Ó, faze-nos habitar seguros e concede-nos que possamos estar tranquilos e sem temor do mal (Pv 1.33). E traga-nos seguros, finalmente, ao teu santo monte, onde já não haverá espinho que pique, nem abrolho que cause dor (Ez 28.24), onde não…
Todos tropeçamos em muitas coisas todos os dias (Tg 3.2). Quem pode dizer quão frequentemente tropeça (Sl 19.12)? Se observares, SENHOR, iniquidades, quem, Senhor, subsistirá? Contigo, porém, está o perdão, para que te temam (Sl 130.3,4). Ó…
Que sejamos como labaredas de fogo voando rapidamente (Sl 104.4; Dn 9.21), e que andemos para a frente, para onde o Espírito for (Ez 1.12); que sirvamos para o bem de outros (Hb 1.14) e, assim, que nos cheguemos à comunhão de incontáveis…
Quando o mistério de Deus se cumprir (Ap 10.7), vem depressa, amado meu, faze-te semelhante ao gamo ou ao filho da gazela, que saltam sobre os montes aromáticos (Ct 8.14).
Sendo a Oração do Senhor designada não somente para ser uma forma de oração em si mesma, mas também uma regra de direção, um plano ou um modelo breve, pelo qual podemos estruturar nossas orações.
Esta é a boa vontade do nosso coração e a nossa súplica em primeiro lugar (Rm 10.1): Pai que estás nos céus, que teu nome seja santificado. Nós oramos para que tu sejas glorificado como um Deus santo (Lv 10.3).