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A história do inferno: introdução

A revista Christian History publicou uma pequena edição intitulado “A História do Inferno – Um breve panorama e guia de recursos”, recurso recomendado por alguns pastores, como Mark Driscoll. Cremos que este conteúdo complementará com a perspectiva histórica sobre essa doutrina, por isso o estamos traduzindo (com permissão da própria revista).

São 11 postagens ao total. Esta com uma pequena introdução sobre os três pontos de vista sobre o assunto; mais 10 apresentando grandes nomes da história e o que defendiam sobre o assunto (do ano 30 até 1900) e, por fim, o ebook completo com alguns recursos de posições modernas. Tentaremos incluir o máximo de referências e livros disponíveis em português.

Há vários motivos porque postamos sobre a doutrina do inferno. A principal é porque amamos a Jesus. Outro motivo é o descaso (ou, às vezes, abuso) que há em nossos tempos. Se você se pergunta “por que a crença no inferno é fundamental?” sugerimos que você leia este artigo de John Piper. Por último, gostaria de ressaltar que não será apresentado embasamento bíblico sobre o assunto. Será um panorama histórico. Se você deseja ver uma abordagem teológica e pastoral sugiro que você veja os materiais disponíveis em nosso arquivo (VE).

Boa leitura.

O inferno: três pontos de vista

Tradicional

Alguns (talvez mesmo a maior parte da espécie humana) não serão salvos. • Cada pessoa é julgada de uma vez por todas na morte e herda ou a vida eterna, ou a condenação eterna. • O inferno é um lugar de punição consciente e interminável em decorrência do pecado. Essa punição é interpretada ora de modo literal (tormento físico), ora de modo metafórico (um estado do ser, sofrimento espiritual, separação em relação a Deus). • Uma vez no inferno, a pessoa não tem mais como escapar. • Algumas vertentes desse ponto de vista defendem que há diferentes graus de punição, dependendo da gravidade dos pecados cometidos. • Algumas correntes (como a calvinista) enfatizam a soberania de Deus na punição daqueles a quem ele escolhe punir, ao passo que outras linhas ressaltam a liberdade da escolha humana. • A posição católica romana estabelece uma distinção entre inferno e purgatório — local temporário de purificação para os destinados ao céu.

Imortalidade condicional ou aniquilacionismo

Alguns não serão salvos. • A alma humana não é imortal por natureza. A existência eterna é um dom que Deus dá aos remidos. • Os impenitentes serão punidos, mas esse período de punição consciente terá fim. • Na última ressurreição, os impenitentes serão destruídos e deixarão de existir. O “fogo” do inferno de que fala a Escritura é consumidor, não atormentador. • Alguns condicionalistas creem que após a morte a pessoa receberá uma segunda oportunidade de aceitar ou rejeitar a Deus.

Restauracionismo ou universalismo

Todos no fim serão salvos, e Deus restaurará a criação à perfeita harmonia. • A punição eterna contradiz o amor de Deus, uma vez que Deus deseja a salvação de todos e tem o poder de vencer o pecado e o mal. O amor de Deus é mais forte que a resistência humana. • Se existe inferno, não é por toda a eternidade. A punição é transitória e corretiva, levando o pecador ao arrependimento e à união com Deus. • Mesmo o Diabo pode no final de tudo se arrepender e ser salvo. • Alguns teólogos ao longo da história defenderam uma posição mais cautelosa de “universalismo esperançoso”, ou seja, não podiam afirmar dogmaticamente que todos serão salvos, mas tampouco podiam negar essa possibilidade.

Índice

Obs.: O VE defende oficialmente a posição tradicional do inferno, crendo ser essa a correta interpretação dos ensinos bíblicos.

© Christian History Institute. Website: christianhistorymagazine.org. Traduzido com permissão. Fonte: The History of Hell.

Original: A história do inferno: introdução. © Voltemos ao Evangelho. Website: voltemosaoevangelho.com. Todos os direitos reservados. Tradução e Revisão: Equipe VE.

65 Comentários
  1. Pr João Victor Diz
  2. Jefferson Peixoto Diz

    Um pequeno erro na palavra “gravidade”.

  3. Jefferson Diz

    Glória a Deus por tudo isso que Deus tem nos permitido fazer !! ^^

  4. Gabriel Araujo Diz

    Glória à Deus!

  5. moacir do carmo Diz

    perante a deus todos os erros seram perdoado basta acreditar no todo poderoso

    1. tereza Diz

      ???

    2. Gilberto Diz

      Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem. Tiago 2:19

    3. Pedro Diz

      O Cara é Universalista ué… problem inferno?

  6. Ronald Menezes Diz

    As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.

    Deuteronomio 29:29

    1. FILEMOM BH Diz

      FREDERICO FIUZA.

      Boa tarde, meu irmão. Obrigado por ter postado este endereço. Meu espírito foi alimentado com aquela palavra. Tremi diante da verdade.

      Umas das maneiras de ensinar e indicar as consequências do tipo “se não” fizer assim, ocorrerá isso, etc. e nosso modernismo tem desprezado essa doutrina, de DEUS, que amedronta, mas nos aproxima Dele.

      Abração irmão amado.

      FILEMOM

  7. Fábio Diz

    Não quero morrer com dúvidas se serei aniquilado ou se toda criação será restaurada. Prefiro decidir minha eternidade aqui e agora.

    1. Deny Dias Diz

      Infelizmente, ou felizmente, não podemos decidir nada em relação a eternidade meu irmão!
      A Paz do SENHOR.

    2. Hian Raphael Diz

      mas eu posso escolher seguir a cristo e toda a sua palavra, ou posso desobece-lo e sofre com as consequências

  8. jonh Diz

    paz amados.
    a condenação no inferno é retributivo e não corretivo.
    se cremos que é corretivo, cremos que existe purgatório.
    pow não entendi muito essa postagem!!!

    1. tereza Diz

      sério?!!

    2. William Bessa Diz

      A parte em que temos a afirmação que o inferno é uma punião “corretiva” se refere a visão chamada “restauracionismo ou universalismo”, o que esse post inicial faz é mostrar várias visões diferentes sobre o inferno.

      E no final tem a observação:

      Obs.: O VE defende oficialmente a posição tradicional do inferno, crendo ser essa a correta interpretação dos ensinos bíblicos.

    3. jonh Diz

      amém querido, obrigado pelo e esclarecimento…tenho sido muito abençoado pelas post que vcs nos disponibiliza…não sei se vcs conhecem mas existe um ministério de louvor livres para adorar. eles tem se levantado com uma voz profética em nossa nação e as mensagens que esses ministério tem trazido tem nos levado a um confronto muito grande nesses dias.
      tá ai uma dica para aprimorar cada vez mais as post…se não conhecem procurem conhecer, vai valer muito apena!!!

  9. gera Diz

    Quem dera se fosse tudo restaurado e até o próprio Lucifer se arrepondesse. O q gosto é a profundidade dos textos, não no sentido de ser complexto mais de assuntos importantes e não desses q estão tratando hoje em dia nas igrejas q ainda são leitinho quente no final da noite!

    1. tereza Diz

      Eu acho perigoso colocar “humanos e lucífer” numa mesma possibilidade de alvos de uma ação restauradora de Deus. As escrituras até apresentam os anjos como nossos “conservos” mas ai considerar o arrependimento de Lúcifer…não conheço nenhum texto bílblico sobre isso, pelo contrário, as escrituras me dão certeza dessa impossibilidade…

      paz

    2. wagner Diz

      vini por isso que amo esse site quanta edificação, espero que meu evangelismo melhore muito com isso, ou seja se torne mais completo, conhecimento gera poder!!!!!

  10. jonatas souto Diz

    voce tem certeza de sua salvaçao????
    como voce defini o inferno??/

  11. cristiano posso Diz

    sendo assim, a morte de Cristo na Cruz do Calvário foi totalmente em vão.

    A alma que pecar, então não morrerá… ??? A Bíblia diz ao inverso.

    Doutrina pior que a Católica.

    Se o irmão que postou este artigo estiver correto, então todos estaremos salvos, que bom…

    Porém, se ele estiver errado…

    Também prefiro decidir meu futuro aqui na terra seguindo a Cristo.

    1. Vini Diz

      Cristiano,

      O artigo em questão mostra os pontos de vista que há em correntes do cristianismo. É uma perspectiva histórica e não uma defesa doutrinária.

      No final do artigo ainda colocamos que concordamos e defendemos a visão tradicional. E colocamos no começo vários links para suporte teológico

      Paz

    2. Mauro Diz

      Ola Vini, pelo que vi acho que vc é o moderador deste blog, achei o blog muito interessante. Acompanho muito os pregadores da igreja batista, como Paul Washer e Jonh Piper, e acho eles pregadores muito iluminados para ministrar a palavra. Mas uma coisa não posso concordar em suas doutrinas quanto a imortalidade da alma e o tormento eterno, falando do tormento eterno o qual vcs creem, pense comigo somente neste pensamento, vc não pediu para nascer, mas mesmo assim esta aqui porque Deus lhe deu este dom, então vc tem o direito de escolher a vida em Cristo, e se não aceitar, ou seja se vc não deseja viver então escolhe a morte. Isto é livre arbitrio, agora imagina uma pessoa que não queira a vida, e então ela é jogada no inferno e fica la sendo atormentada para toda eternidade, cade seu livre arbitrio? Deus quer seu coração por amor e não que vc o siga por medo de um tormento eterno. Esta doutrina se infiltrou no evangelho e consegue iludir mentes até mesmo de pastores e irmãos consagrados, mas graças a Deus que não é em si um principio de salvação, mas é mesmo assim importante, conhecermos a verdade. Pois cristo disse: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Joao 8:32
      Se quiseres fazer um estudo mais aprofundado sobre imortalidade e tormento eterno, estarei a disposição para converssarmos sobre o assunto. Que Deus o abençõe, e que a graça de Cristo esteja com vc.

      Mauro Pacheco.

    3. Vini Diz

      Mauro,

      Seu argumento não segue, pois o homem caído não tem sua escolha livre da sua natureza pecaminosa e como Paulo diz: “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser” (Romanos 8:7).
      Além disso, a estrutura do seu argumento também pode ser usada para aniquilação: “Deus quer que você o siga por amor e não por medo de ser aniquilado”.

      E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. Mateus 25:46
      Se o castigo não é eterno, então igualmente a vida não o é.

    4. Mauro Diz

      Vini, de uma olhada no seguinte estudo. Parte1

      Algumas informações importantes antes do estudo de um assunto tão “melindroso”:

      1) A palavra “inferno” que aparece em nossas Bíblias não existe no original grego ou hebraico (e aramaico) – línguas originais. Esse termo é “latim” (significa “lugar inferior”) e, sendo que a Bíblia não foi escrita originalmente em latim, não deveria ter sido adicionada por alguns tradutores (em outras versões não existe a palavra “inferno”, mas, se preserva as originais: hades, tártaros, sheol, Geena).

      2) Morte é morte mesmo. Enquanto não aceitar que a ÚNICA esperança para o cristão que hoje descansa é a RESSURREIÇÃO (1 Tessalonicenses 4:18), deixar de acreditar num “tormento eterno” será impossível. É importante que estude a doutrina bíblica sobre o estado do ser humano na morte (Gênesis 2:7, 3:19; Eclesiastes 3:19-21; 9:5, 6 3 10; Salmo 13:3; Daniel 12:2; Lucas 14:14; 1 Tessalonicenses 4:13-18) e compreenda que os mortos voltarão a ter consciência somente quando Jesus voltar (Lucas 14:14), transformá-los e ressuscitá-los (1 Coríntios 15:51-55). Por isso, não estão desfrutando de alguma recompensa (Salmo 115:17) ou punição (2 Pedro 2:4 afirma que até mesmo os demônios estão reservados para um juízo futuro).

      3) A doutrina de um “inferno eterno” veio “sob encomenda” da igreja medieval, que usava a pressão psicológica para conseguir indulgências, obediência e apoio para a inquisição (matar os “hereges”). Antes, os gregos dividiam o “hades” em duas partes: uma onde ficavam as “almas” dos bons e outra em que ficavam as “almas” dos maus. Perceba que a origem do ensino é pagã e medieval.

      4) Quando Cristo usa em Marcos 9:43-48 o termo “inferno”, no original é “Geena” e se refere não a um inferno existente, mas, ao lago de fogo que EXISTIRÁ depois do milênio (Apocalipse 20).

      5) A justiça eterna de Deus não exige uma eternidade de sofrimento, como afirmam alguns teólogos preocupados mais em filosofar do que em estudar a Bíblia. O amor de Deus e a justiça dEle estão de mãos dadas. Por isso, a justiça eterna de Deus precisa ser vista como fazendo parte do Seu amor eterno. Assim, chegaremos à conclusão de que, por ser eternamente justo, o Senhor permitirá que os maus sejam castigados e depois destruídos definitivamente.

      Após essas breves considerações, vamos ao estudo. Se quiser aprofundar-se ainda mais no assunto, envie um e-mail para [email protected] e solicite o material intitulado “O inferno de fogo”. Nele, faço uma análise de alguns textos e apresento razões para crermos que a doutrina do inferno eterno traz consigo algumas heresias inaceitáveis para o cristianismo.

      Quando existirá o lago de fogo

      As Escrituras não ensinam que há um inferno de fogo, mas sim que haverá.

      Um dia, Deus lançará o diabo e seus seguidores em um lago de fogo (Apocalipse 20:10), que só existirá após o período dos mil anos, como mencionei a princípio. Isso é muito claro nas Escrituras, que ensinam ser o juízo um evento futuro (Atos 17:31).

      Portanto, os que não foram dignos da Salvação não se encontram hoje “em sofrimento”, mas, num sono profundo (Jeremias 51:57) até o dia em que serão penalizados (João 5:28, 29).

      Todos queimarão como palha?

      Não. O sofrimento de alguns pecadores durará um período de vários dias e noites (e até mais), porque cada um será recompensado “segundo as suas obras” (Mateus 16:27).

      A Bíblia ensina que o castigo varia em “grau e intensidade”, especialmente nos versos a seguir:

      “Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em Tiro e em Sidom se tivessem operado os milagres que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam arrependido com pano de saco e cinza. E, contudo, vos digo: no Dia do Juízo, haverá menos rigor para Tiro e Sidom do que para vós outras.” Mateus 11:21-22.

      “Aquele servo, porém, que conheceu a vontade de seu senhor e não se aprontou, nem fez segundo a sua vontade será punido com muitos açoites. Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão.” Lucas 12:47-48 (Grifos meus)

      Se o grau de castigo fosse o mesmo para todos (aniquilação instantânea ou tormento eterno), por que Jesus afirmou que no dia do julgamento haveria menos rigor para as cidades de Tiro e Sidom e que alguns receberão muitos açoites enquanto que outros ganharão poucos açoites?

      Veja o que a escritora Ellen White disse a respeito, com base na Palavra de Deus:

      “Uma distinção, porém, se faz entre as duas classes que ressuscitam. “Todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua voz. E os que fizeram o bem, sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.” João 5:28 e 29. Os que foram “tidos por dignos” da ressurreição da vida, são “bem-aventurados e santos”. “Sobre estes não tem poder a segunda morte.” Apoc. 20:6. Os que, porém, não alcançaram o perdão, mediante o arrependimento e a fé, devem receber a pena da transgressão: “o salário do pecado”. Sofrem castigo, que varia em duração e intensidade, “segundo suas obras”, mas que finalmente termina com a segunda morte. Visto ser impossível para Deus, de modo coerente com a Sua justiça e misericórdia salvar o pecador em seus pecados, Ele o despoja da existência, que perdeu por suas transgressões, e da qual se mostrou indigno. Diz um escritor inspirado: “Ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar e não aparecerá.” E outro declara: “E serão como se nunca tivessem sido.” Sal. 37:10; Obad. 16. Cobertos de infâmia, mergulham, sem esperança, no olvido eterno” – O Grande Conflito, págs. 544, 545.

      Sendo assim, o diabo ficará no fogo mais tempo do que os outros, pois seus pecados foram em maior proporção (além de ele ser o originador do mesmo – João 8:44 – e tentador dos seres humanos).

      Entretanto, a Bíblia não diz que ele e os demais serão atormentados pela eternidade. Depois do castigo proporcional às obras de cada um, Deus destruirá definitivamente o mal e os que se apegaram a ele:

      “… os ímpios serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos [veja: diz o SENHOR e não os adventistas…], de sorte que não lhes deixará nem raiz nem ramo… Pisareis os perversos, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos.” Malaquias 4:1-3

      “Os ímpios, no entanto, perecerão, e os inimigos do SENHOR serão como o viço das pastagens; serão aniquilados e se desfarão em fumaça.” Salmo 37:20.

      “E o Deus da paz, em breve, esmagará debaixo dos vossos pés a Satanás. A graça de nosso Senhor Jesus seja convosco.” Romanos 16:20.

      A fim de compreender o assunto do “inferno” (na verdade, lago de fogo) biblicamente, não devemos ignorar esses textos.

      Isso deveria ser claro para todos nós cristãos, pois, se o diabo e os demais forem “mantidos com vida” para serem “castigados” por um tempo sem fim, seria o mesmo que Deus dar a vida eterna ao diabo, aos demônios e aos que não aceitaram a Cristo. Isso é uma heresia, pois somente os justos comerão da árvore da vida para serem imortais! (Apocalipse 22:2). Leia 1 João 3:15 e comprove que ímpios não têm vida eterna!

      O fogo será eterno nas conseqüências (a pessoa nunca mais será ressuscitada) e não na duração (Mateus 25:46).

    5. Mauro Diz

      Esta é a parte 2 do estudo, se vc estudar com sinceridade acredito que compreendera toda verdade sobre este assunto, abaixo esta a primeira parte.

      Entendendo o termo “para sempre”

      “As palavras que se traduzem por “eterno” e “todo o sempre” não significam necessariamente que nunca terão fim. No Novo Testamento, vem do grego aion, ou do adjetivo aionios. É impossível forçar este radicas grego significar sempre um período que não tem fim.

      “A palavra aionios, traduzida como “eterno”, “para sempre”, significa literalmente ‘perdurando por um século’”. – “Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia”, vol. V, pág. 512.

      “Comentando o texto de Filemom 15, o erudito evangélico H. G. Moule afirmou:

      O adjetivo aionios (eterno, para sempre) tende a marcar a duração enquanto a natureza da matéria o permite. E, no uso geral, tem íntima relação com as coisas espirituais. ‘Para sempre’ nesse verso significa permanência de restauração tanto natural como espiritual. Ligado, porém, a Deus, [o termo] significa eterno, para sempre. Também ligado à vida que provém de Deus, significa uma vida de duração sem fim.” – Arnaldo B. Christianini. “Sutilizas do erro”. 2a Edição, pág. 270.

      “No grego, a duração de aionios deve sempre se determinar em relação com a natureza da pessoa ou coisa a qual se aplica. Por exemplo, no caso de Tibério César, o adjetivo aionios descreve um período de 23 anos, desde sua ascensão ao trono até sua morte”. – “Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia”, vol. V, pág. 513.

      Percebeu? Na Bíblia, o termo “para sempre” pode significar “um tempo sim fim” ou “um tempo específico”. Depende da natureza do objeto (Pessoa) que está ligado à palavra. Se for Deus, o termo “eterno” é eterno mesmo. Se estiver ligado a um ser humano mortal, que não comerá da árvore da vida, significa um tempo de longa ou curta duração (dependendo do grau de castigo que mereça). JAMAIS o termo dá a ideia de que um pecador pode sobreviver eternamente num castigo sem fim.

      É importante entendermos a expressão na língua original bíblica e não como é explicada em nossa língua portuguesa (que é de outra cultura, a ocidental).

      Uma perversão do caráter de Deus

      No início do artigo expliquei que a justiça e amor eternos de Deus estão de mãos dadas. Creio que isso ficou claro de modo que podemos entender que o juízo de Deus é uma manifestação do amor dEle pelas criaturas e pela Verdade.

      Uma das atividades do diabo na história é “desvirtuar” o caráter amoroso da Divindade. Nos dias do povo de Israel satanás arrumava meios de apresentar a Deus como carrasco. Os judeus, nos dias de Cristo, não escaparam dessa artimanha do inimigo (Jesus veio também para revelar o caráter do Pai, que era mal compreendido – ver João 14:9, 10 e João 9:1, 2); hoje, os cristãos se encontram mergulhados numa “doutrina” que mostra um Deus que, para satisfazer Sua justiça, precisa de maneira tirana atormentar criaturas que pecaram por alguns anos na mesma proporção que o diabo, o pai do pecado.
      Se você que é pai e mãe não faria isso a um filho, imagine Deus! (Isaías 49:15)

      “Sobre o erro fundamental da imortalidade inerente, repousa a doutrina da consciência na morte, doutrina que, semelhantemente à do tormento eterno, se opõe aos ensinos das Escrituras, aos ditames da razão, e a nossos sentimentos de humanidade. Segundo a crença popular, os remidos no Céu estão a par de tudo que ocorre na Terra, e especialmente da vida dos amigos que deixaram após si. Mas como poderia ser fonte de felicidade para os mortos o saberem das dificuldades dos vivos, testemunhar os pecados cometidos por seus próprios amados, e vê-los suportar todas as tristezas, desapontamentos e angústias da vida? Quanto da bem-aventurança celeste seria fruída pelos que estivessem contemplando seus amigos na Terra? E quão revoltante não é a crença de que, logo que o fôlego deixa o corpo, a alma do impenitente é entregue às chamas do inferno! Em quão profundas angústias deverão mergulhar os que vêem seus amigos passarem à sepultura sem se acharem preparados, para entrar numa eternidade de miséria e pecado! Muitos têm sido arrastados à insanidade por este inquietante pensamento.” – Ibidem, pág. 545.

      A doutrina do “tormento eterno” faz mal até para a saúde:

      “Satanás é o causador da doença; e o médico está batalhando contra sua obra e poder. A enfermidade da mente reina por toda parte, e noventa por cento das doenças que atacam o ser humano têm aí seu fundamento. Talvez algum vivo distúrbio doméstico esteja, como gangrena, roendo até à própria alma, e enfraquecendo as forças vitais. O remorso pelo pecado aflige por vezes a constituição, e desequilibra a mente. Há, também, doutrinas errôneas, como a de um inferno eternamente a arder e o tormento perpétuo dos ímpios, as quais por darem uma visão exagerada e distorcida do caráter de Deus, têm produzido os mesmos resultados sobre espíritos sensíveis. Os infiéis têm aproveitado ao máximo esses casos infelizes, atribuindo a loucura à religião; isto, porém, é grosseira difamação, a qual deverão enfrentar finalmente. A religião de Cristo, bem longe de causar loucura, é um de seus mais eficazes remédios.” – Conselhos Sobre Saúde, pág. 324.

      Conclusão

      Longe de dizer que os maus serão aniquilados instantaneamente (se o fossem, não receberiam um castigo merecido – não acha?) ou que sofrerão pela eternidade, a Bíblia ensina que:

      1) Cada pessoa será punida proporcionalmente, segundo as obras (Apocalipse 22:12). Uns serão mais castigados. Outros, menos (Lucas 12:47, 48);

      2) Depois do castigo, a pessoa será finalmente aniquilada (Malaquias 4:1-3).

      Como sempre, a Palavra de Deus é equilibrada em tudo o que ensina!

      Estude esse assunto com oração. Avalie os textos que citei e solicite ao programa “Na Mira da Verdade” ([email protected]) o estudo completo sobre o tema. Você verá que o Deus da justiça (Gênesis 18:25) também é amor (1 João 4:8, 16) e que jamais Ele poderia secar as lágrimas de nosso rosto se soubéssemos que em algum lugar se encontra em tormentos queridos que tanto amamos. Apocalipse 21:4 não poderia se cumprir.

      “Porque não tenho prazer na morte de ninguém [e muito menos no tormento!], diz o SENHOR Deus. Portanto, convertei-vos e vivei.” Ezequiel 18:32.

      Um grande abraço.

  12. caue Diz

    paz, essa visao d todos salvos seria um pretesto p q vivessemos uma vida paga, viver os prazeres da carne as tentacoes do diabo e depois vivermos todos juntos louvando a Deus, ai eh facil ser cristao, entao vamos anular o evangelho do negue a si msm, creio na posicao tradicinal do inferno.

  13. Martins Pessôa Regis Júnior Diz

    Creio na eternidade da alma humana, tanto daquela que vai para o paraíso, como daquela que, infelizmente, vai para o inferno. As passagens que me dão essa base são Lucas 16.19-31 (a parábola do rico e Lázaro) e Hebreus 9.27 (que diz sobre o juízo ocorrer logo após a morte). Nesses dois casos, vemos que a morte atinge o corpo físico, no sentido de tirar a vida, e nos afasta da presença de Deus, no sentido espiritual. Já a punição dos que rejeitaram o sacrifício de Cristo será eterna, da mesma forma que o gozo dos que O aceitaram será igualmente eterna.

  14. Washington Luiz Diz

    “Buscai ao Senhor ENQUANTO SE DEIXA ACHAR, Invocai-o enquanto está perto.’

  15. Rafael Delfes Diz

    Bom… resumindo ….Todos de uma forma ou de outra Vamos ser provados pelo FOGO…
    ou de Deus ….ou do Inferno…

  16. Ingred Diz

    A biblia diz que somente Deus é eterno. A eternidade nos é dada como presente de Deus quando aceitamos a Jesus como nosso salvador. O homem, por si mesmo, não é eterno. Assim, creio que os ímpios serão mergulhados no lago de fogo eterno- como a biblia diz- e serão assim destruídos. Fogo eterno: o mesmo que destruiu Sodoma e Gomorra (Judas, 7). Elas queimam até hoje, eternamente? Não. Mas suas consequencias são eternas. Assim creio que será no fim.
    Abraços

    1. Mauro Diz

      Ola Ingred, sua teoria está correta. Se pensarmos que os que não aceitarem a Cristo, ficarão queimando pelo resto da eternidade, onde está o livre arbitrio, Ninguem pediu para nascer por isso temos o direito de escolha, a vida ou a morte. As pessoas que não querem viver simplesmente morreram para sempre. Esta doutrina da imortalidade é muito perigosa, porque muitos tem seguido a Cristo por medo de queimar pra sempre, e não por um verdadeiro amor.

    2. Vini Diz

      Alguém pode igualmente seguir a Cristo para não ser exterminado. Seu argumento não se sustenta.

    3. Mauro Diz

      Vc acha que aniquilação é tão ruim quanto ao tormento?

    4. Vini Diz

      Não, não acho. Mas essa não é a questão.

    5. George Lucas Diz

      Não é tão ruim, e esse é o problema.

      O tormento eterno é Bìblico.

      E o tormento eterno é lógico, porquê os pecadores que irão para o inferno, irão pagar por seus pecados de acordo com quem Deus é.

      O tamanho do castigo é medido de acordo com o tamanho da ofensa.

      A ofensa que é feita à Deus por cada pecado, é INFINITA E SUPREMA!!! É do tamanho da Glória e Majestade de Deus. Sendo assim, diminuir inferno, é diminuir a Glória de Deus.

      O inferno existe porquê Deus “quis mostrar a sua ira, e dar a conhecer o seu poder” (Rm 9:22).

      O inferno deve ser supremo, porquê é a própria manifestação do poder de Deus em ira.

      Que Deus nos conforte SOMENTE em Cristo que experimentou as angústias do inferno pra salvar todo que CrÊ.

      Que Deus nos leve a contempla-lo como ELE é, e não como pensamos que seja.

      Que Deus nos leve a nos alegrarmos e confiarmos que nosso Deus é soberano, majestoso, supremo e amoroso.

      Em tudo, bendito seja o nome do Senhor.

    6. Mauro Diz

      Ola Vini, vc deu uma olhada no estudo que postei la em cima? Da uma olhada estude com atenção que vc vai ver toda base biblica no estudo. Abraço.

    7. Leandro Ramos Parente Diz

      Galera, para quem quiser saber a respeito da história de literatura plagiada de outros autores e colocadas para o público como resultado de visões sobrenaturais da tida como profetisa Ellen White, fundadora da igreja adventista, basta ler este livro Igreja de vidro. Link do e-book segue abaixo.

      http://www.gospeldownloads.com.br/index_ebook_artista_demonstracao.php?codigo=1930

  17. Marcelo Lemos Diz

    Esse assunto é muito interessante para que o nosso Senhor Jesus seja glorificado.

  18. Gercino Diz

    – Hoje quase não se prega sobre o tema, e quando falamos muitas vezes somos tachados de quadrados e alienados, é a frieza e mornidão dentro das igrejas!

  19. Davi Junio Diz

    Bom dia, todos os dias sou edificado pelas mensagens do blog. O pessoal do voltemos ao evangelho está de parabéns! Que Cristo possa continuar abençoando vcs pessoal!
    Estou postando esse link de um video que diz a cerca de erro teológico acerca do inferno… Se for possível deem uma conferida vcs administradores do voltemos ao evangelho! Quem sabe vcs não podem colocar no blog!

  20. franciso Diz

    o inferno é criação de Deus ,pros desobedietes uma vez codenado não tem chororó

    1. Maharochi Diz

      Em que parte nas escritura menciona  que Deus criou tal lugar?

    2. Maharochi Diz

      Qual é a origem do ensinamento do inferno de fogo?
      Nas crenças da antiga Babilônia e Assíria “o mundo inferior . . . é retratado como um lugar cheio de horrores, e é presidido por deuses e demônios de grande força e ferocidade”. (The Religion of Babylonia and Assyria, Boston, EUA, 1898, de Morris Jastrow, Jr., p. 581) Uma evidência antiga do aspecto ardente do inferno da cristandade encontra-se na religião do antigo Egito. (The Book of the Dead, New Hyde Park, N. I., EUA, 1960, com introdução por E. A. Wallis Budge, pp. 144, 149, 151, 153, 161) O budismo, que data do 6.° século AEC, com o tempo apresentou infernos tanto quentes como frios. (The Encyclopedia Americana, 1977, Vol. 14, p. 68) Descobriu-se que gravuras do inferno, representadas nas igrejas católicas na Itália, remontam a raízes etruscas. — La civiltà etrusca (Milão, Itália, 1979), de Werner Keller, p. 389.
      Mas as verdadeiras raízes desta doutrina que desonra a Deus são muito mais profundas. O conceito hediondo associado com um inferno de tormento é uma calúnia contra Deus e se origina do principal caluniador de Deus (o Diabo, cujo nome significa “Caluniador”), a quem Jesus Cristo chamou de “pai da mentira”. 

    3. Maharochi Diz

      Palavra usada na versão Almeida (bem como na versão católica Matos Soares e na maioria das traduções antigas), para traduzir o termo hebraico she’óhl e o grego haídes. Na versão Almeida (revista e corrigida), a palavra “inferno(s)” é traduzida 28 vezes de she’óhl e 7 vezes de haídes. Esta versão não é coerente, contudo, uma vez que she’óhl também é traduzido 27 vezes por “sepultura”, 5 vezes “sepulcro”, 1 vez “terra”, 1 vez “enterrados”, 1 vez “mundo invisível”, e 2 vezes é transliterado “Seol”. Na versão Matos Soares, o termo she’óhl é traduzido por “inferno(s)” 34 vezes, “habitação dos mortos” 11 vezes, “sepulcro” 11 vezes, “sepultura” 4 vezes, “abismo” 1 vez, “terra” 1 vez, “[perigos] exiciais” 1 vez, “morte” 1 vez, e é transliterado “cheol” 2 vezes.
      Em 1885, com a publicação da completa English Revised Version (Versão Revisada Inglesa), a palavra original she’óhl foi, em muitos lugares, transliterada para o texto inglês das Escrituras Hebraicas, embora, na maioria das suas ocorrências, se usasse “sepultura” e “cova”, e “inferno” ocorre cerca de 14 vezes. Este foi um ponto em que a comissão americana discordou dos revisores ingleses, e, assim, ao produzirem a American Standard Version (Versão Padrão Americana, 1901), eles transliteraram she’óhl em todas as suas 65 ocorrências. Ambas as versões transliteraram haídes nas Escrituras Gregas Cristãs em todas as suas dez ocorrências, embora a palavra grega Géenna (português: “Geena”) seja traduzida por “inferno” em todas as ocorrências, como acontece em muitas outras traduções modernas.
      A respeito do uso de “inferno” para traduzir estas palavras originais do hebraico e do grego, Vine’s Expository Dictionary of Old and New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Velho e do Novo Testamento, de Vine, 1981, Vol. 2, p. 187) diz: “HADES . . . Corresponde a ‘Seol’ no A.T. [Antigo Testamento]. Na V.A. [Versão Autorizada] do A.T. [Antigo Testamento] e do N.T. [Novo Testamento], foi vertido de modo infeliz por ‘Inferno’.”
      A Collier’s Encyclopedia (Enciclopédia da Collier, 1986, Vol. 12, p. 28) diz a respeito de “Inferno”: “Primeiro representa o hebraico Seol do Antigo Testamento, e o grego Hades, da Septuaginta e do Novo Testamento. Visto que Seol, nos tempos do Antigo Testamento, se referia simplesmente à habitação dos mortos e não sugeria distinções morais, a palavra ‘inferno’, conforme entendida atualmente, não é uma tradução feliz.”
      É, de fato, devido ao modo como a palavra “inferno” é entendida atualmente que ela constitui uma maneira tão ‘infeliz’ de verter estas palavras bíblicas originais. O Webster’s Third New International Dictionary (Terceiro Novo Dicionário Internacional de Webster), exaustivo, diz sob “Inferno”: “de . . . helan, esconder”. A palavra “inferno” não transmitia assim, originalmente, nenhuma idéia de calor ou de tormento, mas simplesmente de um ‘lugar coberto ou oculto’. No antigo dialeto inglês, a expressão “helling potatoes” (“infernizar batatas”) significava, não assá-las no fogo, mas simplesmente colocar as batatas no solo, ou num porão.
      O significado atribuído à palavra “inferno” atualmente é o representado na Divina Comédia de Dante, e no Paraíso Perdido de Milton, significado este completamente alheio à definição original da palavra. A idéia dum “inferno” de tormento ardente, porém, remonta a uma época muito anterior a Dante ou a Milton. A Grolier Universal Encyclopedia (Enciclopédia Universal Grolier, 1971, Vol. 9, p. 205), sob “Inferno”, diz: “Os hindus e os budistas consideram o inferno como lugar de purificação espiritual e de restauração final. A tradição islâmica o reputa um lugar de castigo eterno.” O conceito de sofrimento após a morte é encontrado entre os ensinos religiosos pagãos dos povos antigos da Babilônia e do Egito. As crenças dos babilônios e dos assírios retratavam o “mundo inferior . . . como lugar cheio de horrores, . . . presidido por deuses e demônios de grande força e ferocidade”. Embora os antigos textos religiosos egípcios não ensinem que a queima de qualquer vítima individual prosseguiria eternamente, eles deveras retratam o “Outro Mundo” como tendo “covas de fogo” para “os condenados”. — The Religion of Babylonia and Assyria (A Religião de Babilônia e Assíria), de Morris Jastrow Jr., 1898, p. 581; The Book of the Dead (O Livro dos Mortos), com apresentação de E. Wallis Budge, 1960, pp. 135, 144, 149, 151, 153, 161, 200.
      Visto que o “inferno de fogo” tem sido um ensino básico da cristandade por muitos séculos, é compreensível por que The Encyclopedia Americana (Enciclopédia Americana, 1956, Vol. XIV, p. 81) disse: “Muita confusão e muitos mal-entendidos foram causados pelo fato de os primitivos tradutores da Bíblia terem traduzido persistentemente o hebraico Seol e o grego Hades e Geena pela palavra inferno. A simples transliteração destas palavras por parte dos tradutores das edições revistas da Bíblia não bastou para eliminar apreciavelmente esta confusão e equívoco.” Não obstante, tal transliteração e tradução coerente deveras habilita o estudante da Bíblia a fazer uma comparação cuidadosa dos textos em que aparecem estas palavras originais e, com mente aberta, a chegar ao entendimento correto de seu verdadeiro significado.

  21. Victor Hugo Diz

    Gloria a Deus por sua misericordia sem fim!

  22. Rossine Diz

    Não consigo acreditar que Deus criou o ser humano para o sofrer eternamente isso sem contar com tudo que a humanidade já sofreu e está sofrendo com as doenças, com a fome, com as guerras, com tsunami, etc… todo medo e toda a dor de todas as mortes, tudo isso não se compara a dor e o tormento de um inferno eterno com as agonias que se destinam às vidas que se perderam. Isso é o absurdo da doutrina cristã protestante e evangélica. Onde esta é a justiça de Deus e a misericórdia de Jesus Cristo? não posso crer num Deus que tenha o inferno como uma opção para suas criaturas. Eu tenho dó de queimar animais ou de mata-los, imagina se eu iria criar um bando de gente, com sentimentos, com emoções e pensamentos próprios e depois ia deixar que elas passassem a eternidade queimando, gemendo e rangendo os dentes? Este ensino apavorante, esta mentira diabólica, foi isso que me tornou um descrente do cristianismo “ortodoxo.” Se isso fosse verdade, eu odiaria Deus.

    1. Vini Diz

      Não consigo acreditar em um homem que menospreza a dignidade e a glória divina.

    2. Vivianevsantox Diz

       Onde esta é a justiça de Deus ???vc acredita q Deus é justiça, mas não aceita a sentença ??  

    3. Hermogenesvc Diz

      Rossine, numa coisa você está com a razão: Deus de fato não criou o ser humano para sofrer eternamente, mas para viver eternamente. Deus é a vida, e, é claro, somente a possui quem está ligado a ele. Assim, é necessário estar nele para viver eternamente. Não estar nele significa estar separado da vida e, consequentemente, morto espiritualmente, destinado ao sofrimento eterno. Entenda que isso não é escolha de Deus, mas de quem se separa dele. Tendo em vista que toda a raça humana decidiu isso, o sofrimento com guerras, maldades, doenças, fome, tsunamis etc. é apenas uma consequência intermediária dessa escolha. O pior será depois da morte física, quando a escolha não poderá mais ser mudada, e cada ser humano terá por toda a eternidade aquilo que quis para esta vida: permanecer desobediente ao Senhor, longe da sua influência, domínio e amor. Uma eternidade sem Deus, com todas as suas pavorosas consequências.
      Você tem dó de matar um animal? Ótimo. Deus queria que as pessoas sentissem isso quando imolassem um animal inocente para o perdão dos seus pecados. Assim, ficaria mais fácil perceberem o enorme desgosto que Deus sente quando pecamos. Ficaria mais fácil aceitarem a necessidade de um “cordeiro” limpo, consciente, cujo sacrifício seria suficiente para todo o sempre, em benefício de todos os que o aceitassem. Falamos, evidentemente, do Cordeiro de Deus, Jesus Cristo. Deus entregou seu Filho no lugar de todos os animais e, mais importante ainda, no lugar de todos os seres humanos, “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (diz a Bíblia). Isso não é doutrina cristã protestante e evangélica. É a palavra de Deus!
      Não odeie Deus. Ele ama você muito, muito, muito mais do que você imagina. Por causa desse amor ele não quer que você continue condenado ao inferno. Ele ainda lhe oferece a salvação por seu Filho Jesus, de graça. Aceite, por favor.

    4. Myckael Stofel Diz

      parabens! quase chorei lendo sua resposta ao comentario acima!

    5. Sara Raquel Diz

      Mas e a doutrina da eleição ? :/
      É complicado tudo isso

    6. Hermógenes Viviani de Campos Diz

      A Bíblia diz que somos eleitos em Cristo, predestinados nele. Deus predestinou os que vierem a Jesus para serem herdeiros do seu reino. A eleição em Cristo e a predestinação em Cristo são atos soberanos de Deus, independentes da escolha humana. A vinda a Cristo é ato humano, de livre arbítrio. Assim, se você quiser participar da eleição, entregue-se totalmente ao Senhor Jesus Cristo.

  23. Will Diz

    TRADICIONAL MESSMO PARCEIRO!!! O RESTO É LOROTA!!!

    1. paulo Diz

      John Stott teólogo britânico que abraçou o ponto de vista da aniquilação dos que não se salvarão, considera a posição como possivelmente Bíblica. Teria sido ele mais um contador de lorota?

    2. Hermógenes Viviani de Campos Diz

      Não penso que John Stott seja um contador de lorotas. Creio, sim, que esteja equivocado em sua interpretação. Não vi na Bíblia qualquer declaração direta sobre a aniquilação espiritual dos condenados. Nem vi uma declaração indireta que tenha apoio no restanta da Bíblia. Já li sobre a aniquilação deles no âmbito humano, o que é diferente. Talvez esta última tenha levado do J.S. a uma interpretação errônea.

  24. Jefferson Sales Diz

    O inferno mostra justiça de Deus, e seu amor para com a humanidade, sem um inferno as escolhas dos homens seriam apenas caprichos de um Deus tirano, seu amor é mostrado da mesma intensidade que seu amor. Amor tem justica

  25. rafael Diz

    pretendem fazer um e-book sobre o assunto?

    1. Hermógenes Viviani de Campos Diz

      Boa idéia, Rafael!

  26. Eli Diz

    Vi algumas comentarios de q eu decido isso decido aquilo, tenho livre arbitrio, eu escolho, vontade para escolher seu sapato, sua calça sua esposa você tem mesmo, mas para escolher a Cristo e salvação não Ef. 2. 1ss diz que nós estavamos MORTOS em nossos delitos e pecados, morto não decide nada se ele não for vivificado em Cristo está condenado e isso ao inferno além de Amor, Deus também é justiça e ele leva muito a sério o pecado e o punirá como sempre fez e está fazendo e o inferno serve para isso. Deus foi ofendido, chamado de mentiroso, sua santidade escarnecida, sua palavra descrita, então nos vasos de ira preparados desde a etrrnidade ele mostra a sua justiça (inferno) nos vasos de honra o seu amor (Céu). considere a cruz ela revela o ódio e a ira de Deus ao pecado, como também seu amor incondicional. aos que creem em Cristo vida os que não creem morte, ou seja, inferno. Tô nem para os que dizem eu não creio nisso, Deus não pediu sua opinião ele disse obedeça, o q obedecer tem a vida eterna o que desobedecer a morte eterna, ou seja o inferno e isso é fato. mas se vc continuar não crente sinto muito, o último dia te dirá defiintivamente. mas Creia em Cristo senão irás para o inferno.

    1. Hermógenes Viviani de Campos Diz

      Desculpe a sinceridade, mas sua declaração parece letra de “rap”, por causa da carência de pontuação.
      Convém compreender o sentido que o escritor bíblico quis dar à palavra “mortos”, senão a gente acaba se enrolando e, pior, produzindo um ensino falso para outras pessoas.
      Se existisse apenas um sentido para essa palavra, como iríamos diferenciar os mortos no âmbito físico dos mortos espirituais? Em qual desses sentidos você acha que o escritor se expressou?
      Penso que Paulo referiu-se a mortos no espírito, sem vida espiritual, embora vivos fisicamente. Quem morreu fisicamente não pode mais fazer escolhas, é claro. Mas quem ainda está fisicamente vivo pode continuar a exercer um dos dons mais maravilhosos que Deus lhe deu: a volição, a capacidade de expressar sua vontade própria.
      Foi por causa dessa volição que João escreveu que Jesus veio para os que eram seus, mas os seus não os receberam. Teria Jesus cometido um erro de julgamento ao vir, esperando ser automaticamente aceito pelos seus? Ou teria ele esperado que os seus exercessem o livre arbítrio em prol de aceitá-lo como o Messias? É claro que ele veio conceder aos seus a oportunidade de escolha entre a vida e a morte. E os seus exerceram o direito de escolha, rejeitando-o. Mas, aos que decidiram por ele, deu-lhes o direito de serem chamados filhos de Deus. Você pode ler isso em João 1.
      Em Ezequiel 18, Deus demonstra que as escolhas humanas é que farão diferença entre ser salvo e ser condenado.
      Em Ezequiel 3, Deus determina ao profeta que avise ao pecador para abandonar o pecado e ao justo para não abandonar a justiça, para não serem condenados. Não é isso um belo exemplo do direito de escolha?
      Em Ezequiel 33.11, o Senhor declara: “Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?” Não é isso mais um belo exemplo de que Deus dá ao ser humano o direito de escolher entre a vida e a morte? Ou alguém acha que essa declaração corresponde à predestinação e à abolição do livre arbítrio?

  27. marcelo victor Diz

    Gostaria que o irmão esclarecesse uma duvida que tenho, referente à ressurreição física dos mortos.

    A Bíblia nos mostra, em 1 Co 15:52, que os mortos ressuscitarão incorruptíveis, ou seja, como pessoas que possuem corpos imortais. Todavia, o texto parece não fazer distinção entre justos e injustos, os quais se levantarão ao mesmo tempo das sepulturas.
    A Bíblia diz tao somente que, nesse acontecimento, haverá uma completa vitoria de Cristo sobre a morte, conforme 1 Co 15: 54 e Ap 20:14.

    Pergunto:
    1 – Será que os justos terão uma ressuscitação diferenciada dos injustos (mesmo não tendo passado ainda pelo juízo) ou todos ressuscitarão na mesma condição?
    2 – Poderíamos dizer que os ímpios também receberão corpos incorruptíveis na ressuscitação, uma vez que a própria morte foi vencida e será lançada no lago de fogo e enxofre?
    3 – Se os ímpios recebem incorruptibilidade na ressurreição, como fica a destruição dos impios no lago de fogo e enxofre?
    Deus te abençoe!!!

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