cátedra de Moisés”. No entanto, ele não mandou que os
    > > gentios que ele curou se apresentassem aos sacerdotes e que obedecessem à
    > > lei de Moisés (compare-se com M\at. 5:23, 24 e 8.4). E as igrejas de hoje
    > > não arrecadam dízimos das ervas das hortaliças tal como Jesus ordenasse.
    > >
    > >
    > >
    > > Após a cruz não há nem um texto bíblico que seja, no Novo Testamento, que
    > > ensina o dízimo – Ponto! Atos 2:42-47 e 4:32-35 não dão o exemplo do dízimo
    > > para o sustento dos líderes da igreja. De acordo com Atos 2:46 os cristãos
    > > judeus seguiam adorando no templo. E de acordo a 2:44 e 4:33,34 os
    > > dirigentes da igreja compartilhavam por igual com os fiéis do que recebiam
    > > (o que não se faz hoje). Finalmente Atos 21:20-25 comprova que os cristãos
    > > judeus seguiam observando zelosamente a lei mosaica 30 anos depois – e isso
    > > deve ter incluído o dízimo. De outra maneira não os teriam permitido entrar
    > > ao templo para adorar. Portanto, qualquer dízimo recolhido pelos primeiros
    > > cristãos judeus chegava ao templo e não ia para o apoio da igreja.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #14: O Sacerdócio Limitado do Antigo Pacto Foi Substituído Pelo
    > > Sacerdócio de Todos os Crentes.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que os bispos e pastores do Novo Testamento seguem a mesma
    > > linha do sacerdócio do Velho Testamento, merecendo o dízimo. Mentira! No
    > > novo testamento, todos os cristãos são sacerdotes.
    > >
    > >
    > >
    > > Compare-se Êxodo 19:5,6 com 1ª Pedro 2:9,10. Antes do incidente do bezerro
    > > de ouro, a intenção de Deus tinha sido que cada israelita fosse um sacerdote
    > > de tal modo que o dízimo jamais se tivesse estabelecido. Os sacerdotes não
    > > dizimavam, mas recebiam uma décima parte do primeiro dízimo (Núm. 18:26-28;
    > > Nee. 10:37,38).
    > >
    > >
    > >
    > > A função e o propósito do sacerdócio do Pacto Antigo foram substituídos, não
    > > pelos bispos e pastores, senão pelo sacerdócio de todos os crentes.
    > > Igualmente a todos os regulamentos da lei, o dízimo era tão só uma sombra
    > > provisória até que chegasse Cristo (Efé. 2:14-16; Col. 2:13-17; Heb. 10:1).
    > > No Novo Pacto cada crente é feito um sacerdote para com Deus (1 Ped. 2:9,
    > > 10; Apo. 1:6; 5:10). E como sacerdote, cada crente oferece sacrifícios a
    > > Deus (Heb. 4:16; 10:19-22; 13:15, 16). Portanto, cada ordem que previamente
    > > sustentava relação com o antigo sacerdócio foi apagada na cruz. Já que Jesus
    > > também não era da tribo de Levi, até ele mesmo não qualificou. Assim, o
    > > propósito original do dízimo já não existe (Heb. 7:12-19; Gal. 3:19, 24, 25;
    > > 2ª Cor. 3:10-18).
    > >
    > >
    > >
    > > Item #15: A Igreja do Novo Pacto Nem é Um Edifício Nem é Um Armazém.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que no cristianismo os edifícios chamados “igrejas”,
    > > “tabernáculos” ou “templos” substituem o templo do Antigo Testamento como a
    > > morada de Deus. Mentira!!…
    > >
    > >
    > >
    > > A palavra de Deus jamais designa às igrejas do Novo Pacto como
    > > “tabernáculos”, “templos” ou “edifícios” nos quais mora Deus! A igreja de
    > > Deus, a morada de Deus, está dentro dos crentes. Os crentes “não vão à
    > > igreja” – senão que os crentes se “congregam para adorar”. Ademais, já que
    > > os sacerdotes do Antigo Testamento não pagavam o dízimo, então não é lógico
    > > seguir com essa prática. Portanto, é um erro chamar a um edifício “o armazém
    > > de Deus” para os dízimos. (1ª Cor. 3:16, 17; 6:19, 20; Efé. 1:22, 23; 2:21;
    > > 4:12-16; Apo. 3:12). Para “o armazém” ou “minha casa” compare-se 1ª
    > > Coríntios 16:2 com 2ª Coríntios 12:14 e Atos 20:17, 32-35. Durante vários
    > > séculos, após o calvário, os cristãos nem tinham seus próprios edifícios
    > > (para chamá-los armazém) já que o cristianismo era uma religião proibida.
    > >
    > >
    > >
    > > Item #16: A Igreja Cresce à Medida Que Exerce os Princípios do Novo Pacto.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino implica que os princípios da graça não são tão bons como os
    > > princípios da lei no antigo testamento.
    > >
    > >
    > >
    > > No Novo Pacto:
    > >
    > >
    > >
    > > (1) De acordo com Gálatas 5:16-23, não há nenhuma lei física que controle o
    > > fruto do Espírito.
    > >
    > > (2) 2ª Coríntios 3:10 diz que o Pacto Antigo “não tem glória” quando se
    > > compara com a “superabundante” glória e liberdade do Espírito.
    > >
    > > (3) Hebreus 7 é a única menção do dízimo após o calvário e explica a razão
    > > pela qual o sacerdócio levítico deve ser substituído pelo sacerdócio de
    > > Cristo, porque o primeiro era débil e infrutuoso. Ao estudar Hebreus 7
    > > nota-se uma progressão desde o versículo 5 ao versículo 12 e até ao 19.
    > >
    > > (4) A maneira como se ensina o dízimo hoje manifesta a falência da igreja em
    > > crer e atuar sobre os melhores princípios do amor, da graça e da fé. As
    > > normas de dar por obrigação não podem, não resultaram e não prosperarão à
    > > igreja mais que os princípios guiados pelo amor a Cristo e às almas perdidas
    > > (2 Cor. 8:7,8).
    > >
    > >
    > >
    > > Item #17: A Preferência do Apóstolo Paulo Foi Que os Líderes da Igreja
    > > Tivessem Sustento Próprio. Não é honroso trabalhar.
    > >
    > > Não é vergonhoso fazer da obra de Deus uma profiçao?
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo. Mentira descarada.
    > >
    > >
    > >
    > > Como rabino judeu, Paulo se contava entre os que persistiam em trabalhar
    > > para seu próprio sustento (Atos 18:3; 1ª Tes. 2:9, 10; 2ª Tes. 3:8-14).
    > > Ainda que Paulo não condene aos que podem receber todo o apoio, também não
    > > ensina que o apoio financeiro total é a vontade de Deus obrigatória para o
    > > avanço do evangelho (1ª Cor. 9:12). De fato, duas vezes, em Atos 20:29-35
    > > como também em 2ª Coríntios 12:14, Paulo urge aos bispos da igreja que
    > > trabalhem para prestar apoio aos crentes necessitados da igreja.
    > >
    > >
    > >
    > > Para Paulo, “viver o evangelho” significava “viver pelos princípios do
    > > evangelho de fé, amor e graça” (1ª Cor. 9:14). Ainda que Paulo entendesse
    > > que ele tinha certo “direito” a algum apoio, ele concluiu que sua
    > > “liberdade” ou o sentir-se livre de pregar sem impedimentos era-lhe mais
    > > importante no cumprimento de seu apelo para com Deus (1ª Cor. 9:12, 15; 2ª
    > > Cor. 11:7-13; 12:13, 14; 1ª Tes. 2:5, 6). Enquanto trabalhava fabricando
    > > tendas, Paulo aceitou um apoio limitado, mas se jactava que seu pagamento ou
    > > salário era que ele podia pregar o evangelho voluntariamente, sem ser ônus
    > > para outros (1ª Cor. 9:16-19).
    > >
    > >
    > >
    > > Item #18: O Dízimo Não se tornou mandamento Para a Igreja Até 777 a.D.
    > > sendo a igreja católica romana mãe da idolatria que o aplicou como
    > > mandamento, cristo não o aprova.
    > >
    > >
    > >
    > > O falso ensino é que a Igreja sempre ensinou o dízimo.
    > >
    > >
    > >
    > > As primeiras congregações cristãs se formaram seguindo o padrão das
    > > sinagogas judaicas dirigidas pelos rabinos que, semelhantes a Paulo,
    > > negavam-se a receber rendimentos da pregação e o ensino da Palavra de Deus.
    > > Há muitos livros em torno da vida social dos judeus que explicam este
    > > detalhe.
    > >
    > >
    > >
    > > Desde a morte de Cristo até que o cristianismo chegou a ser uma religião com
    > > reconhecimento legal, 300 anos depois, a maioria dos grandes líderes da
    > > igreja se impôs votos de pobreza. Este é um fato histórico com apoio em
    > > documentos históricos! Tomaram literalmente as palavras de Jesus ao jovem
    > > rico em Lucas 18:22 “vende tudo o que tens, e dá á os pobres, e terás
    > > tesouro no céu; e vem, segue-me”. A maioria dos historiadores da igreja está
    > > de acordo queestes primeiros líderes da igreja ao menos pelos primeiros 200
    > > anos trabalhavam em sustento próprio. Um líder cristão não podia dizer a um
    > > oficial do censo romano que seu trabalho era de tempo integral na pregação
    > > de uma religião “proibida”.
    > >
    > >
    > >
    > > Clemente de Roma (c95), Justino, o Mártir (c150), Irineu (c150-200) e
    > > Tertuliano (c150-200), todos se opunham ao dízimo por ser estritamente uma
    > > lei do velho testamento, sendo assim exclusivamente judaica. O Didaquê
    > > (c150-200) sancionava aos apóstolos itinerantes que ficavam mais de três
    > > dias e depois pediam dinheiro. Os viajantes que decidiam se combinar com
    > > eles viam-se obrigados de aprender um ofício. Os que ensinam o dízimo não
    > > citam as declarações destes pais da igreja que se opunham ao dízimo.
    > >
    > >
    > >
    > > Cipriano (200-258) fracassou quando tentou impor o dízimo em Cartago, África
    > > do norte, ao redor do 250 a.D. No entanto, quando se converteu, Cipriano
    > > entregou sua grande riqueza pessoal aos pobres e tomou um voto de pobreza. E
    > > – devemos recordar – suas idéias do dízimo não foram adotadas.
    > >
    > >
    > >
    > > Quando os mestres do dízimo citam a Ambrósio, Crisóstomo e Agostinho, como
    > > os assim chamados “pais da igreja”, por pura conveniência não incluem os
    > > primeiros 200 anos da história da igreja. Ainda, depois que o cristianismo
    > > foi legalizado, no século quarto, muitos dos grandes líderes espirituais
    > > tomaram votos de suma pobreza preferindo viver vida de solteiros em
    > > monastérios. Se é que vão citar a estes mestres do dízimo, então a igreja
    > > também deve observar o tipo de vida que eles viviam.
    > >
    > >
    > >
    > > Ainda que estejam em desacordo com seus próprios teólogos, a maioria dos
    > > historiadores da igreja escreve que o dízimo não chegou a ser uma doutrina
    > > aceita na igreja por mais de 700 anos após a cruz. De acordo com os melhores
    > > historiadores e enciclopédias, não foi senão até após 500 anos que o
    > > concílio local da igreja de Macón, na França, no ano 585, tentou, sem
    > > sucesso, impor dízimo sobre seus membros. Não foi senão a partir do ano 777
    > > que Carlos Magno permitiu que a igreja católica romana, por aval de lei,
    > > pudesse recolher os dízimos.
    > >
    > >
    > >
    > > Tal qual, amigo meu, é a história do dízimo segundo a Enciclopédia
    > > Britânica, a Enciclopédia Americana e a Enciclopédia Católica Romana para
    > > que todos a leiam. Estes fatos históricos devem servir como prova para
    > > qualquer pessoa.
    > >
    > >
    > >
    > > CONCLUSÃO:
    > >
    > >
    > >
    > > Na palavra de Deus, o “dízimo” não aparece por si sozinho. É o dízimo dos
    > > “ALIMENTOS”. O dízimo bíblico foi limitado dentro de um marco estreito pelo
    > > mesmo Deus. O verdadeiro dízimo bíblico sempre teve estas características:
    > >
    > >
    > >
    > > (1) Somente o que era alimento ou comida;
    > >
    > > (2) Somente da atividade agrícola e pecuária;
    > >
    > > (3) Dado somente por israelitas;
    > >
    > > (4) Por quem somente vivia dentro da terra santa, dentro da fronteira de
    > > Israel;
    > >
    > > (5) Somente de acordo com as condições do Pacto Antigo; e
    > >
    > > (6) O aumento somente se podia recolher daquilo que Deus tinha produzido;
    > >
    > >
    > >
    > > Portanto,
    > >
    > >
    > >
    > > (1) Objetos que não eram alimento não podiam ser dizimados;
    > >
    > > (2) Animais de caça silvestre e de pesca não podiam ser dizimados;
    > >
    > > (3) Os que não eram israelitas não podiam dizimar;
    > >
    > > (4) Alimento que não fosse da terra santa de Deus não podia ser dizimado;
    > >
    > > (5) Quando já não havia sacerdócio levítico não havia lei, em rigor, que
    > > obrigasse o dízimo; e
    > >
    > > (6) O dízimo não provinha do que tinha produzido a mão do homem ou capturado
    > > por suas próprias mãos na pesca ou na caçada.
    > >
    > > Sendo assim, esta provado que a lei do dizimo não é um mandamento para a
    > > Igreja do senhor, que os que insistem em afirmar que é, esta mentindo, ou
    > > equivocado, porem não inocente, afirmo categoricamente que os que aproveitam
    > > da ignorância dos servos do senhor, estão pecando contra cristo, ao
    > > aproveitar-se dos fiéis leigos, e que incorrerão em juízo. 2 Pd 2 v 3, e Ap
    > > 22 v 15. Deus não terá por inocente o culpado. Olhem por suas riquezas e
    > > patrimônios, eles testemuinharao contra vocês no dia do julgamento.
    > >
    > >
    > >
    > > Convido aos líderes da igreja a mostrar abertura a dialogar em torno deste
    > > tema. O estudo atento e cuidadoso da palavra de Deus é indispensável para o
    > > crescimento da igreja. Que Deus lhe abençoe ao participar neste estudo.
    > >

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