Deus não aparece na nossa vida das formas explícitas e retumbantes que a gente gostaria. A vida na casa da Pérsia parece muitas vezes estranhamente sem Deus.
O feminismo diminui e relativiza o papel da mulher, prejudicando sua feminilidade, tornando-a uma tirana em seus relacionamentos familiares, o que inclui é claro, sua relação com marido e filhos.
Ensinamos que o jovem cristão pode ser tão divertido quanto o não cristão, mas sem sexo, bebida ou droga. E nos convencemos de que estamos certos dizendo “pelo menos estão na igreja”. Afinal, se não fere o Evangelho, qual é o problema de…
Neste último vídeo da série Encontrando Cristo na pandemia, Jonas Madureira se dirige aos pastores que enfrentam complexos desafios ministeriais durante a pandemia.
Deus não nos chama a desenvolver nossa própria teologia — esta já está desenvolvida na Escritura. Nós somos chamados a estudá-la, entendê-la, e a sermos praticantes, não somente ouvintes.
Cristãos precisam sim balancear o ver cores na igreja porque Deus vê e valoriza os mundos nos quais ele nos fez viver. Ele criou nossas cores. E ele as ama!
Considerar o marido um banana, alguém que nunca ajuda e não lidera é uma péssima visão de nossos cônjuges. É uma visão que não nos ajuda a respeitar e amar, cuidar na saúde e na doença e até que a morte nos separe.
Persista, querida irmã. Seu verão não durará para sempre. Há uma bebida fresca do Espírito Santo para trazer alívio suficiente para enfrentar cada dia quente e cansativo.
Neste sexto vídeo da série Encontrando Cristo na pandemia, Jonas Madureira fala sobre a nossa necessidade de sentido e propósito e sobre como podemos lidar com a angústia.
Nossos filhos, mesmo os menores, não se deixam enganar por performances, eles vêem a realidade. E se a realidade vivida dentro e fora de casa são distintas, eles certamente reconhecerão a incoerência hipócrita.
Nos irritamos muito fácil com os filhos por brinquedos no chão ou com o marido por deixar a toalha na cama. Nos consideramos deusas que não podem ser perturbadas. Nos consideramos superiores e perfeitas, mas não somos.
Martinho Lutero e João Calvino representam dois teólogos da Reforma, aquele movimento bíblico que há muito tempo, promoveu a visão de Deus para a família e levou muitos a fazerem o mesmo.