Se confiamos em Jesus Cristo como Senhor, Deus e Salvador, então ele é a nossa cabeça, ele é o nosso verdadeiro Adão, ele é o noivo em quem estamos escondidos, por cuja justiça somos considerados justos.
Como cristãos, queremos obedecer a Jesus não porque temos medo do resultado do julgamento se não o fizermos, mas porque reconhecemos quem é Jesus e o que ele fez por nós.
Algo tem me incomodado um pouco: algumas pessoas parecem estabelecer uma relação muito direta e quase determinista entre a opção pelo suicídio e o ambiente eclesiástico e os desafios do ministério pastoral.
“Yesterday” é um filme divertido, mas presta um desserviço às músicas dos Beatles, subestimando seu contexto e sugerindo que de alguma forma transcendem o lugar e o tempo.
Cristãos de verdade e espiritualmente maduros têm sede de Cristo e de sua Palavra, e não se ocupam em busca de acontecimentos extraordinários, ainda que os celebrem quando os presenciam ou os experimentam.
Sobrenaturalmente, incompreensivelmente, o Deus trino se comunica conosco, nos nutre, nos alegra e nos equipa a sermos discípulos através dos sacramentos.
Não basta apenas saber que a Igreja tem este direito de natureza constitucional, à Imunidade Tributária – compreender como ele se desdobra em todas as atividades do corpo eclesiástico é importante.
Um aluno não pode ser obrigado, direta ou indiretamente, em optar por não declarar o nome de seres que ele não crê, e que são divindades em outra religião, ainda mais quando sua crença é monoteísta.