Gilson Santos é Ministro Batista e pastor titular da Igreja Batista da Graça, em São José dos Campos, SP, há mais de 20 anos. Graduado em História, Teologia e Psicologia, é pós-graduado em psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. É escritor no institutopoimenica.com e professor de disciplinas de Teologia Prática no Seminário Martin Bucer.
Gilson Santos nos chama à uma reflexão profunda sobre se estamos ou não vivendo uma vida piedosa e em como o ministério pode nublar nosso olhar sobre nós mesmos.
Gilson Santos: O ódio não costuma ser a primeira coisa. O ódio geralmente vem precedido de algo. Quando alguém odeia você, é bom saber que algo veio antes.
O sofrimento carrega o ser humano por inteiro. Não há sofrimento que não seja sentido no corpo, e nenhuma dor é sentida sem envolver as dimensões psíquicas.
Vivemos em um mundo que espera atenção. Mas quem está disposto a dar atenção? Quem está disposto a não ficar em órbita em torno de si, mas dar sua vida por outros?
O laço com o cônjuge é mais forte e íntimo, de modo que os filhos podem deixar o lar e se casar, mas o cônjuge não deve abandonar a casa a não ser em caso de morte.
Por que existem atualmente igrejas tão fracas? Por que tantas conversões são anunciadas e tantos membros arrolados às igrejas, e estas têm causado cada vez menos impacto sobre a sociedade?
A pessoa madura no NT é manifesta uma forma amadurecida de pensar e relacionar, pois foi instruída pela sabedoria para reconhecer a verdade e aperfeiçoada pela sabedoria no amor de Deus.