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A História do Inferno: de 1000 a 1400 d.C.

O que os cristãos creram a respeito do inferno ao longo da história?

Após uma introdução das três principais visões sobre o inferno, apresentamos aqui grandes nomes da história e o que defendiam sobre o assunto. (acesse a introdução para ver o índice)

Anselmo da Cantuária (1033–1108)

No desenvolvimento da doutrina cristã do inferno, o teólogo Anselmo da Cantuária, dos primórdios do escolasticismo, é amplamente conhecido por defender o caráter eterno da punição no inferno ao se valer de uma analogia do direito feudal. No feudalismo, a severidade da punição por algum crime praticado era determinada mais pela relativa dignidade da vítima que pela natureza do crime. Roubar de um rei resultava em punição muito mais rigorosa que roubar de um escravo, por exemplo. Com base nisso, Anselmo concluiu que o crime contra a honra infinita de Deus merece punição também infinita. No entanto, como os seres humanos são finitos, podemos pagar a pena por nossos pecados somente se sofrermos por tempo infinito.

Nisso vemos o escolástico Anselmo tentando esclarecer uma doutrina em que os cristãos já criam, aplicando-lhe a razão (seu lema era “a fé que busca entendimento”). Mas, no encerramento de sua Meditação para despertar temor, ele mostra seu lado pastoral (era arcebispo e ex-abade). Nessa obra, após retratar os tormentos do inferno, trata da pergunta: “Quem poderia libertar alguém desse destino?”. Sua resposta: “Só ele mesmo; ele mesmo, Jesus, o qual é meu Juiz e em cujas mãos estremeço. Ânimo, pecador, não te desesperes! Deposita a esperança naquele a quem temes, corre para aquele de quem fugiste […]. Jesus, Jesus, por amor de teu nome, lida comigo de acordo com teu nome […]. Tem misericórdia, Jesus, enquanto durar o tempo da misericórdia, para que no tempo do juízo não me venhas a condenar”.

Os cátaros (séculos XI e XII)

Os cátaros, seita cristã surgida na França e em outras partes da Europa, eram dualistas. Criam que a existência terrena, incluindo-se o corpo humano, era má em sua natureza, criada não pelo Deus cristão, mas por um deus mau. O Deus a quem adoravam era um ser de espírito puro que jamais se teria rebaixado tanto a ponto de assumir a carne perversa. Assim, negavam que Jesus pudesse se encarnar e continuar sendo o Filho de Deus. Negavam também o entendimento cristão de que a crucificação e a cruz eram instrumentos salvíficos. Para a Igreja Católica, os cátaros eram hereges perigosos, e assim ela os perseguiu impiedosamente, até mesmo desferindo contra eles uma sangrenta cruzada (a “Cruzada Albigense”).

Não é de surpreender que os cátaros também rejeitassem a tradicional doutrina cristã do inferno. Para eles, este mundo era o único inferno (e o era de forma mais que suficiente, dada a perseguição que sofreram). Nada havia para temer após a morte, a não ser, talvez, uma espécie de reencarnação ensinada por alguns membros da seita. O objetivo deles era escapar do ciclo de reencarnação, conquistar o direito de seguir para o céu e evitar outro período de aprisionamento aqui no inferno sobre a terra.

Tomás de Aquino (1224-1274)

O grande teólogo escolástico Tomás de Aquino é conhecido por vários ensinos relacionados ao inferno. Em primeiro lugar, defendia que a punição eterna consciente era apropriada a alguém que aqui na terra rejeitasse a Deus a favor de bens temporais, uma vez que tal pessoa de fato mostrava preferir esses bens passageiros até mesmo à vida eterna com Deus. Deus é justo, arrazoava ele, em punir essa pessoa da mesma maneira que a teria punido se tivesse pecado eternamente, ou seja, com a punição eterna ― afinal de contas, como diz a Bíblia, essa pessoa, ao ganhar “o mundo inteiro”, perde “a vida”.

Tomás igualmente tratou da acusação, comum também entre críticos de nosso tempo, de que Deus de algum modo se teria limitado em onipotência caso tivesse de mandar qualquer pessoa para o inferno (assim frustrando seu plano divino de criar a humanidade com o propósito de partilhar com ele das bênçãos divinas). Ele reconheceu que a bondade de Deus exige que todos sejam salvos (1Tm 2.4). Mas também defendeu que a manifestação da ira divina (ou seu ódio pelo pecado) requer que ao menos alguns pequem para quem sejam justamente punidos. Desse modo, a vontade de Deus de salvar a todos é atenuada pelas demandas de sua justiça, gerando assim um meio-termo: ele salvará os eleitos, manifestando dessa forma sua misericórdia, e condenará os réprobos, manifestando assim sua justiça.

Capaz de ofender gravemente as susceptibilidades modernas é a defesa que Tomás de Aquino faz da tradicional doutrina segundo a qual, para que os santos no céu “desfrutassem mais plenamente de sua bem-aventurança e mais copiosamente rendessem graças”, haveriam de receber o direito de assistir à punição dos condenados. Como no caso de outras doutrinas tradicionais, essa também se baseava nas Escrituras: Apocalipse 14.9-11 mostra os perversos sendo atormentados com fogo e enxofre na presença dos anjos e do Cordeiro. Na história do rico e de Lázaro, em Lucas 16, o rico pôde ver Lázaro “de longe”, e assim parece razoável que Lázaro pudesse divisar o rico. Além disso, Isaías 66.22-24 promete que os adoradores do Senhor “sairão e verão os cadáveres dos que transgrediram contra mim, porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e eles serão um horror para toda a humanidade”.

Tomás de Aquino também contribuiu com a ideia do “limbo”, no qual recém-nascidos não-batizados evitariam as mais atrozes penas do inferno. O limbo, além de tudo, fazia parte do inferno, pelo fato de que os recém-nascidos ainda eram manchados pelo pecado original, mas tinham a permissão de sofrer somente a ausência de Deus e não o tormento físico vividamente retratado em tantos escritos e obras de arte da Idade Média.

Dante Alighieri (1265-1321)

Nenhum tratamento medieval do inferno nos ocorre hoje com mais facilidade que o Inferno, de Dante ― o primeiro dos três volumes de sua Divina comédia. De acordo com o poema, certo dia, em 1300, Dante se viu vagando em uma floresta sombria. Depois de encontrar com três feras famintas e vorazes, foi alcançado pelo poeta latino Virgílio, o qual prometeu conduzi-lo pelo inferno e pelo purgatório. Na noite de Sexta-Feita Santa, dia 8 de abril, eles adentraram os portões do inferno (no qual se acha a inscrição: “Perdei as esperanças, vós todos que por aqui entrais”) e começaram a viajar percorrendo seus círculos sucessivos. Na visão imaginativa de Dante, o inferno é um cone emborcado no interior da terra, com seu vértice localizado no centro do globo. O círculo superior é o dos Campos Elíseos, onde habitam os nobres pagãos. A cada nível mais profundo, os viajantes contemplam as punições de pecados cada vez mais hediondos, até chegarem a um lago congelado em que o próprio Lúcifer pune os piores de todos os pecadores: os traidores.

Em harmonia com o propósito didático desses contos medievais, a viagem de Dante ao outro mundo o reconduz, pouco a pouco, das trevas e do pecado de volta para a presença jubilante e fulgurosa de Deus. Ao fim do terceiro livro do poema, Dante vislumbra os santos bem-aventurados nos céus, a desfrutar de Deus.

O Inferno é propositalmente repulsivo na forma em que retrata o inferno cristão. Mesmo Geoffrey Nuttal, um leitor solidário, afirmou: “Se o Inferno fosse todo o poema, dificilmente se podia evitar concluir que Dante era dono de uma mente doentia, obcecada por perversões sádicas ou outras aberações sexuais”. Mas os habitantes do inferno de Dante em certo nível desejam estar onde estão. O amor deles se tornou tão desorientado, que acabaram por chegar ao inferno da própria vontade deles.

Dante concordava com a antiga opinião  de Arisóteles segundo a qual a alma “dá forma” ao corpo: as expressões faciais, o gestual e a linguagem corporal das pessoas dão testemunho daquilo que se acha no coração. Assim, o pecado inveterado nos transtorna a aparência (como nossos pais sempre nos disseram: “Não faça essa careta, que ela não sairá mais”). Assim, Dante fez que seus pecadores do Inferno reencenassem para sempre no próprio corpo os exatos pecados que tinham o hábito de praticar na terra. O leitor familiarizado com As crônicas de Nárnia, de C. S. Lewis (amante de Dante), há de lembrar-se de Eustáquio, que se torna um dragão em Nárnia porque costumava ter pensamos avarentos, dragontinos. Era essa exatamente a mensagem que Dante queria passar.

É claro que, assim como na Meditação para despertar temor, de Anselmo, e na tradição medieval de viagens ao inferno, Dante mostrou o inferno a seus leitores justamente com o objetivo de que se voltassem para o Deus de terno amor que não deseja que ninguém pereça.

 

© 2011 Christian History. christianhistorymagazine.org | Usado com permissão.

Tradução: voltemosaoevangelho.com

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que adicione as informações supracitadas, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.


33 Comentários
  1. Jose Eymard Jacintho Diz

    É bom saber como o pensamento humano muda com o passar do tempo, as Escrituras são o fundamento de nossas vidas, no entanto o Nosso Deus criador é eterno e nos fez finitos, temos que ouvir o Espirito Santo, e nem sempre o chamados teologos ouvem, preferem definir suas posições ditando assim as regras.
    Hoje sabemos que o inferno é a ausencia de Deus, é estar fora do alcançe da Graça, que realmente é um total sofrimento.
    Sabemos disse porque já vivemos fora da Graça, nas trevas. com certesa a morte eterna é um verdadeiro martirio sem fim, não sabemos.
    Um abraço.
    Pr. José Eymard

    1. Sérgio Filho Diz

      José, e a Ira de Deus? “O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.” (Apocalipse 20:10)

      “Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo. E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo.” (Apocalipse 20:14-15)

      O castigo é eterno, a ira de Deus, preparada para aqueles que não tem seus nomes inscritos no livro da vida.

    2. Jean Diz

      Talvez o Pr José não tenha se expressado direito. Ele tem razão quando fala que o inferno é a ausência de Deus no sentido do seu amor e da sua graça, ou seja, que no inferno as pessoas não terão mais nenhuma esperança e nenhum vestígio de amor e misericórdia divinos. Mas eles terão a outra face de Deus, Sua Ira e beberão co cálice de sua Ira sem mistura. Hoje todas as pessoas em parte bebem da Ira de Deus misturada com sua misericórdia, ou seja, elas estão afastadas de Deus, mas ainda tem vestígios de suas bençãos. Depois do Juízo não haverá mais isso. Os salvos desfrutarão do pleno amor e misericórdia de Deus e o condenados da plena Justiça e Ira de Deus

    3. Jean Diz

      ah esqueci
      uma abraço a todos, muito bom os estudos

    4. Jhonata Reis Diz

      Exatamente.As escrituras são categóricas ao afirmar que o sofrimento será eterno, e essa é uma das verdades que muitas pessoas não querem contar.

      Spurgeon já dizia em seu sermão para os não convertidos:

      “..porque Ele quer que a Lei e a graça sejam
      anunciadas na mesma medida e que cada uma conserve o lugar que lhe é próprio…”

      Ou seja, pregar sobre a lei e consequentemente o inferno é uma das partes cruciais para se ganhar uma alma.O ser humano precisa saber que é condenado.Que sem a graça de Jesus ele seria julgado pela Lei que Deus instituiu, e seu final seria inevitavelmente o inferno.

    5. francisco barbosa Diz

      Caro pastor José, o que o senhor quer dizer com “Deus nos fez finitos? Nosso corpo materia sim, mas é importante deixar claro que nosso verdadeiro “eu” foi feito infinito.
      Outra coisa: A Biblia é a infalível Palavra de Deus e ela deixa claro as consequencias do viver separado de Deus para sempre.

    6. Antônio Carlos Diz

      Meu irmão,
      afirmar categoricamente que a bíblia é a infalível palavra de Deus é quase fazer como fizeram com o Papa sobre sua infalibilidade, Deus é muito mais do que está escrito na bíblia, acho que deveríamos nos preocupar um pouco menos com o inferno por que ninguém vai a Cristo com medo do inferno, a sua graça que nos constrange e não o inferno.

    7. Vini Diz

      Antônio,

      Palavras de Jesus:
      E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo. Mateus 10:28
      Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer; temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei. Lucas 12:5

      Ouça Jesus e tema a Deus, aquele que tem poder de lançar no inferno.

    8. Thiago Mattos Diz

      A literalidade e o letrismo do Vinicius é incrível!

      Cuidado com as citações isoladas e fora de contexto!

      O que Jesus diz não é para amedrontar… leia o contexto

      “Ouça Jesus e tema a Deus, aquele que tem poder de lançar no inferno.”
      kkkkkkkkkkk! (que amedrontador).

      No inferno estamos todos nós sem Cristo, meu amigo.
      A mensagem do Evangelho é:
      “Ouça Jesus e ame a Deus, aquele que tem poder de tirar do inferno”

    9. Vini Diz

      Aliás, essa questão de “temor” já escrevi um artigo aqui: http://voltemosaoevangelho.com/vinipimentel/?p=426

      A questão é que você lê “não temais” e quer anular o primeiro “temais”. Mas ambos andam juntos. Leia o artigo.

    10. Vini Diz

      Por fim, cara para quê você vem aqui? Você critica tanto a polícia da ortodoxia e faz o mesmo papel. Não vejo você exultando com nenhum artigo sobre a grandeza de Cristo ou a beleza da graça. Só vejo você criticando e criticando as críticas. Talvez seja isso somente que esteja no seu coração.

    11. Vini Diz

      Apaguei seu comentário. Quando você aprender a ser educado, voltarei a permiti-los. Basta dessa sua falsidade, defendendo o Evangelho do amor de Deus e tirando sarro dos seus irmãos.

    12. Vini Diz

      Então, Thiago, Jesus não disse “tema a Deus que pode lançar corpo e alma no inferno”? Se você prefere ficar com seu não-literalismo interpretativo ao gosto do cliente ok. Prefiro histórico-gramatical.

    13. Vini Diz

      Sem contar que, quando falei que temor e amor são diametralmente opostos. Se você assim enxerga, sinto dizer mas sua visão não corresponde a realidade bíblica?

      O temor ao Deus que lança pessoas no inferno anda junto com o amor ao Deus que se importa com nosso fio de cabelo.

    14. Thiago Mattos Diz

      Ok…
      não importunarei mais…

      (e lamento muito mesmo ter sido mal compreendido, e perceber que aqui, num espaço que se diz – aliás, presunçosamente – pregar o “único e verdadeiro evangelho”, exista tantos erros e distorções e mentes alienadas num moralismo-legalismo neurótico e farisaico. Esse tipo de gente eu não ouso nem chamar de irmão).

      Adeus

    15. Vini Diz

      Bom, Thiago,

      1) Sua definição de legalismo me assusta. Pois abrange tudo do qual você discorda.

      2) Sua falta de amor nos comentários ficou notória não somente a mim. Se você acha que o compreendi mal, pense pelo outro lado: você não está se fazendo compreensível e muito menos amoroso.

      3) Novamente, volto a perguntar: o que você está fazendo aqui? Polícia doutrinária?

    16. Thiago Mattos Diz

      Exato! A graça de Deus nos constrange. Atemorizar as pessoas com a ideia do inferno é alimentar essa neurose-coletiva-religiosa do cristianismo medieval e que ainda perdura nos arraiais da teologia moral.

  2. Anderson Paz Diz

    Tem sido muito interessante essa iniciativa de publicar essa série de posts sobre a História do Inferno.

    Parabéns ao V.E.

  3. VICTOR FERNANDES Diz

    CARA EU DESCONFIA QUE MEU BLOG ERA AMADOR,DEPOIS QUE VI O SEU TIVE CERTEZA .
    O BLOG ESTÁ SHOW .VOU ACOMPANHAR .VALE A PENA .VOU RECOMENDAR .
    UM ABRAÇO.

  4. VICTOR FERNANDES Diz

    INFERNO NÃO FOI FEITO PARA SERES HUMANOS ,MAS PARA OS ANJOS CAÍDOS E O DEMÕNIO.
    AS ALMAS QUE VÃO PARA LÁ SÃO ALMAS QUE PECARAM COMO ESTES ANJOS E POR ISSO SER TORNARAM DEMÕNIOS .

    DEUS É TANTO AMOR COMO JUSTIÇA .100% AMOR 100%JUSTIÇA

    1. LISA Diz

      hola vitor infelizmente os que negao a deus vao pra la na propria biblia esta escrito que o inferno foi feito a satanas e seus anjos masi tambem vale para seguidores de satanas !!!!!mais jesus quer a nossa vida pra ele 100% e obedecendo por exemplo os 10 mandamentos!!!!!!!!!!! a biblia relata muita coisa temos qui estar sempre atento e cuidadoso nas escrituras e pedir muito entendimento a deus

    2. lisa Diz

      E tao serto como deus existe e o ceu é tambem tao serto ki satanas e o inferno existe , pois foi o propio deus ki fez satanas e o inferno!!!!!!!!! LE A BIBLIA

  5. Carlos A. Mendes Diz

    A princípio sem comentário.

    Grato.

  6. Andre luiz Diz

    Fui adventista do sétimo dia e sei o que a doutrina do aniquilacionismo faz com aqueles que crêem nessa heresia . Hoje pela GRAÇA do Senhor creio no que o Savador falou em sua palvra quanto ao inferno.  O diabo como sempre, tenta mostrar hoje a toda humanidade  que o inferno não existe. Hoje sou cristão ,congrego na igreja batista e creio que o inferno existe,porque se ele não existise o proprio Senhor não o haveria mencionado. Aqueles que dizem que o inferno não existe,provem nas escrituras, porque é a própria palavra do Senhor que atesta a sua existencia. O que me surprende é que muitos que alegam que o inferno não existe, ficam atrapalhados quando lêem  Mateus 5: 29,30   Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti;
    pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo
    lançado no inferno.
     E, se a tua mão direita te faz tropeçar, corta-a e lança-a de ti;
    pois te convém que se perca um dos teus membros, e não vá todo o teu corpo para
    o inferno.
    Palavras do Senhor Jesus.
    André L. Augusto
    Ex- Ancião Adventista e Hoje Cristão.

  7. Antonio Nunes Diz

    Jeremias 7:31 E contruiram os altos em Tofete, que está no vale do filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e suas filhas, coisa que não havia ordenado e que não me havia subido ao coração

    Se nunca veio ao coração de Deus, certamente ele não possui nem utiliza tal coisa em escala maior.
    Que acharia de um pai que pegasse na mão de seu filho e a colocasse sobre o fogo para castiga-lo por causa de alguma transgressão .Deus é amor 1 João 4:8.Será que um Deus de amor faria aquilo que um progenitor humano com mente sã?não faria? Certamente que não
    Além disso em Eclesiastes9:5,10 Os viventes estão cônscios de que morrerão.os mortos, porém não estão conscientes de absolutamente nada.(Se não estão cônscios de nada é óbvio não sentem dor , não sofrem
    Palavra usada na versão Almeida (bem como na versão católica Matos Soares e na maioria das traduções antigas), para traduzir o termo hebraico she’óhl e o grego haí·des. Na versão Almeida (revista e corrigida), a palavra “inferno(s)” é traduzida 28 vezes de she’óhl e 7 vezes de haí·des. Esta versão não é coerente, contudo, uma vez que she’óhl também é traduzido 27 vezes por “sepultura”, 5 vezes “sepulcro”, 1 vez “terra”, 1 vez “enterrados”, 1 vez “mundo invisível”, e 2 vezes é transliterado “Seol”. Na versão Matos Soares, o termo she’óhl é traduzido por “inferno(s)” 34 vezes, “habitação dos mortos” 11 vezes, “sepulcro” 11 vezes, “sepultura” 4 vezes, “abismo” 1 vez, “terra” 1 vez, “[perigos] exiciais” 1 vez, “morte” 1 vez, e é transliterado “cheol” 2 vezes.

    Se o inferno fosse um lugar de tormento por fogo, alguém pediria para ser mandado para lá? No entanto, o patriarca Jó, querendo livrar-se da sua aflição, fez o seguinte pedido: “Quem me dera que tu me protegesses no inferno e me ocultasses até passar teu furor?” (Jó 14:13,
    deveria pesquisar melhor senhor André Luiz

  8. Antonio Nunes Diz

    Jeremias 7:31 E contruiram os altos em Tofete, que está no vale do filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e suas filhas, coisa que não havia ordenado e que não me havia subido ao coração

    Se nunca veio ao coração de Deus, certamente ele não possui nem utiliza tal coisa em escala maior.
    Que acharia de um pai que pegasse na mão de seu filho e a colocasse sobre o fogo para castiga-lo por causa de alguma transgressão .Deus é amor 1 João 4:8.Será que um Deus de amor faria aquilo que um progenitor humano com mente sã?não faria? Certamente que não
    Além disso em Eclesiastes9:5,10 Os viventes estão cônscios de que morrerão.os mortos, porém não estão conscientes de absolutamente nada.(Se não estão cônscios de nada é óbvio não sentem dor , não sofrem
    Palavra usada na versão Almeida (bem como na versão católica Matos Soares e na maioria das traduções antigas), para traduzir o termo hebraico she’óhl e o grego haí·des. Na versão Almeida (revista e corrigida), a palavra “inferno(s)” é traduzida 28 vezes de she’óhl e 7 vezes de haí·des. Esta versão não é coerente, contudo, uma vez que she’óhl também é traduzido 27 vezes por “sepultura”, 5 vezes “sepulcro”, 1 vez “terra”, 1 vez “enterrados”, 1 vez “mundo invisível”, e 2 vezes é transliterado “Seol”. Na versão Matos Soares, o termo she’óhl é traduzido por “inferno(s)” 34 vezes, “habitação dos mortos” 11 vezes, “sepulcro” 11 vezes, “sepultura” 4 vezes, “abismo” 1 vez, “terra” 1 vez, “[perigos] exiciais” 1 vez, “morte” 1 vez, e é transliterado “cheol” 2 vezes.

    Se o inferno fosse um lugar de tormento por fogo, alguém pediria para ser mandado para lá? No entanto, o patriarca Jó, querendo livrar-se da sua aflição, fez o seguinte pedido: “Quem me dera que tu me protegesses no inferno e me ocultasses até passar teu furor?” (Jó 14:13,
    deveria pesquisar melhor senhor André Luiz

  9. Antonio Nunes Diz

    Jeremias 7:31 E contruiram os altos em Tofete, que está no vale do filho de Hinom, para queimarem no fogo a seus filhos e suas filhas, coisa que não havia ordenado e que não me havia subido ao coração

    Se nunca veio ao coração de Deus, certamente ele não possui nem utiliza tal coisa em escala maior.
    Que acharia de um pai que pegasse na mão de seu filho e a colocasse sobre o fogo para castiga-lo por causa de alguma transgressão .Deus é amor 1 João 4:8.Será que um Deus de amor faria aquilo que um progenitor humano com mente sã?não faria? Certamente que não
    Além disso em Eclesiastes9:5,10 Os viventes estão cônscios de que morrerão.os mortos, porém não estão conscientes de absolutamente nada.(Se não estão cônscios de nada é óbvio não sentem dor , não sofrem
    Palavra usada na versão Almeida (bem como na versão católica Matos Soares e na maioria das traduções antigas), para traduzir o termo hebraico she’óhl e o grego haí·des. Na versão Almeida (revista e corrigida), a palavra “inferno(s)” é traduzida 28 vezes de she’óhl e 7 vezes de haí·des. Esta versão não é coerente, contudo, uma vez que she’óhl também é traduzido 27 vezes por “sepultura”, 5 vezes “sepulcro”, 1 vez “terra”, 1 vez “enterrados”, 1 vez “mundo invisível”, e 2 vezes é transliterado “Seol”. Na versão Matos Soares, o termo she’óhl é traduzido por “inferno(s)” 34 vezes, “habitação dos mortos” 11 vezes, “sepulcro” 11 vezes, “sepultura” 4 vezes, “abismo” 1 vez, “terra” 1 vez, “[perigos] exiciais” 1 vez, “morte” 1 vez, e é transliterado “cheol” 2 vezes.

    Se o inferno fosse um lugar de tormento por fogo, alguém pediria para ser mandado para lá? No entanto, o patriarca Jó, querendo livrar-se da sua aflição, fez o seguinte pedido: “Quem me dera que tu me protegesses no inferno e me ocultasses até passar teu furor?” (Jó 14:13,
    deveria pesquisar melhor senhor André Luiz

  10. Antonio Nunes Diz

    para tirarem qualquer duvida sobre o ensinamento do inferno ou qualquer outro falem com as Testemunhas de Jeová ou visitem o site http://www.jw.org façam isso meus amigos e ali encontraram toda a verdade

  11. Antonio Nunes Diz

    Uma breve história do inferno de fogo

    QUANDO foi que os professos
    cristãos adotaram a crença num inferno de fogo? Foi bem depois da época
    de Jesus Cristo e dos seus apóstolos. “Apocalypse of Peter
    ([Apocalipse de Pedro] do 2.° século EC) foi a primeira obra cristã
    [apócrifa] a descrever a punição e as torturas de pecadores no inferno”,
    declara a Encyclopædia Universalis francesa.

    No entanto, os primeiros Pais
    da Igreja discordavam na questão do inferno. Justino, o Mártir, Clemente
    de Alexandria, Tertuliano e Cipriano acreditavam que o inferno era um
    lugar de fogo. Orígenes e o teólogo Gregório de Nissa achavam que o
    inferno era um lugar de separação de Deus — de sofrimento espiritual.
    Agostinho de Hipona, por outro lado, sustentava a idéia de que o
    sofrimento no inferno era tanto espiritual como físico — conceito que
    passou a ser aceito. “Por volta do quinto século a rigorosa doutrina de
    que os pecadores não terão uma segunda oportunidade após a vida, e que o
    fogo que os devorará jamais se extinguirá, prevalecia em toda a parte”,
    escreveu o Professor J. N. D. Kelly.

    No século 16, reformadores
    protestantes tais como Martinho Lutero e João Calvino entenderam que o
    tormento ardente do inferno simbolizava passar a eternidade separado de
    Deus. No entanto, a idéia de o inferno ser um lugar de tormento
    ressurgiu nos dois séculos seguintes. O pregador protestante Jonathan
    Edwards costumava aterrorizar o coração dos colonos americanos no
    século 18 com a descrição vívida do inferno.

    Pouco depois, porém, as chamas
    do inferno começaram a diminuir lentamente. “O inferno quase morreu no
    século 20”, declara a revista U.S.News & World Report.

  12. Antonio Nunes Diz

    Uma breve história do inferno de fogo

    QUANDO foi que os professos
    cristãos adotaram a crença num inferno de fogo? Foi bem depois da época
    de Jesus Cristo e dos seus apóstolos. “Apocalypse of Peter
    ([Apocalipse de Pedro] do 2.° século EC) foi a primeira obra cristã
    [apócrifa] a descrever a punição e as torturas de pecadores no inferno”,
    declara a Encyclopædia Universalis francesa.

    No entanto, os primeiros Pais
    da Igreja discordavam na questão do inferno. Justino, o Mártir, Clemente
    de Alexandria, Tertuliano e Cipriano acreditavam que o inferno era um
    lugar de fogo. Orígenes e o teólogo Gregório de Nissa achavam que o
    inferno era um lugar de separação de Deus — de sofrimento espiritual.
    Agostinho de Hipona, por outro lado, sustentava a idéia de que o
    sofrimento no inferno era tanto espiritual como físico — conceito que
    passou a ser aceito. “Por volta do quinto século a rigorosa doutrina de
    que os pecadores não terão uma segunda oportunidade após a vida, e que o
    fogo que os devorará jamais se extinguirá, prevalecia em toda a parte”,
    escreveu o Professor J. N. D. Kelly.

    No século 16, reformadores
    protestantes tais como Martinho Lutero e João Calvino entenderam que o
    tormento ardente do inferno simbolizava passar a eternidade separado de
    Deus. No entanto, a idéia de o inferno ser um lugar de tormento
    ressurgiu nos dois séculos seguintes. O pregador protestante Jonathan
    Edwards costumava aterrorizar o coração dos colonos americanos no
    século 18 com a descrição vívida do inferno.

    Pouco depois, porém, as chamas
    do inferno começaram a diminuir lentamente. “O inferno quase morreu no
    século 20”, declara a revista U.S.News & World Report.

  13. Antonio Nunes Diz

    Uma breve história do inferno de fogo

    QUANDO foi que os professos
    cristãos adotaram a crença num inferno de fogo? Foi bem depois da época
    de Jesus Cristo e dos seus apóstolos. “Apocalypse of Peter
    ([Apocalipse de Pedro] do 2.° século EC) foi a primeira obra cristã
    [apócrifa] a descrever a punição e as torturas de pecadores no inferno”,
    declara a Encyclopædia Universalis francesa.

    No entanto, os primeiros Pais
    da Igreja discordavam na questão do inferno. Justino, o Mártir, Clemente
    de Alexandria, Tertuliano e Cipriano acreditavam que o inferno era um
    lugar de fogo. Orígenes e o teólogo Gregório de Nissa achavam que o
    inferno era um lugar de separação de Deus — de sofrimento espiritual.
    Agostinho de Hipona, por outro lado, sustentava a idéia de que o
    sofrimento no inferno era tanto espiritual como físico — conceito que
    passou a ser aceito. “Por volta do quinto século a rigorosa doutrina de
    que os pecadores não terão uma segunda oportunidade após a vida, e que o
    fogo que os devorará jamais se extinguirá, prevalecia em toda a parte”,
    escreveu o Professor J. N. D. Kelly.

    No século 16, reformadores
    protestantes tais como Martinho Lutero e João Calvino entenderam que o
    tormento ardente do inferno simbolizava passar a eternidade separado de
    Deus. No entanto, a idéia de o inferno ser um lugar de tormento
    ressurgiu nos dois séculos seguintes. O pregador protestante Jonathan
    Edwards costumava aterrorizar o coração dos colonos americanos no
    século 18 com a descrição vívida do inferno.

    Pouco depois, porém, as chamas
    do inferno começaram a diminuir lentamente. “O inferno quase morreu no
    século 20”, declara a revista U.S.News & World Report.

  14. Antonio Nunes Diz

    Uma breve história do inferno de fogo

    QUANDO foi que os professos
    cristãos adotaram a crença num inferno de fogo? Foi bem depois da época
    de Jesus Cristo e dos seus apóstolos. “Apocalypse of Peter
    ([Apocalipse de Pedro] do 2.° século EC) foi a primeira obra cristã
    [apócrifa] a descrever a punição e as torturas de pecadores no inferno”,
    declara a Encyclopædia Universalis francesa.

    No entanto, os primeiros Pais
    da Igreja discordavam na questão do inferno. Justino, o Mártir, Clemente
    de Alexandria, Tertuliano e Cipriano acreditavam que o inferno era um
    lugar de fogo. Orígenes e o teólogo Gregório de Nissa achavam que o
    inferno era um lugar de separação de Deus — de sofrimento espiritual.
    Agostinho de Hipona, por outro lado, sustentava a idéia de que o
    sofrimento no inferno era tanto espiritual como físico — conceito que
    passou a ser aceito. “Por volta do quinto século a rigorosa doutrina de
    que os pecadores não terão uma segunda oportunidade após a vida, e que o
    fogo que os devorará jamais se extinguirá, prevalecia em toda a parte”,
    escreveu o Professor J. N. D. Kelly.

    No século 16, reformadores
    protestantes tais como Martinho Lutero e João Calvino entenderam que o
    tormento ardente do inferno simbolizava passar a eternidade separado de
    Deus. No entanto, a idéia de o inferno ser um lugar de tormento
    ressurgiu nos dois séculos seguintes. O pregador protestante Jonathan
    Edwards costumava aterrorizar o coração dos colonos americanos no
    século 18 com a descrição vívida do inferno.

    Pouco depois, porém, as chamas
    do inferno começaram a diminuir lentamente. “O inferno quase morreu no
    século 20”, declara a revista U.S.News & World Report.

  15. Jackson Estrizer Diz

    A da Licença né….. Testemunhas de Jeová com a Verdade…É uma piada….

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